
"Sozinho" Junta Tim à União das Tribos
"Sozinho" é a canção de abertura do álbum "Amanhã" da União das Tribos. Tim, a voz dos Xutos&Pontapés, participa com o grupo naquele que é o segundo single extraído do disco editado em Fevereiro passado.
Na tradição dos grandes grupos históricos do rock Português, “Sozinho” é uma canção balanceada pela secção rítmica, guitarras potentes e interpretação das vozes de Mauro Carmo e Tim, captadas pela câmara do génio Zé Pinheiro:
Depois de terem percorrido o país entre Fevereiro e Setembro com o álbum “Amanhã” na bagagem, a União das Tribos apresenta a “Tour de Inverno” com oito datas de Norte a Sul do país.
Sozinhos ou acompanhados por Tim (Xutos&Pontapés), Miguel Angelo (Delfins), Anjos, Mafalda Arnauth ou António Manuel Ribeiro (UHF), o grupo impressiona pela qualidade do repertório e entrega dos músicos em palco.
No dia 24 de Novembro a União das Tribos apresenta-se pela primeira vez ao vivo no Porto, na mítica sala do Hardclub. Nessa noite, estarão acompanhados por António Manuel Ribeiro (UHF) e os estreantes com a União, João Grande (Táxi) e Kalú (Xutos&Pontapés). Este é o primeiro concerto da “Tour de Inverno” que terminará a 8 de Dezembro em Cascais, passando por Azeitão, Portimão, Olhão, Guia, Faro e Oeiras.
Letra
Não encontrei a letra desta música
Letra
___ Homem do leme ___
Composição: Xutos & Pontapés
Sozinho na noite
um barco ruma para onde vai.
Uma luz no escuro brilha a direito
ofusca as demais.
E mais que uma onda, mais que uma maré...
Tentaram prendê-lo impor-lhe uma fé...
Mas, vogando à vontade, rompendo a saudade,
vai quem já nada teme, vai o homem do leme...
E uma vontade de rir, nasce do fundo do ser.
E uma vontade de ir, correr o mundo e partir,
a vida é sempre a perder...
No fundo do mar
jazem os outros, os que lá ficaram.
Em dias cinzentos
descanso eterno lá encontraram.
E mais que uma onda, mais que uma maré...
Tentaram prendê-lo, impor-lhe uma fé...
Mas, vogando à vontade, rompendo a saudade,
vai quem já nada teme, vai o homem do leme...
E uma vontade de rir, nasce do fundo do ser.
E uma vontade de ir, correr o mundo e partir,
a vida é sempre a perder...
No fundo horizonte
sopra o murmúrio para onde vai.
No fundo do tempo
foge o futuro, é tarde demais...
E uma vontade de rir nasce do fundo do ser.
E uma vontade de ir, correr o mundo e partir,
a vida é sempre a perder...
Letra
Já faz tempo
Oh tanto tempo
Tanto nem dá para contar
Que eu consegui sair de casa
E comecei a tocar
Apanhei o barco das 9
Na margem esquerda do Tejo
De um lado ficava a fome
Do outro ardia o desejo
Subi Lisboa de elétrico
E era de noite e chovia
O mês seria Dezembro
Mas já não me lembro o dia
Lá estava um de galochas
Com a gabardina do pai
Tinha alfinetes na boca
E vinha dos Olivais
O outro eu já conhecia
Foi quem me desafiou
Foi um cantor arrojado
Foi ele quem me guiou
E oterceiro chegou tarde
Veio direto do quartel
Tinha a vespa avariada
Para o táxi não há papel
E com a banda formada
Mas sem canções para tocar
Em binário ou quaternário
Puseram-se a inventar
E a banda não parou mais de tocar
E a estrada não parou mais de os chamar
E assim lá foram andando
Tocando aqui e ali
Até que num belo dia
Entraram o João e o Gui
Finalmente já completos
Chegaram ao primeiro lugar
Mas nem eles imaginavam
O que ainda tinham para tocar
E é assim que reza a lenda
Cantada aqui para vocês
Por mim que sou o Tim dos Xutos & Pontapés
E a banda não parou mais de tocar
E a estrada não parou mais de os chamar
Letra
Mares convulsos, ressacas estranhas
Cruzam-te a alma de verde escuro
As ondas que te empurram
As vagas que te esmagam
Contra tudo lutas
Contra tudo falhas
Todas as tuas explosões
Redundam em silêncio
Nada me diz
Berras às bestas
Que te sufocam
Em abraços viscosos
Cheios de pavor
Esse frio surdo
O frio que te envolve
Nasce na fonte
Na fonte da dor
Remar remar
Forçar a corrente
Ao mar, ao mar
Que mata a gente
Letra
Na rádio, na TV
nos jornais, quem não lê
Portugal e a CEE
Quanto mais se fala menos se vê
eu já estou farto e quero ver
Quero ver Portugal na CEE
Quero ver Portugal na CEE
À boleia, pela rua
lá vou eu ao mercado comum
mal lá cheguei, vi o boss
tinha cunhas, foi o que me valeu
perguntei-lhe "Qual era a tua ò meu ?"
