Sábado, 21.10.17

boboone.jpg

 

Maria Ana Bobone São Luiz 9 Dez

 

Maria Ana Bobone no regresso aos palcos de Lisboa, trazendo mais um concerto único, desta vez, à sala onde se estreou. A fadista/pianista e compositora, promete já revelar alguns dos novos fados do seu próximo trabalho a ser lançado em 2018. Conta ainda com a presença do fadista Camané,  a quem se junta num dueto surpreendente. Como convidados estarão ainda a violinista Maria Balbi, o cantor Manuel Rebelo  e o guitarrista Artur Caldeira . A acompanhá-los estará o trio: Bruno Mira (guitarra portuguesa), Pedro Pinhal (viola de fado) e Rodrigo Serrão (contrabaixo e direcção músical).



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Terça-feira, 11.03.14

SÉRGIO GODINHO: A “Liberdade” vai passar pelo São Luiz

 

Sérgio Godinho

A “Liberdade” vai passar pelo São Luiz Apresentações em Lisboa a 10, 11 e 12 de Abril

Integrado no ciclo de programação “25/40 – Democracia”, Sérgio Godinho apresenta no próximo mês de Abril – a 10, 11 e 12 – o espectáculo “Liberdade”, uma produção concebida a propósito do 40º aniversário do 25 de Abril de 1974.

 

“Liberdade é de todas as palavras e conceitos que uso na minha vida, e por arrasto nas canções, a que mais acarinho e que mais defendo, aquela que dá ao norte a sua bússola”, refere Sérgio Godinho. Partindo da canção com o mesmo título publicada em 1974 no álbum “À Queima Roupa”, em “Liberdade”, o “escritor de canções” revê, através do seu repertório, os quarenta anos do Portugal democrático. Desde a música empenhada, bandeira de causas e consciência social, ao diário íntimo e plural, uma visão de nós próprios a partir do trabalho de um dos mais importantes criadores de imaginário destas últimas quatro décadas.

 

Em complemento às apresentações, Sérgio Godinho é ainda o curador da programação dos finais de noite no Jardim de Inverno nos dias das suas apresentações. O convite foi feito a criadores emergentes que terão a uni-los a canção “Liberdade”:

 

     Dia 10 – Nuno Prata

     Dia 11 – Joana Barra Vaz

     Dia 12 – They’re Heading West & Capicua


Ainda durante o mês de Abril, Sérgio Godinho estará com “Liberdade” em:

 

      17/04  - Cine-Teatro Louletano / Loulé

      19/04 - Teatro Pax Julia / Beja

      23/04 - Cine-Teatro Avenida / Castelo Branco

      24/04 - Setúbal (comemorações populares 25 de Abril)

      25/04 - Teatro Viriato / Viseu

      26/04 – Centro de Artes / Ovar



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Domingo, 06.10.13
Prémios Amália Rodrigues são entregues no dia 4 de Novembro
A VIII Gala de entrega dos Prémios Amália, que anualmente distinguem personalidades ligadas ao fado e à música portuguesa, realiza-se no dia 04 de Novembro no Teatro Municipal de S. Luiz, anunciou a produtora.

A entrega dos galardões volta ao palco do S. Luiz, onde se realizou pela primeira vez, no dia 01 de Outubro de 2005, apresentada pelo locutor José la Feria. Ao longo das diferentes edições, foram cenários da gala, o Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, a arena do Campo Pequeno e o Coliseu dos Recreios, em Lisboa.

 

A lista dos premiados deste ano inclui o guitarrista Carlos Gonçalves, na categoria de Melhor Compositor, as fadistas Gisela João e Maria da Nazaré, respectivamente com os prémios Revelação e Melhor Intérprete, Vasco Graça Moura com o Prémio Autor, e Jaime Santos Jr. com o de Melhor Instrumentista.

