Terça-feira, 19.09.17

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O APOCALIPSE
segundo Fernando Pessoa e Ofélia Queirós

Espectáculo multidimensional Música | Dança | Teatro | Multimédia.
Sob texto e guião original de Paulo Borges

Estreia Nacional a 12, 13, 14 Outubro 2017 - 21:30h
no Teatro do Bairro, no Bairro Alto Lisboa

 

É um espectáculo inovador onde a literatura e a poesia se cruzam com a música, o teatro, a dança e a multimédia numa unidade artística fantástica que nos traz uma perspectiva de Fernando Pessoa ímpar numa transversalidade que cruza Oriente e Ocidente.
 
O projecto "O Apocalipse sobre Fernando Pessoa e Ofélia Queirós", nasce especificamente a pensar na Cidade de Lisboa e em Fernando Pessoa, a cidade como laboratório e acolhimento da matriz do pensamento universal dirigido a Todos.

 



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Quarta-feira, 25.05.16

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César Mourão regressa aos palcos com “Esperança”!

 

Após uma temporada a improvisar nas Manhãs da Rádio Comercial e, depois da estreia de Commedia A La Carte, - “O Musical”,  nos Coliseus de Lisboa e Porto, César Mourão concretiza o desejo de voltar aos palcos, a solo, com “Esperança”.  O regresso está agendado para dias 3 , 4 e 5 de Junho no Teatro Sá da Bandeira, Porto. De 22 de Junho a 10 de Julho, no Teatro  da Trindade, em Lisboa.

“Esperança” é a última a morrer, é este o ditado levado à risca na comédia interpretada pelo ator, que entra novamente em cena,  depois do enorme sucesso de bilheteira da primeira edição, em que esgotou todas as sessões no Teatro  da Trindade.

Na pele de "Esperança", uma simpática senhora que tem muita opinião e alguns segredos, o ator dá vida ao olhar saudoso de uma divertida octogenária. Que a morte chega para todos, nós sabemos, mas, se depender da vontade de "Esperança", ela agarrar-se-á, enquanto puder, a predestinação do seu nome. Será a última a morrer, nem que para isso tenha que se manter ocupada durante todos os instantes que restam da sua vida.

Na espera eterna de viver um grande amor, "Esperança", relembra o passado com muito humor e alfineta as mudanças dos novos tempos, fazendo aqui uma verdadeira sátira social, sem nunca esquecer  os factos da atualidade.
 

PORTO | 3, 4 e 5 de Junho – Teatro Sá da Bandeira | 21h30

LISBOA | 22 de Junho a 10 de Julho | Lisboa | Teatro da Trindade

Quarta a Sábado às 21h30 | Domingo às 18h00

Bilhetes à venda nos locais habituais.



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Domingo, 28.06.15

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Concerto 'A Viagem do Elefante' chega a Évora

Luis Pastor e A Cor da Língua ACERT


Os poemas de José Saramago estiveram na origem das canções criadas por Luis Pastor para a música de cena, interpretada ao vivo, no espetáculo de teatro de rua A Viagem do Elefante, criado pelo Trigo Limpo teatro ACERT a partir do conto homónimo de José Saramago.


Gravado o CD/Livro com o registo dessas canções, as apresentações ao vivo oferecem uma interpretação renovada dos temas de estúdio, deixando ouvir o fado, a morna, a chula, o flamengo mestiçados com novas identidades, como se um novo corpo ganhasse vida para palmilhar outra viagem. Como se escuta numa das canções: “palma com palma/ coração e coração/ e gosto de alma”.

 
28 de junho às 21:30 na Feira de São João (Jardim) em Évora


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Quarta-feira, 17.09.14

A Ilha

 

Os Gambozinos apresentam A Ilha, uma megaprodução em cena no dia 28 de setembro.

 

O que fazer quando uma catástrofe natural destrói a terra natal de um povo e o atira para uma ilha selvagem? Como lidar com os desconhecidos que são a sua única hipótese de reconstruir a vida neste novo lugar? E como ultrapassar os obstáculos e desafios que surgem pelo caminho?

 

É com estas questões que se deparam Sofia, Pedro e Paulinho, três amigos muito diferentes que protagonizam A Ilha e que nos conduzem numa aventura de recomeços e descobertas, em que as coisas nem sempre são tão óbvias como parecem, e onde descobrem que afinal importa menos o que nos acontece do que as atitudes que temos perante aquilo que nos acontece.

