Sexta-feira, 21.07.17

 

Letra

 

É dia de arriscar
de fintar a pulsação
mesmo se eu tropeçar
e fizer um arranhão

Eu vou andar tão certa
de que o medo é o papão
franzindo o meu subrolho a qualquer um
em qualquer direção 

Refrão:
Hoje eu sou a dona da razão
ai de quem me diga que não 
que eu sou capaz de nem pestanejar

É tempo de ser forte
atar os ténis com dois nós
abraçar o vento norte
sorrir a quem se ri de nós.

Se nem sequer é noite 
as sombras não vão lá estar
eu vou serrar os dentes
hoje é dia é de arriscar


Refrão:
Hoje eu sou a dona da razão
ai de quem me diga que não 
que eu sou capaz de nem pestanejar
e se algum dos males me aparecer
se me apanharem a correr
eu sou capaz de nem pestanejar

É dia de arriscar 
de fintar pulsação


Refrão:
Hoje eu sou a dona da razão
ai de quem me diga que não 
que eu sou capaz de nem pestanejar
e se algum dos males me aparecer
se me apanharem a correr
eu sou capaz de nem pestanejar

 



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Letra

 

Num olhar dizes que não
Talvez baste uma respiração
Um toque faz-te dizer
As minhas palavras

O silêncio é a razão
De prever o que aí vem ou não
Em contas de mais ou menos
Não somos iguais

Refrão:

Sofro concílios
de um deus
que eu nunca vi

Ouço os sentidos
E os teus
Eu só sei por ti

Entre as pausas do falar
Eu invento com o coração
O espaço entre duas portas
Faz corrente de ar

Se algum dia me disseres
Os enganos até são vulgares
Fechar os olhos em silêncio
Num sinal de fé

Refrão:

Sofro concílios
de um deus
que eu nunca vi

Ouço os sentidos
E os teus
Eu só sei por ti

Sofro concílios
de um deus
que eu nunca vi

Ouço os sentidos
E os teus
Eu só sei por ti

O que será de mim
De ti, de nós enquanto

Refrão:

Sofro concílios
de um deus
que eu nunca vi

Ouço os sentidos
E os teus
Eu só sei por ti

Sofro concílios
de um deus
que eu nunca vi

Ouço os sentidos
E os teus
Eu só sei por ti

Ter-te por meias palavras
Que nem a razão entende
O que será de mim
De ti de nós enquanto

 



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Segunda-feira, 28.12.15

 

Letra

 

De linho te vesti
de nardos te enfeitei
amor que nunca vi
mas sei.

Sei dos teus olhos acesos na noite
- sinais de bem despertar -
sei dos teus braços abertos a todos
que morrem devagar.

Sei meu amor inventado que um dia
teu corpo pode acender
uma fogueira de sol e de fúria
que nos verá nascer.

Irei beber em ti
o vinho que pisei
o fel do que sofri
e dei.

Dei do meu corpo um chicote de força.
Rasei meus olhos com água.
Dei do meu sangue uma espada de raiva
e uma lança de mágoa.

Dei do meu sonho uma corda de insónias
cravei meus braços com setas
descobri rosas alarguei cidades
e construí poetas.

E nunca te encontrei
na estrada do que fiz
amor que nunca logrei
mas quis.

Sei meu amor inventado que um dia
teu corpo há-de acender
uma fogueira de sol e de fúria
que nos verá nascer.

Então:
nem choros nem medos nem uivos
nem gritos nem pedras nem facas
nem fomes nem secas nem feras
nem ferros nem farpas nem farsas
nem forcas nem cardos nem dardos

nem guerras

 



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Terça-feira, 17.11.15

 

Letra

 

Dar-te um beijo
Satisfaz o meu desejo
De te tocar
Esperei tanto tempo
Para te abraçar
Para te enrolar
Em mim...

Aconteceu
Tornou-se realidade
O teu corpo
Tudo em ti era verdade
Mas ja passou
E no vazio, caiu...

Até que chegou o momento,
Cada hora é um tormento,
Mas só te peço para ficares
Ainda estas a tempo de mudar

Esse olhar que existe em ti
Fica ao pé de mim
Só canto para te agradar...

