Letra
Deixou
a casa dele
e partiu atrás do sol
levou
tudo com ele
e subiu sem hesitar
foi à volta do mundo
sempre que lhe apeteceu
era tudo diferente
e andava mais
era a voz que dizia:
- anda não olhes p´ra trás!
e era assim que ele ouvia
andar
estradas sem fim
procurar o Ser Maior
parou
parou aqui
a saudar tudo o que eu sou
foi à volta do mundo
é que tudo aconteceu
ficou tudo diferente
e ele era eu
era a voz que dizia:
- andem não olhem p’ra trás!
e era assim que ele ouvia
e andava mais
e quem
não acredita
que a vida corre sem fim
não tem
não chega ao dia
de sorrir só assim
foi à volta do mundo
sempre que lhe apeteceu
era tudo diferente
e ele era eu
era a voz que dizia:
anda não olhes p’ra trás!
e era assim que ele ouvia
e andava mais
foi à volta do mundo
é que tudo aconteceu
ficou tudo diferente
e ele era eu
era a voz que dizia:
andem não olhem p’ra trás!
e era assim que ele ouvia
e andava mais.
Letra e Música: Pedro Ayres Magalhães
Letra
Preferias que cantasse noutro tom
Que te pintasse o mundo de outra cor
Que te pusesse aos pés um mundo bom
E que te jurasse amor, o eterno amor
Querias que roubasse ao Sete-Estrelo
A luz que te iluminasse o olhar
Embalar-te nas ondas com desvelo
Levar-te até à lua para dançar
Que a lua está longe e mesmo assim
Dançar podemos sempre se quiseres
Ou então se preferires fica aí
Que ninguém há-de saber o que disseres
Talvez até pudesse dar-te mais
Que tudo o que tu possas desejar
Não te debruces tanto que ainda cais
Não sei se me estás a acompanhar
Que a lua está longe e mesmo assim
Dançar podemos sempre se quiseres
Ou então se preferires fica aí
Que ninguém há-de saber o que disseres
Podia, se quisesses, explicar-te
Sem pressa, tranquila, devagar
E pondo, claro está, modéstia à parte
Uma ou duas coisas se calhar
Que a lua está longe e mesmo assim
Dançar podemos sempre se quiseres
Ou então se preferires fica aí
Que ninguém há-de saber o que disseres
Letra: Pedro Malaquias
Música: Rádio Macau
Letra
Letra e Música: Miguel Angelo
É o ser ou não ser
É o ter ou não ter
É o tempo a passar
É o ar a faltar
É o querer ou não querer
E não ter de pensar
É o céu tão baixo
Que me faz ajoelhar
Às vezes sinto um peso
Que não é normal
À conta de um momento mau
Que dura, dura, dura
É o ser ou não ser
É o ter ou não ter
É o tempo a passar
É o ar a faltar
E não sair de casa
Nem falar com ninguém
Não ter nada pra dizer
Nem a ti nem a quer vier
Às vezes sinto um peso
Que não é normal
À conta de um momento mau
Que dura, dura, dura
Estou aqui parado
Sem poder ir
A nenhum lado
Fico sem ti...
Tão bloqueado.
Letra
Sei que não sou o melhor poeta
Mas posso ser o teu melhor amigo
Ando a juntar a música á letra
Para te ajudar quando corres perigo
Por isso aceita esta minha oferta
E passa um bom bocado comigo
Sei que não sou o melhor poeta
Mas posso ser o teu melhor amigo
Dias em que a coisa se aguenta
Outros onde tudo parece negro
Sopra na brasa até vir a chama
O fogo ajuda a afugentar o medo
Tenta manter a tua porta aberta
O caminho é longo e eu conto contigo
Sei que não sou o melhor poeta
Mas sei que tu és o meu melhor amigo
Eu sei que tu és o meu melhor amigo
Letra
Aqui estou eu
Sou uma folha de papel vazia
Pequenas coisas
Pequenos pontos, vão-me mostrando o caminho
(Refrão:)
Ás vezes aqui faz frio,
Ás vezes eu fico imóvel,
Pairando no vazio
Ás vezes aqui faz frio
Sei que me esperas
Não sei se vou lá chegar
Tenho coisas pra fazer
Tenho vidas para acompanhar
(Refrão:)
às vezes lá faz mais frio,
às vezes eu fico imovel,
Pairando no vazio
perfeito vazio
às vezes faz lá mais frio
Bem vindos à minha casa
Ao meu lar mais profundo
Onde eu saio por vezes
A conquistar o mundo
às vezes tu tens mais frio
às vezes eu fico imovel
Pairando no vazio
No perfeito vazio
às vezes lá faz mais frio
O teu peito vazio...