 

A Ilha é um teatro musical inteiramente produzido pelos Gambozinos, que alia à magia de uma fantástica aventura uma proposta para os dias de hoje, baseada nos ideais dos Gambozinos.

 

Os Gambozinos são uma associação juvenil católica sem fins lucrativos com o objectivo de ajudar crianças, jovens e famílias dos bairros de Peniche, Pragal e Braga, provenientes de meios sociais, económicos e afetivos completamente distintos. Para que essa ajuda se torne possível, são realizadas ao longo do ano actividades de formação e acompanhamento em grupos e campos de férias com os fundos que se vão angariando, procurando construir pontes entre crianças de meios sociais muito diferentes e construir, desde a infância, um mundo diferente e melhor. Este espectáculo será a principal acção de angariação de fundos deste ano e os bilhetes já estão à venda para duas sessões (às 16h30 e às 21h30).

 

Marca já na tua agenda! 28 de Setembro de 2014, na Fundação do Oriente, em Lisboa.Sessões: 16h30 e 21h30.

 

Mais Informação aqui: www.gambozinos.org



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Terça-feira, 29.07.14

Planeta Fluffen

 

Os Planeta Fluffen são um quarteto musical composto por quatro pessoas. Isto porque os elementos sentiram a necessidade de se distinguir de outros quartetos musicais compostos por três pessoas e um bacalhau.


Os Planeta Fluffen são uma banda de música trágico-cómica. Trágico porque ninguém sabe cantar nem tocar como deve ser e cómica porque isso é engraçado.


A banda juntou-se pela primeira vez em 1975, quando ainda nenhum dos quatro era nascido, e separou-se pouco tempo depois porque ninguém aparecia aos ensaios. Voltaram a reunir-se em 2010, já então totalmente nascidos, para formarem o Agrupamento Recreativo e Musical Planeta Fluffen.


Os Planeta Fluffen ambicionam resolver os grandes problemas do mundo através da sua música. Especialmente os que são solucionáveis musicalmente.

 

Eles vão vão estar em palco com o ator Ricardo Carriço e Lola das Anarchicks para um momento único de Comédia Musical no Teatro Villaret, na próxima sexta-feira, dia 1 de Agosto às 21h30 durante o Festival de Comédia Villari-te 2014.

 

 



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Domingo, 27.07.14

Portugal À gargalhada

 

Depois do fim de semana de ante-estreias, a noite de 23 de Julho foi marcada pela estreia da mais recente Revista de Filipe La Féria, PORTUGAL À GARGALHADA e que estará em cena nos próximos meses no Teatro Politeama.

 

Em palco um elenco absolutamente irrepreensível encabeçado por Marina Mota, Joaquim Monchique, José Raposo e Maria João Abreu, que regressam ao trabalho com La Féria, ao lado de um leque de jovens actores e cantores de qualidades artísticas multifacetadas, tais como Paula Sá, Ricardo Soler e ainda Patrícia Resende, Filipe Albuquerque, Bruna Andrade, David Mesquita, Paulo Miguel e um exímio corpo de baile com coreografias assinadas por Marco Mercier. A Música esteve a cargo de uma grande orquestra dirigida pela mão de Mário Rui.

 

La Féria escreveu, musicou, encenou e criou os cenários desta nova grande aposta que é uma belíssima homenagem à cidade de Lisboa, e tal como acontece sempre nos seus trabalhos, fez-se acompanhar de um leque de profissionais como o Mestre José Costa Reis que assina figurinos e telões, Helena Rocha na dramaturgia e Nuno Guerreiro na assistência de encenação.

Mais um grande trabalho de La Feria, de qualidade, rigor e brilho inquestionáveis, digno dos palcos das melhores capitais mundiais.



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Quarta-feira, 14.05.14

 

Pedro Tochas

O novo trabalho de Pedro Tochas será apresentado a partir de junho em várias cidades da Região de Aveiro. No passado domingo, 11 de maio, Estarreja recebeu a “Fase de Testes” da criação. Pedro Tochas quis reunir um grupo de observadores da comunidade, com o objetivo de avaliar o trabalho desenvolvido até agora pelo artista.

