Quinta-feira, 11.05.17

qarib.jpg

 

Após o lançamento do segundo álbum de originais “Pulso” em Setembro de 2016, o projecto “Um Corpo Estranho” volta a musicar um bailado performativo QARIB, desta vez com o tema do mar como mote.

 

Depois da “Almofada da Paula” (baseado na obra de Paula Rego) em 2013 e “A Velha Ampulheta” em 2015 o duo Setubalense formado por João Mota e Pedro Franco volta em 2017 ao universo das bandas sonoras instrumentais contando com a colaboração, já regular, dos músicos Vitor Coimbra e Sergio Mendes, tendo a este último, também, sido entregue a produção final dos temas.

 

QARIB, teatro físico/dança de autoria de Ricardo Mondim e produzido pela Companhia Passos e Compassos, tem estreia marcada no próximo dia 13 de Maio no Cine Teatro São João em Palmela pelas 21.30h.

 

As entradas para este novo espectáculo custam 5 euros (até aos 25 anos) e 4 euros (mais de 65 anos), poderão ser adquiridas na bilheteira do Cine-teatro S. João entre as 09:00 e as 12:00 e das 13:30 às 16:00 ou na bilheteira online do local.

 

Sinopse:

 

Todos os dias, naquele pontão, um homem olha fixamente em direção ao horizonte… Está revoltado, triste e não tem ambição. Há muito que o medo lhe roubou o sorriso. Sentado frente ao mar, luta diariamente com a sua dualidade emocional e projeta nos outros a solução para os problemas da humanidade. Até que um dia… Inspirado pela brisa do mar, este homem decide arriscar e percebe que às costas carrega uma mochila… Curioso, abre a mochila e embarca numa viagem ao seu interior. A partir daqui, ele torna-se parte integrante de uma sucessão de acontecimentos. Descobre a capacidade de criar e decidir.

 

Ficha artística:

 

Criação, cenografia e interpretação: Ricardo Mondim

sica: Um Corpo Estranho - Pedro Franco e João Mota

Músico convidado/Contrabaixo: Vítor Coimbra

Guitarras: Sérgio Miendes

Produção e masterização: Sérgio Miendes

Figurinos e imagem gráfica: Zé Nova

Desenho de luz e direção técnica: António Machado

Produção: Sofia Belchior/ Passos e Compassos 2017

Apoio: Câmara Municipal de Palmela

 

 

QARIB:

 

Video Teaser

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Um Corpo Estranho:

 

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Quinta-feira, 23.03.17

 

Letra

 

“A SEIVA”

A seiva seca a seu tempo, Do tronco o legado
Na folha caída
Despida

Da cor do passado

Olhos queimados de noite, De sombra em viagem
Ao pássaro ferido,
Da queda aturdido,

O céu lhe devolve a coragem,

Em tudo o que é de mudar Em tudo o que é de virar Na força o que é de mover No fim o que é de acabar

A fúria espreita no eixo, O peito resiste.
O punho sustenta
A voz que rebenta,

O eco persiste.

Escapam-se escassos das chamas, Em rumos de mar.
O sonho crepita,
A esperança gravita,

Que o sol brilha noutro lugar,

Em tudo o que é de mudar

Em tudo o que é de virar

Na força o que é de mover

No fim o que é de acabar.

 

Letra & Música: João Mota e Pedro Franco (Um Corpo Estranho)
Tema - "A Seiva" do Albúm "Pulso" (2016)

 



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Quinta-feira, 24.11.16

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Sexta-feira, 05.08.16

 

Letra

 

(Letra e Música: João Mota e Pedro Franco)

A chama morreu ou fui eu que gelei?
Há um tanto de coisas que eu não sei.
A luz que brilhava extinguiu-se
E quem a seguia perdeu-se.

Derramou-se o vinho no chão
Ninguém aprendeu a lição.
Içou-se a bandeira e o vento cessou
E já nem o galo cantou

Os corvos disputam
Pelo escasso que brilha
Os lobos devoram
A própria matilha

E a quem nos cabia guiar
Desertou para outro lugar

 



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Letra

 

Letra e Música: João Mota e Pedro Franco)

“Tens a vida á tua frente”
Disse-te por seres criança
E eu andei cego e dormente,
Vivia a perder a esperança.

Esperei tirar tudo a limpo
Desfiar o meu engano
Ao viver dessa miragem
Não me tornei mais humano.

Encobri-me de silêncio
E o meu canto ensurdeceu
Tornei-me num corpo estranho
Que alguém diz que fui eu (morreu).

 



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Quarta-feira, 03.08.16

 

 

Letra

 

Adamastor cruel! De teus furores
Quantas vezes me lembro horrorizado!
Ó monstro! Quantas vezes tens tragado
Do soberbo Oriente os domadores!