Tens de mudar,
Esse teu pensar,
Esse teu olhar
Ao pé de mim...

Ando triste,
Amor que não existe
Traz a dor,
Palavras de desgosto
que estando assim,
Mais me sinto
Perto de ti...

Não me negues
Talvez o teu último abraço
Com o tempo marcado passo a passo
Acreditar, que foi melhor assim.....

Até que chegou o momento
Cada hora é um tormento
Mas só te peço para ficares
Ainda tás a tempo de mudar

Esse olhar que existe em ti
Fica ao pé de mim
Só canto para te agradar

Tens de mudar

Fica ao pé de mim!

Só canto para te agradar!

Tens de mudar
Esse teu olhar...

Fica ao pé de mim
Só canto para te agradar...
tens de mudar...

Esse teu pensar
Esse teu olhar...

Esse teu pensar
Esse teu olhar...

Ao pé de mim...

 

 



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Quinta-feira, 15.10.15

 

 

Letra

 

Abro os olhos e adormeço
Sem a mente fraquejar
Saio pela manhã
De passagem, coisa vã
Derrapagem
Que a viagem tem princípio, meio e fim

Enquanto vergo, não parto
Enquanto choro, não seco
Enquanto vivo, não corro
À procura do que é certo

Não me venham buzinar
Vou tão bem na minha mão
Então vou para lá
Ver o que dá
Pé atrás na engrenagem
Altruísta até mais não

Enquanto vergo, não parto
Enquanto choro, não seco
Enquanto vivo, não corro
À procura do que é certo

Presa por um fio
Na vertigem do vazio
Que escorrega entre os dedos
Preso em duas mãos
Que o futuro é mais
O presente coerente na razão
Frases feitas são reféns da pulsação

 



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Terça-feira, 18.06.13

 

Letra

 

Meu coração vou empenhar
É de ouro
É bom o preço que te peço
É ouro
Se tu me deres o que eu quero
Vou o meu ouro empenhar

E aquilo que eu quero
É um beijo pela manhã
Um sorriso a meio da tarde
Quero
Festinhas à noite
É um belo preço
Este preço que te faço
Tem de oferta um abraço

Sei o valor que ele tem
É ouro
Se tu me deres o que eu quero
Vou o meu ouro empenhar

E aquilo que eu quero
É um beijo pela manhã
Um sorriso a meio da tarde
Quero
Festinhas à noite
É um belo preço
Este preço que te
quero

Um beijo pela manhã
Um sorriso a meio da tarde
E quero
Festinhas à noite
É um belo preço
Este preço que te faço

Se tu me deres o que eu quero
Vou o meu ouro empenhar

E aquilo que eu quero
É um beijo pela manhã
Um sorriso a meio da tarde
Quero
Festinhas á noite
É um belo preço
Este preço que te faço
Tem de oferta um abraço

Este preço que te faço
Tem de oferta um abraço

Este preço que te faço



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Segunda-feira, 15.10.12

Jardim de Inverno, Pierre Aderne  e Susana FelixJardim de Inverno - Novo Single de Pierre Aderne:

Uma fantástica melodia que junta o ritmo da viola com o tom clássico do piano. 


"Jardim de Inverno" transmite a suave sensação de um doce lar com vista para o quintal.

 

O video foi gravado na Lagoa - Impanema - com vista para o Cristo. Pierre Ardene considerou o local o ideal, uma vez que o vê como o seu próprio quintal: "Tinha feito a mudança da minha casa no rio, e por estar literalmente sem tecto, achei a piada boa... colocar minha sala ao ar livre pra receber em «casa» a Susana Félix".

 

O clip teve na realização Marcão Oliveira juntamente com a portuguesa Sara Soares e na direcção de arte a amiga do cantor Maira Knox.