 

 

Um grupo restrito, composto por 22 participantes, passou a tarde do dia 11 de maio, no Cine-Teatro de Estarreja, ao lado de Pedro Tochas para conhecer o processo de criação dos seus espetáculos, os conceitos que prefere e as técnicas que utiliza. “Nariz Preto” é o nome do novo espetáculo de rua de Pedro Tochas, ainda na fase de aperfeiçoamento, e foi alvo de interação e crítica pelo grupo inscrito. Em setembro de 2014, Estarreja recebe o resultado final de um espetáculo que, através da mímica, teatro físico e artes circenses, evoca monstros e heróis numa “aventura épica” sem “aquele final tradicional”, explica Pedro Tochas.

 

Figurino, adereços, materiais e restante cenário, bem como a necessidade de improviso e de relação com o inesperado foi o que mais despertou interesse pelo grupo. Depois de assistirem à mostra do espetáculo, onde alguns foram chamados a interagir e entrar na performance, os observadores questionaram o artista e ficaram a conhecer algumas técnicas do seu trabalho e do processo criativo.

 

Pedro Carvalho, de 28 anos, viajou de Paços de Brandão até ao Cine-Teatro de Estarreja para ser um dos poucos no país a conhecer em primeira mão o novo espetáculo de Pedro Tochas: “Pensava que era um espetáculo normal, mas foi uma surpresa agradável, porque é sempre bom estar em palco e conhecer todo o background do espetáculo”. Um dos que também foi chamado a participar na ação do espetáculo foi Carlos Vieira. Com 22 anos, o animador sociocultural ligado às artes de palco, quis conhecer melhor a dinâmica de trabalho de Pedro Tochas. “Estava mesmo interessado em estar por perto e tentar perceber como funciona a técnica de trabalho dele”, explica Carlos Vieira, de Estarreja, acrescentando que a experiência “foi impressionante” e “enriquecedora”.

 

A Fase de Testes é a primeira parte do projeto de 2014 de Pedro Tochas. “Nariz Preto”, numa alusão ao “universo fantástico”, surge na sequência de uma encomenda realizada pela Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA), no âmbito do projeto de programação cultural em rede – RUCI – ,para ser apresentado nos vários municípios que a compõem. Estarreja é um deles e recebe o novo espetáculo de rua de Pedro Tochas a 14 de setembro, em local e hora a anunciar.

 

A apresentação do espetáculo a estes grupos permite não só perceber a reação do público, mas também “afinar” algumas partes e detalhes. Para Pedro Tochas “este tipo de espetáculo, e a comédia em particular, depende da opinião do público e esta é a melhor maneira de testar. Sozinho não dá”. Com estas sessões o artista capta o feedback máximo da criação: “Tenho que experimentar sempre com pessoas novas, porque quero a surpresa do público. Tenho que trabalhar com um grupo que não sabe o que vai acontecer.” Nuno Filipe Pereira, participante de 39 anos que, juntamente com Cristina Azevedo, deixou Oliveira de Frades para passar a tarde em Estarreja com “um dos artistas portugueses mais conhecidos em todo o mundo”, concordou com Pedro Tochas já que o artista tem com o grupo uma “relação que não pode ter na rua. Aqui pode simular e ter uma opinião de quem vê o espetáculo dele”, aspeto importante “na construção do espetáculo e na construção da personagem”, sublinhou Nuno Filipe Pereira.

 

Em setembro, todos vão poder assistir ao novo espetáculo de Pedro Tochas, à versão final do trabalho que o grupo ajudou a desenvolver. Conforme referiu Pedro Carvalho, “fica a curiosidade de saber o que ele apanhou da sessão e o resultado final como será”.

 

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Segunda-feira, 17.02.14

Em Baixo, em cima

 

Em Baixo e Em Cima – a propósito de Beckett

 

No próximo dia 27 de Março (Dia Mundial do Teatro) a Companhia da Esquina estreará a sua mais recente produção, o espetáculo EM BAIXO E EM CIMA – a propósito de Beckett, com autoria e encenação de Jorge Gomes Ribeiro. O espetáculo ficará em Cartaz no Teatro Taborda de 27 a 30 de Março, às 21h30.

