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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

  Após o lançamento do segundo álbum de originais “Pulso” em Setembro de 2016, o projecto “Um Corpo Estranho” volta a musicar um bailado performativo QARIB, desta vez com o tema do mar como mote.   Depois da “Almofada da Paula” (baseado na obra de Paula Rego) em 2013 e “A Velha Ampulheta” em 2015 o duo Setubalense formado por João Mota e Pedro Franco volta em 2017 ao universo das bandas sonoras instrumentais contando com a colaboração, já regular, dos músicos (...)
  Letra   “A SEIVA” A seiva seca a seu tempo, Do tronco o legado Na folha caída Despida Da cor do passado Olhos queimados de noite, De sombra em viagem Ao pássaro ferido, Da queda aturdido, O céu lhe devolve a coragem, Em tudo o que é de mudar Em tudo o que é de virar Na força o que é de mover No fim o que é de acabar A fúria espreita no eixo, O peito resiste. O punho sustenta A voz que rebenta, O eco persiste. Escapam-se escassos das chamas, Em rumos de mar. O (...)
  Letra   (Letra e Música: João Mota e Pedro Franco) A chama morreu ou fui eu que gelei? Há um tanto de coisas que eu não sei. A luz que brilhava extinguiu-se E quem a seguia perdeu-se. Derramou-se o vinho no chão Ninguém aprendeu a lição. Içou-se a bandeira e o vento cessou E já nem o galo cantou Os corvos disputam Pelo escasso que brilha Os lobos devoram A própria matilha E a quem nos cabia guiar Desertou para outro lugar  
  Letra   Letra e Música: João Mota e Pedro Franco) “Tens a vida á tua frente” Disse-te por seres criança E eu andei cego e dormente, Vivia a perder a esperança. Esperei tirar tudo a limpo Desfiar o meu engano Ao viver dessa miragem Não me tornei mais humano. Encobri-me de silêncio E o meu canto ensurdeceu Tornei-me num corpo estranho Que alguém diz que fui eu (morreu).  
    Letra   Adamastor cruel! De teus furores Quantas vezes me lembro horrorizado! Ó monstro! Quantas vezes tens tragado Do soberbo Oriente os domadores! Parece-me que entregue a vis traidores Estou vendo Sepúlveda afamado, Co'a esposa e co'os filhinhos abraçado, Qual Mavorte com Vénus e os Amores. Parece-me que vejo o triste esposo, Perdida a tenra prole e a bela dama, Às garras dos leões correr furioso. Bem te vingaste em nós do afoito Gama! Pelos nossos desastres és (...)
  Letra   Roubei-te um Beijo Roubei-te um beijo Não querias dar Estou muito triste Mas por ti não vou chorar Não vou chorar Não vou sofrer Estou muito triste Mas por ti não vou morrer Estou de abalada Vou para terras de Espanha Tu não me queres Aqui mais ninguém me apanha Ninguém me apanha Já cá não está quem sofria Meu lindo Amor Tu hás-de chorar um dia Tristes lamúrias Do rouxinol Enchem minh'alma Do nascer ao pôr-do-sol Ao pôr-do-sol À luz da lua Não há (...)
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