 

Noticia do HardMúsica

 



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Domingo, 14.10.12

 

 

Letra

 

Nossa casa tinha teto janela e fogão

e uma vista pra olhar você

nossa casa tinha frutas flores e canção

e um relógio pra esquecer

 

nosso tecto tinha lua

que cabia na tua mão

pôs no saco a viola

me levou embora o chão

 

pôs no saco a viola
me levou embora o chão

 

No natal tinha cereja e  maçãs do amor

meus presentes pra te dar

carnaval tinha um montão de cachoeira 

e você pra desfilar... pra mim

 

eu voava de tapete

você ia de balão

depois você foi embora

foi nas asas do avião

 

depois você foi embora
foi nas asas do avião

 

mas eu fiquei

me levantei

e o sol nasceu pra mim

no meu quinta

no seu novo jardim

 

eu acordei

me espreguicei

olhei pela janela

 

no meu jardim

nasceu  flor amarela

 

eu acordei

me espreguicei

olhei pela janela

 

no meu jardim

no seu flor amarela



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Terça-feira, 11.09.12

 

 

letra

meia palavra


tudo aquilo que queres ouvir
já to disseram com muito mais sal
é tempo de poderes descobrir
quanto é que o silêncio vale

escuta cada entrelinha
está lá tudo o que há para dizer
põe a tua mão na minha
e ouve o marfim a correr

meia palavra basta para falar de amor
palavra e meia é muito, sê bom entendedor
sê bom, sê bom entendedor,
sê bom, sê bom entendedor
meia palavra basta para falar de amor
palavra e meia é muito sê bom entendedor
sê bom, sê bom entendedor, sê bom...

não sejas um filme tão espesso
com mil voltas para ir daqui ali
eu quero virar-te do avesso
e ler o que de melhor há em ti

procura um sinal em cada olhar
a química não sabe mentir
deixa o silêncio falar
está lá tudo o que é preciso ouvir

meia palavra basta para falar de amor
palavra e meia é muito sê bom entendedor
sê bom, sê bom entendedor,
sê bom, sê bom entendedor
meia palavra basta para falar de amor
palavra e meia é muito sê bom entendedor
sê bom, sê bom entendedor,
sê bom, sê bom entendedor

não sejas delicodoce nem piegas
o amor avança sempre às cegas
ele sabe o caminho, deixa-o andar
não fales muito para não o assustar

meia palavra basta para falar de amor
palavra e meia é muito sê bom entendedor
sê bom, sê bom entendedor,
sê bom, sê bom entendedor 

 

(letra: Carlos Tê)
(música: Susana Félix e Renato Jr.)



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Sábado, 01.09.12

 

 

Letra

 

É um lugar encantado
entre o mundo e a solidão
onde se espreita estrelas
e a vida cabe nas mãos

Sento-me em frente ao mar
olho para longe do fim
perdem-se barcos na espuma
não sei se é dentro de mim

E fico um pouco mais
gosto que anoiteça aqui
só neste lugar tudo faz sentido
mesmo sem ti

É uma praia onde a noite
me faz lembrar quem eu sou
sem ouvir o que me pedem
sem importar o que eu dou

Antes de todas as mágoas
havia o mesmo luar
só eu cumpri a promessa
de cá voltar

E fico um pouco mais
gosto que anoiteça aqui
só neste lugar tudo faz sentido
mesmo sem ti



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Sexta-feira, 31.08.12

 

 

Letra

 

Já Foi

 Susana Félix

 

Foi então que eu não quis
(foi) então que eu não quis saber
daquilo que fui
nem o que era para mim prever

A vida às vezes cai em câmara-lenta
sem espaço entre o oito e o oitenta

Fui, fui mais do que eu, mais do que o sim
foi mais daquilo que eu nunca quis p'ra mim
fui, fui mais do que eu, podia querer
foi mais do que o espelho tem vindo a dizer

Foi então que eu não quis
(foi) então que eu não quis saber
aquilo que fui
nada ficou por dizer

A vida às vezes cai sem permissão
sem pena de negar explicação

Fui, fui mais do que eu, mais do que o sim
foi mais daquilo que eu nunca quis p'ra mim
fui, fui mais do que eu, podia querer
foi mais do que o espelho tem vindo a dizer





