Sábado, 03.06.17

 

Letra

 

Deixei a janela aberta
para a fada madrinha entrar
mas ela não apareceu
porque não sabia voar.
 
Deixei-me de merdas e fitas
para ver se olhavas para mim
mas uma flor nunca olhou o chão
e eu nunca serei jardim.

(La la la..)  

E desce, desce rio abaixo até ao mar.
 Desce e aprende a viver.
E hoje és tão diferente
de quem te viu nascer.

E quando cresci tive que reprimir
e trancar a criança que queria sair.
Moldamos o que somos a um mundo mau
que não cura e está a ruir.

  De passo frouxo
olhando o chão.
 Com trinta sóis aos ombros
e nenhum no coração.
  Põe-me a mão no peito
e sente o que tenho para dar.

(La la la..)  
(La la la..) 

  Voei num sonho e caí.
  Tentei jogar e perdi.
  Fechei a porta e então?
Para quê entrar se eu não faço diferença
   à tua presença.
  Esta sentença que me sou.

  (Voei num sonho e caí.
  Tentei jogar e perdi.
  Fechei a porta e então?
Para quê entrar se eu não faço diferença
   à tua presença.
  Esta sentença que me sou.)

(La la la..) 
(La la la..)  

Deixei que a doença estendesse
os seus braços negros por mim.
Estou velho, cansado
e não vi passar.
E o meu rio secou por fim. 
E o meu rio secou por fim.


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Letra

 

Raiva é amor mal canalizado,
É uma prenda enfim,
Que ofereço só a mim
E aceito com agrado.

Raiva é saudade de tudo o que nunca foi teu;
É um tesouro achado,
Que estimo e que guardo,
Como se fosse meu.

E não tens de a esconder,
Quando ela vem,
Porque a raiva só é má,
Quando a alma é má também.
Porque a raiva só é má,
Quando a alma é má também.

E a raiva não dá murros,
Não dá turras nem pontapés,
Quem a tem sempre a experimenta,
Dos 8 aos 80 e de lés a lés.

Porque a raiva não é feia,
Não é crime nem é pecado,
É uma fogueira ao frio,
Uma santa com feitio um bocadinho ao lado.

E não tens de a temer,
Quando nada corre bem,
Porque a raiva só é má,
Quando a alma é má também.
Porque a raiva só é má,
Quando a alma é má também.

Deixa toda a tua raiva em mim!
Deixa toda a tua raiva em mim!
Deixa toda a tua raiva em mim!
Deixa toda a tua raiva em mim!

E se caso com a alma,
Não distingo o mal do bem,
Guarda longe essa raiva
Antes que mates alguém.
Guarda longe essa raiva
Antes que mates alguém.

 



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Quarta-feira, 31.05.17

 

Letra

 

Letra

se não tem graça, chora que isso passa
olha que eu nunca te quis ofender
só disse que trazes no cabelo
tanto fogo e tanto gelo
que eu nem sei se hei-de gelar ou ferver

desculpa-me esta moca, é que o alcool já me toca
muito mais do que eu quero admitir
só sei que mesmo a andar de lado de tão inebriado
fico parvo com o que me fazes sentir

anda embora, vamos lá fora
aqui não dá para respirar
dizes "pára", mas fazes essa cara
de quem me mata se eu parar

- Não, tu não te dás a ninguém

Diz-me lá que prazer é que dá só por se ter
meio mundo a pedir "por favor"
é que a questão aqui na mesa é eu não ter a certeza
se é feitio ou só sentido de humor

e eu bem que queria que chegasse o novo dia
para esquecer e não me sentir assim
mas como é que eu descanso e fico manso
se não páras de olhar para mim

anda embora, vamos lá fora
aqui não dá nem para pensar
dizes "pára", mas fazes essa cara
de quem me mata se eu parar

- Não, tu não te dás a ninguém

Se não me queres o que é que queres de mim?
Se não me queres o que é que queres de mim?
Se não me queres o que é que queres de mim?
Se não me queres o que é que queres de mim?
Tu não te dás a ninguém

- Não, tu não te dás a ninguém

 



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Quinta-feira, 24.03.16

 

Letra

 

A letra está no vídeo

 



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Quinta-feira, 18.12.14

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Sexta-feira, 18.07.14

 

 

Letra

 

 

"Mãe! Não me cortes as pernas, óh mãe!
A culpa não é minha, é de quem deixou isto assim.
Bem vindo à época de caça.
Querem acabar com a nossa raça.
E quem não tem padrinho não se safa,
nem sequer vê o fim.
O sol vai alto e já não sei de ti nem de mim.

- Sai daqui enquanto tens força em ti.
Sai daqui. Enquanto durou soube bem.
Deu para um ou dois, mas não dá para mais ninguém.

Mentes loucas de demência,
com mais gula que inteligência,
cegas para quem precisa de pão.
E toda a gente sabe quem são!
Ficavam todos bem numa prisão,
mas aqui, ladrão não caça ladrão, e assim
o sol vai alto e ainda não sei de ti nem de mim.

-

E a tua vez termina antes de começar
Não há mais que te prenda aqui neste lugar."

Prana - Sapatos de Pedra



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Quinta-feira, 17.07.14

 

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música



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Segunda-feira, 02.06.14

 

 

Letra

 

Deixei a janela aberta
para a fada madrinha entrar
mas ela não apareceu
porque não sabia voar.
 
