Quinta-feira, 15.12.16

Monstros de Aço Pic.jpg

 

 

Monstros de Aço" é um programa de heavy metal em que cada episódio é dedicado a um tema. Já se fez emissões dedicadas ao Power Metal, ao Thrash metal, ao Metal Nacional, aos anos 80, às demo-tapes de bandas famosas, entre outros.


É emitido na Rádio Utopia em radioutopia.pt todas as Sextas-Feiras entre a 1h e as 2h e está disponível também no Mixcloud em mixcloud.com/Guzman, local onde também se encontram outros programas dedicados a outros sonoridades como a música romântica, bandas sonoras e até músicas para bebés, tudo programas apresentados de uma forma descontraída e algo humorística, satirizando um pouco os clichés dos programas de rádio.


O programa é criado, apresentado e produzido por Gustavo Vieira.



publicado por olhar para o mundo às 21:13 | link do post | comentar

Terça-feira, 04.08.15

 

 

“Um não sei quê de alegria”
Letra – Tiago Torres da Silva
Música – Tozé Brito
Arranjos e Produção Musical – Fernando Martins
Técnicos de estúdio – Samuel Rodrigues, assistido por Quico Barros

Letra:
Não há passado ou presente
Nem há hora tão tardia
Em que a rádio não invente
Uma nova melodia
Pode ir escrevendo o futuro
Pode às vezes dar saudade
Mas é nela que eu descubro
Um sabor a novidade

Com ela senti o valor da amizade

No final de uma canção
Antes de vir a seguinte
O silêncio é a paixão
Entre a rádio e o ouvinte
Entre o drama e a comédia
Na aldeia ou na cidade
FM ou onda média
Ensinando a igualdade

E foi ela que anunciou a liberdade

Nas horas de festa
A rádio empresta
Um não sei quê de alegria
Em contradição
Quando há solidão
Ela é que me faz companhia
Mora aonde eu moro
Chora quando choro
E ri porque quer que eu me ria
Não me pede nada
E de madrugada
A rádio é que me diz bom dia

Nas horas de festa
A rádio empresta
Um não sei quê de alegria
Em contradição
Quando há solidão
Ela é que me faz companhia
Mora aonde eu moro
Chora quando choro
E ri porque quer que eu me ria
Não me pede nada
E de madrugada
A rádio é que me diz bom dia

Sei que a rádio é uma escola
Ouvimos o que ela diz
Desde os relatos da bola
Às notícias do país

E porque é nossa a vitória

A pé ou de bicicleta
A Rádio é que conta a História
De quem vai cruzar a meta
Quem a inventou com certeza era um poeta

Se a selecção sofre um golo
A rádio é que se levanta
E é ela que dá consolo
Se a tristeza se agiganta

Quando o sol ‘stá a cair
E a noite se inquieta
A rádio não vai dormir
Segue sempre em linha recta

É uma paixão que o coração quer secreta

Nas horas de festa
A rádio empresta
Um não sei quê de alegria
Em contradição
Quando há solidão
Ela é que me faz companhia
Mora aonde eu moro
Chora quando choro
E ri porque quer que eu me ria
Não me pede nada
E de madrugada
A rádio é que me diz bom dia

Nas horas de festa
A rádio empresta
Um não sei quê de alegria
Em contradição
Quando há solidão
Ela é que me faz companhia
Mora aonde eu moro
Chora quando choro
E ri porque quer que eu me ria
Não me pede nada
E de madrugada

A rádio é que me diz bom dia.


RTP. Sempre Ligados

 



publicado por olhar para o mundo às 19:22 | link do post | comentar

Quarta-feira, 29.10.14

renascença.JPG

 

 

A Renascença lança esta semana uma nova campanha para reforçar notoriedade e afirmar o seu posicionamento de rádio generalista.  “É tudo o que precisa de ouvir”, como sublinha a assinatura.

 

Presente em rádio, televisão, imprensa, internet, outdoor, a campanha pretende mostrar a diversidade de conteúdos que diariamente a Renascença apresenta. Um desafio para que as pessoas se deixem surpreender com uma marca que aposta numa oferta ampla e completa de conteúdos em diferentes plataformas.

