Quarta-feira, 23.11.16

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Quarta-feira, 28.09.16

 

Letra

 

If you can peek above the wall
Then I’ll be looking up
Your other side is calling me
But I’m afraid to jump
 
Over the wall I’m looking toward
But roots and machines are holding on
And over this side I’m not exactly alone
 
You keep calling over with your eyes
I’m not sure if I’m liking the surprise
‘Cause back on my side I’m not exactly alone
 
In my own time alone
Back in my seat
Filling up my head with all I want
 
Nothing goes by
Over the wall
And I’m not so sure that’s what I want
 
But when you come on to my side and pull me over by surprise
Now I don’t know if I should go
 
‘Cause I might find another place but I don’t know if I can replace
My home I gathered in these walls
 
But you’re here now
Come on, go
Take the whole wall down
Out of this home
 
Bring me out there now
And pull with your song
And I’ll go along

 



publicado por olhar para o mundo às 17:13 | link do post | comentar

Terça-feira, 14.01.14

You Can't Win, Charlie Brown no Centro Cultural de Belém com novo disco

No próximo dia 20 de Janeiro, a banda portuguesa You Can't Win, Charlie Brown, lançará o seu segundo trabalho, «Diffraction/Refraction», em seguimento ao seu primeiro álbum, «Chromatic».

 

Os You Can't Win, Charlie Brown tocam, no próximo dia 18 de Janeiro e pelas 21:00, no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém para apresentar este novo disco, sob o retorno da iniciativa CCBeat, dedicada às tendências de música urbana. Os bilhetes custam entre os cinco e 15 euros.


De volta aos estúdios da Pataca Discos, a banda trabalhou em «Diffraction/Refraction» desde a Primavera de 2013, contando com o sound engineering de Tiago de Sousa, com a edição de Luís "Walter Benjamin" Nunes e com a masterização de Rafael Toral. 

A banda já lançou dois singles do mesmo trabalho, "Be My World" e "After December", prometendo um trabalho mais desafiador do que o seu de estreia, ainda que com a sonoridade que a caracteriza.


Os You Can't Win, Charlie Brown, são Afonso Cabral, David Santos, João Gil, Luís Costa, Salvador Menezes e Tomás Sousa.

 

Retirado do HardMúsica



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Sexta-feira, 05.10.12

You Can't Win, Charlie Brown interpretam

Os portugueses You Can’t Win, Charlie Brown atuam, a 12 de outubro, no Lux, em Lisboa, onde vão interpretar, na íntegra, o álbum “The Velvet Underground & Nico”, de 1967.

 

Note-se que, nessa semana, chega às lojas uma reedição luxuosa do disco, que comemora em 2012 os 45 anos desde a sua edição.

O concerto tem início às 23h00. Os bilhetes custam €10.

 

Sara Novais

 

Noticia do Sapo Música



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Quinta-feira, 20.09.12

You Can't Win Charlie Brown tocam disco dos Velvet Underground

O grupo português You Can't Win Charlie Brown vai tocar na íntegra o álbum "Velvet Underground & Nico", da autoria da banda norte-americana, a 12 de outubro, na discoteca Lux, em Lisboa, informou aquele espaço.


A banda pop folk, que editou em 2011 o álbum de estreia "Chromatic", foi desafiada a interpretar as canções dos Velvet Underground, numa altura em que assinalam os 45 anos da primeira edição daquele álbum, em 1967.

 

Dos You Can't Win Charlie Brown fazem parte Afonso Cabral, Salvador Menezes, Luís Costa, Tomás Sousa, João Gil (Diabo na Cruz) e David Santos (noiserv).

 

"Velvet Underground & Nico", que está inscrito na lista dos melhores discos de música rock, é o primeiro álbum dos Velvet Underground, do qual fizeram parte Lou Reed, John Cale, Maureen Tucker e Sterling Morrison, além da modelo alemã Nico, vocalista em vários temas.

 

A capa do disco, com a imagem de uma banana, foi desenhada pelo artista plástico Andy Warhol, que co-financiou as sessões de gravação em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América (EUA).

 

"Velvet Underground & Nico", que teve fraca aceitação inicial mas é visto como um dos mais influentes, reúne canções que podem ir da pop delicada, como "Sunday morning", a aventuras experimentais e psicadélicas, como "Venus in Furs", passando pelo garage rock em "I'm waiting for the man", com letras que falam de sexo e drogas.

