Sábado, 05.05.12

X-Wife completam dez anos e fazem a festa no TMN ao Vivo

 

No ano em que completam dez anos de carreira, os X-Wife prometem não perder o gás e continuar a inovar e dar-nos novidades.


Os X-Wife formaram-se em 2002 e desde então lançaram um EP e quatro álbuns de estúdio, o último dos quais, «Infectious Affectional», foi editado o ano passado e mereceu destaque na revista de referência «Les Inrockuptibles» como uma das escolhas a ouvir em 2012.

 

O trio portuense é composto por João Vieira (voz e guitarra), Rui Maia (sintetizadores e bateria) e Fernando Sousa (baixo) e a sala TMN ao Vivo recebe no dia 10 de maio, o primeiro concerto especial celebração do seu décimo aniversário.

 

A propósito deste espetáculo os X-Wife dizem-nos:

 

«O que decidimos entre todos é que vamos fazer um concerto bastante mais longo do que é normal, que incluirá reportório dos quatro álbuns, alguns inéditos e temas que já não tocamos à bastante tempo. Vai ser um apanhado da carreira em que vamos tocar temas nunca tocados ao vivo e vamos ter convidados surpresa que fizeram parte deste nosso percurso a anunciar brevemente».

 

Assim, nesta festa de aniversário, a banda vai revisitar todos os seus singles, recreando a estrutura em palco de cada época, e contando com convidados muito especiais: André Tentugal (We Trust)Tó Trips (Dead Combo)Paulo Furtado (The Legendary Tigerman/Wraygunn) Ana Bacalhau (Deolinda).

 

Outra das novidades para o espetáculo em Lisboa será a utilização de uma drum machine na primeira parte da festa, regressando ao «formato minimalista» dos primeiros anos dos X-Wife.

 

Videoclip de «Heart of the World»

 

E porque estes 10 anos surgem da inspiração que os acompanha, vão premiar os fãs com um Dj set X-Wife a seguir ao show.

 

João Vieira, Rui Maia e Fernando Sousa vão em conjunto passar pelas sonoridades que os inspiraram para esta primeira década.

 

Quem for ao concerto pode contar com disco, nu-disco, rock, post-punk, electro, glam rock, kraut, synth pop e outras coisas incatalogáveis, além de um set divertido e descomprometido com algumas pérolas à mistura.

 

Os bilhetes custam 6€ e já estão à venda na Ticketline e locais habituais.

 

Retirado de Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 22:52 | link do post | comentar

Segunda-feira, 27.02.12

X-Wife celebram dez anos com concerto na sala tmn ao vivo

Os X-Wife sobem ao palco da sala tmn ao vivo no dia 21 de abril, para o primeiro concerto especial de celebração do 10º aniversário da banda.

 

Em palco, o coletivo portuense irá revisitar o repertório dos seus quatro álbuns, bem como alguns temas inéditos ou outros nunca tocados ao vivo.

 

“O que decidimos entre todos é que vamos fazer um concerto bastante mais longo do que é normal, que incluirá repertório dos quatro álbuns, alguns inéditos e temas que já não tocamos há bastante tempo. Vai ser um apanhado da carreira em que vamos tocar temas nunca antes tocados ao vivo e vamos ter convidados surpresa que fizeram parte deste nosso percurso, a anunciar brevemente”, revela a banda, através de comunicado.

 

Entretanto, o grupo acabou de extrair um novo single do álbum “Infectious Afectional”. Across the Waterconta com um videoclip realizado por Alexandre Azinheira.

 

Sara Novais

 

Via Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 20:49 | link do post | comentar

Terça-feira, 30.08.11
Letra
I hear a song on the radio
I hear it since I have to ??
I hear this song on my way to work
I hear again and again

But it's kind of strange
It's kind of strange
It feels like dejá vu

Some people go straight from work
Some people go on and get drunk
I don't know which side I'm on
I don't know what's going on
But it's

It's got to be
It's got to be
I should get home and straight

Here right now
(here right now)
To the sound
(to the sound)
Of the street
(of the street)
To the beat
(to the beat)

So here right now
(here right now)
To the sound
(to the sound)
Of the street
(of the street)
To the beat

Hear this song on the radio
I hear it since I have to date
I hear this song on my way to work
I hear again and again

But it's kind of strange
It's kind of strange
It feels like dejá vu


publicado por olhar para o mundo às 08:42 | link do post | comentar

Domingo, 28.08.11
Letra
Não encontrei a letra desta música


publicado por olhar para o mundo às 10:38 | link do post | comentar

Terça-feira, 10.05.11

X-Wife

 

Uns óculos amarelos foram fundamentais para que se formassem, há quase dez anos. Ao quarto álbum, a banda do Porto deu algum descanso às guitarras e está mais interessada em fazer dançar

"Can't get out of this tight jeans", diz João Vieira em "I Live Abroad". O que podia ser uma afirmação do "cool" eterno, do rock'n'roll que não sai do corpo, é afinal outra coisa. "Há gajos que estão nesta vida [de rock] há 20 anos. Estão barrigudos, usam 'eyeliner' e não conseguem sair das calças. Uma coisa que era inocente torna-se decadente. Se chegar aos 40 anos e ainda estiver a tocar em bares para seis pessoas... é triste", explica o vocalista e guitarrista dos X-Wife, ele que também viveu no estrangeiro.