Quero ver Portugal na CEE
Quero ver Portugal na CEE
Quero ver Portugal na CEE
Quero ver Portugal na CEE
E agora, que já lá estamos
vamos ter tudo aquilo que desejamos
um PA p'ras vozes e uma Fender
Oh boy, é tão bom estar na CEE
Quero ver Portugal na CEE
Quero ver portugal na CEE ...
Letra
Amanhã!
Será um lindo dia
Da mais louca alegria
Que se possa imaginar
Amanhã!
Redobrada a força
Prá cima que não cessa
Há de vingar
Amanhã!
Mais nenhum mistério
Acima do ilusório
O astro rei vai brilhar
Amanhã!
A luminosidade
Alheia a qualquer vontade
Há de imperar!
Há de imperar!
Amanhã!
Está toda a esperança
Por menor que pareça
Existe e é prá vicejar
Amanhã!
Apesar de hoje
Será a estrada que surge
Prá se trilhar
Amanhã!
Mesmo que uns não queiram
Será de outros que esperam
Ver o dia raiar
Amanhã!
Ódios aplacados
Temores abrandados
Será pleno!
Será pleno!
Letra
Como se fosse ontem
ou no Inverno passado
a mesma chuva miúda
o mesmo asfalto molhado
Como se não fosse nada
passando sem se notar
lá se foi outra alvorada
olhos cansados de olhar
Mas se tudo vale a pena
e a vida é feita destes nadas
destas noites de trabalho
destas estranhas alvoradas
desta fome que se instala
deste Sol que teima em nascer
outra vez
Como deixaste o casaco
pendurado na escada
pensei que fosse um sinal
pensei que ainda voltavas
Como se fosse ontem
chego a casa de manhã
a mesma sala quieta
o gato e a manta de lã
Mas se tudo vale a pena
e a vida é feita destes nadas
destas noites de trabalho
destas estranhas alvoradas
desta fome que se instala
deste Sol que teima em nascer
outra vez
Letra
Olá Lisboa, pela primeira vez
Olá Lisboa, pela primeira vez
Lembro-me de ti
Como se fosse um regresso a casa
As ruas escuras à noite
O medo de quem quer voltar
E passo por ti
Condenado a sentir um vazio
Na hora de te abandonar
A lembrança de quem quer ficar
A cidade por descobrir
Um adeus, vou partir
Lisboa, és só tu e eu
Lisboa, és só tu e eu
Confesso-me a ti
Ó cidade de noite encantada
Lembras-me a vontade
Hoje eu vou ficar
Agarro-me a ti
Confrontado a saudade que sinto
A hora está-se a aproximar
As memórias de quem quer voltar
Um segredo que vou descobrir
O adeus, vou partir
Lisboa, és só tu e eu
Lisboa, és só tu e eu
E passo por ti
Condenado ao vazio
A ansia de querer voltar
O adeus que não te vou dizer
Espero aqui
Com o mar controlado
A história de ter um passado
A idade de te conhecer
A cidade por descobrir
O adeus, vou partir
Lisboa, és só tu e eu
Lisboa, és só tu e eu
Letra
Por detrás do monte vem o sol nascendo
por detrás do monte vem a luz descendo
vai iluminando este meu caminho
vou subindo o monte andando sozinho
Ervas deste monte parece que choram
ervas deste monte parece que escutam
de noite choveu, a terra bebeu
ervas deste monte façam como eu
estendam essas folhas em direcção ao céu
ervas deste monte façam como eu
Se encontrar alguém que venha sozinho
se encontrar alguem neste meu caminho
posso convida-lo a subir comigo
ao cimo do monte onde o ar é puro
Onde o ar é puro e a vista maior
no cimo do monte pensa-se melhor
e na manhã clara longe da cidade
volto a encontar a minha liberdade
e no cimo do monte longe da cidade
vamos encontrando ainda a liberdade
E já é tão dificil
manter esta chama acesa
contra tanta tristeza
posso contar contigo
para subir comigo
ao cimo daquele monte
No cimo do monte o dia é maior
no cimo do monte pensa-se melhor
e ao fim do dia de volta à cidade
nós vamos sonhando ainda em liberdade
se achas que sou louco ou só sonhador
sobe aquele monte ao monte maior
pode ser só teu mas não vás sozinho
junta mais alguém
e tem um bom caminho
letra
olha a lua partida ao meio
de tao baixinha que esta
quase leva as copas das árvores
e o cabelo dos homens altos.