 

O júri, presidido pelo poeta Tiago Torres da Silva, atribuiu este ano uma nova distinção, o Prémio Saudade "Lembrar para Recordar", que celebra a fadista Hermínia Silva, falecida em 1993, e um Prémio Especial ao construtor de cordofones, Óscar Cardoso.

 

Na 2.ª edição dos prémios, o júri que integrou a actriz Alina Vaz e o poeta José Luís Gordo, entre outros, decidiu também entregar um Prémio Especial ao cantor e compositor da Música de Coimbra, Fernando Machado Soares.

 

A lista de premiados deste ano completa-se com a fadista Teresa Tarouca, 71 anos, distinguida com o Prémio Carreira, a cantora Maria Bethânia na categoria Internacional, o CD "Fados de Amor", de Rodrigo Costa Félix, como o Melhor Álbum de Fado do Ano, e o de Divulgação que distingue a Rádio Alfa, de Paris.

 

Segundo o mesmo comunicado, a gala conta com a participação dos fadistas Maria da Nazaré, Gisela João, Ricardo Ribeiro e Cristina Nóbrega e, "de forma especial e ao piano, a interpretação de 'Medo', tema de Amália, por Júlio Resende, integrante do Projecto Amália - com uma projecção em tela".

 

"Tiago Torres da Silva irá interpretar uma peça do reportório de Hermínia Silva", segundo a mesma fonte.

 

Os Prémios Amália Rodrigues são uma iniciativa da Fundação Amália Rodrigues, instituída por vontade testamentária da fadista falecida em Lisboa, a 06 de Outubro de 1999.

 

Entre os distinguidos nas edições anteriores conta-se os fadistas Camané, Maria Amélia Proença, Maria da Fé, Carminho, Mariza, Mísia e Ana Moura, o poeta e compositor Mário Moniz Pereira, o poeta Mário Raínho, o Museu do Fado, o pianista e compositor Bernardo Sasseti, a maestrina Joana Carneiro e os investigadores Rui Vieira Nery e José Manuel Osório.

 

Retirado do Sol



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Sábado, 21.09.13

Bruno Nogueira e Manuela Azevedo exploram o potencial da música pimba

O humorista Bruno Nogueira e a cantora Manuela Azevedo vão explorar o potencial da música pimba portuguesa, com novos arranjos, num espetáculo que se estreará no dia 28 no Teatro Municipal São Luiz, em Lisboa.


Em "Deixem o pimba em paz", Bruno Nogueira e Manuela Azevedo irão interpretar canções do repertório de música portuguesa, mais brejeira e popular, com novos arranjos musicais assinados por Filipe Melo, pianista ligado ao jazz, e Nuno Rafael, conhecido sobretudo no universo do pop rock português. "Queria explorar o potencial da música pimba para lá do que as pessoas conhecem", afirmou Bruno Nogueira, autor da ideia do espetáculo, em entrevista à agência Lusa.

 

O humorista vai cantar, ao lado de Manuela Azevedo, dos Clã, mais de uma dezena de canções que abrangem "um bocadinho de tudo da música pimba" e que, apesar de transformadas com novos arranjos, vão ser reconhecidas pelo público português. "Incomoda-me essa coisa de rotular a música. O pimba é uma música unificadora, mais popular, passa em festas e bailes, mas não é tudo brega; também abrange histórias que podiam passar-se com qualquer um", sustentou o humorista.

 

Aliás, Bruno Nogueira sublinha que "a maior parte das pessoas que criticam a música pimba são as primeiras a ir dançar". O termo "pimba", que tem uma conotação pejorativa para determinadas canções da música portuguesa, tem sido utilizado sobretudo desde os anos 1990, quando o cantor Emanuel revelou a canção "Pimba, Pimba", em 1995. Sobre o repertório escolhido, Bruno Nogueira referiu apenas a escolha de "Taras e manias", de Marco Paulo, escusando-se a revelar o restante alinhamento.