 

Por ocasião dos 45 anos da primeira edição, o álbum será reeditado em outubro pela Universal em vários formatos e incluirá registos inéditos dos ensaios da banda na Factory, o atelier de Andy Warhol, e raridades registadas em 1966 durante as sessões de gravação.

 

Uma das novas edições do álbum incluirá um concerto dos Velvet Underground em novembro de 1966 e o disco "Chelsea Girl", de Nico, no qual participaram todos os elementos da banda.

 

O concerto dos You Can't Win Charlie Brown acontecerá apenas a 12 de outubro, em Lisboa, e faz parte da série de atuações "Black Ballon" na discoteca Lux, programadas pelo radialista Pedro Ramos.

 

Em fevereiro, o grupo português Julie & The Carjackers interpretou, nos mesmos moldes, o álbum "Revolver", dos Beatles. 

 

Noticia do Sapo Música



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Sábado, 21.01.12

As bandas portuguesas Papercutz, Dead Combo e You Can't Win Charlie Brown integram o cartaz do festival norte-americano South by Southwest (SXSW), que decorrerá em Março em Austin, no Texas, escreve a agência Lusa.

No site oficial, a organização do SXSW publicou as listas de bandas que irão actuar em 2012 e nela figuram os três grupos portugueses.

Para os Papercutz, esta será a segunda vez que actuam naquele festival norte-americano. O grupo de Vila do Conde fez parte do alinhamento do SXSW em 2010.

A banda, formada por Bruno Miguel e Melissa Veras, irá a Austin apresentar temas do novo álbum, «The Blur Between Us», o segundo da carreira, com edição prevista para o início da Primavera.

Para os Dead Combo, esta será a primeira incursão no festival. Na bagagem, a dupla Pedro Gonçalves e Tó Trips leva o quarto álbum, «Lisboa Mulata», editado em Outubro do ano passado.

Também para os You Can't Win Charlie Brown esta será uma estreia no festival SXSW, onde apresentarão as canções do álbum de estreia, «Chromatic», editado em 2011, que sucedeu a um EP, homónimo, de 2010.

Do grupo fazem parte Afonso Cabral, Salvador Menezes, Luís Costa, Tomás Sousa, João Gil (Diabo na Cruz) e David Santos (Noiserv).

O South by Southwest, cuja edição de 2012 decorrerá entre 9 e 18 de Março, é um evento de música, cinema e novas tecnologias que acolhe há mais de duas décadas dezenas de bandas, artistas e profissionais da indústria discográfica.

No caso da música, são centenas de concertos a acontecer ao mesmo tempo ao longo de cinco dias (entre 13 e 18 de Março) em diversos locais da cidade norte-americana.

Os músicos portugueses seleccionados terão que custear do seu bolso as viagens, alojamento e outras despesas associadas à ida e estada em Austin.

Para tentar garantir a presença no festival, os You Can't Win Charlie Brown, por exemplo, lançaram uma campanha de angariação de fundos no seu site oficial, que inclui ainda a realização de um concerto no cinema São Jorge, em Lisboa, no dia 29 de Fevereiro.

Em edições anteriores, no South By Southwest estiveram vários artistas portugueses, como David Fonseca, Clã, The Legendary Tigerman e Rita Redshoes.

Pelo festival passam todos os anos centenas de bandas, entre desconhecidos, estreantes e veteranos, de vários géneros, do metal às músicas do mundo.







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Terça-feira, 17.01.12

You Can't Win, Charlie Brown

 

Olá, 


Nós somos os You Can't Win, Charlie Brown e vamos representar Portugal no festival SXSW 2012 que se realiza em Março de 2012, em Austin, no Texas.


Embora em representação do nosso País num dos maiores festivais do mundo, todos os custos de deslocação, alimentação e estadia ficam ao nosso encargo. Os custos são de tal forma elevados que põem em causa a nossa presença neste festival.

Então pensámos: "Precisamos de ajuda!!!!"
Como Ajudar?