 

No dia 26 de Março, pelas 19h00, realizar-se-á o lançamento em livro, do texto original da peça, numa edição da Escola Superior de Teatro e Cinema, igualmente no espaço do Teatro Taborda. Este lançamento será aberto ao público e contará com apresentação de Maria do Céu Guerra e da Dra. Maria Helena Serôdio.

 

Ficha Técnica e Artística:

Texto e Encenação: Jorge Gomes Ribeiro

Interpretação: Sérgio Moras; Sérgio Moura Afonso e Ruy Malheiro

Fotografia: Rita Fernandes

Produção: Susana Costa e Ruy Malheiro

 

Sinopse:

Barrabás sempre foi vagabundo, nunca quis ser outra coisa, ape­nas isso, isso e olhar as estrelas.

 

Rostabal, esse, calcula os pormenores, as impossibilidades ínfimas.

 

São duas figuras em situação, dois homens e uma mala, uma sucessão de tentativas falhadas, a alteridade da sua existência, a impossibilidade de sair. Os dois jogam o jogo eterno das pa­lavras, o jogo do reconhecimento, no intuito de sobreviver, no intuito de existir.

 

A propósito de Beckett

 

A um determinado nível este drama de inspiração beckettiana pode ser visto como o prolongamento de uma linha de rejeição da falácia da arte realista.

 

A reforçar esta rejeição reside o facto de que as figuras neste espetáculo são alusivas da condição de vagabundo, de uma quin­ta essência cómica da imagem de Charlie Chaplin.

 

Estas figuras do absurdo, puramente ficcionais, contrariam as personagens do dia a dia que se encontram normalmente no drama mais naturalista e relembram uma semelhança risível à imagem do homem.

 

Em Baixo e Em Cima, alternadamente e simultaneamente, estas figuras interpretam pequenos episódios dentro da peça, elabo­rados apenas sob um tema de passagem no texto ou no humor instalado, em vez de uma acção linear baseada na causa do texto dramático e respectivo efeito.

 

Como a linguagem, na perspectiva do absurdo, é considerada uma ferramenta cénica das mais racionais é subordinada então a efeitos não verbais e a uma inadequação constante.

 

Consegue-se assim chegar a uma estrutura paralela ao caos que é o seu objectivo dramático. A sensação de absurdo é conse­guida e ampliada pela justaposição de factos e acontecimentos incongruentes que estimulam no público sensações irónicas e sério-cómicas.

 

1 Beckett, PROUST, New York, 1970

 

Preços e Reservas:

€ 10 - Público geral

€5 - Menores de 25 e maiores de 65 anos, Desempregados, Estudantes, Residentes, Profissionais do Espetáculo e Grupos (c/ um mínimo de 10 elementos)

 

contactos para reserva são o 218854190, 968015251 e o email jbelo@teatrodagaragem.com



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Quinta-feira, 09.01.14

Planeta Fluffen

 

Os Planeta Fluffen são um quarteto musical composto por quatro pessoas. Isto porque os elementos sentiram a necessidade de se distinguir de outros quartetos musicais compostos por três pessoas e um bacalhau. Os Planeta Fluffen são uma banda de música trágico-cómica. Trágico porque ninguém sabe cantar nem tocar como deve ser e cómica porque isso é engraçado.

 

A banda juntou-se pela primeira vez em 1975, quando ainda nenhum dos quatro era nascido, e separou-se pouco tempo depois porque ninguém aparecia aos ensaios. Voltaram a reunir-se em 2010, já então totalmente nascidos, para formarem o Agrupamento Recreativo e Musical Planeta Fluffen.

 

Os Planeta Fluffen ambicionam resolver os grandes problemas do mundo através da sua música. Especialmente os que são solucionáveis musicalmente.

 

Teatro Villaret 30 de Janeiro às 21:30

 

Retirado de Cupão Cultura



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Sábado, 07.09.13

Festival Todos vai percorrer a Rua de São Bento com música, teatro e dança

05 de setembro de 2013

Festival Todos vai percorrer a Rua de São Bento com música, teatro e dança

O Festival Todos - Caminhada de Culturas vai percorrer este ano a rua de São Bento, em Lisboa, com uma programação multicultural de dança, música, teatro e fotografia, anunciou hoje a organização.


De acordo com o programa do festival, este ano em 5.ª edição, entre 12 e 15 de setembro, as zonas de São Bento e do Poço dos Negros, em Lisboa, vão ser o ponto de cruzamento de culturas asiáticas, europeias e africanas.