Parece-me que entregue a vis traidores
Estou vendo Sepúlveda afamado,
Co'a esposa e co'os filhinhos abraçado,
Qual Mavorte com Vénus e os Amores.


Parece-me que vejo o triste esposo,
Perdida a tenra prole e a bela dama,
Às garras dos leões correr furioso.

Bem te vingaste em nós do afoito Gama!
Pelos nossos desastres és famoso.
Maldito Adamastor! Maldita fama!

 



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Domingo, 22.05.16

 

Letra

 

Não encontreia letra desta música

 



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Segunda-feira, 25.04.16

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Quarta-feira, 08.07.15

 

Letra

 

Roubei-te um Beijo

Roubei-te um beijo
Não querias dar
Estou muito triste
Mas por ti não vou chorar

Não vou chorar
Não vou sofrer
Estou muito triste
Mas por ti não vou morrer

Estou de abalada
Vou para terras de Espanha
Tu não me queres
Aqui mais ninguém me apanha

Ninguém me apanha
Já cá não está quem sofria
Meu lindo Amor
Tu hás-de chorar um dia

Tristes lamúrias
Do rouxinol
Enchem minh'alma
Do nascer ao pôr-do-sol

Ao pôr-do-sol
À luz da lua
Não há no mundo
Cara mais linda que a tua.


Letra e musica - Armando Torrão

 



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Terça-feira, 16.06.15

 

 

Letra

 

Escrito e composto por Tio Rex.
Produzido e masterizado por Gallantry Productions.

lyrics

Abro sempre outra ferida maior,
quando uma precisa de apanhar ar
Abro um buraco fundo onde cabe o meu mundo
e este amor ganha pernas para andar

Não vi quando te vi mas cheguei até ti.
No deserto senti a aragem
Diria que era encanto mas qual o meu espanto:
o teu canto não era miragem

Passo a passo
vou entrando
Neste espaço
que me é estranho

Poderá ser
uma ferida a sarar?
Mais que uma casa tornaste-te um lar

credits

from Ensaio Sobre A Harmonia, released 27 May 2015
Percussão, Guitarras Eléctricas, E-bow e Coros por Um Corpo Estranho
Piano e Canto por Marta Banza

Escrito e composto por Tio Rex.
Produzido e masterizado por Gallantry Productions.

 



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Terça-feira, 14.04.15

 

 

Letra

 

(Letra e Música: João Mota e Pedro Franco)

Já choveu,
Já houve tanto que passou,
Que o mundo também se cansou
E tudo o que era bom desapareceu.
Já partiu,
E o que era de ontem terminou
E tudo aquilo que sobrou
Não chega a atenuar o meu fastio.

Já é tarde
Para chorar o que se perdeu
E se até o herói cedeu
Ao ardil do cobarde…

E para mais,
Perdi o fio à equação
Tornei-me na subtração
Da soma de tantos totais.

Já choveu,
Já houve tanto que passou
E tudo aquilo que sobrou
Já nem chega a ser meu,
Já nem chego a ser eu.

 



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Quinta-feira, 18.12.14

 

Letra

 

Estrela levante

Rasga esse céu ancestral

Leva-me a Terra Natal

 

Volta menino

Ao berço consolador

Onde se prende o calor

 

 

Quem lá vem

Por entre os trilhos desse lugar

Quem o aguarda para cear

 

Quem vem de lá

Quem de lá vem?

 

Estrela levante

Pousa em meus ombros esse fogo

Que eu rumo a casa de novo

 

vou apurar

Se ainda se abre o vinho novo

Se ainda canta o meu povo

 

Quem lá vem

Por entre os trilhos desse lugar

Quem o aguarda para cear

Quem vem de lá

Quem de lá vem?

 



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Terça-feira, 25.11.14

 

Letra

 

Bicho Escondido
(Letra e Música: João Mota e Pedro Franco)

Bicho escondido sobre a pedra
Sai que no céu já espreita a lua
Vem que o milhafre dorme
Até que a manhã retorne.

Bicho encoberto na erva,
Deixa que o sangue te ferva.
Acorda os teus iguais
Lembra que somos mais.

A noite cai no teu jardim,
Se ouvires alguém cantar
Não deixes de escutar,
Que o tempo vai passar por ti
Sem pedir permissão,
Em falsa lentidão.



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Letra

 

Valquíria
(Letra e Música: João Mota e Pedro Franco)

Na tua boca mil demónios bramam
Laminas cegas e sentenças.
Falta-nos luz para ver o quadro inteiro,
Falta furar o nevoeiro.
Ver o teu ar de valquíria desarmada
Na escassez de um inimigo.
O meu inverno acabou contigo
Quebrou a tua espada.