Letra
Não há ninguém
Capaz de me dar alegria
Alegria
Não há ninguém
Capaz de me dar o que eu queria
Alegria
Não há ninguém
Capaz de me dar alegria
Alegria
Não há ninguém
Capaz de me dar o que eu queria
Alegria
Não há ninguém
Capaz de me dar alegria
Alegria
Não há ninguém
Capaz de me dar o que eu queria
Alegria
INSTRUMENTAL
Letra
Letra e música de Pedro Ayres Magalhães
Vai sem medo
é de novo o começo
que outra vez acontece
o horizonte escurece
faz-se um grande sossego,
Não faz mal, vai sem medo
Não há preto nem branco
Nem há ninguém por perto
Que te possa ajudar
Vai depressa
E parte à descoberta
Porque a noite aparece
Nem há sombras no chão
E é tão grande o segredo
Não faz mal, vai sem medo
Não há preto nem branco
Nem há ninguém por perto
Que te possa guiar
Pensa grande
Num futuro distante
Em que possas mudar
Teu amor encontrar
Num caminho incerto
Não faz mal, vai sem medo
Não há preto nem branco
Nem há ninguém por perto
Só quem vais encontrar
Não faz mal, vai sem medo
Não há preto nem branco
Nem há ninguém por perto
Só quem vais encontrar
Letra

Xutos & Pontapés, Resistência e Pedro Abrunhosa são alguns dos artistas que integrarão, em junho, em Lisboa, os concertos comemorativos dos vinte anos do "Portugal ao Vivo", espetáculo de celebração da música portuguesa, foi hoje anunciado.
No Estádio do Restelo irão atuar The Gift, Pedro Abrunhosa e Miguel Araújo (dia 21 de junho), Xutos & Pontapés, Resistência e Sétima Legião (dia 22 de junho), embora a organização adiante que mais artistas se juntarão aos concertos.
A ideia é assinalar os 20 anos de uma iniciativa realizada pela primeira vez em 1993, com a atuação de várias bandas portuguesas no estádio José Alvalade, em Lisboa, que na altura era uma "proeza praticamente só ao alcance de artistas de renome internacional".
Os Xutos & Pontapés, Resistência e Sétima Legião atuaram em 1993, nessa edição do Portugal ao Vivo, que contou também, por exemplo, com Madredeus e Delfins.
Os The Gift só se formaram em 1994, ano em que também saiu o primeiro álbum de Pedro Abrunhosa, intitulado "Viagens".
Miguel Araújo, que tem carreira a solo e integra os Azeitonas, também não tinha na altura editado qualquer registo discográfico.
Retirado do Sapo Música

Vinte anos depois, Portugal ao Vivo, o festival de música portuguesa, vai regressar, desta feita tendo lugar no Estádio do Restelo.
O coletivo Resistência vai atuar no regresso do festival Portugal ao Vivo, que terá lugar a 21 e 22 de junho no Estádio do Restelo, segundo confirmou a promotora Uguru à "Blitz ".
Madredeus, Xutos & Pontapés, Resistência, Delfins, Sitiados e Sétima Legião foram as bandas que atuaram no evento, que teve lugar a 26 de junho de 1993, levando 45 mil pessoas ao Estádio de Alvalade.
Vinte anos depois, Portugal ao Vivo prepara-se para regressar transformado num festival de dois dias no Restelo. Os Resistência são a primeira, e por agora a única, banda confirmada.
