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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

  Letra   Quero ver o que Terra me dá Ao romper desta manhã O poejo, o milho e o araçá A videira e a maçã   Ó mãe de água, ó mãe de chuvas mil Já não quero o teu aguaceiro Quero ver a luz do mês de Abril A folia no terreiro E vou colher inhames e limões Hortelã e alecrim E vou cantar charambas e canções P'ra te ao pé de mim E nos requebros desse teu balhar Quero ser o cantador E vou saudar a várzea desse olhar Ao compasso do tambor   Cantiga da Terra - (...)
  No próximo sábado, dia 19, às 19 horas, a Livraria Ler Devagar, situada na LX Factory, acolhe um dos nomes emblemáticos da música portuguesa. Em ambiente intimista e informal, o concerto do açoreano Zeca Medeiros terá como fio condutor os temas do último disco "Fados, Fantasmas e Folias", passando também por outros trabalhos da sua discografia, fazendo-se (...)
No próximo dia 2 de Fevereiro, na noite de sábado para domingo, a Fábrica Braço de Prata acolhe um dos nomes emblemáticos da música portuguesa. Em ambiente intimista e informal, o concerto de Zeca Medeiros tem como fio condutor os temas do último disco "Fados, Fantasmas e Folias", passando também por outros trabalhos da sua discografia.Autor de todas as músicas e (...)
    letra   Na cidade dormitório Onde o sol se põe cinzento E o bel-canto da cigarra Jaz mudo sob o cinzento Quando a noite cai sombria Com seus ténues lampadários Luzindo na simetria Dos novos bairros operários O meu coração vadia como um lobo solitário Na tristeza de um subúrbio Pinto apelos em murais Esfumo a noite em olheiras Deslizo na hora do lobo Sigo o rastro das padeiras Afio as minhas armas brancas Nas esquinas de metal Cravo-as bem fundo nas ancas Da cintura (...)
  Letra   O amor é um labirinto cativeiro de um desejo, hei-de cantar o que sinto de cada vez que te vejo, desaforo, atropelo, que o amor é uma ilusão, será sonho ou pesadelo traiçoeiro alçapão. Quando eu te vejo sei que sou palhaço pobre mas nunca palhaço rico. Quando eu te vejo sei que sou um protelário que de tudo eu abdico. É que eu gosto tanto de ti que até me prejudico. É que eu gosto tanto de ti que até me prejudico. O amor é um desafio, uma doce escaramuça, é vertig (...)
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