 

"Deixem o pimba em paz" estará nos dias 28 e 29 no Teatro Municipal São Luiz, em Lisboa, seguindo depois para o Teatro Sá da Bandeira, no Porto, nos dias 02 e 03 de outubro. Depois destas datas, o espetáculo seguirá em digressão pelo resto do país.

 

Retirado do Sapo Música



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Quarta-feira, 10.07.13

A LAUGH TO CRY estreia ópera de Miguel Azguime 17 e 18 de Julho São Luíz

 

Sinopse

A Laugh to Cry explora algumas das preocupações essenciais do ser humano, transportadas para o nosso tempo no contexto de um mundo globalizado, formalizando-se numa reflexão sobre o poder hegemónico de destruição da memória, de devastação da Terra e especulando sobre o próprio colapso da humanidade.

 

A ópera desenvolve-se na orla entre o sonho e a realidade, entre o visível e o  invisível. Está dividida em várias secções nas quais cinco personagens, representados por dois sopranos, um baixo e dois narradores (um feminino e outro masculino), vivem e agem numa alternância constante entre esses dois estados. A interpretação envolve também 7 instrumentos acústicos: flauta, clarinete, violino, viola, violoncelo, piano e percussão e meios electrónicos em tempo real. A encenação assenta em projeções vídeo múltiplas construídas em simbiose a partir da música e do texto.

 

A Laugh to Cry com música e libreto multilíngue de Miguel Azguime é um teatro metafísico que põe em música e em cena arquétipos eternos. Um projecto Miso Ensemble / Miso Music Portugal

 

A Laugh to Cry afirma o percurso de Miguel Azguime, como compositor, poeta e performer, na procura de um sentido e equilíbrio entre a palavra e a música; numa tentativa de aproximação entre a componente semântica e metafórica da palavra e os seus parâmetros sonoros - palavra-sentido/palavra-som. 


Espelha a pesquisa do compositor na análise de voz, re-síntese e processamento, visando a criação de um continuum dinâmico entre timbre, harmonia e ritmo.

 

 

EQUIPA ARTÍSTICA
    Miguel Azguime  libreto, música e co-encenação
    Paula Azguime composição vídeo e co-encenação
    Frances M Lynch soprano
    Nicholas Isherwood baixo barítono
    Marina Pacheco soprano
    Ágata Mandillo recitante
    Miguel Azguime recitante
    Petter Sundkvist  maestro
    Norrbotten NEO flauta, clarinete, percussão, piano, violino, viola, violoncelo

EQUIPA TÉCNICA
    André Perrotta   direcção tecnológica / programação de software
    Andre Bartetzki programação electrónica em tempo real
    André Baltazar motion capture
    Perseu Mandillo VFX Effects & 3D
    Atalaia 31 figurinos
    Miso Studio técnica
    Fotografias de "pentelheiras anónimas" gentilmente cedidas por João Cutileiro

 

Antestreia 17 e 18 de Julho de 2013 Teatro Municipal São Luiz integrado no Festival de Teatro de Almada           
Estreia 27  de Setembro 2013 Warsaw Autumn Festival, Polónia
Digressão Suécia de 8 a 20 de Outubro  2013



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Domingo, 23.06.13

Cuca roseta


Cuca Roseta


‘Raiz’ ao vivo no S. Luiz e na Casa da Música
Dias 26 de Junho em Lisboa e 11 de Julho no Porto

 

Pouco tempo depois do lançamento do seu segundo álbum, ‘Raiz’, chega agora a altura de Cuca Roseta se apresentar ao vivo em Lisboa e no Porto. Dia 26 de Junho, a fadista pisa o palco do Teatro S. Luiz e dia 11 de Julho a Casa da Música no Porto.

Em ambos os concertos, Cuca Roseta será acompanhada por alguns dos músicos com quem têm trabalhado em estúdio e em concertos. São eles Luis Guerreiro, Bernardo Couto e Pedro Viana na guitarra portuguesa, Pedro Pinhal na viola de fado e Frederico Gato no baixo.