 

A campanha institucional assenta na Música desde os anos 80 até à actualidade, que tem vindo a ganhar cada vez mais fãs; na Informação rigorosa e de qualidade, que se pode ver, ler e ouvir – através da rádio, da televisão por subscrição, na internet (site, redes sociais e Web TV Renascença V+) e nos dispositivos móveis – e no programa da manhã da Renascença. O Olá Manhã completou recentemente 1 ano, com muitos convidados, reportagens e histórias surpreendentes, com os animadores Dina Isabel, Óscar Daniel em estúdio e Renato Duarte e Miriam Gonçalves diariamente em reportagem pelo país.

 

Para João Lobo, director de marketing da Renascença, “esta campanha mostra como a Renascença tem uma combinação perfeita de música, informação e uma grande equipa de animadores, que dá às pessoas tudo o que precisam para ter um excelente dia!”  



publicado por olhar para o mundo às 23:14 | link do post | comentar

Quinta-feira, 08.05.14

Constança Capdeville

 

10 de Maio - 01:00 - Antena 2

 

Em Maio, a primeira emissão de Música Hoje é dedicada a Constança Capdeville, compositora, pianista, percussionista, e grande impulsionadora do meio musical português, que influenciou tanto os compositores como os intérpretes da nova música, a quem transmitia as suas ideias do teatro-música. Constança Capdeville deixou-nos há mais que 20 anos; mesmo assim o seu legado continua à espera de uma reflexão musicológica e interpretativa profunda e urgente, que possa contribuir para o conhecimento da obra desta compositora que ocupa uma posição de destaque no universo da música portuguesa.Di Lontan Fa Specchio il Mare (Joly Braga Santos in memoriam) - 1989


Valse, Valsa, Vals; Keuschheits Waltz - 1987
La Prose du Transibérien et de la Petite Jeanne de France - 1989/90

com interpretações do Grupo de Música Contemporânea de Lisboa, Jorge Peixinho, Olga Prats, Manuel Cintra e Nuno Vieira de Almeida


publicado por olhar para o mundo às 20:11 | link do post | comentar

Sexta-feira, 11.04.14

Compositores Portugueses da década de 70

 

Na continuação dos programas de Março esta edição de Música Hoje é mais uma vez dedicada à música de Compositores Portugueses da Geração de 70, cujas partituras são editadas e distribuídas online pelo Centro de Investigação & Informação da Música Portuguesa em www.mic.pt. Neste contexto vamos visitar a música de Hélder Gonçalves, José Carlos Sousa e Ricardo Ribeiro.


Na segunda parte do programa daremos atenção ao novo CD duplo do Sond’Ar-te Electric Ensemble cujo lançamento previsto para breve, vem afirmar a excelência deste agrupamento e o seu empenho no fomento da criação musical portuguesa com uma edição que inclui a primeira gravação mundial de obras de 11 compositores portugueses.

 

Helder Gonçalves – Paralelepípedo (2010)
José Carlos Sousa – Contemplação I (2003)
Ricardo Ribeiro – In Nuce (2011)
Sond'Ar-te Electric Ensemble - Volume 2 & 3 (excertos)
      Ricardo Ribeiro – In Limine (2011)
      Ângela Lopes - Gárgulas d'Arga (2013)
      Luís Tinoco - O Silêncio e as Pedras (2008)




com interpretações de Ricardo Pires, Paula Sobral, Manuel Tavares, Gilberto Bernardes, Sond'Ar-te Electric Ensemble, Franck Ollu, Laurent Cuniot e Jean-Sébastien Béreau.