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Letra

 

deita as cartas sobre a mesa e vai
dono da tua incerteza sai
p’ra longe, ao longe vai

pousa na tua almofada a tua dor
sabes que a minha vontade tem sabor
amargo, ao largo vai

tentar saber
se o ser tem razão de ser
então vai, tentar guardar
o que a vida faz p’ra não morrer

só um sonho repetido nos mareia
não confundas o casulo com a teia
transforma, dá forma vai

dono por direito da tua loucura
essa essência de veneno que te cura
mais forte, mais longe vais

tentar saber
se o ser tem razão de ser
então vai, tentar guardar
o que a vida faz p’ra não morrer

murmúrios são uivos vai...

tentar saber
se o ser tem razão de ser
então vai, tentar guardar
o que a vida faz p’ra não morrer

não murmures mais...



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Quinta-feira, 21.06.12

 

Letra

 

Ninguém disse que os dias eram nossos
Ninguém prometeu nada 
Fui eu que julguei que podia arrancar sempre 
Mais uma madrugada 
Ninguém disse que o riso nos pertence 
Ninguém prometeu nada 
Fui eu que julguei que podia arrancar sempre 
Mais uma gargalhada 

E deixar-me devorar pelos sentidos 
E rasgar-me do mais fundo que há em mim
Emaranhar-me no mundo
E morrer por ser preciso 
Nunca por chegar ao fim 

Ninguém disse que os dias eram nossos
Ninguem prometeu nada 
Fui eu que julguei que sabia arrancar sempre 
Mais uma gargalhada 

E deixar-me devorar pelos sentidos 
E rasgar-me do mais fundo que há em mim 
Emaranhar-me no mundo 
E morrer por ser preciso
Nunca por chegar ao fim 



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Sábado, 03.03.12

 

Letra

 

Amanhecer 

Susana Félix 

 

A vida tem destas voltas estranhas
Que te confundem nas suas manhas
Faz-te tantas vezes perder o Norte e a razão
E crava as garras no teu coração

Não pede desculpa, não pára p'ra ver
Confunde os teus sonhos até te perder
Faz-te tantas vezes sentir o dono do Mundo
E de repente deixa-te só (oooooo)

A vida tem destas voltas estranhas
Onde te prendes e te emaranhas
Faz-te tantas vezes rodar como um pião 
E crava as garras no teu coração

Mas depois..
P'ra te consolar...
Dá-te o céu e as estrelas...
O calor e o mar..
Faz-te sonhar...
E faz-te morrer..
Mas deixa-te sempre, mais uma vez
Sarar as feridas e amanhecer...

A vida tem destas voltas estranhas
Que te confundem nas suas manhas
Faz-te tantas vezes perder o Norte e a razão
E crava as garras no teu coração

Não pede desculpa, não pára p'ra ver
Confunde os teus sonhos até te perder
Faz-te tantas vezes sentir o dono do Mundo
E de repente deixa-te só (oooooo)

Mas depois..
P'ra te consolar...
Dá-te o céu e as estrelas...
O calor e o mar..
Faz-te sonhar...
E faz-te morrer..
Mas deixa-te sempre, mais uma vez
Sarar as feridas e amanhecer...

Lamber as lágrimas, sarar as feridas
E amanhecer....




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Sábado, 03.12.11

Letra

 

a idade do céu (feat. jorge drexler)
(letra e música: Jorge Drexler)
(adaptação: Susana Félix)


não somos mais
que uma gota de luz
uma estrela que cai
uma fagulha tão só na idade do céu

no somos lo que quisiéramos ser
solo un breve latir
en un silencio antiguo
con la edade del cielo

calma, tudo está em calma
deixa que o beijo dure
deixa que o tempo cure
deixa que alma
tenha a mesma idade que a idade do céu

não somo mais
que um punhado de mar
um gracejo de Deus
um capricho do sol do jardim do céu

no damos pie
entre tanto tic tac
entre tanto big-bang
solo un grano de sal
en el mar del cielo

calma, tudo está em calma
deixa que o beijo dure
deixa que o tempo cure
deixa que alma
tenha a mesma idade que a idade do céu


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Sábado, 14.05.11

 

 

Letra

 

Flutuo, consigo deslindar o meu gosto sem esforço
Balanço é o que a maré me dá e eu não contesto
O meu destino está fora de mim e eu aceito
Sou eu despida de medos e culpas, confesso