 

Iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa, organizada pelo GLEM - Gabinete Lisboa Encruzilhada de Mundos, o festival começa no dia 12, com visitas livres ao atelier Júlio Pomar, que decorrem entre 10:00 e as 18:00.

 

A Assembleia da República vai ser este ano um dos pontos do itinerário cultural do festival, acolhendo várias ações desta iniciativa, como a exposição itinerante, que inaugura às 20:00 do mesmo dia, quinta-feira. Da autoria do fotógrafo Luís Pavão, a exposição mostra a diversidade dos rostos humanos, e vai estar patente na escadaria do parlamento.

 

No sábado, às 12:00, será a música a ocupar este espaço com a atuação do grupo Jaipur Maharaja Brass Band, uma fanfarra composta por oito músicos de sopro oriundos do Rajastão, Índia.

 

No sábado e no domingo, o público pode entrar no Palácio de São Bento para a apresentação, na Sala do Senado, do espetáculo "Kohlhaas", às 17:00. O espetáculo é baseado na novela de Henrich Von Kleist, “Michael Kohlhaas”, adaptada para teatro e interpretada pelo encenador e ator italiano Marco Baliani.

 

Entre quinta-feira e domingo, o festival vai também apresentar, entre outros eventos, a exposição "Urban Sketchers, Fundação Mário Soares, passeios pela História da Rua de São Bento, gastronomia com música, por Nele Duportail e Nuno Salvado, concertos de percussão por Ruca Rebordão, a Orquestra Bollywood Masala.

 

No teatro, destaque para "Desmesura", uma peça com texto de Hélia Correia, com direção de João Grosso e interpretações de Inês Nogueira, João Grosso, Lucília Raimundo, Teresa Sobral e Katrin Kaasa, num espetáculo produzido pelo Grupo Cassefaz.

 

Retirado do Sapo Música



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Quinta-feira, 05.09.13

Elefante Salomão

 

Elefante Salomão já vive Tondela

MILHARES DE ESPECTADORES ENTRARAM NA VIAGEM QUE PERCORREU O INTERIOR DO PAÍS NUMA REVISITAÇÃO TEATRAL DO CAMINHO DE SALOMÃO

O elefante Salomão, (re)nascido em Tondela, após uma longa digressão pelo país e, antes das apresentações em Lisboa e Rivas-Vaciamadrid (Espanha), regressa a casa para um momento especial com o seu público.

O Trigo Limpo teatro ACERT dedica este espetáculo aos bombeiros portugueses, associando-se à campanha de angariação de fundos. Propomos que todos os espectadores, nos dias do espectáculo, façam a sua oferta solidária no Quartel dos Bombeiros Voluntários de Tondela (espaço contíguo à zona de representação).

Vá a Madrid ver 'A Viagem do Elefante'
21 e 22 de setembro de 2013

Veja a última apresentação desta temporada de ‘A Viagem do Elefante’ em Madrid e aproveite para visitar a cidade.

No próximo dia 21 de setembro, o Trigo Limpo Teatro ACERT apresenta o espetáculo "A Viagem do Elefante" em Rivas – Vaciamadrid que encerra a digressão de 2013.


Queremos celebrar este momento com todos os associados e amigos da ACERT, estando a organizar uma viagem em autocarro para os que desejem assistir ao espetáculo e visitar alguns locais de interesse em Madrid.
[Saiba tudo aqui]


ACOMPANHE A VIAGEM DO ELEFANTE
Sábado e domingo 7 e 8 de setembro em Tondela
Promotor local: Câmara Municipal de Tondela

Sábado e domingo, 14 e 15 de setembro em Lisboa



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Segunda-feira, 03.06.13

«A Bela de Moscovo» ao som do hino soviético com letra de Rui Veloso

No teatro tudo pode acontecer e, em Moscovo, uma prostituta soviética vê-se mergulhada num mundo cruel enquanto sonha viver num país longínquo onde se canta em português, com música de Rui Veloso.


A peça de teatro "A Bela de Moscovo", levada atualmente ao palco pelo Centro Teatral Gogol, de Moscovo, inclui temas como “A Paixão”, de Rui Veloso e Carlos Tê, traduzidos para russo, num trabalho feito por Rinat Valiulin, a pedido da realizadora da peça, Jenia Berkovitch.