publicado por olhar para o mundo às 19:51 | link do post | comentar

Sexta-feira, 14.03.14

Os três programas de Março, e o primeiro de Abril, de Música Hoje são dedicados à música de vários Compositores Portugueses da Geração dos Anos 70, cujas partituras são editadas e distribuídas online pelo Centro de Investigação & Informação da Música Portuguesa em www.mic.pt. Colocando em perspectiva a música destes vários criadores, nestas quatro emissões de Música Hoje vamos seguir os seus percursos, dando a conhecer as linguagens e estéticas dentro das quais desenvolvem o seu trabalho e a arte da composição. Nestas quatro emissões de Música Hoje vamos visitar a música de: Patricia Sucena de Almeida, Pedro Amaral, Sara Carvalho, José Luís Ferreira, Bruno Gabirro, Gonçalo Gato, Helder Gonçalves, [ka'mi], Ângela Lopes, Gonçalo Lourenço, João Madureira, Luís Antunes Pena, Pedro Rebelo, Ricardo Ribeiro e José Carlos Sousa.

 

 

João Madureira – Eco, A Arte da Fuga ou Bach em Pessoa - excertos (2009)
Patricia Sucena de Almeida – In Occulto (2009)
[ka'mi] – wyschengradsky_revisited (2011)
Gonçalo Lourenço - Desabafo (1999)
Gonçalo Lourenço - Ícore (2004)


com interpretações da OrchestrUtopica, Santiago Serrate, Diogo Bento, Ian Pace, Ensemble PHACE, Simeon Pironkoff, Coro Odyssea, Quarteto Zyryab, Gonçalo Lourenço, Tuuli Talvitie, Maurice Ivan, Erzsebet Palojtay, Piotr Mazurek, Ignas Juzokas, Ye-Jin Kim e Josefino Chino Toledo.
um programa produzido e realizado para a Antena 2 pela
Miso Music Portugal e pelo Centro de Investigação & Informação da Música Portuguesa

 



publicado por olhar para o mundo às 19:46 | link do post | comentar

Segunda-feira, 19.11.12
Os músicos portugueses continuam descontentes em relação às playlists das rádios Os músicos portugueses continuam descontentes em relação às playlists das rádios  (Adriano Miranda)

Há semanas, a cantora Teresa Salgueiro, ex-Madredeus, actualmente com carreira a solo, lamentava na sua página do Facebook a "grande dificuldade" que as rádios de cobertura nacional revelavam na passagem do seu álbum O Mistério. O assunto não é novo. Há muito que músicos portugueses sentem que as rádios deveriam ter um papel mais activo na divulgação da música portuguesa e nem mesmo a imposição de quotas obrigatórias parece ter alterado esse sentimento.

 

"As leis não resolvem tudo", diz-nos Teresa Salgueiro, a questão é também cultural: "O que é preciso é bom senso. A rádio tem um papel cultural importante. O que existe é uma falta de amor pela música, pelas artes em geral, e pela cultura que se faz em Portugal."

Zé Pedro (Xutos & Pontapés) também é da opinião de que, mais do que leis, tem que haver outra mentalidade para os "responsáveis pelas playlists de rádio incluírem mais música portuguesa." Paulo Furtado (Legendary Tigerman e WrayGunn), por sua vez, diz sentir que as rádios de cobertura nacional são muito fechadas. "A sensação que existia de se descobrir coisas novas e importantes perdeu-se, o que faz desinteressar as gerações mais novas. É impossível viver-se apenas de glórias do passado, até porque elas um dia vão acabar, se não existir uma aposta na renovação."

Do lado das rádios, relativiza-se a questão. O director de programas da RFM, António Mendes, diz que "haverá sempre gente insatisfeita. A filtragem é inevitável, seja nas rádios, nas editoras, ou nas lojas de discos", enquanto o responsável pela escolha musical das rádios públicas Antena 1 e Antena 3, José Marino, adverte que a Antena 1 passa mais de 90% de música portuguesa (apesar da lei estipular um mínimo de 60%), enquanto a Antena 3 passa mais de 40% (quando a lei estipula um mínimo de 25%).

