Terça-feira, 31.01.17

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Festival Sons de Vez começa a 11 de Fevereiro

O festival está nomeado pelo segundo ano consecutivo para Best Indoor Festival nos Iberian Festival Awards

 

O Festival Sons de Vez está de regresso ao Minho e desta vez com uma edição especial que assinala o 15º aniversário de uma das mais antigas mostras de música moderna portuguesa. Em simultâneo decorre a votação dos Iberian Festival Awards para a qual está nomeado, pelo segundo ano consecutivo, na categoria de Best Indoor Festival. A cerimónia de anúncio dos vencedores terá lugar em Madrid a 16 de Março.

Miguel Araújo é um dos artistas mais completos da nova geração da música portuguesa e, portanto, o nome escolhido para inaugurar esta edição comemorativa do Sons a 11 de Fevereiro. Cantor, músico e compositor, deu-se a conhecer n’Os Azeitonas, mas tem sido a solo que tem batido todos os recordes. Com várias nomeações para Melhor Canção, Melhor Intérprete Individual e Personalidade Masculina do Ano, traz-nos “Crónicas da Cidade Grande”, um disco que entrou diretamente para o número 1 do iTunes e para o top 3 de vendas. A primeira parte fica a cargo de VIA, diminutivo de Elvira que é um dos talentos emergentes desta edição.

O fim-de-semana seguinte faz-se de revivalismo rock. Primeiro com os Jarojupe, instituição do rock minhoto formada pelos irmãos Parente que acumulam mais de 30 anos de carreira. Trazem consigo uma mão cheia de clássicos e o último disco de originais editado o ano passado e que dá pelo nome de “A force of nature”. A noite de 18 de Fevereiro soma e segue com os UHF de António Manuel Ribeiro. Em quase 40 anos de estrada, fica difícil eleger os momentos mais notáveis da sua carreira, embora “À flor da pele” editado em 1981 e, mais tarde, “Noites negras de azul” sejam marcos na história da música nacional que para sempre vão figurar no top dos discos mais vendidos em Portugal.

A 25 de Fevereiro, o microfone é entregue a Bezegol e à Rude Bwoy Band. Com um disco novo na calha do qual é já conhecido o single com Rui Veloso “Maria”, o repertório promete uma viagem pela discografia do músico cujo timbre de voz não deixa ninguém indiferente. Temas como “Rainha sem coroa” ou “Era tão bom” são hinos da Invicta e não vão ficar de fora deste alinhamento.

O segundo mês de programação do Sons de Vez arranca a 04 de Março com Diogo Piçarra. “Espelho” foi um dos álbuns de maior sucesso na pop portuguesa e originou uma tour que o levou de Norte a Sul de Portugal e às ilhas, tocando para milhares de pessoas, com concertos enérgicos e surpreendentes. Para além dos grandes sucessos do disco “Tu e Eu”, e “Verdadeiro”, fazem ainda parte do seu cancioneiro temas nos quais participa com Jimmy P e Karetus e ainda o seu mais recente sucesso “Dialeto” que marcou o ritmo do verão.

A 11 de Março apresentamos um cruzamento entre o flamengo e o fado em jeito de convite ao público da Galiza. Os Fado Violado protagonizam a noite com a apresentação do seu disco de estreia “Jangada de Pedra” que junta Ana Pinhal e Francisco Almeida na voz e guitarra, e uma mão cheia de virtuosos instrumentistas e back vocals.

O festival Sons de Vez prossegue a 18 de Março em dose dupla. Primeiro com os The Twist Conection que trazem na formação elementos que integraram conhecidas bandas nacionais como WrayGunn, Bunnyranch, Tédio Boys ou Parkinsons. “Stranded Downtown” é o nome do recém-editado primeiro álbum de onde florescem relatos e boas referências e confluem estilos, todos marcantes no trajeto dos músicos, com forte ligação ao blues e ao garage. A segunda banda a pisar o palco são os Bed Legs que se situam algures entre a reivindicação de um blues musculado e o descomprometimento do rock n roll. A sua música assume-se marcada por uma constante “tertúlia” entre uma voz de charme e um power trio de intervenção.

Pedro Abrunhosa, o primeiro artista anunciado desta edição e um dos nomes maiores da música portuguesa, está confirmado para o dia 25 de Março. Acompanhado dos Comité Caviar traz a Arcos de Valdevez o último disco de originais “Contramão” e uma seleção cuidada de hits que marcaram o seu percurso nestes últimos 20 anos de música.

