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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

    Letra   Era um redondo vocábulo Uma soma agreste Revelavam-se ondas Em maninhos dedos Polpas seus cabelos Resíduos de lar, Pelos degraus de Laura A tinta caía No móvel vazio, Congregando farpas Chamando o telefone Matando baratas A fúria crescia Clamando vingança, Nos degraus de Laura No quarto das danças Na rua os meninos Brincando e Laura Na sala de espera Inda o ar educa   Letra de Zeca Afonso    
    Letra   Era um redondo vocábulo Uma soma agreste Revelavam-se ondas Em maninhos dedos Polpas seus cabelos Resíduos de lar, Pelos degraus de Laura A tinta caía No móvel vazio, Congregando farpas Chamando o telefone Matando baratas A fúria crescia Clamando vingança, Nos degraus de Laura No quarto das danças Na rua os meninos Brincando e Laura Na sala de espera Inda o ar educa    
    Letra   Era um redondo vocábulo Uma soma agreste Revelavam-se ondas Em maninhos dedos Polpas seus cabelos Resíduos de lar, Pelos degraus de Laura A tinta caía No móvel vazio, Congregando farpas Chamando o telefone Matando baratas A fúria crescia Clamando vingança, Nos degraus de Laura No quarto das danças Na rua os meninos Brincando e Laura Na sala de espera Inda o ar educa   Letra de Zeca Afonso  
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