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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

Letra

 

Não venha me dizer que agora tu mudou
Esse papo eu conheço e também me cansou
Estive disposta, hoje já não estou
Sigo em frente sozinha, o tempo já passou

Tempo bom foi aquele em que você me amou
Desistiu de ser triste assim me conquistou
Desligado do mundo, dos vicios da dor, era eu e você, só nós dois e o amor
(Desandou) Mentindo pra mim, voltando pra pista, isso me bodiou

A verdade é rainha, tu me magou
A mentira é o fim do que só começou
Uma história bonita, eu e você no flow
Tu perdeu, não se segurou

Eu estou segura de que é difícil, mas eu também sei que tudo acabou
E é triste mas o que se foi, ficou
Guardado no peito ainda sinto o sabor
O perfume do abraço, a música tocou

Fazendo lembrar do que se eternizou
Mas vê se resolve, a droga te pegou
Eu te abracei, se tu tentar eu vou
Era assim hoje não, o laço desatou

Eu vim te lembrar de um tempo que marcou
Águas que rolaram, o tempo voou
Acabou e é porque tu não priorizou
Aceita os pontos, falar que o momento é mais que propício pra dizer quem sou

Aquela mulher que um dia cê teve
Que te quis do lado e tu não deu valor
Quer te ver melhor que a última vez, peço que não caia
Minha hora chegou.

[Juju Gomes]
Resolve a tua parada, aqui tu não é ninguém
O amor que tu me deu não me serviu
Vou procurar nos braços de outro alguém
Começamos bem, na vibe tipo zen

Que caminhava tão certo
Assim não dá, suas mentiras, insatisfações da vida
Diz que me ama tanto, quer criar raízes, só nós dois
Ta bom, meu bem

Pois eu acreditei, me apaixonei e lancei meu sonho, por você também.
Diz que tá escuro aí, por favor me ajuda aqui
E agora você chora, chora
E me pede pra voltar, então faça valer, pra eu não pagar pra ver

Laços perdidos, destroem meu infinito
Através dos gritos, isso parece primitivo
Olha pra frente, vê se não cai [2x]

[Valete]
No início era só tu e eu, no meio da paixão intensa que nos consumia
De corpo e alma pra ti, não queria saber de nenhuma mulher que surgia
O tempo passou meu amor serenou, e parece que secou toda aquela poesia
Homens são assim, cansam-se rápido, não fomos feitos pra monogamia

Vivemos com ambição de alpinista
Queremos outra conquista depois de uma conquista
Lá vou eu a noite chamam
Calor, mulheres, olhares tramam, curvas formas, dançam excitam

Rabos, mamas hipnotizam, la tô eu na cama de outra
Vida louca não me poupa, outra semana, outra dama
Outra cama, é so gana
Esses gestos não me enganam, é so sexo não tem chama

Eu preciso do teu amor, me dá o teu swing que me faz feliz
Dá ao teu negro outra chance
Outra chance pra outro romance
Sem amor não ha vida, fica alma esmorecida

Fica tudo mais medonho
Morre o mundo, morre o sonho.
Dá ao teu negro outra chance...

Nós somos filhos, desta veracidade maior do que nós
Que nos deixou insensíveis e desnorteados
Entre esta gula, fantasias e fetiches...

O amor abandonou-nos negro
E agora estão aqui desesperados
Sozinhos entre essas camas e orgamos
Não temos nada, negro
Não temos nada...

[Juju Gomes]
Laços perdidos, destroem meu infinito
Através dos gritos isso parece primitivo
Olha pra frente vê se não cai [2x]

 

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