Sobrou vinho azedo nos teus lábios
E eu dei-te de beber sem restrição
Até que te perdeste do meu rasto
E eu fiquei tão fora de mão.
A noite teceu-te um vestido de apatia
Que o meu peito repudia
E ver o teu ar de valquíria desarmada
Chegar ao fim da estrada,
Chegaste ao fim da estrada.

 



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Sábado, 26.07.14

 

 

Letra

 

 

Corpo Estranho
(Letra e Música: João Mota e Pedro Franco)

 

“Tens a vida á tua frente”
Disse-te por seres criança
E eu andei cego e dormente,
Vivia a perder a esperança.

 

Esperei tirar tudo a limpo
Desfiar o meu engano
Ao viver dessa miragem
Não me tornei mais humano.

 

Encobri-me de silêncio
E o meu canto ensurdeceu
Tornei-me num corpo estranho
Que alguém diz que fui eu (morreu).



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Sexta-feira, 25.07.14

 

 

Letra

 

Não Tenho Tempo Para Esperar Por Mim
(Letra e Música: João Mota e Pedro Franco) “Espera, que o dia há de chegar”
E eu desespero por esperar,
Por não saber o que me espera. Traço o meu rumo à direcção
Que me obrigar a inquietação,
Assim o coração prospera. E prendo-me, à luz do que me é anterior,
Nada me diz que o amanhã será melhor.
E a tudo o que é breve eu digo que sim,
Não tenho tempo para esperar por mim.


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Quarta-feira, 23.07.14

 

Letra

 

Vem
Além de toda a solidão
perdi a luz do teu viver
perdi o horizonte

Está bem
Prossegue lá até quereres
Mas vem depois iluminar
Um coração que sofre

Pertenço-te
Até ao fim do mar
Sou como tu
Da mesma luz
Do mesmo amar

Por isso vem
Porque te quero
Consolar
Se não está bem
Deixa-te andar a navegar




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Terça-feira, 18.03.14

 

 

Letra

 

No Fim Tudo Está Bem 
(Letra e Música: João Mota e Pedro Franco)

 

Eu não sei quem foi que sonhou com um tempo melhor, 
Que lutou por ter uma voz que há muito se calou. 
Fui tolo em pensar que existia um desejo em mudar, 
Que ainda haviam pernas para andar num mundo de pernas para o ar.

 

E no fim tudo está bem, assim se possa contar, 
Que ao menos sirva a alguém quando tudo acabar.

 

No ventre de Deus já não há lugar para os seus, 
Já não há divino nem pagão a colorir os céus. 
Resta-nos sorrir ao inferno que está para vir, 
Se o diabo teima em resistir aqui, seja assim.

 

E no fim tudo está bem, assim se possa contar, 
Que ao menos sirva a alguém quando tudo acabar. 
E no fim tudo está bem, assim se possa contar, 
Haja quem possa contar.



publicado por olhar para o mundo às 17:45 | link do post | comentar

Domingo, 19.01.14

Um Corpo Estranho editam álbum de estreia em fevereiro

O grupo português Um Corpo Estranho edita em fevereiro o álbum de estreia, intitulado "De não ter tempo", que apresentará ao vivo em Lisboa, foi hoje anunciado.

 

Pouco mais de um ano depois de terem lançado um EP, homónimo, Pedro Franco e João Mota lançam agora, em edição independente, o primeiro álbum, que conta com a participação da acordeonista Celina da Piedade. Grande parte dos temas do EP foram recuperados para "De não ter tempo", aos quais se junta ainda uma versão de "Vem (além de toda a solidão)", dos Madredeus, dando consistência a uma certa portugalidade assumida pela banda.

 

Pedro Franco e João Mota são de Setúbal, conhecem-se desde a adolescência e passaram por várias bandas até formarem Um Corpo Estranho, em 2009. Em 2013 integraram a coletânea Novos Talentos FNAC e compuseram para o espetáculo "A Almofada da Paula", inspirado na obra da pintora Paula Rego, que se estreou na Casa das Histórias, em Cascais.

 

Em "De não ter tempo", Pedro Franco e João Mota tocam guitarra, ukulele, banjo, theremin, percussões e serrote musical, fazendo-se acompanhar do Corpos Ensemble, com os músicos Rui David, Sérgio Mendes e Vítor Coimbra.

 

O concerto de apresentação do álbum de estreia está marcado para 21 de fevereiro, na Fábrica Braço de Prata, em Lisboa.

 

Retirado do Sapo Música



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Segunda-feira, 01.04.13

“No Fim Tudo Está Bem” é o nome do videoclip que os Um Corpo Estranho estrearam no SAPO Música.  O tema integra o EP de estreia da dupla de nome homónimo.