Em troca de uma ajuda oferecemos um ou vários presentes:

 Valor da doação   O que temos para oferecer:
 0.01€ ≤ 4.99€   Eu ajudei*
 5.00€ ≤ 7.99€   Eu ajudei* + Poster assinado
 8.00€ ≤ 9.99€   Eu ajudei* + Poster assinado + Download de EP inédito "3:33"
 ≥10.00€  Eu ajudei* + Poster assinado + Download de EP inédito "3:33" + bilhete** 

Existem 2 formas de contribuir:

    1. Fazer uma doação via internet, colocar o email no descritivo do pagamento***
 
  1. Fazer uma transferência bancária para 0010 0000 3459 5890 0016 6, enviar comprovativo para ycwcb.sxsw2012@gmail.com***

Retirado do site dos You Can't Win, Charlie Brown



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Sexta-feira, 17.06.11

 

Letra

 

Holding on to troubled time 
I'll be waiting 'til the moment comes
Bring it all down to the hollow heart
I'll be there to mourn
All the borders around you won't keep us out
I'll be on the horizon
Oh don't you fall to the floor 
I'll be found

And run over the sun, under the water
Don't hide all of the trophies will be won
and sink under the sea all though the summer
don't lie; all of the memories will be lost



publicado por olhar para o mundo às 08:48 | link do post | comentar

You Can't Win, Charlie Brown: estão seis atrás da porta

 

"Chromatic" é o álbum de estreia dos You Can't Win, Charlie Brown. Gente lisboeta que lembra Animal Collective e Grizzly Bear, e que já tem altares erguidos em França e Inglaterra

 

Sublime. A palavra com que este texto abre não vai em português. Vai em francês. E, ainda assim, escreve-se na ausência de outra que melhor defina os You Can't Win, Charlie Brown (YCWCB) para a revista francesa "Les Inrockuptibles". Parecendo querer meter mais uma colherada na longa lista de músicos portugueses celebrados primeiro no estrangeiro e só depois na sua terra, o caso da banda lisboeta é, no entanto, bastante singular. "Chromatic", o primeiro álbum dos YCWCB, está à venda apenas em Portugal e lá fora é conhecido sobretudo graças a uma rápida e epidémica disseminação por blogues e sites anglófonos, histéricos com a chegada do álbum após um EP de circulação restrita. A associação estabelecida por quem os ouve a nomes altamente celebrados da música independente de hoje como Animal Collective, Grizzly Bear ou Fleet Foxes ajudou a que o seu estranho nome não se perdesse no violento caudal de informação blogosférico. Reflexo, defendem, de tentarem "fazer uma coisa que fosse bastante actual e que tivesse a ver com o que se está a passar musicalmente no mundo".

No caso dos franceses, conheceram-nos ao assistirem a um concerto no festival The Great Escape, espécie de South by Southwest que toma conta de Brighton anualmente, onde os YCWCB actuaram há menos de um mês, num cartaz de que faziam parte Sufjan Steven, Anna Calvi, Gang Gang Dance ou Warpaint, entre mais de 300 bandas. Mas como raio é que um grupo de portugueses de mãos a abanar começa a mostrar-se com tamanha relevância no exterior? Recuemos um pouco, até Outubro de 2010, quando a ex-vocalista dos Bonde do Rolê, Marina Gasolina, vem a Lisboa tentar incendiar a plateia que assiste ao seu concerto no Music Box. A acompanhá-la vem Peggy, a sua manager inglesa, a quem alguém da sala lisboeta resolve mostrar nos camarins gravações do álbum de estreia de um promissor grupo lisboeta. No dia seguinte, a caixa de email de Afonso Cabral dá já conta de um contacto inesperado: "Quero trabalhar com vocês. Digam-me coisas". Isto em inglês. Afonso, a voz que mais povoa as músicas dos YCWCB, pasma. Apesar da proposta meio absurda de terem um management sediado em Londres, aceitam.

Mas recuemos ainda mais um pouco, recuperando a carga talismânica do Music Box na vida do grupo. Em Maio de 2010, os YCWCB tocam na mesma sala, em apresentação do EP homónimo gravado para a série Optimus Discos. Algures no público estava o designer tipográfico e tocador de órgão Farfisa nos Real Combo Lisbonense (= máquina de dança para coretos) Mário Feliciano. Feliciano, final do concerto, vai ter com eles: "Gostei imenso, nós temos um estúdio, nunca produzi o disco de uma banda e gostava de produzir". Ficaram rendidos no momento em que ouviram a palavra estúdio. A parca experiência do produtor foi compensada pelo acesso livre à "oficina" partilhada com o irmão João Paulo Feliciano, sem deadlines a apertar-lhes os calcanhares ou moer-lhes as cabeças. Foi praticamente um ano de gravações - com uma paragem de dois meses para Salvador Menezes concluir a licenciatura - ao fim-de-semana, nos fins de tarde, "muitas sessões até às sete da manhã ao sábado à noite para fazer render a coisa". 

