Segunda-feira, 11.07.16

 

zéperdigao.png

 

Zé Perdigão em Portugal para data única este verão
Sábado,16 Julho às 22h00 no Casino da Póvoa, Póvoa do Varzim

 

Zé Perdigão tem estado nos últimos meses sediado em Cabo Verde. O dia 16 de Julho será uma das raras oportunidades para ouvir o cantor em Portugal este verão. Vai ser no Casino da Póvoa (Póvoa do Varzim), pelas 22h00
Neste espectáculo Zé Perdigão vai fazer uma viagem musical entre as culturas Ibérica, sul-americana e cabo verdiana e vai fazer-se acompanhar em palco por Mário Gonçalves na bateria/ percussões; Helder Costa na braguesa, cavaquinho, bandolim, guitarra folk; Albano Fonseca no baixo elétrico e vozes; o multi-isntrumentista Ricardo Passos nas percussões, cordas, sopros, vozes e outros instrumentos exóticos; Rui Reis no saxofone, flautas e gaita de foles; Ricardo Geronyom no handpan e ainda o músico convidado Nuno Cachada na guitarra clássica.

 

A convite da Embaixada de Portugal em Cabo Verde, no dia 4 de Julho Zé Perdigão cantou a bordo do Navio-Sagres. 
​A embarcação deixou Portugal para levar a bandeira portuguesa aos Jogos Olímpicos Rio2016 e fez escala na Cidade da Praia, em Cabo Verde. Aqui Perdigão actuou para a Delegação do Comité Olímpico de Portugal, onde se incluía Rosa Mota (na foto). O cantor aproveitou o momento para "desejar a todos os atletas portugueses em competição nos Jogos Olimpicos Rio2016 os maiores êxitos isso quer dizer muitas medalhas de Ouro para Portugal."

 

Os bilhetes estão à venda na Ticketline e locais habituais
http://ticketline.sapo.pt/evento/ZE-PERDIGAO-14020

Para mais informações não hesitem contactar e acompanhem Zé Perdigão no facebook
www.facebook.com/zeperdigaooficia



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Sexta-feira, 24.06.16

Perdigão.jpg

 

ZÉ PERDIGÃO
Sábado 16 julho 22h00
Casino da Póvoa – Póvoa do Varzim


A voz que transporta a essência da tradição e da alma fadista

Dono de uma voz única e de expressão ímpar, Zé Perdigão é um dos melhores fadistas (ou artista de música do mundo, como ele gosta de afirmar) da nova geração.


Se por altura das suas primeiras aparições ao vivo foi considerado “uma das melhores novidades dos últimos tempos na música portuguesa”, hoje já se pode considerar uma certeza e uma das melhores vozes masculinas da música do mundo cantada em português.


Neste espectáculo Zé Perdigão vai fazer uma viagem musical entre as culturas Ibérica, Sul-Americana e Cabo Verdiana e vai fazer acompanhar-se em palco por Mário Gonçalves na bateria/percussões; Helder Costa na braguesa, cavaquinho, bandolim, guitarra folk; Albano Fonseca no baixo elétrico e vozes; o multi-isntrumentista Ricardo

 

Passos nas percussões, cordas, sopros, vozes e outros instrumentos exóticos; Rui Reis no saxofone, flautas e gaita de foles; Ricardo Geronyom no handpan e ainda o músico convidado, Nuno Cachada na guitara clássica. Zé Perdigão é, indubitavelmente, uma das vozes mais emblemáticas da música tradicional


Recentemente condecorado Cidadão Honorário pelo Governo Provincial da cidade de Buenos Aires, Argentina, -uma distinção nunca dantes atribuída a um artista ou cidadão português -, Zé Perdigão junta-se a um painel de nomes consagrados da música internacional como Stevie Wonder, Roger Waters, Paco de Lucía, Diego El Cigala ou Iron Maiden, entre outros

Em 2008 a convite do produtor José Cid gravou e editou o seu primeiro disco, “ Os Fados do Rock”, que recebe os mais rasgados elogios dos media e tem grande aceitação por parte do público.