 

O tradutor frisou que tinha trabalhado ‘às cegas’, sem saber a intenção da realizadora: "Não sei porque é que ela escolheu a língua portuguesa para as canções". Mas a realizadora tem uma explicação. "As canções têm letra portuguesa, porque se trata de uma língua desconhecida, de um país longínquo e inacessível, como qualquer outro e como era tudo para quem morava, então, neste país dos sovietes, por trás da cortina de ferro", explicou Jenia Berkovitch.

 

A peça baseia-se na obra homónima do conhecido escritor soviético e russo Victor Ierofeev, escrita no início dos anos 80 do século XX, mas só publicada 10 anos depois, devido à resistência da censura comunista. O romance foi depois traduzido para várias línguas, tendo sido publicado em Portugal pela editora Gradiva.

 

A personagem principal, Irina Tarakanova, é uma jovem provinciana que vai para Moscovo para conquistar um lugar, mas vê-se mergulhada no mundo cruel e implacável da prostituição. Durante o decorrer da história, a personagem lança sobre os espetadores uma enxurrada de revelações, numa linguagem dura e inaceitável num país onde se dizia que "o sexo não existe".

 

Irina, papel interpretado pela jovem atriz russa Ekaterina Steblina, divide-se entre o sonho de uma vida de luxo, o desejo de amar e a vontade de salvar a Rússia.

 

O clássico escritor russo Fiodor Dostoevski defendia que "a beleza salvará o mundo", mas a heroína de Ierofeev mostra que não é assim, mesmo considerando-se uma nova Joana d'Arc.

 

Desesperada, Irina refugia-se num mundo irreal, onde interpreta conhecidas canções soviéticas, mas com letra em português: "Três dias felizes", "Lavanda", "Corre o Rio Volga".

 

A única forma de superar o desespero e a loucura é a morte: "Eu, Irina Vladimirovna Tarakanova, também Joana d'Arc, Virgem de Orleães, em parte Maria do Egito, russa, grávida, sem partido... aceito casar-me com o meu noivo querido, Leonardo da Vinci, antigo pintor italiano, atualmente um corpo anónimo e inquieto. O casamento realiza-se no meu apartamento".

 

O espetáculo termina com Irina Tarakanova a interpretar o hino nacional soviético, no qual o texto é substituído pela letra da conhecida canção de Rui Veloso "A Paixão (segundo Nicolau Viola)".

 

Por estranho que pareça, a letra transmite, na cena final, todo o horror da protagonista, forçada pelo regime e pelas circunstâncias a perder o seu bebé (uma filha?) e a sua própria vida, incapaz de mudar nada nela: "Tu eras aquela que eu mais queria (…), mas esse teu mundo era mais forte do que eu...".

 

Retirado do Sapo Música



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Quarta-feira, 11.07.12
Quinze reclusas e vocalista dos Clã apresentam peça na Assembleia da República

Quinze mulheres de várias nacionalidades, reclusas da cadeia de Santa Cruz do Bispo, em Matosinhos, vão apresentar, na quinta-feira, uma peça de teatro na Assembleia da República, que contou com a participação de Manuela Azevedo, dos Clã.

 

Inesquecível Emília é o nome da peça que parte da experiência das próprias reclusas e é uma iniciativa da PELE, uma associação de intervenção social pela cultura, tendo já sido representada em Fevereiro no interior do estabelecimento prisional.

 

Manuela Azevedo, a vocalista dos Clã, que trabalhou na peça e vai participar no espectáculo, diz que, às vezes, na Assembleia da República (AR), parece «que há um desfasamento enorme, um desligar da realidade e daquilo que as pessoas são e aquilo que o país efectivamente é».

 

Por isso, afirmou à Lusa o importante que pode ser esta apresentação no parlamento: «Estas mulheres vão levar vida à AR, vão levar realidade nua e crua, de uma forma muito concreta e acho que isso vai ser um exercício muito interessante para os nossos deputados. Eles que vejam isto com um olhar muito atento e que lhes sirva de lição, não só para a realidade das prisões e da Justiça, mas também para outras realidades e para a vida que está ali».

