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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

    Primeiro a serra semeada terra a terra  Nas vertentes da promessa  Nas vertentes da promessa  Depois o verde que se ganha ou que se perde  Quando a chuva cai depressa  Quando a chuva cai depressa E nasce o fruto quantas vezes diminuto  Como as uvas da alegria Como as uvas da alegria E na vindima vão as cestas até cima  Com o pão de cada dia Com o pão de cada dia  Suor do rosto pra pisar e ver o mosto  Nos lagares do bom caminho Nos lagares do bom caminho  Assim (...)
    Letra   Primeiro a serra semeada terra a terra  Nas vertentes da promessa  Nas vertentes da promessa  Depois o verde que se ganha ou que se perde  Quando a chuva cai depressa  Quando a chuva cai depressa E nasce o fruto quantas vezes diminuto  Como as uvas da alegria Como as uvas da alegria E na vindima vão as cestas até cima  Com o pão de cada dia Com o pão de cada dia  Suor do rosto pra pisar e ver o mosto  Nos lagares do bom caminho Nos lagares do bom caminho  Assim cuidado faz-se o sonho e fermentado 
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