Vieira ainda não chegou aos 40, mas só lhe faltam três anos para isso (há três meses foi pai). As coisas mudaram desde que os X-Wife puseram a cabeça de fora, em 2002, em plena euforia neo-pós-punk, numa rara sincronia do Portugal musical com o resto do mundo. Mas a banda não acusa a passagem do tempo, como demonstra "Infectious Affectional", que apresentam hoje no Lux, em Lisboa. "Não me sinto um avô Cantigas. O James Murphy [dos finados LCD Soundsystem] é um gajo que chega todas as idades e não é uma pessoa que olhes e penses 'Que ridículo'", diz, em conversa com o Ípsilon num café do Porto.

João Vieira e os X-Wife chegaram, desculpe-se o cliché, à maturidade. "Fui para Londres [nos anos 90] atrás dos meus sonhos, formar uma banda, ser uma estrela rock e tocar com os Pulp, os Suede e as bandas da altura. Isso é uma ilusão, só um em 100 mil consegue destacar-se", reflecte. Quando voltou ao Porto, encontrou o seu espaço: montou uma festa que se tornou uma instituição da noite portuense, o Club Kitten, por onde passaram as novidades do electroclash, rock e punk. Ingredientes que seriam vertidos para os X-Wife.

Eram tempos diferentes. O Porto nocturno era uma sombra do que é hoje (bares em todas as esquinas da baixa, dezenas de propostas todas as noites). "Não se passava nada. Havia coisas de drum and bass, havia a zona industrial com house comercial, havia uma ou outra coisa, mas nada de novo e fresco", recorda. Neste deserto, tornou-se fácil encontrar espíritos parecidos com quem fazer uma banda: "Eu fui ter com o Rui [Maia, teclados e sintetizadores] por causa dos óculos: 'Este gajo tem óculos amarelos à Jarvis [Cocker, dos Pulp], este gajo conhece música fixe, de certeza'".

Trabalho de casa

Ao quarto disco, deram algum descanso às guitarras (que estavam em todo o lado em "Are You Ready For The Blackout?", de 2008) e focaram-se no baixo, na bateria e nos sintetizadores. "Sabíamos que tínhamos que tomar um novo caminho para não nos repetirmos. Ao longo de 2010, o caminho foi sendo traçado", diz Rui Maia, que, como Vieira, é DJ e, para além disso, mantém uma produção a solo (lançou um recomendável EP na Optimus Discos, "Mirror People", em 2009, e tem lançado discos que apontam para as pistas de dança).

Como no início do grupo, altura em que João Vieira entregou a Rui e a Fernando Sousa (baixo) um CD com músicas e disse "Era fixe fazermos uma banda nesta onda", para compor "Infectious Affectional" os X-Wife voltaram à colecção de discos. Redescobriram o "'disco' not 'disco'" de gente como Ian Dury, Yoko Ono ("Walking on Thin Ice", canção com um "baixo gordo não agressivo, uma parte rítmica muito fixe", diz João), os Loose Joints e Dinosaur L, de Arthur Russell, os Talking Heads e os Blondie.

"No início, arriscámos fazer uma coisa diferente: ouvir bandas, entusiasmar-nos com coisas com muito 'reverb', coisas como os Jesus and Mary Chain na fase do 'Psychocandy', com 'reverb' na bateria, bandas como os Detachments, que andava a ouvir... Mas achámos que era um disparate. Há bandas que se sentem na obrigação de mudar o som e isso não é necessário. O disco já é suficientemente diferente do anterior", diz João.

O processo de fabrico das canções foi também diferente. Antes de gravarem uma maqueta, trabalharam em casa, explorando possibilidades. "Demorámos imenso só a descobrir o som de tarola do disco. Queríamos um som de tarola específico", exemplifica o vocalista.

A diferença mais audível está, porém, na voz de João, menos monocromática do que no passado. "Já não uso aquela coisa dos falsetes e da berraria, não me apetece fazer mais isso. A minha voz mudou.

Agora, se quisesse cantar o 'Rockin' Rio' como no disco [o primeiro EP dos X-Wife] não conseguia", confessa. "Antes, fazia as vozes no ensaio. Desta vez, comecei a experimentar fazer vozes em casa. Quando trabalhas a voz em casa, permite-te trabalhá-la de maneiras muito diferentes. Num ensaio, numa sala pequenina, com uma bateria acústica, tens que puxar pela voz para ser ouvida; em casa, estás com os 'phones' e podes fazer uma voz grave e baixa, podes cantar ou falar, fazer algo como Lou Reed. Podes perceber como é que podes tirar mais partido da voz".

 

Via Ipsilon 

 

 

 

 

 

 



publicado por olhar para o mundo às 15:26 | link do post | comentar


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