 

Para Hugo Cruz, da PELE, o convite feito pela presidente da AR, Assunção Esteves, tem um «valor simbólico muito forte e o grupo está muito entusiasmado». No «fundo, é tornar visível uma realidade, é dar um rosto às pessoas que estão presas em Portugal e é mostrar que estas pessoas são capazes de fazer coisas positivas».

 

A PELE quer chamar a atenção para a necessidade de uma maior continuidade «neste tipo de trabalho para que ele seja produtivo» e por isso pediram audiências aos diferentes grupos parlamentares para apresentar dois relatórios que referem as mais-valias que os vários trabalhos trouxeram «na certificação de competências destas 15 mulheres através de um projecto artístico».

 

Para Manuela Azevedo, a oportunidade de participar no desafio da PELE «teve a ver com razões bastante egoístas». «Interessava-me muito perceber outras disciplinas relacionadas com a performance, o teatro e todo esse trabalho criativo à volta da construção de uma peça e o facto de o poder fazer num local também particular, de privação de liberdade, era um convite que abria muitas curiosidades e muitas apreensões», lembrou.

 

«O que foi muito bom de perceber foi que, apesar de estar num espaço de privação de liberdade, o exercício era de liberdade total, de se inventar as coisas, de perceber como é que se podia contar as histórias que elas queriam contar e isso uma lição muito importante», lembrou a cantora.

 

«Por mais que as pessoas estejam aprisionadas nas suas cadeias, nas suas decisões, umas mais evidentes que outras, há sempre a possibilidade de escapar, e arte e a criatividade são das melhores portas de fuga e de exercício de liberdade que a gente tem à mão» acrescentou.

 

A peça, descreve Manuela Azevedo, «é uma espécie de devaneio, que partiu de um exercício que foi passado às mulheres, que era de elas escreverem uma carta que achassem interessante receber ou remeterem».

 

Acabaram por fazer «um retrato da rotina e do dia-a-dia da vida de uma cadeia, mas passam por uma fuga para o sonho e por isso há uma dimensão de cabaret e de ‘glamour’ misturada nessa rotina mais dura e mais monocromática da cadeia».

 

Para a vocalista acabou por ser uma «experiência muito enriquecedora»: «Foi muito simpático conhecer estas mulheres, muito interessantes, muito generosas na maneira como me receberam no meio delas, como me trataram como igual, sem distâncias nenhumas, sem desconfiança. Foi muito bom, uma lição de vida».

 

Noticia do Sol



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Sexta-feira, 15.07.11

MOVE.AR - FESTIVAL DE ARTES DE RUA DE SETÚBAL

 

Move.AR – Festival de Artes de Rua de Setúbal anima a cidade

 

Pintura facial, malabarismo, modelagem de balões, espectáculos de pirofaga, instalações, estátuas vivas, artesanato urbano, teatro de rua, oficinas para crianças, actividades para bebés, entre muitas outras acções que o Festival de Artes de Rua de Setúbal – Move.AR proporciona a todos os públicos. O Festival é organizado pelo Teatro do Elefante e decorre até dia 17 de Julho, com programação durante todo o dia em vários locais da cidade.

 

No festival são apresentados múltiplos modos de articulação entre as diversas formas de Arte. Deste modo promove-se a intervenção artística de qualidade em espaços acessíveis a todos, estimulando as múltiplas formas de colaboração entre as actividades artísticas, as indústrias do lazer e os agentes económicos e turísticos locais, em geral.

 

No fim de semana que marca o final do primeiro período do Festival, que regressa entre os dias 8 e 19 de Agosto, destaca-se a Oficina de Percussão, dinamizada por Bruno Cintra do Agora Teatro. Esta Oficina dirige-se a crianças a partir dos 4 anos, na qual são explorados os ritmos tradicionais individualmente e em conjunto, bem como os próprios instrumentos.Acompanhando a música ao vivo de uma gaita de foles, a oficina decorre no dia 14 de Julho, pelas 17 horas, no Parque Urbano de Albarquel, com inscrição para os contactos da Companhia. A par da oficina mantêm-se actividades todas as manhãs na Placa Central da Avenida Luísa Todi, como a pintura facial, a modelagem de balões, entre outros. Entre as 10.30h e as 13h, aproximadamente, este espaço é animado e proporciona um conjunto de acções, com participação gratuita para todos, bem como todas as informações sobre o Festival.