 

O vídeo esteve a cargo do realizador António Aleixo (Low Cost Films) em parceria com a Garagem Produções e coprodução da Associação Experimentáculo. Conta ainda com a participação de Ricardo Mondim e Sylvain Peker na manipulação de marionetas.

 

Pedro Franco e João Mota, naturais de Setúbal,  são os  Um Corpo Estranho e surgem como contadores de anti-estórias. São eles as duas metades deste agente sonoro que, em pleno processo simbiótico, se propõe alojar nos nossos ouvidos com a intenção assumida de nos legar alguns fantasmas que acreditam ser comuns a todos.

 



publicado por olhar para o mundo às 12:16 | link do post | comentar

 
Letra
 

(Letra e Música: João Mota e Pedro Franco)

Eu não sei quem foi
Que sonhou com um tempo melhor ,
Que lutou por ter uma voz
Que há muito se calou.
Fui tolo em pensar
Que existia um desejo em mudar,
Que ainda havia pernas para andar
Num mundo de pernas para o ar.

E no fim, tudo está bem
Assim se possa contar.
Que ao menos sirva a alguém
Quando tudo acabar.

No ventre de deus
Já não há lugar para os seus,
Já não há divino nem pagão
A colorir os céus.
Resta-nos sorrir
Ao inferno está para vir.
Se o diabo teima em existir aqui,
Seja assim.

E no fim, tudo está bem
Assim se possa contar.
Que ao menos sirva a alguém
Quando tudo acabar.
E no fim, tudo está bem
Assim se possa contar…
Haja quem possa contar



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Sexta-feira, 25.01.13

 

 

Letra

 

Amor em contramão 
(Letra e Música: João Mota e Pedro Franco) 

Dizes que a vida te foge, que tens medo 
Que um dia de arrependas de voltar atrás. 
Eu finjo dar importância ao teu lamento 
E uso falsos argumentos p’ra que não te vás. 

Toda a gente te avisou de que eu não presto, 
Que me viram por aí com outras mulheres, 
Que eu tenho má bebida, que não sou honesto, 
Mas quanto mais eu saio da linha mais tu me queres. 

Andamos já há tanto tempo em contramão, 
No engano de contrariar a solidão, 
Mas ninguém pode ser feliz, como se diz, numa prisão. 

Ambos entrámos neste jogo p’ra perder, 
Nunca existiram trunfos nem batota. 
Mas não viemos dar à praia p’ra morrer 
E quem sempre correu por gosto não se esgota. 

E se um dia todas as portas se fecharem, 
Havemos de encontrar uma janela, 
P’ra nos rirmos do mundo através dela.

credits

from Um Corpo Estranho, released 25 May 2012



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Quinta-feira, 24.01.13

 

Auto Coação 
(Letra e Música: João Mota e Pedro Franco) 

A lutar por defeito, a caminhar às cegas, 
De punhos fechados a combater fantasmas. 
De dentes cerrados amordaçava a mente 
E olhava o abismo a calcular a queda. 

Eu tinha o peito feito num erro perfeito. 
Eu tinha o peito feito à treva. 

Vi que no tempo em que estive em paz com a solidão, 
Estive enganado sob minha auto-coação. 

A noite afogada no canto de um balcão, 
Onde eu destilava o meu coração. 
Invocava infinitos a bem de me esquecer 
A remota morada onde te quis perder. 

Eu dormia no fundo do ventre do mundo. 
Dormia no fundo de um sono profundo. 
E rugia do fundo da boca do mundo, 
Rugia no fundo, 
A tua voz a combater para não morrer.

credits

from Um Corpo Estranho, released 25 May 2012



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Quarta-feira, 16.01.13

Um corpo estranho


Corpo estranho é qualquer substância que venha, acidental ou intencionalmente, a penetrar e permanecer no interior de um organismo, provocando reações diversas.

 

Neste contexto surge Um Corpo Estranho como uma "substância imaterial, metamorfose de uma melancolia anunciada como um shot tequilliano de luxúria contra uma sede insaciável de amor puro".

 

Pedro Franco e João Mota, naturais de Setúbal,  surgem neste conteúdo como contadores de anti-estórias. São eles as duas metades deste agente sonoro que, em pleno processo simbiótico, se propõe alojar nos nossos ouvidos com a intenção assumida de nos legar alguns fantasmas que acreditam ser comuns a todos.

 

O EP  “Um Corpo Estranho” está disponível para audição e download gratuíto na página bandcamp da banda.

 

http://www.facebook.com/umcorpoestranho

http://umcorpoestranho.bandcamp.com 

 

Vídeo de Auto Coação

 



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