se eu fosse muito guloso
comia esta lua em forma de queijo.
olha a nuvem, a nuvem branca
quer tapar o nosso queijo
nuvem gorda e sem vergonha
invejosa da luz da lua.
tu já viu que esta noite não tem vento?
olha a lua partida ao meio
se eu pudesse sentava nela
e ficava espiando a terra
e me via olhando ela!
letra
Ela sorriu, e ele foi atrás
Ela despiu-o, e ela o satisfaz
Passa a noite, passa o tempo devagar
Já é dia, já é hora de voltar.
Aqui ao luar, ao pé de ti, ao pé do mar
Só o sonho fica, só ele pode ficar.
Aqui ao luar, ao pé de ti, ao pé do mar,
Só o sonho fica, só ele pode ficar.
INSTRUMENTAL
Ela sorriu, e ele foi a trás
Ela despiu-o, e ela o satisfaz
Passa a noite, passa o tempo devagar
Já é dia, já é hora de voltar.
Aqui ao luar, ao pé de ti, ao pé do mar,
Só o sonho fica, só ele pode ficar.
Aqui ao luar, ao pé de ti, ao pé do mar,
Só o sonho fica, só ele pode ficar.
Aqui ao luar, ao pé de ti, ao pé do mar,
Só o sonho fica, só ele pode ficar.
Aqui ao luar, ao pé de ti, ao pé do mar,
Só o sonho fica, só ele pode ficar.
Só o sonho fica, só ele pode ficar.
Só o sonho fica, só ele pode ficar.
Só o sonho fica, só ele pode ficar.
letra
Sei que não sou o melhor poeta
Mas posso ser o teu melhor amigo
Ando a juntar a música á letra
Para te ajudar quando corres perigo
Por isso aceita esta minha oferta
E passa um bom bocado comigo
Sei que não sou o melhor poeta
Mas posso ser o teu melhor amigo
Dias em que a coisa se aguenta
Outros onde tudo parece negro
Sopra na brasa até vir a chama
O fogo ajuda a afugentar o medo
Tenta manter a tua porta aberta
O caminho é longo e eu conto contigo
Sei que não sou o melhor poeta
Mas sei que tu és o meu melhor amigo
Eu sei que tu és o meu melhor amigo
O Cine-Teatro de Estarreja (CTE) acolhe a sétima edição dos Concertos Íntimos e Pedro Abrunhosa, António Zambujo e Tim são os artistas convidados para mostrarem a suas versões mais intimistas e próximas do público.
O primeiro a chegar é Pedro Abrunhosa, a 19 de janeiro. Dois anos depois de ter conhecido o Cine-Teatro de Estarreja, o músico portuense está de regresso com mais canções para um concerto de proximidade, no qual revisitará temas do seu reportório e versões de outros autores.
A 16 de março cabe a António Zambujo pisar o palco do Cine-Teatro de Estarreja. Em 2009, apresentou "Outro Sentido" e, em 2013, está de regresso com "Quinto", "preferindo demonstrar um fado novo, que transpira influências do mundo e que se adapta a todas as gerações de ouvintes", refere o Cine-Teatro.
Já Tim entra pela primeira vez no CTE para mostrar o resultado final dos encontros com os seus Companheiros de Aventura, a 18 de maio, fechando este ciclo de Concerto Íntimos.
Num registo diferente a que o vocalista dos Xutos & Pontapés tem habituado, o Cine-Teatro garante que Tim viajará por alguns dos temas mais emblemáticos da música portuguesa, como "Menina Estás à Janela", "Voar", "A Noite", "Bola de Trapos", entre outras.