Hoje eu vou fingir que não vou voltar
Despeço-me do que mais quero
Só para não te ouvir dizer que as coisas vão mudar
amanhã

Flutuo, consigo deslindar o meu gosto sem esforço
Balanço é o que a maré me dá e eu não contesto
Amanhã, pensar nisso sempre me dá mais jeito
Fazer de mim pretérito mais que perfeito

Hoje eu vou fingir que não vou voltar
Despeço-me do que mais quero
Só para não te ouvir dizer que as coisas vão mudar
amanhã, amanhã

Hoje eu vou fugir para não me dar a vontade de ser tua
Só para não me ouvir dizer que as coisas vão mudar
amanhã, amanhã, amanhã
Flutuo

 



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Sexta-feira, 13.05.11

 

 

Letra

 

Tantas as promessas que não esqueço
Trancadas onde nunca mexo
Chego a tempo de me socorrer

Faz uma entrada triunfal
Sem finta nem meia final
Tras me a paz que o mundo perdeu

Olha para mim
Bem vindo a tudo o que é meu
Que o melhor dos nossos mundos
É tão pouco afinal

Estou de fileira à minha urgência
Já não há mais paciencia
De ter fé no assim, assim

conta me história do bandido
Que a alma não sente o perigo
Faz-me crer que o mundo aqui

Olha para mim
Bem vindo a tudo o que é meu
Que o melhor dos nossos mundos
É tão pouco afinal
(2X)

Faz uma entrada triunfal
Sem finta nem meia final
Chega a tempo de me adormecer

conta me história do bandido
Que a alma não sente o perigo
Faz-me crer que o mundo aqui

Olha para mim
Bem vindo a tudo o que é meu
Que o melhor dos nossos mundos
É tão pouco afinal
(2X)

 



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Quinta-feira, 12.05.11

Três anos depois do seu último disco “Pulsação”e um ano depois da homenagem a Ary dos Santos em a Rua da Saudade, Susana Félix regressa com “PROCURA-SE”!

Procura-se, o novo disco de Susana Félix

 

"Fazer um disco novo é fazer "o novo" e não "de novo" é encarar de novo o silêncio e a folha em branco!... Estamos todos a acabar um ciclo e a começar outro... E eu senti a necessidade de viver essa nova procura no meu trabalho. É por isso que este é um disco tão diferente dos anteriores; é o inicio de um novo ciclo...”


Três anos depois do seu último disco “Pulsação”; um ano depois da homenagem a Ary dos Santos em a Rua da Saudade, Susana Félix regressa com “PROCURA-SE”!


O novo disco, afasta-se das sonoridades mais acústicas dos últimos trabalhos e mostra uma Susana Félix mais electrónica:
“ É a procura de alguma simplicidade, os discos anteriores eram discos que iam ao encontro de um som de alguma forma grandioso. Este não! A minha procura, passou por voltar a brincar com a música, a encarar e a reinventar-me de uma forma mais leve, mais divertida. As minhas letras continuam a falar de assuntos muito sérios, mas de alguma forma o facto de ter conseguido, 13 anos depois do primeiro álbum, fazer o meu disco mais POP de sempre, é algo que me orgulha e motiva bastante!”
Produzido por Renato Jr. e Nuno Rafael, “PROCURA-SE”, é uma viagem por esse Universo de Susana Félix (autora e compositora), que tão bem descreve os quotidianos, tão bem simplifica aquilo que é de todos e que todos gostaríamos de dizer.
“PROCURA-SE”, tem a riqueza das palavras e dos novos sons e a cumplicidade de nomes como Steve Jansen (ex-Japan), João Cabrita, Jorge Drexler (vencedor de um Óscar para melhor canção original) que faz um dueto com Susana em "A Idade do Céu” e Carlos Tê que assina a letra de “Meia palavra”. O album inclui ainda duas versões, uma de Marcelo Camelo (Los Hermanos) e outra dos Xutos e Pontapés.
Procure!
Há muito mais para descobrir neste novo disco de Susana Félix.

 

Via Inside



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