Zé Perdigão é convidado pelo músico, cantor, compositor e autor Francisco Ribeiro, membro fundador dos Madredeus, a gravar a voz juntamente com Tanya Tagaq, Filipa Pais e Natália Casanova no disco Desiderata – “A Junção do bem” acompanhado pela Orquestra Nacional do Porto sob a direcção do Maestro Mark Stephenson. É por esta altura que Zé Perdigão começa a pisar os grandes palcos. Em 2009 é convidado a fazer a primeira parte de José Cid no Campo Pequeno, tendo sido muito bem aceite pelo público presente, aceitação que lhe garante o convite para fazer a primeira parte da  digressão europeia do internacional artista “ Michael Bolton”, em Janeiro de 2010 no Coliseu dos Recreios.

 

Em 2010/2011 faz uma digressão por várias cidades do País, com o concerto Zé Perdigão & Outros Fados.

Em 2011/2012 entra em estúdio a gravar o trabalho discográfico “Sons Ibéricos” com o seu Produtor José Cid e músicos como Pedro Jóia, Ângelo Freire, Amadeu Magalhães, entre outros.

 

Em 2012 participa no espectáculo “Variações “ dando voz á homenagem da Obra de António Variações.


Faz uma digressão nacional Piano&Voz - Concerto “Visitar” com o pianista e compositor André Varandas, com temas dos saudosos José Afonso e Adriano Correia de Oliveira, apresentando-se em vários festivais internacionais, auditórios e teatros nacionais.

 

Em Novembro e Dezembro de 2012 apresentou-se na Argentina, Chile e Uruguai. Com uma formação musical mesclada entre músicos sul americanos e portugueses, o caso do bandoneon do chileno Jorge Prado, a guitarra do cantautor Uruguaio Andres Stagnaro, o piano do seu companheiro de viagem o português André Varandas, as percussões e voz do equatoriano Max Berrú, o folkclore sul americano de Jorge Coulon fundador do grupo Inti Illimani, fez 17 concertos com os seus temas e algumas adaptações dos seus temas em espanhol.

 

Passa por países como Chile, Argentina e Uruguai apresentando-se nas melhores salas, sempre com lotação esgotada e com a atenção internacional merecida.

 

Setembro de 2013 ficou marcado pela edição do seu segundo álbum, “Sons Ibéricos”.

 

O disco foi editado também na versão castelhana para o mercado online, com poemas de Pablo Neruda, Federico Garcia Lorca ou Gabriela Mistral. "

 

Em 2014 lança o álbum homónimo Cd/Dvd ao Vivo - Zé Perdigão | Sons Ibéricos com a participação das Adufeiras de Idanha A Nova, José Cid e acompanhado por um naipe de excelentes músicos; João Silva, Daniel Oliveira, Edgar Petejo, Alain Carvalho e Joel Silva.



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Domingo, 03.01.16

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Sexta-feira, 01.01.16

zeperdigao.jpg

 

Zé Perdigão começa o novo ano a encantar Cinfães


À semelhança do que tem vindo a fazer ao longo dos últimos anos, Zé Perdigão apresenta um concerto único: “Entre-Fados”. Neste espectáculo vai fazer-se acompanhar pelo guitarrista/compositor Ricardo Silva (guitarra portuguesa) e João Silva (viola de Fado). 

 

 

 



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Sexta-feira, 21.03.14

Zé Perdigão

 

 

Viernes 21 de marzo, 20 hs

Lugar: Usina del Arte
Agustín Caffarena 1,
esquina Av. Pedro de Mendoza.
La Boca. Buenos Aires, Argentina.

Entrada libre y gratuita
Nacho Cabello: Director Musical
Victor Lopes: Productor General

Con el apoyo de
Fado Argentino
Red Cultural PortugalArgentina



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Sábado, 08.03.14

Cantor Zé Perdigão distinguido pelo governo provincial de Buenos Aires

 

O cantor José Perdigão vai ser condecorado pelo governo provincial de Buenos Aires com o título de “Cidadão Honorário”, uma distinção atribuída pela primeira vez a um artista português.