O festival termina a 31 de Março com três representações do hip-hop nacional. Primeiro, Abyss que nos vem apresentar “Segredos do meu diário” com versos carregados de metáforas, num registo de dez faixas que percorre toda a vida do rapper e as suas ambições na música. Logo a seguir, Chillange, que embora de origem moldava tomou o português para rimar e, apesar de não ser esta a sua língua materna, é notória a naturalidade com que escreve e rima no nosso idioma. A fechar a noite, Maze um dos MC’s e produtores do colectivo Dealema. Regressado do Festival Terra do Rap no Brasil, o rapper portuense apresenta-nos o seu mais recente álbum “Entranhas” considerado um dos discos do ano de onde se extraem “Musa” e “Moinhos de vento” que têm permanecido intactos no top das mais ouvidas na Antena 3.

Os bilhetes são colocados à venda na semana respeitante a cada concerto, sempre  por   contato telefónico pelo 258 520 520; informações adicionais pelo email casadasartes@cmav.pt e em facebook.com/sonsdevez





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Quarta-feira, 13.01.16

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O Festival Sons de Vez está de regresso. De 6 de Fevereiro a 19 de Março, o Minho volta a acolher o melhor da música moderna portuguesa com concertos todos os fins-de-semana no auditório da Casa das Artes de Arcos de Valdevez.

 

Os Mão Morta são a aposta da organização para iniciar aquela que é uma das mais antigas mostras de música moderna portuguesa. Sobem ao palco dia 6 de Fevereiro e na bagagem trazem o seu mais recente álbum Pelo Meu Relógio São Horas de Matar, onde o realismo duro com que se pinta a cores escuras o Portugal contemporâneo, convive com a catarse a que canções de rock opressivo e selvagem invariavelmente convidam.

 

O fim-de-semana seguinte está entregue a uma das mais carismáticas vozes da pop nacional, David Fonseca, que apresenta no Sons de Vez o seu primeiro disco inteiramente cantado em português – Futuro eu – que tem como cartões de visita os singles “Chama-me eu que vou” ou “Hoje eu não sou”. Traz ainda uma novidade a nível cénico, com um espetáculo que conjuga o intimismo com a alegria, a dramaticidade e o espetacular.  A não perder dia 12 de Fevereiro.

 

A 19 de Fevereiro, o palco é repartido entre dois novos talentos nacionais – os Wildfire que trazem de Viana do Castelo o recém editado disco de estreia Sahara Tides, um álbum rock onde é assumido o experimentalismo sonoro e a instrumentalização excessiva – e também o duo de blues Serushiô. Com dois álbuns de estúdio e um EP editados, a dupla foi convidada para atuar o ano passado no Canadian Musix Week de Toronto depois de uma intensa tour nacional.

 

O mês termina ao som dos vibrantes A Jigsaw & The Great Moonshiners Band e da talentosa Emmy Curl. A dupla A Jigsaw que foi comparada pela revista francesa Les Inrockuptibles a nomes como Tom Waits ou Leonard Cohen mescla a folk, o blues, a literatura e esse conceito abstracto da imortalidade apresentando ao vivo no próximo dia 26 de Fevereiro o disco No true magic. Emmy Curl, por sua vez, é um talento nato. Criada numa família de artistas, compôs o primeiro tema com apenas quinze anos, e é atualmente uma das promissoras artistas da pop nacional independente. Com o disco de estreia, Navia, comprovou ter um universo próprio perfeitamente desenhado e cheio de som e imagem.

 

Segue-se no arranque do segundo mês de programação Marta Ren. Com uma força e estilo inconfundíveis que fazem dela uma referência na soul e funk nacionais, a cantora do Porto atua a 5 de Março com os the Groovelvets para apresentação do seu novo trabalho discográfico, que será editado praticamente em simultâneo com esta atuação. O concerto é antecedido pela prestação de Denise, uma das aguardadas vozes desta edição, em promoção ao EP de estreia Angorá. Nele, a musicalidade da soulfunde-se com o boom bap do hip-hop, sendo a língua de Camões o veículo utilizado para expressar emoções.

 

A 12 de Março, mais uma sessão dupla de concertos. Primeiro com os Malaboos, um projeto ainda muito jovem de rock alternativo, que apesar da tenra idade levará ao Auditório da Casa das Artes o seu EP de estreia. E logo depois o aclamado cantor e compositor de origem iraniana Mazgani que trará ao Sons de Vez o último trabalho, Lifeboat. Com uma forte e carismática presença e entrega em palco, é um dos mais respeitados e procurados artistas no seu território e sem dúvida uma das atracões no alinhamento desta edição.

 

O festival termina a 19 de Março com o concerto de Ladrões do Tempo que serão antecedidos pelos Tuff Gum, um projeto emergente da cena rock nacional cantada em português e que aqui têm honras de tocar em casa. E se dúvidas restassem quanto a Ladrões de Tempo a apresentação é simples. Um grupo de cinco amigos com o rock n’ rol em comum, que de resto são nomes incontornáveis da nossa música – Zé Pedro dos Xutos & Pontapés, Tó Trips dos Dead Combo, Samuel Palitos dos GNR e A Naifa, Paulo Franco dos Dapunksportif e Donovan Bettencourt dos Dead Cats Dead Rats. Trazem com eles 1º Assalto, um álbum com nove canções de filiação rock, que conta com a composição repartida de quase todos os membros do grupo.