Noticias do Expresso
Letra
Ela sorriu
E ele foi a trás
Ela despiu-o
E ela o satisfaz
Passa a noite
Passa o tempo devagar
Já é dia já é hora de voltar
Aqui ao luar
Ao pé de ti
Ao pé do mar
Só o sonho fica
Só ele pode ficar
Aqui ao luar
Ao pé de ti
Ao pé do mar
Só o sonho fica
Só ele pode ficar
Ela sorriu
E ele foi a trás
Ela despiu-o
E ela o satisfaz
Passa a noite
Passa o tempo devagar
Já é dia já é hora de voltar
Aqui ao luar
Ao pé de ti
Ao pé do mar
Só o sonho fica
Só ele pode ficar
Aqui ao luar
Ao pé de ti
Ao pé do mar
Só o sonho fica
Só ele pode ficar
Aqui ao luar
Ao pé de ti
Ao pé do mar
Só o sonho fica
Só ele pode ficar
Aqui ao luar
Ao pé de ti
Ao pé do mar
Só o sonho fica
Só ele pode ficar
Só o sonho fica
Só ele pode ficar
Só o sonho fica
Só ele pode ficar
Só o sonho fica
Só ele pode ficar

Tim, Miguel Ângelo, Fernando Cunha, Olavo Bilac, Pedro Ayres Magalhães, Fernando Júdice, Dudas, José Salgueiro, Alexandre Frazão, Fredo Mergner, Pedro Jóia e Mário Delgado são músicos que, passados 20 anos, assumiram percursos diferentes. Duas décadas depois, os Resistência reúnem-se para um concerto no Campo Pequeno, em Lisboa, a 19 de dezembro.
O projeto centrava-se na voz e na guitarra acústica e juntou há 20 atrás músicos de diferentes géneros musicais, como a pop, o jazz ou a música popular e, durante o seu tempo no ativo, lançou três discos.
"Nasce Selvagem" e "Um lugar ao sol", dos Delfins, "Não sou o único" e "Circo de Feras", dos Xutos & Pontapés, "Que amor não me engana", de Zeca Afonso, "Erva daninha", de António Variações, e "Amanhã é sempre longe demais", dos Rádio Macau, foram temas incluídos no repertório.
Para celebrar as duas décadas de Resistência, a formação original da banda volta a ser reunida para um concerto a ter lugar no Campo Pequeno, em Lisboa, a 19 de dezembro, às 21:00.
Os bilhetes custam 30 euros (camarotes) e 27 euros (bancada e plateia em pé).
Retirado do Sapo Música
O grupo Resistência, formado nos anos 1990 com artistas de várias formações, em torno da música portuguesa, voltará a juntar-se para um concerto, a 19 de Dezembro no Campo Pequeno, em Lisboa, foi hoje anunciado.
A reunião serve para assinalar os vinte anos da estreia ao vivo do grupo, do qual fizeram parte nomes como Pedro Ayres Magalhães (Madredeus), Tim (Xutos & Pontapés), Miguel Ângelo e Fernando Cunha (Delfins), Olavo Bilac (Santos e Pecadores) e Alexandre Frazão.
Os Resistência surgiram no começo dos anos 1990, duraram pouco mais de dois anos, mas foram um dos mais bem sucedidos projectos de música portuguesa daquele tempo.
O projecto centrava-se na voz e na guitarra acústica, congregando músicos de diferentes latitudes musicais, reinterpretando repertório diverso de cada um deles e de outros grupos e artistas portugueses.
Nascem Selvagem e Um lugar ao sol, dos Delfins, Não sou o único e Circo de Feras, dos Xutos & Pontapés, Que amor não me engana, de Zeca Afonso, Erva daninha, de António Variações, e Amanhã e sempre longe demais, dos Rádio Macau, foram temas incluídos no repertório.
Em Fevereiro passado, a editora EMI lançou As vozes de uma geração, que reúne os dois álbuns de estúdio que os Resistência gravaram - Palavras ao vento (1991) e Mano a mano (1992) -, canções dispersas e um livro com uma biografia assinada por António Pires, com fotografias de Augusto Brázio.