 

A distinção será entregue a Zé Perdigão no próximo dia 21, no decorrer de um concerto na Usína del Arte, na capital argentina.

 

O título de "Cidadão Honorário" foi entregue, entre outros, a Lady Gaga, Roger Waters, Iron Maiden, Diego, El Cigala e Stevie Wonder, sendo Zé Perdigão o primeiro artista português a recebê-la.

 

Em declarações à Lusa, o músico afirmou-se “honrado, tanto mais que vem de um país tão longínquo”. "Estou muito contente, é o reconhecimento de um trabalho, que também passa pelas músicas sul-americanas", acrescentou.

 

O intérprete atuou em 2012 na Argentina, no âmbito de uma digressão que passou pelo Uruguai e Chile, de apresentação da edição espanhola do seu segundo álbum, “Sonidos Ibericos”, produzido por José Cid.

 

Em Buenos Aires Zé Perdigão foi o único português que participou no I Festival Portenho de Fado e Tango e afirmou à Lusa que foi recebido “de forma apoteótica”. “Desde então recebi vários convites para regressar, mas outros compromissos impediram-me de agendar uma digressão, irei agora, no dia 21, receber a distinção e fazer um concerto e conto voltar para uma digressão durante os meses de outubro e novembro próximos”, disse o cantor.

 

A edição discográfica espanhola “é idêntica à portuguesa” apresentada em outubro passado no Auditório dos Oceanos, em Lisboa, e que se intitula "Sons Ibéricos".

 

“A ‘Sonidos Ibericos’ inclui mais temas em espanhol, um poema de Gabriela Mistral, ‘Las Golondrinas’, musicado por José Cid que também musicou ‘Plenos Poderes’, de autoria de Pablo Neruda, e inclui ainda uma canção muito popular do repertório sul-americano ‘Angelitos Negros’”, disse Zé Perdigão.

 

Em março, quando for receber a distinção, durante o concerto, Zé Perdigão irá homenagear “a grande diva da canção argentina” Mercedes Sosa, falecida em outubro de 2009, interpretando a canção “Zamba para olvidar”.

 

O álbum “Sons Ibéricos” é constituído por 14 temas, entre os quais, "Bandoleiro", de Ney Matogrosso, "Esquinas", de Djavan e "Gondarém", que "é uma homenagem à saudosa Amália Rodrigues, a um grande compositor, Alain Oulman, e a um senhor poeta, Pedro Homem de Mello", disse.

 

Perdigão afirmou-se "apaixonado pelos grandes poetas que temos", e "apesar de escrever umas coisas", prefere "cantar os outros". "Eu sou essencialmente uma voz", sentenciou.

 

O álbum é "o enamoramento da guitarra portuguesa com a guitarra flamenca", disse o cantor, que se escusou a catalogá-lo. "A música para mim, ou gosto ou não gosto. Não tenho prateleiras para a música", rematou.

 

Retirado do Sapo Música



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Terça-feira, 24.09.13

 

Letra

 

Gracias a la vida
que me ha dado tanto.
Me dio dos luceros
que cuando los abro
perfecto distingo lo negro del blanco
y en el alto cielo su fondo estrellado
y en las multitudes
el hombre que yo amo

Gracias a la vida
que me ha dado tanto.
Me ha dado el oído 
que en todo su ancho
grava noche y día grillos y canarios,
martillos, turbinas,
ladridos, chubascos
y la voz tan tierna de mi bien amado.

Gracias a la vida
que me ha dado tanto.
Me ha dado el sonido y el abecedario;
con él las palabras que pienso y declaro:
madre, amigo, hermano;
y luz, alumbrando
la ruta del alma del que estoy amando.

Gracias a la vida
que me ha dado tanto.
Me ha dado la marcha
de mis pies cansados;
con ellos anduve
ciudades y charcos,
playas y desiertos,
montañas y llanos,
y la casa tuya, tu calle y tu patio.

Gracias a la vida
que me ha dado tato.
Me dio el corazón 
que agita su barco 
cuando miro el fruto del cerebro humano
Cuando miro el bueno tan lejos del malo
Cuando miro el fondo de tus ojos claros

Gracias a la vida
que me ha dado tanto.
Me ha dado la risa
y me ha dado el llanto 
así yo distingo y ya de quebranto los dos materiales que forman mi canto.