Cuca Roseta interpretará fados do mais recente trabalho, como os casos de ‘Fado do Contra’ e ‘Fado da Entrega’, mas também não esquecerá os sucessos do galardoado álbum de estreia, como ‘Nos Teus Braços’ ou ‘É Lisboa a Namorar’.

A fadista promete ainda algumas surpresas para estes espectáculos, as quais apenas serão desvendadas no próprio dia.



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Quinta-feira, 11.04.13

Dead Combo


DEAD COMBO esgotam concerto no Teatro São Luiz!

10 Anos

Espectáculo no Teatro São Luiz :: 16 de Abril

 

O concerto comemorativo dos 10 anos dos Dead Combo, que se realiza no próximo dia 16 de Abril no Teatro São Luiz, em Lisboa, já se encontra esgotado!

Confirma-se, assim, a enorme popularidade alcançada pela música dos Dead Combo, que, desde o início do ano, tem lotado salas por todo o país.

Fora de portas, os Dead Combo continuam a levar a sua “Lisboa Mulata” a palcos da Europa e da Ásia: passaram pelo Teatro Galileu Galilei (Madrid), pelo MaMA event e Sunset Club (Paris), Festival Literário (Macau) e actuarão a 12 de Abril no Festival Banlieues Bleues (França), entre outras datas a anunciar brevemente.

16 de Abril – 21.00h



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Quarta-feira, 03.04.13

«Alegria» é o mote da Festa do Jazz no São Luiz que homenageia Bernardo Sassetti

A “alegria” é o mote da 11.ª Festa do Jazz, a decorrer no próximo fim de semana, no Teatro S. Luiz, em Lisboa, entre concertos, “jam sessions” e “materclasses”, numa homenagem ao músico Bernardo Sassetti, falecido em 2012.


“Essa Alegria”, diz o diretor artístico da Festa, Carlos Martins, “é também contra os dramas das nossas vidas atuais”.

 

Carlos Martins destaca a homenagem a Sassetti, por um grupo de músicos, que não está ainda fechado, como uma “não homenagem”, por dizer respeito à “alegria presente na música deste tão querido e muito presente amigo e o maior fã da Festa”.

 

A “não homenagem” intitula-se “Mali M’Bule Baaba”, com música de Bernardo Sassetti, e acontece no sábado, às 23:00, na sala principal do teatro municipal, com a participação já confirmada de Carlos Barretto (contrabaixo), José Salgueiro (bateria), Mário Delgado (guitarra), Luís Figueiredo e Júlio Resende (piano), Carlos Martins e José Pedro Coelho (saxofones tenores), Ricardo Toscano (saxofone alto) e Gonçalo Marques (trompete).

 

A Festa é, como habitualmente, palco do “maior encontro e único concurso entre escolas de jazz do país”, com a entrega de prémios aos combos e alunos das escolas de música, ao começo da madrugada de segunda-feira, no Jardim de Inverno do teatro.

 

Concorrem este ano 14 combos que serão avaliados por júri constituído por Paulo Barbosa, André Fernandes e Carlos Barretto.

 

Nesta festa, serão apresentados dois os novos projetos, na sala principal, o Coreto Porta-Jazz e o Bruno Santos Ensemble, que resultam de duas teses de mestrado neste género musical.

 

O Coreto Porta-Jazz apresenta o álbum de estreia, “Aljamia”, com música de João Pedro Brandão que, após um estudo dedicado à Música Tradicional do Mediterrâneo, explora, na sua composição musical, elementos e conceitos ligados a esta tradição musical, que integra na esfera do jazz.

 

O Coreto é formado por onze músicos do Porto que se juntaram no âmbito da Associação Porta-Jazz.