Noticia do Sol
«As Vozes de Uma Geração» celebra os 20 anos sobre o concerto de estreia do supergrupo português
No ano em que passam duas décadas sobre o concerto de estreia dos Resistência, no Teatro Municipal São Luiz, em Lisboa, chega às lojas uma edição especial que recupera os dois álbuns de estúdio lançados pelo supergrupo português.
Intitulado «As Vozes de Uma Geração», este é um lançamento em formato livro e duplo CD que inclui uma biografia da banda assinada pelo jornalista António Pires, dezenas de fotografias de Augusto Brázio, os álbuns «Palavras ao Vento» e «Mano a Mano» e quatro temas extra.
Tim (Xutos & Pontapés), Miguel Ângelo e Fernando Cunha (Delfins), Pedro Ayres Magalhães (Heróis do Mar e Madredeus), Olavo Bilac (Santos & Pecadores) e Fernando Júdice e José Salgueiro (Trovante) foram alguns dos músicos que fizeram parte dos Resistência durante os dois anos e dois meses de vida da banda.
Apesar da curta existência, o grupo deixou editadas versões acústicas cujo sucesso ombreou muitas vezes com os temas originais, casos de «Não Sou o Único» e «Circo de Feras», dos Xutos, «A Noite», dos Sitiados, ou «Nasce Selvagem», dos Delfins.
Imortalizadas ficaram também versões de canções de José Afonso e António Variações, como «Traz Outro Amigo Também» ou «Voz-Amália-de-Nós».
O alinhamento de «Resistência - As Vozes de Uma Geração»:
CD 1 - «Palavras ao Vento»
1. Nasce Selvagem
2. Não Sou O Único
3. Marcha Dos Desalinhados
4. Nunca Mais
5. Só No Mar
6. Liberdade
7. Aquele Inverno
8. No Meu Quarto
9. Fado
10. Circo De Feras
11. Voz-Amália-De-Nós (retirado do álbum «Variações: As Canções de António») [tema extra]
12. Chamaram-Me Cigano (retirado do álbum «Filhos da Madrugada») [tema extra]
CD 2 - «Mano a Mano»
1. Um Lugar Ao Sol
2. Amanhã É Sempre Longe Demais
3. Esta Cidade
4. Que Amor Não Me Engana
5. Fim
6. A Noite
7. Traz Outro Amigo Também
8. Prisão Em Ti
9. Perigo
10. Timor
11. Mano A Mano (retirado do álbum «Ao Vivo no Armazém 22») [tema extra]
12. Finisterra (retirado do álbum «Ao Vivo no Armazém 22») [tema extra]
Texto e Fotografia de Iol Música
Letra
Á volta do adro duas ou três casas
Dois bancos vermelhos, ao meio uma cruz
Ali num café ao lado da igreja
Dois homens parados e uma linda luz
Com a voz que me resta eu não vou poder cantar
Ás coisas do mundo, não sei descrever, estou longe
São portas fechadas, segredos por revelar
São coisas do mundo, só se podem ver ao longe
Se estou convencido que isto é mesmo assim
Que nunca se conta bem o que se vê
E levo comigo já sem aprender
O que os olhos vêem e eu já não sei
Com a voz que me resta eu não vou poder cantar
Á coisas do mundo, não sei descrever, estou longe
São portas fechadas, segredos por revelar
São coisas do mundo, só se podem ver ao longe
Letra
Ela sorriu
E ele foi a trás
Ela despiu-o
E ela o satisfaz
Passa a noite
Passa o tempo devagar
Já é dia já é hora de voltar
Aqui ao luar
Ao pé de ti
Ao pé do mar
Só o sonho fica
Só ele pode ficar
Aqui ao luar
Ao pé de ti
Ao pé do mar
Só o sonho fica
Só ele pode ficar
Ela sorriu
E ele foi a trás
Ela despiu-o
E ela o satisfaz
Passa a noite
Passa o tempo devagar
Já é dia já é hora de voltar
Aqui ao luar
Ao pé de ti
Ao pé do mar
Só o sonho fica
Só ele pode ficar
Aqui ao luar
Ao pé de ti
Ao pé do mar
Só o sonho fica
Só ele pode ficar
Aqui ao luar
Ao pé de ti
Ao pé do mar
Só o sonho fica
Só ele pode ficar
Aqui ao luar
Ao pé de ti
Ao pé do mar
Só o sonho fica
Só ele pode ficar
Só o sonho fica
Só ele pode ficar
Só o sonho fica
Só ele pode ficar
Só o sonho fica
Só ele pode ficar
Letra
E eeeh Su uuuuH
E eeeh Su uuuuh
Há sempre um piano
Um piano selvagem
Que nos gela a coração
E nos traz a imagem
Daquele inverno
Aquele inferno
Há sempre a lembrança
De um olhar a sangrar
De um soldado perdido
Em terras do ultramar
Por obrigação, naquela missão
Combater na selva, sem saber porquê
E sentir o inverno, de matar alguém
E quem regressou, guarda a sensação
Que lutou, numa guerra sem razão
Sem razão, sem razão...