Y el canto de ustedes que es el mismo canto.
Y el canto de todos es mi propio canto.

Gracias a la vida
que me ha dado tanto

Gracias a la vida

Gracias a la vida
que me ha dado tanto

Gracias a la vida

Gracias a lavida
que me ha dado tanto

Mi canto es de ustedes y es el mismo canto

Que me ha dado tanto

Gracias a la vida 
que me ha dado tanto

Que me ha dado tanto



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Letra

 

Pergunto ao vento que passa 
notícias do meu país 
e o vento cala a desgraça 
o vento nada me diz. 
o vento nada me diz. 

La-ra-lai-lai-lai-la, la-ra-lai-lai-lai-la, [Refrão] 
La-ra-lai-lai-lai-la, la-ra-lai-lai-lai-la. [Bis] 

Pergunto aos rios que levam 
tanto sonho à flor das águas 
e os rios não me sossegam 
levam sonhos deixam mágoas. 

Levam sonhos deixam mágoas 
ai rios do meu país 
minha pátria à flor das águas 
para onde vais? Ninguém diz. 

[Se o verde trevo desfolhas 
pede notícias e diz 
ao trevo de quatro folhas 
que morro por meu país. 

Pergunto à gente que passa 
por que vai de olhos no chão. 
Silêncio -- é tudo o que tem 
quem vive na servidão. 

Vi florir os verdes ramos 
direitos e ao céu voltados. 
E a quem gosta de ter amos 
vi sempre os ombros curvados. 

E o vento não me diz nada 
ninguém diz nada de novo. 
Vi minha pátria pregada 
nos braços em cruz do povo. 

Vi minha pátria na margem 
dos rios que vão pró mar 
como quem ama a viagem 
mas tem sempre de ficar. 

Vi navios a partir 
(minha pátria à flor das águas) 
vi minha pátria florir 
(verdes folhas verdes mágoas). 

Há quem te queira ignorada 
e fale pátria em teu nome. 
Eu vi-te crucificada 
nos braços negros da fome. 

E o vento não me diz nada 
só o silêncio persiste. 
Vi minha pátria parada 
à beira de um rio triste. 

Ninguém diz nada de novo 
se notícias vou pedindo 
nas mãos vazias do povo 
vi minha pátria florindo. 

E a noite cresce por dentro 
dos homens do meu país. 
Peço notícias ao vento 
e o vento nada me diz. 

Quatro folhas tem o trevo 
liberdade quatro sílabas. 
Não sabem ler é verdade 
aqueles pra quem eu escrevo. 

Mas há sempre uma candeia 
dentro da própria desgraça 
há sempre alguém que semeia 
canções no vento que passa. 

Mesmo na noite mais triste 
em tempo de servidão 
há sempre alguém que resiste 
há sempre alguém que diz não.



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Segunda-feira, 23.09.13

Zé perdigão


Edição simultânea de «Sons Ibéricos» acontece esta sexta-feira. «São Salvador do Mundo», um original de José Cid, é o single de apresentação

 

O novo disco de Zé Perdigão vai ter lançamento simultâneo em Portugal e em Espanha a partir desta sexta-feira, 20 de setembro.

«Sons Ibéricos» conta com a produção e participação de José Cid, autor daquele que é o single de apresentação do álbum, «São Salvador do Mundo».

Numa fusão entre os sons da guitarra portuguesa e da guitarra flamenca, o disco conta, entre outros, com poemas musicados de José Afonso, Federico Garcia Lorca, Pedro Homem de Mello e Teixeira de Pascoais.

Natural de Guimarães, Zé Perdigão lançou em 2008 o seu primeiro álbum, «Os Fados do Rock», e desde então assegurou as primeiras partes de concertos de José Cid e Michael Bolton.

 

Retirado de Iol Musica



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Quinta-feira, 19.09.13


Não encotrei a letra desta música


publicado por olhar para o mundo às 10:31 | link do post | comentar


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