 

O  festival é organizado pelo Teatro do Elefante, uma estrutura financiada pelo Ministério da Cultura - DGArtes, e apoiado pela Câmara Municipal de Setúbal e Made In Café|Kids. Todas as informações podem ser cedidas pelos contactos do Teatro do Elefante, elefante@teatrodoelefante.net, 927 751 881 e 916 887 596.

 



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Sábado, 16.04.11
 
João Monge estreia-se na escrita para teatro, sem esquecer a música. Inspirado em Alfredo Marceneiro, criou um espectáculo com Maria João Luís e Manuela Azevedo

"E quem és tu para destruir este mundo só meu? Quem és tu para acreditares em mim e me falares de esperança?" Maria Sem é uma mulher que sente e vive muitas coisas. Evoca paixões, desilusões, desamores, encantos e desencantos. "Fala com um grande sabedoria de quem aprendeu com o que viveu e acha que as coisas valem a pena ser vividas. Fala com grande orgulho, até, do sofrimento de que foi protagonista e tem, apesar de tudo, esperança no futuro", explica Manuela Azevedo.

"A Lua de Maria Sem" é um espectáculo escrito por João Monge e interpretado por Maria João Luís, que acumula a função de encenadora, e Manuela Azevedo, vocalista dos Clã, que estreia hoje no Teatro Municipal de São Luiz, Lisboa, e fica em cena até domingo.

Esta é a primeira peça escrita por João Monge, letrista de bandas como Trovante ou Ala dos Namorados ou artistas como Rui Veloso e Camané, entre muitos outros. Inspirado nos fados de Alfredo Marceneiro, Monge escreveu a história de Maria Sem e as letras para as composições deixadas pelo fadista. Os arranjos têm o dedo de José Peixoto. 

Durante uma hora, Maria João Luís é Maria Sem, cujo pai lhe deixou a lua de herança. Manuela Azevedo também é Maria Sem. Uma diz as palavras, a outra canta-as: "Sempre gostei muito dos textos do Monge. Quando ele me falou deste projecto, das pessoas envolvidas e a partir do que era feito, fiquei muito contente, muito entregue ao projecto. E para mim o fado sempre foi o Marceneiro, a Hermínia Silva, o fado da viela, da rua, profundo. O Marceneiro transporta-nos, pelo menos a mim e à minha geração, a um universo mais povo, mais carne viva", conta Maria João Luís.

Já para Manuela Azevedo, o "sim" não surgiu logo, apesar de se ter apaixonado pelo texto: "Fiquei com receio de não ser capaz de entrar nesse universo do fado do Marceneiro. Mas o facto de os fados terem letras do Monge, um território onde me senti identificada e à vontade, e com a releitura que o Peixoto fez desses arranjos, achei que não ia ter esse peso de estar a interpretar uma coisa com a força, a história e a tradição que o fado tem."

Maria João Luís e Manuela Azevedo nunca se tinham encontrado. As apresentações foram feitas numa pequena reunião logística pré-espectáculo. A empatia foi instantânea: "Há um grande entendimento e confiança mútua. Eu sinto isso, mesmo nos momentos em que estava mais aflita, mais insegura, sentia da parte da Manuela uma disponibilidade e confiança que me davam muita força também para acreditar", explica Maria João Luís.

Encarnar personagens é o dia--a-dia da actriz. Mas para a cantora não é assim tão diferente: "Temos canções que têm mulheres que deixam os homens a babar e durante os três minutos da canção posso imaginar-me assim, com 1,80 m, poderosíssima. Esse exercício de interpretação é uma coisa que já vou desenvolvendo com os Clã. Aqui é pedido com uma consistência maior, até porque é a mesma personagem durante o tempo todo da peça."

Em palco, as duas mulheres estão vestidas de forma masculina. A ideia é de Maria João Luís: "Pensei como é que podemos fazer com que estas duas mulheres sejam anjos, como é que podemos fazê-las almas em vez de corpo? Ou punha umas asinhas, o que seria um bocadinho estranho, ou então tirava-lhes o género, quase, a feminilidade. Uma coisa que fosse assexuada, uma androginia que me interessa explorar. E está lá, no texto, essa alma acima do género."
 


publicado por olhar para o mundo às 23:39 | link do post | comentar


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