Os bilhetes para os Concertos Íntimos já se encontram à venda e o preço do ingresso é de 10 ou 13 euros (dependendo do local onde se sentar no Cine-Teatro). Contudo, é possível adquirir um passe geral por 25 ou 30 euros, com acesso aos três concertos da edição de 2013 dos Concertos Íntimos.
Retirado do Sapo Música
Letra
(Refrão)
Cala o teu Medo ou o Medo
Fala Por ti!
Se tu gritas em segredo é dificIl
Te ouvir...
Anda tudo surdo e mudo
Ninguém quer reagir...
Um por todos e todos por cada
E cada um por si...(Raios!)
Vai a Roma quem boca tem
Diz o ditado né?
Isso pra quem fala bastante!
(E se deixam)
Caso contrario não vais a lado nenhum e continuas a andar...
...sempre distante....
(Ou seja):
Só papa quem chora,
Quem cora não papa e lá chora
Por razoes diferentes.
Só mata quem gala,
Quem tem bala,tem mala com 1 dólar ou o valor suficiente.
É a Lei do Mais Forte, ouviste?
Não tas a perceber então ouve Isto!
É o Rei que e' gago e és tu que tas a tremer com a boca,oh triste!
Não me digas que és Van Damme
Só no bairro,
Só no estádio de futebol que és
o Bruce Lee?
Ou afinal és bad boy só no carro,
E essa mini-saia n é de Chun-Li...
Tas com medo do que se este
Mundo é teu?
é redondo mas descansa que não cais.
Sei que a Lei que te prende
é grave,
Mas o sonho de tu teres o que é teu é mais...
(Refrão)
Aaaah pois,aaah pois! Ne?
Arrastas-te "a rasca"....
E toda a geração,entre aspas.
Basta!
Entre nós nem sapato nem gato nem népia,é rédea curta: CORTA!
tesoura ou papel?
...Papel de Idiota!
É pedra sobre pedra...TOPA:
é a Bruxa ou o Lobo?
Eu tou farto de ter medo.
É a droga que te puxa para lodo...
É o que bebes que te faz ser
Como eu, (ya tasse bem)
E acabamos como todos...
Queres ser,
sê quem tu queres!
Faz o que tu queres!
Não só o que tu "podes"...
Qual não da...da sim!
Só tu escolhes
Se abres ou te encolhes....
Quantos queres?
O jogo é esse!
Ha tanto tempo e tantas vezes...
Agora és tu...
Agora só...
Agora tudo...na mão da sorte.
(Refrão)
letra
Adeus ó serra da Lapa
Adeus que te vou deixar
O minha terra ó minha enxada
Nao faço gosto em voltar
Companheiros de aventura
Vinde comigo viajar
A noite é negra a vida é dura
Nao faço gosto em voltar
Dou-te o meu lenço bordado
Quando de ti me apartar
Eu quero ir ao outro lado
Nao faço gosto em voltar
O meu dinheiro contado
É para quem me levar
O meu caminho está traçado
Nao faço gosto em voltar
Moirar a terra insegura?
Fugir da serra e do mar?