 

Retirado de Antena3



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Domingo, 02.02.14

Festival Sons de Vez regressa em fevereiro com Jorge Palma, Mundo Cão e Noiserv

Arranca a 8 de fevereiro, em Arcos de Valdevez, a 12ª edição do Festival Sons de Vez, com Jorge Palma, Mundo Cão, Noiserv e Melech Mechaya, entre outros, no cartaz.

 

A Casa das Artes de Arcos de Valdevez volta, em 2014, a ser o palco da mostra de música moderna portuguesa, que se prolongará até 29 de março, distribuída por oito sábados.

 

O certame arranca com um concerto de Jorge Palma e prossegue a 15 de fevereiro, com a música entregue aos bracarenses Ermo, com “Vem por aqui”, editado pela Optimus Discos, na bagagem. Na primeira parte do seu concerto, atuam os ATIC, projeto de tendências pop e eletrónica com sonoridades cénicas e ambientais.

 

A 22 de fevereiro atuam os Mundo Cão, banda de Pedro Laginha, que acaba de editar “O Jogo do Mundo”, logo seguidos, a 28 de fevereiro, pelos Keep Razors Sharp, coletivo que junta músicos dos Sean Riley & The Slowriders, The Poppers ou Riding Panico, entre outros.

 

A 8 de março, é Noiserv e o seu “Almost Visible Orchestra” que tomam conta do palco da Casa das Artes de Valdevez. Seguem-se, a 15 de março, os Fitacola e, a 22, os Melech Mechaya, apontados como a primeira e mais proeminente banda de música Klezmer em Portugal.

 

O Sons de Vez encerra a 29 de maço, com um concerto d’ O Bisonte.

 

A edição 2014 do certame incluirá, também, em duas datas e antes das performances musicais, a projeção dos documentários “Meio Metro de Pedra” e “Música em Pó”, do realizador Eduardo Morais. A mostra é acompanhada, igualmente, por uma exposição fotográfica, que retrata alguns dos momentos mais marcantes da edição trasata.

 

Todos os espetáculos têm início às 23h00 e os ingressos podem já ser adquiridos nas instalações da Casa das Artes, de segunda a sexta-feira, entre as 10h00 e as 18h00, ou no próprio dia dos eventos. Podem também ser feitas reservas pelo número 258 520 520, num limite máximo de quatro ingressos por pessoa. O preço dos bilhetes varia consoante o espetáculo.

 

Retirado do Sapo Música



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Domingo, 03.02.13

Festival sons de vez


O festival de música Sons de Vez regressa, a partir de sábado, a Arcos de Valdevez, com uma programação que vai da pop ao jazz e que se prolonga até 23 de março.


É a 11.ª edição deste festival de música moderna portuguesa que decorre no auditório da Casa das Artes e que, a partir de sábado, apresenta 10 propostas musicais, abrindo com a atuação de um dos últimos sucessos pop nacionais, os Amor Electro.

 

No fim de semana seguinte, a música divide-se entre os Hot Pink Abuse, que continuam a rota de promoção ao disco de pop eletrónica “Sinuosity”, e Valter Lobo, solitário autor de baladas pop que em 2012 integrou a coletânea dos Talentos Fnac.

 

A 16 de fevereiro, chegam ao festival minhoto os The Last Internationale, capazes de fundir géneros como a folk e o rock’n’rol e, a 23 de fevereiro, o palco pertence aos Supernada, de Manuel Cruz, ainda a percorrerem os temas de “Nada é possível”.

 

Em março, logo no dia 02, vai ser possível assistir ao encontro entre dois dos produtores e rappers mais influentes a nível nacional, Mundo Segundo e Sam The Kid, que se apresentam ao vivo para uma amigável disputa musical.

 

Uma semana mais tarde, duas propostas para uma noite: Fast Eddie Nelson, que apresenta “Nuff Said!”, um disco de rock com sabor a blues, e Thee Chargers, coletivo do Porto que se movimenta nas ondas surf rock.

 

Numa demonstração final da variedade de géneros deste festival, os dois últimos fins de semana são ocupados por Black Bombaim e por Kiko & The Jazz Refugees: a 16 de março, a banda de Barcelos, com um poderoso rock psicadélico, deverá viajar pelos temas do duplo álbum “Titans”, enquanto Kiko, a 23, deverá encerrar o festival com temas de blues e jazz do seu último álbum de originais, “L’USA”.

 

Também no âmbito deste festival, prevê-se o lançamento de um disco com alguns dos nomes que já passaram por este festival e uma exposição de fotografia que retrata a edição do ano passado.

 

Retirado do Sol



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