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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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“At The Void’s Edge” marca a estreia dos Vircator no formato de longa duração editado em Janeiro de 2016. Álbum que já se encontra distribuído internacionalmente pelas diversas plataformas digitais.

O projecto de post-rock experimental de Viana do Castelo, composto por Pedro Carvalho (voz e guitarra), Marcelo Peixoto (baixo), Paulo Noronha (bateria) e Gustavo Ribeiro (guitarra), apresenta sete novos instrumentais num álbum cinemático, com a produção cuidada deMarco Lima no estúdio Hertzcontrol, em Caminha. Desde a formação da banda em 2012, consta ainda da sua discografia o EP homónimo com quatro temas, editado em 2014, inclui o single“Izbat River” que anunciou ao mundo a entrada em cena dos rockers minhotos.

 

Do ponto de vista técnico os Vircatorexplicam “At The Void’s Edge”,  desde o processo de composição à produção do álbum:
“As músicas foram compostas através de conversas das guitarras com o Pedro e o Gustavo, que depois comunicavam com o baixo e a bateria que são o motor e dão impulso às músicas. No fundo é assim que são feitas as músicas. Para quem não quiser acreditar, o álbum foi gravado live em 8 horas, com todos a tocar ao mesmo tempo, utilizando 2 ou 3 takes por músicas e depois foi só escolher qual o melhor”.

 

Os Vircator estão neste momento na digressão de apresentação ao álbum, que os há-de levar a várias salas de concertos por Espanha, França, Áustria, Alemanha, e Holanda, até ao dia 14 de Maio com o regresso a Portugal, à carismática sala do CCOB, em Barcelos.

 

À medida que o álbum se vai desenrolando somos levados, e habilmente transportados por entre momentos mais atmosféricos e sofisticados, ora por outros de maior dinâmica e densidade.  Talvez por isso,“At The Void’s Edge” venha a sacudir-nos de um certo torpor quando o álbum termina agitado aos 33.22 com “Bismuth”, sétimo e último tema, sem que tenhamos dado pelo “The End” a sumir-se na tela à nossa frente.

O trabalho de ilustração é da responsabilidade de Hanna Baer, uma referência da maior importância.

 

 

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