Meus companheiros de aventura
Tudo farei para salvar
Letra
Terra do fogo
No sul da Argentina
Oito da matina e um frio de rachar
Sai a patrulha para militar
Estendendo a roupa toda remendada
Usada pelos seus irmãos
Sonha com um tango
Dançado com as mãos
Conchita Morales
Viu los federales
E logo ali temeu
Pelas lindas formas que sua mãe lhe deu
Anda Conchita
Carita bonita
Vais ter de agradar
Ao senhor militar
Ela não sabia
Se era noite ou dia
Se ainda chovia
Quando acordou
No chão da caserna onde ele a deixou
Ela andou cansada
Rota e usada
Pela tropa que lhe traçou
Negro destino que ela abraçou
Anda Conchita
Carita bonita
A vida não espera
Tu foge daí
Em Buenos Aires
são seis de la tarde
Conchita anda a trabalhar
Tem outras bocas para sustentar
Conchita Morales
Viu los federales
Garbosos e não resistiu
Mandou todos à puta que os pariu
Anda Conchita
Carita bonita
Dá-me a tua mão
Viva a revolução
letra
Subo e desço este rio
Da miranda ao araínho
Sob a torreira e o frio
Faço a escarpa brotar vinho
Sonhei que era o mississipi
E que menphis era no pinhão
Vindimando ao som de adufe
Bandolim e acordeão
(Refrão)
Rio abaixo rio acima
A dar aos remos no rabelo
Rio abaixo rio acima
Sayago paira por cima
O sonho vira pesadelo
Vinha eu no meu caíco
A ouvir das águas do douro
Velhas lendas de fronteira
Entre o cristão e o mouro
Quando vi um pescador
A olhar o rio inconsolável
Que é da enguia e do robalo
Da tainha e do sável
(Refrão)
letra
Todos os dias há alguém quer não acorda
Enquanto outros lutam para dar a volta
Todos os dias no pescoço está a corda
De quem um dia vai deixar de andar à solta
Todos os dias há alguém que não come
Para poder tirar barrigas da miséria
Pais que trabalham o dia inteiro e passam fome
Escondendo aos filhos que viver é coisa séria
Viver é coisa séria
E há gente que não quer ver
E há gente que não quer ver
E há gente que não quer, não quer, ver
Todos os dias vender o corpo na noite
Parece ser a única saída
Mesmo que a filha sem saber não a perdoe
Ao menos não terá de ter a mesma vida
Todos os dias há alguém que se aproxima
Pedindo ajuda para ter o que comer
Não tínhamos de alimentar a sua sina
Mas temos todos muito mais o que fazer
Temos muito mais o que fazer
E há gente que não quer ver
E há gente que não quer ver
E há gente que não quer, não quer, ver (x2)
letra
Tim a solo no Cinema-Teatro Joaquim Almeida
Tim actua a solo no dia 04 de Fevereiro no Cinema-Teatro Joaquim d'Almeida no Montijo.
O vocalista dos Xutos & Pontapés apresenta temas da mítica banda portuguesa, êxitos a solo e o repertório gravado com Vitorino, Celeste Rodrigues, Mário Lagina e Rui Veloso no seu último álbum “Companheiros de Aventura”.
“Hora das Gaivotas”, “Voar”, “Bola de Trapos” ou “Ilha” são temas que certamente marcarão presença num espectáculo que se quer intimista e intenso.
Os bilhetes já estão a venda e custam entre 15 e 8 euros.
Via HardMúsica
Letra
Eu gosto da praia
a hora das gaivotas
Quando a maré desce
E tudo fica mais calmo
Quando o sol dourado
despenteia o teu cabelo
e um so sorriso teu
desfaz o meu pesadelo
Tens os pés na areia
e um olhar sobre as ondas
por muito que os estendas
não quero que te escondas
Sabes o mar é bruto
mas pode ajudar
a ter outra vez
vontade de gostar
ou longe desfaz-se
a linha do orizonte
e tu já voltas-te
desse sitio onde foste
porteje os teus ombros
com o meu braço esquecido
3 x
e um so sorriso teu
eu já não estou perdido
3 x
eu gosto da praia das gaivotas
2 x
a hora das gaivotas
eu gosto da praia
eu gosto de ti
Ainda procuro,
Por quem não esqueci.
Em nome de um sonho,
Em nome de ti.
Procuro à noite,
Um sinal de ti.
Espero à noite,
Por quem não esqueci.
Eu peço à noite,
Um sinal de ti.
Quem eu não esqueci...
Por sinais perdidos,
Espero em vão.
Por tempos antigos,
Por uma canção.
Ainda procuro,
Por quem não esqueci.
Por quem já não volta,
Por quem eu perdi.
Letra
Vou andando, cantando
Tenho o sol à minha frente
Tão quente, brilhante
Sinto o fogo à flor da pele
Tão quente, beijando
Como se fosses tu
Ao longe, distante
Fica o mar no horizonte
É nele, por certo
Onde a tua alma se esconde
Carente, esperando
Esse mar és tu
Pode a noite ter outra cor
Pode o vento ser mais frio
Pode a lua subir no céu
Eu já vou descendo o rio...
Na foz, revolta
Fecho os olhos, penso em ti
Tão perto, que desperto
Há uma alma à minha frente
Tão quente, beijando
Por certo que és tu
Pode a lua subir no céu
E as nuvens a noite toldar
Pode o escuro ser como breu
Acabei por te encontrar
Vou andando, cantando
Tive o sol à minha frente
Tão quente, brilhando
Que a saudade me deixou
Para sempre,
Por certo
O meu Amor és tu.
Música
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