Nos últimos anos surgiram cada vez mais rádios especializadas e a Internet revolucionou a forma como se comunica e consome música, mas essa diversidade de canais não anula o papel fundamental da rádio, segundo os músicos. "A rádio tem menos impacto hoje, mas continua a ser um canal essencial", defende João Paulo Feliciano, artista, músico dos Real Combo Lisbonense e responsável pela editora Pataca. "O que acontece hoje é que as rádios nacionais não têm em conta aquilo que se está a fazer à sua volta e que as pessoas estão disponíveis para ouvir e que precisariam que lhes chegasse." Provavelmente nunca se fez tanta música em Portugal como hoje e em simultâneo parece existir uma renovada apetência para consumir música nova portuguesa, principalmente entre gerações mais recentes. É a esse contexto que Feliciano se refere. "Há uma disponibilidade para ouvir música portuguesa hoje que não se sentia há 15 ou 20 anos e as rádios têm sido cegas em relação ao que se faz."

Zé Pedro vai mais longe: "O público não só está mais disposto a ouvir música portuguesa, como ela traz mais audiências." Também da parte das editoras existe a noção que a rádio continua a deter um capital de importância junto dos consumidores, principalmente de quem cresceu a ouvi-la, mesmo que a Internet tenha alterado hábitos, principalmente entre novas gerações. A dependência em relação à rádio, de consumidores ou músicos, é menor por esse facto, embora o A&R da editora Universal, Tiago Palma, afirme: "A rádio é tão ou mais importante do que há uns anos, principalmente junto de um público mais maduro que não lida com a Internet diariamente, acedendo à música na rádio, em casa ou no carro."

A Internet é importante no levantamento de novidades, mas a rádio tem um papel importante na manutenção e massificação de fenómenos e sucessos. Para o músico Paulo Furtado (Legendary Tigerman, WrayGunn), as plataformas da Internet não substituem a rádio na divulgação. "É um mecanismo muito útil para as bandas, principalmente para as que estão a começar, mas não me parece que tenham muita eficácia", afirma. Na sua visão, o principal problema das rádios nacionais é de diversidade: "90% da música portuguesa não passa. Há um afunilamento no que se ouve."

Teresa Salgueiro tem opinião semelhante. "Sinto falta de ouvir alguns artistas portugueses. Alguns passam, mas são sempre as mesmas músicas. Há pouca diversidade. Artistas como o Fausto, o Carlos Paredes, o Zeca Afonso, a própria Amália não passam nas rádios nacionais. É triste que quem define os critérios de passagem da música não o veja."Do que todos parecem conscientes é que há que distinguir entre as rádios de cobertura nacional - e entre essas, as de serviço público (Antena 1, 2 e 3) e as privadas - e as especializadas, locais ou universitárias. É principalmente em relação às rádios nacionais, e aos seus critérios, que as críticas se fazem sentir.

"Somos uma rádio pop-rock mainstream e a música portuguesa que passamos tem de se inserir nesse contexto", defende António Mendes. "Por isso temos uma lista de música portuguesa muito grande, onde tocamos Xutos & Pontapés ou Rui Veloso, até coisas mais recentes como os Som Som. Mas é evidente que não podemos passar tudo. Há estilos que não fazem sentido na RFM."

"Numa rádio não cabe tudo, isso é impossível", diz também José Mariño. Qquando se quer agradar a todos, não se agrada a ninguém, por isso cada rádio tem a sua personalidade. Quando estou a escolher música, e a pensar incluir esta ou aquela canção numa playlist, penso se encaixa na sonoridade da rádio."

Ou seja, a quantidade de música portuguesa que se ouve na rádio, imposta por lei, não trouxe consigo, segundo os músicos, um acréscimo de diversidade. As rádios, por sua vez, argumentam que têm uma identidade que não é desejável perder. Tiago Palma diz que é um equilibro instável, difícil de alcançar. "É difícil haver um critério totalmente objectivo. Os programadores é que decidem se a nossa música se enquadra. Os nossos artistas "alternativos" tocam em rádios mais "alternativas", os mais mainstream passam em rádios mais mainstream e os de fado ou de raiz portuguesa acabam por ir para a Antena 1 ou para a rádio Amália".