Há sempre a palavra
A palavra nação
Que os chefes trazem e usam
Para esconder a razão
Da sua vontade, daquela verdade
E para eles aquele inverno
Será sempre o mesmo inferno
Que ninguém poderá esquecer
Ter que matar ou morrer
Ao sabor do vento, naquele tormento
Perguntei ao céu, será sempre assim
Poderá o inverno nunca ter um fim
Não sei responder só talvez lembrar
O que alguém que voltou, vem contar
Recordar, recordar...
Letra
Pensas Que Eu Sou Um Caso Isolado
Não Sou O Único A Olhar O Céu
A Ver Os Sonhos Partirem
À Espera Que Algo Aconteça
A Despejar A Minha Raiva
A Viver As Emoções
A Desejar O Que Não Tive
Agarrado Às Tentações
E Quando As Nuvens Partirem
O Céu Azul Ficará
E Quando As Trevas Abrirem
Vais Ver, O Sol Brilhará
Vais Ver, O Sol Brilhará
Não, Não Sou O Único
Não, Sou O Único A Olhar O Céu
Não, Não Sou O Único
Não, Sou O Único A Olhar O Céu
Pensas Que Eu Sou Um Caso Isolado
Não Sou O Único A Olhar O Céu
A Ouvir Os Conselhos Dos Outros
E Sempre A Cair Nos Buracos
A Desejar O Que Não Tive
Agarrado Ao Que Não Tenho
Não, Não Sou O Único
Não Sou O Único A Olhar O Céu
Letra
Mais Do Que A Um País
Que A Uma Família Ou Geração
Mais Do Que A Um Passado
Que A Uma História Ou Tradição
Tu Pertences A Ti
Não És De Ninguém
Mais Do Que A Um Patrão
Que A Uma Rotina Ou Profissão
Mais Do Que A Um Partido
Que A Uma Equipa Ou Religião
Tu Pertences A Ti
Não És De Ninguém
Vive Selvagem
E Para Ti Serás Alguém
Nesta Viagem
Quando Alguém Nasce
Nasce Selvagem
Não É De Ninguém
Letra
Andam lá sem descansar,
Nas montanhas a lutar
Iluminam todo o mar
De Timor
Nas montanhas sem dormir
Uma luz a resistir
Arde sem se apagar
Em Timor
Andorinha de asa negra
Se o teu voo lá passar
Faz chegar um grande abraço,
Dá saudades a Timor
Eles não podem escrever,
Porque vão a combater
Vão de manhã defender
A Timor
As crianças a chorar,
Não as posso consolar
Que eu nunca cheguei a ver
A Timor
Andorinha de asa negra
Vem ouvir o meu cantar
Ai que dor rasga o meu peito
Sem noticias de Timor
Nunca mais hei-de voltar
Já não posso lá voltar
À idade de lembrar
A Timor
Estam lá a descansar
Nas montanhas a lutar
Iluminam todo o mar
De Timor
Andorinha de asa negra
Vem ouvir o meu cantar
Ai que dor rasga o meu peito
Sem noticias de Timor
Andorinha de asa negra
Se o teu voo lá passar
Faz chegar um grande abraço,
Dá saudades a Timor
Música
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