Montagem de esboços

Com toda a calma do mundo, foram montando os esboços e fragmentos de músicas recolhidos entre os seis, porque, no fundo, foi assim que tudo começou antes ainda. Pedimos a vossa compreensão para mais um recuo no tempo. Em Junho de 2009, a Fnac lançou a sua versão actualizada da compilação Novos Talentos. Na madrugada da véspera de cair o prazo para o envio de material, os YCWCB terminam apressadamente a sua primeira música, "Sad Song". Era a primeira consumação de uma ideia simples: Afonso, Salvador e Luís Cabral andavam cada um para seu lado a trabalhar sozinhos nalgumas canções soltas. Luís pediu a Afonso que tocasse nas músicas dele, Afonso sugeriu que Luís retribuísse e que Salvador também entrasse no esquema. E a gravação de "Sad Song" só avançou porque Henrique Amaro, responsável pela compilação da Fnac, convidou Luís a enviar alguma coisa. "Tivemos de gravar porque ainda não tínhamos nada feito, não tínhamos dado sequer um único concerto", lembra Afonso.

Nessa mesma noite, uma questão impunha-se - escolher um nome. Até havia um, Of Broken English, mas por alguma razão a menção do nome era como um botão pressionado na cabeça de David Santos (também conhecido por Noiserv) que disparava a memória de uma banda de péssima memória nas águas do rap-metal: Papa Roach. Assim que David se confessou, já ninguém conseguia evitar a imagem bovina da banda de Vacaville. Enfiados que estavam numa cave cheia de livros, limparam o pó a um volume de Peanuts intitulado "You Can't Win, Charlie Brown". "Achámos que servia que nem uma luva", diz Salvador. "A estética do nome tinha que ver com o nosso som. Na altura, era um som mais triste. E como trabalhávamos a música muito individualmente e o Charlie Brown tem muito de solidão e tristeza, achámos que fazia sentido". Este carácter prevaleceu ainda na feitura de "Chromatic", com o disco a crescer ao ritmo da troca de emails entre os seis: "Somos uma banda que quase funciona mais por email do que cara a cara".

Só depois, aos poucos, a banda foi tomando forma. De início, a ideia era que fosse saudavelmente mutável, com elementos que entrassem e saíssem livremente. Havia concertos assegurados por três elementos, outros com quatro ou com seis. Era igual. Mas foram depois percebendo que esta sociedade a seis - Afonso, Salvador, David, Luís, João Gil e Tomás Sousa - garantia os melhores resultados. "De início, foi principalmente porque precisávamos de mais gente para conseguir reproduzir aquilo que tínhamos gravado", admite Afonso. Mas as peças encaixaram bem o suficiente. E então arranjaram uma porta. Agora já não entra e sai quem quer.

 

Via Ipsilon



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Terça-feira, 24.05.11

 

 
Letra
 
Não encontrei a letra desta música


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Segunda-feira, 23.05.11

“Chromatic”, o álbum de estreia dos portugueses You Can’t Win, Charlie Brown, chega às lojas nacionais a 30 de Maio, com o selo da Pataca Discos.

 

O registo reúne 12 temas, entre os quais Over the Sun, Under the Water, An ending, A while can be a long time (que conta com a participação vocal de Márcia), In the end we start again, Glimpse e I’ve been lost.

 

“Na sua riqueza e complexidade, o álbum deixa-nos perceber a vasta matriz por detrás da música dos YCWCB. Damo-nos conta de referências que vão de Nick Drake aos Animal Collective, de Simon & Garfunkel aos Flaming Lips, de Tim Buckley aos Fleet Foxes, dos Pink Floyd aos Grizzly Bear ou Sufjan Stevens”, pode ler-se em comunicado, sobre as influências da banda.

 

Note-se que os You Can’t Win, Charlie Brown estrearam-se em palcos ingleses com dois concertos: a 12 de Maio no Lock Tavern em Londres, e no dia seguinte em Brighton, integrando o cartaz do festival The Great Escape – ao lado de nomes como Sufjan Stevens, Dj Shadow, Anna Calvi, Gang Gang Dance entre muitos outros.

 

Retirado de Palco Principal

 



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