SELMA UAMUSSE
Concerto
Selma Uamusse canta o seu mundo com um mundo dentro de si.
Um concerto que afirma também as afinidades artísticas e solidárias da ACERT com Moçambique e a relação artística com os muitos criadores que marcaram o percurso da ACERT
A versatilidade, um poderoso instrumento vocal e a genialidade performativa levaram-na a brilhar desde o rock (WrayGunn) ao afrobeat (Cacique 97), ao gospel, soul e jazz (Gospel Collective, tributos a Nina Simone e Miriam Makeba), enriquecendo a sua viagem por diversos estilos. A cada passo, maior a consciência do poder transformador político e social da música.
Nos últimos dois anos tem acompanhado Rodrigo Leão como voz convidada, participando igualmente em discos e espetáculos de diversos artistas. O reconhecimento do seu talento foi-se alargando e trespassando áreas artísticas, tendo emprestado, no último ano, o seu corpo e voz a projetos de teatro, cinema e artes visuais.
O EP de estreia, onde se avança o primeiro tema “Ngono Utana”, contém tudo o que a Selma é: uma jovem e enérgica intérprete que viveu a adolescência durante o reinado do rock em Portugal, conhecedora do cancioneiro tradicional do jazz e soul norte-americanos, perita no trabalho das suas referências vocais mais preciosas, intérprete de ritmos e sonoridades africanas, bailarina, não profissional, mas feliz.
A mistura fina que a Selma oferece é bem mais do que um mosaico de colagens de todas as aventuras musicais e artísticas que viveu. É um organismo próprio, individual, identitário, de frescura e atualidade surpreendentes e inconfundíveis. Entre as machambas de Moçambique, os clubes noturnos europeus e a energia do rock, entre línguas e ritmos tradicionais africanos e produção eletrónica carregada de psicadelismo, entre timbilas e sintetizadores.
PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ /Bilhete família disponível
SELMA UAMUSSE
Concerto
Selma Uamusse canta o seu mundo com um mundo dentro de si.
Um concerto que afirma também as afinidades artísticas e solidárias da ACERT com Moçambique e a relação artística com os muitos criadores que marcaram o percurso da ACERT
A versatilidade, um poderoso instrumento vocal e a genialidade performativa levaram-na a brilhar desde o rock (WrayGunn) ao afrobeat (Cacique 97), ao gospel, soul e jazz (Gospel Collective, tributos a Nina Simone e Miriam Makeba), enriquecendo a sua viagem por diversos estilos. A cada passo, maior a consciência do poder transformador político e social da música.
Nos últimos dois anos tem acompanhado Rodrigo Leão como voz convidada, participando igualmente em discos e espetáculos de diversos artistas. O reconhecimento do seu talento foi-se alargando e trespassando áreas artísticas, tendo emprestado, no último ano, o seu corpo e voz a projetos de teatro, cinema e artes visuais.
O EP de estreia, onde se avança o primeiro tema “Ngono Utana”, contém tudo o que a Selma é: uma jovem e enérgica intérprete que viveu a adolescência durante o reinado do rock em Portugal, conhecedora do cancioneiro tradicional do jazz e soul norte-americanos, perita no trabalho das suas referências vocais mais preciosas, intérprete de ritmos e sonoridades africanas, bailarina, não profissional, mas feliz.
A mistura fina que a Selma oferece é bem mais do que um mosaico de colagens de todas as aventuras musicais e artísticas que viveu. É um organismo próprio, individual, identitário, de frescura e atualidade surpreendentes e inconfundíveis. Entre as machambas de Moçambique, os clubes noturnos europeus e a energia do rock, entre línguas e ritmos tradicionais africanos e produção eletrónica carregada de psicadelismo, entre timbilas e sintetizadores.
PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ /Bilhete família disponível
Letra
Não encontrei a letra desta música
Selma Uamusse, a cantora que põe todos a dançar ao som dos ritmos moçambicanos “Tenho uma grande paixão pelo palco” Moçambique,
A cantora moçambicana Selma Uamusse terminou recentemente o processo de gravações do próximo disco do compositor português Rodrigo Leão com a Orquestra e Coro da Fundação Calouste Gulbenkian e prepara-se para gravar a sua estreia em nome próprio juntamente com o produtor e pianista argentino-brasileiro Pablo Lapidusas.
Numa entrevista concedida ao Kaymu Moçambique, Selma retrata os seus vários projectos musicais e confessa a sua enorme paixão pela música e pelo palco.
Actualmente a viver em Portugal, a cantora refere que estabelece como desafio pessoal aprender mais sobre a música, dança e instrumentação moçambicana e trabalhar no sentido de a difundir, aproveitando toda as experiências anteriores como a colaboração com a banda portuguesa Wraygunn, a passagem pela Escola de Jazz Luiz Villas-Boas e o tributo à icónica cantora americana Nina Simone. Aliás, quando confrontada com a extensa lista de colaborações que tem no seu currículo, Selma evidencia a sua versatilidade: “Considero-me multidisciplinar e tenho alguma facilidade em aceitar desafios diferentes porque sou também apreciadora de géneros musicais muito diferentes”.
Debruçando-se sobre a indústria musical moçambicana, dá vários exemplos de boa música produzida no país, referindo nomes como Isabel Novela, Miguel Xabindza e Deltino Guerreiro. Numa nota mais pessoal, confessa ainda que é entusiasta por roupas feitas à medida com capulana que recebe de Moçambique. Selma Uamusse nasceu em 1981 em Maputo e nunca perdeu a ligação à sua terra natal. Tendo trabalhado em diversas áreas musicais nos últimos 13 anos, deixou o percurso profissional da Engenharia em prol de uma busca daquilo que é a sua identidade musical. Nessa busca, tem vindo a estabelecer um encontro com o umbigo deixando-se influenciar não apenas por aquilo que tem sido a formação académica e de estrada na área musical, mas também pelas raízes moçambicanas.
Leia a entrevista completa aqui: http://www.kaymu.co.mz/kea-entrevista-selma-uamusse/
Letra
Tanto dá o mar, tanto faz
Tanto faz quem não vem
Quem não vem não se dá
Só se dá quem se tem
Que se dane o mar se nos faz
Se nos faz suspender
Suspender o voltar
Re-voltar a viver
Mas se por acaso for voltar
Àquilo que era:
Não, não, não, não, não, não.
Já não é o que foi
E o que foi tanto faz
Tanto fez esquecer
E são tantos passos para trás
Mas e se for o mar que nos faz
Que nos faz reviver
Reviver e voltar
E voltar a querer
Mas se por acaso for voltar
Àquilo que era:
Não, não, não, não, não, não.
Não contem comigo não, não contem
Mas se por acaso for voltar
Àquilo que era
Não contem, não contem comigo, não.
Mas se por acaso for voltar
Não contem comigo, não
Àquilo que era
Não contem, não contem comigo, não
Não, não, não, não, não.
Conta comigo para ancorar o coração
Conta comigo para ancorar a tua mão
Conta comigo para ancorar o coração
Conta comigo para ancorar a tua mão
Mas se por acaso for voltar
Àquilo que era
Não contem comigo, não.
Música
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Cultura
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