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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

  Já tinham cantado juntos várias vezes ao vivo, mas só agora o dueto em disco se proporcionou.   “Make you feel my love” (um original de Bob Dylan) é o tema que encerra “Volta” e que finalmente junta as vozes de Rita Guerra e Michael Bolton.   “Cantar com alguém que sempre admirámos, é um sonho tornado realidade. E o sonho repetiu-se...e gravou-se:) É (...)
28 Jul, 2014

Rita Guerra - Volta

  Letra   Eu não sei Viver sem ti Cliché ou má sorte mas é mesmo assim que eu sinto Dou por mim a pensar nos momentos que ficaram para trás Seja por fotografia ou a dor desta ferida lembram-me que tens de voltar Volta e leva-me de volta que eu já dei tantas voltas e não consigo soltar-me de ti Volta e leva-me de volta que eu já dei tantas voltas e não consigo soltar-me de ti O tempo parou para mim e as cores não mais pintam o meu jardim Tudo é sobre nós ainda sinto (...)
  Rita Guerra, uma das maiores intérpretes nacionais regressa aos originais com “Volta”, o primeiro single do novo disco que tem edição prevista para a primeira semana de Outubro.   “Volta”, talvez a mais “fresca” das canções de Rita Guerra dos últimos anos, foi escrita por Heber Marques (HMB) e produzida por Mikkel Solnado, responsável pelos arranjos (...)
    Letra   Volta,  Fica só mais um segundo. Espera-te um abraço profundo, Nele damos voltas ao mundo, No amor mergulhamos a fundo. Quero-te só mais um momento Para pintar o teu céu cinzento, Marcar o teu rosto no meu peito, Recrearmos um dia perfeito. Volta para bem dos meus medos, Preciso de ti nos meus dedos, De acordar-te sempre com segredos... Com um sorriso paravas o tempo! Volta porque não aguento, Sem ti tudo ficou cinzento. Prefiro ter-te com todos os defeitos Do (...)
  Letra   Há tanto tempo que nada acontece E o mar não cresce para me enrolar, na sua afronta Há tanto tempo que nada apetece Já não aquece, é sempre devagar Tudo se desmonta Eu vou na volta em ti, traz-me de volta a mim Pão de centeio, boca morta e língua tonta Pão de centeio, boca Vou na volta em ti, traz-me de volta a mim O fado agora quer ser samba, soltar a corpo, perna bamba
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