Como é que se sai deste impasse? Ninguém tem uma resposta clara, mas todos têm claro que não é com mais leis. Garantir a ambicionada abrangência e qualidade, principalmente entre as rádios generalistas de âmbito nacional, passa pela sensibilidade, bom senso e formação dos diversos intervenientes - com destaque para quem programa - mas sempre com a noção de que será impossível agradar a toda a gente. Quando muito, será possível aperfeiçoar e satisfazer um número cada vez maior de pessoas, entre músicos, radialistas e público consumidor.


Noticia do Público



publicado por olhar para o mundo às 21:45 | link do post | comentar

Terça-feira, 14.06.11
Antena 1 apresenta webradio totalmente dedicada ao fado
A RDP-Antena 1 apresenta hoje, em Lisboa, um novo projecto de webradio vocacionado em exclusivo para o fado, demonstrando um  «envolvimento próximo e consistente» com a candidatura desta canção a Património Imaterial da Humanidade.

As afirmações são do director de programação da RDP, Rui Pêgo, que explicou que esta plataforma se insere numa política de  «rádios estratégicas e de oportunidade».

 

Esta política da emissora pública, levou já à colocação online das rádios República, Mozart, Vivacci, Antena 3 Rock, Antena 3 Dance, entre outras.

 

Referindo-se à Antena 1 Fado, Rui Pêgo, afirmou que se trata de  «acomodar conteúdos que a Antena 1 disponibiliza diariamente, relacionados com o fado, assim como aproveitar e pôr à disposição do público em geral o arquivo tremendo que a RDP tem».

 

A Antena 1 Fado poderá ser escutada no computador, no iphone ou no telemóvel, através do endereço http://www.rtp.pt/wportal/popups/player_dalet.php?canal=antena1fado e é hoje apresentada pelas 12:30 no Museu do Fado, em Lisboa.

 

Esta aposta da estação pública faz todo o sentido  «na medida em que o fado é uma música matricial da nossa cultura», defendeu Rui Pego.

 

A coordenação executiva desta nova rádio é do director-adjunto de Programação da RDP, Jorge Alexandre Lopes.

 

A Antena 1 Fado, segundo Rui Pêgo,  «é vocacionada para três comunidades: os portugueses que residem no estrangeiro, os estrangeiros que falam português e os que se comovem a ouvir cantar o fado sem perceberem uma palavra de português».

 

Com a Rádio Fado, a Antena 1 coloca também em plataforma Web a Rádio Ópera, disse o responsável.

 

A apresentação de Antena 1 Fado na Web conta com a presença de Sara Pereira, directora do Museu do Fado, do musicólogo Rui Vieira Nery, membro da Comissão Científica da candidatura, e do editor discográfico, David Ferreira. Na cerimónia, entre outros participam os fadistas Fábia Rebordão, Rodrigo Costa Félix, Miguel Brito Rebelo e Joana Amendoeira.

 

Via Sol



publicado por olhar para o mundo às 23:11 | link do post | comentar


Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email
mais sobre mim
posts recentes

Rádio - Monstros de Aço

“Um não sei quê de alegri...

Renascença lança campanha...

Música Hoje - A Música de...

Música Hoje - 12 de Abril...

Música Hoje - Compositore...

A rádio e a música portug...

Antena 1 apresenta webrad...

arquivos

Novembro 2017

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

tags

todas as tags

links
comentários recentes
Pena estes rapazes não terem mais popularidade. A ...
Nome do autor da letra?Não se escreve?Falta de res...
A LETRA É ASSIM!!!E NÃO ASSADO!!!!MaMãe, tu estás ...
As partes que não consegui perceber estão com reti...
https://www.google.pt/amp/s/www.musixmatch.com/pt/...
Vou adicionar nos meus favoritos, sou brasileira, ...
" Para que o tremoço o almoço e o alvoroço demorem...
Letra e música do SiulProdução do Siul Sotnas e Mi...
que puta de letra fdx
Epá, o que é isto?Borrei-me todo com este "Mal des...
blogs SAPO
subscrever feeds