 

O Bruno Santos Ensemble é constituído também por 11 músicos, sendo Mariana Norton a vocalista e, segundo Carlos Martins, este novo projeto nasceu “da vontade e da curiosidade do guitarrista e compositor Bruno Santos, em escrever para uma formação alargada, com várias possibilidades de instrumentação”.

 

O ensemble só toca música original, mas inclui “o que caracteriza o jazz, os momentos de improvisação, liberdade e interação”.

 

Do cartaz da Festa, orçada em 50.000 euros, fazem ainda parte, entre outros, Sara Serpa & Fragmentz, que tocam às 21:30 de sábado na sala principal, o Massimo Cavalli Quartet que apresenta o seu CD de estreia, “Varandas do Chiado”, no domingo às 21:30, na sala principal que, em seguida, acolhe Maria João e Mário Laginha, com “Iridescente”, o sucessor de “Chocolate”, gravado há quatro anos por esta dupla.

 

A Festa abre no sábado, às 16:00, com Paulo Santo (vibrafone) e Sérgio Rodrigues (piano elétrico), que tocam no Café São Luiz, outro espaço do teatro onde acontece jazz, neste fim de semana, assim como o Estúdio Mário Viegas, onde, entre outros, atuarão, no sábado, o Quintino Quarteto, às 17:00, e o Nelson Cascais Decateto, às 18:00, e, no domingo, o trio Lama, com Chris Speed, às 17:00, e o Red Trio, do pianista Rodrigo Pinheiro, do contrabaixista Hernâni Faustino e do baterista Gabriel Ferrandini, às 18:00.

 

No sábado, às 17:00, no Jardim de Inverno é apresentado o site www.jazz.pt.

 

Retirado do Sapo Música



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Terça-feira, 05.02.13

Alegria, Cristina Branco


CRISTINA BRANCO
ALEGRIA chega às lojas a 25 de Fevereiro

Concertos de apresentação a 5 de Abril no S. Luiz em Lisboa e a 7 de Abril na Casa da Música no Porto

 

A voz de Cristina Branco é uma voz nómada. Assim que se sente demasiado confortável, parte à procura de um novo poiso, uma nova pele. Quem diz pele diz novos contextos, novos significados musicais, novos desafios.

Neste novo disco, nascido de uma conversa com Gonçalo M. Tavares, Cristina Branco quis vestir a pele de doze personagens, ajustando o seu ser individual ao social, usando a música como escudo e como arma, celebrando o heroísmo que existe no anonimato, procurando respostas para os tempos conturbados que cruzamos. Essas personagens são os vizinhos do lado, os que moram mesmo dentro da nossa casa, os que habitam o nosso pensamento. Somos nós; doze personagens onde nos podemos rever continuamente. Ora pedidas de empréstimo (“Construção”, de Chico Buarque”, “Alice no país dos matraquilhos” de Sérgio Godinho e “Cherokee Louise”, de Joni Mitchell), ora inventadas por Cristina Branco e exploradas pela imaginação de quem aceitou a responsabilidade de lhes dar uma história.

Em Alegria, descobre-se quem é então a Deolinda (essa mesma); conta-se a história de Alice, nascida e crescida em berço frágil; descobre-se o lado feminino de Jeremias, o fora da lei, com “Branca Aurora”; dá-se de caras com um palhaço com a missão eterna de fazer rir e com a dor do operário nas palavras de Chico Buarque; conhece-se a história do amor forçado a emigrar de Carolina e de uma Louise rejeitada pela sociedade; chora-se o triste fado do homem desempregado e com filhos e o beco tóxico e sem saída da inocente Cândida; exalta-se Miriam como o Robin dos Bosques moderno e elogia-se o estoicismo do cidadão perante o duro confronto com a realidade; dá-se notícia da petição do Farias para dar nova oportunidade aos políticos.  Em resumo, redige-se um tratado acerca da condição humana e dos seus limites. Alegria é um desejo, espécie de apelo, de provocação, de paradoxo, uma tela em aberto.

André Gomes



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