Deixei-me de merdas e fitas
para ver se olhavas para mim
mas uma flor nunca olhou o chão
e eu nunca serei jardim.

(La la la..)  

E desce, desce rio abaixo até ao mar.
 Desce e aprende a viver.
E hoje és tão diferente
de quem te viu nascer.

E quando cresci tive que reprimir
e trancar a criança que queria sair.
Moldamos o que somos a um mundo mau
que não cura e está a ruir.

  De passo frouxo
olhando o chão.
 Com trinta sóis aos ombros
e nenhum no coração.
  Põe-me a mão no peito
e sente o que tenho para dar.

(La la la..)  
(La la la..) 

  Voei num sonho e caí.
  Tentei jogar e perdi.
  Fechei a porta e então?
Para quê entrar se eu não faço diferença
   à tua presença.
  Esta sentença que me sou.

  (Voei num sonho e caí.
  Tentei jogar e perdi.
  Fechei a porta e então?
Para quê entrar se eu não faço diferença
   à tua presença.
  Esta sentença que me sou.)

(La la la..) 
(La la la..)  

Deixei que a doença estendesse
os seus braços negros por mim.
Estou velho, cansado
e não vi passar.
E o meu rio secou por fim. 
E o meu rio secou por fim.

 



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Letra

 

 

Fala, desabafa diz-me o que tens, meu amor.
Não te feches nesse beiço glacial
E lá dizes que sou eu a causa de toda essa dor
Que se continuar assim vai acabar mal

 

Vou ouvindo feito pedra sem conseguir reagir
Que sou bronco, infantil, um anormal.
Já consigo adivinhar o choro que vem a seguir,
De onde veio tudo isto afinal?

 

Quando tudo fica tenso
E tu invades o que eu penso
Mas eu juro que nem penso em mais ninguém
Ficas triste e eu cansado
De coração amuado
Para quê tanto quando eu só te quero bem? 

 

Lembro-me do tempo em que um simples olhar
Trocava mais palavras do que eu já li
Mas isso era outrora e o que custa agora é fazer-te calar
E dizes que eu disse e eu nem lembro o que disse
E nem sei do que estás a falar

 

O amor é uma cama
Feita de pedras e lama
É o que há de mais negro em nós
É um corte, um percevejo
É o lado mau de um beijo
É uma valsa dançada a sós



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Quinta-feira, 19.04.12

 

letra

 

Nasce um novo dia
E o sol no fundo azul sorria
Pena, que as nuvens estejam a tapar

 

Eu sou assim por dentro
Eu sou cinzento
Sem mudar

 

E não acho que valha a pena tentar

 

Ai, como é bom ter a certeza
De que se eu saltar, tu saltas também

Ai ai ai, como é bom ter a certeza
De que se eu saltar, tu saltas também

 

Roda roda roda a Terra


Vira o céu
Sei quem és, mas quem sou eu
Pra quando um pouco de paz

 

E a vida começou
Mas sozinho é que eu não vou
Porque eu não sou capaz

 

E não acho que valha a pena tentar

 

Ai, como é bom ter a certeza
De que se eu saltar, tu saltas também
Ai ai ai, como é bom ter a certeza
De que se eu saltar, tu saltas também

 

Ah, como é bom ter a certeza
De que se eu saltar, tu saltas também
Ai ai ai, como é bom ter a certeza


De que se eu saltar, tu saltas também (x2)

 

Tu saltas também,
Tu saltas também,
Tu saltas também



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Segunda-feira, 26.03.12

 

Letra

 

Não vou ouvir o que não quero 

Nem se me dizem não ou sim 

Porque eu não sou quem me fez, 

Mas quem faço de mim

 

Se eu sou alguém que pensa, 
Então direi 
Que só me tenho a mim e tudo aquilo 
Que eu sei

Sei, toda a gente chora 
Poucos sabem porquê 
E toda a gente olha para o céu, 
Mas ninguém vê

Salta porta fora, 
Vai pra onde tu quiseres 
E já que vais embora 
Leva tudo quanto és

Hoje olho para trás a rir, 
É a tua vez de ouvir, 
Eu sou quem sou, 
E tu não és ninguém



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Quarta-feira, 14.03.12

No próximo dia 16 de Março pelas 22:00 os Prana actuam no Plano B, Porto, e prometem surpreender.

 

Com o seu disco de estreia, o quarteto de São João da Madeira, traz-nos uma série de sonoridades que foram experimentando nos últimos anos. Adicionaram-lhe personalidade e juventude e conseguiram despertar atenção para o que possa acontecer no curto prazo.

 

Quis o destino que o João e o Miguel, num emaranhado de pessoas, lugares, escolhas, decisões e consequências que fazem do mundo a imprevisível e agridoce casa que temos para viver, tornassem a sua amizade e a paixão pela música em algo especial.

 

Do simples prazer dumas guitarradas saciadas a cerveja e iluminadas pelas noites de Verão, esse algo, na altura irracional, transformou-se numa procura, e eis que, do aparente nada, surge uma terceira peça, o Diogo, que veio consolidar ritmicamente os devaneios melódicos dos outros dois elementos.

 

Ana, o quarto elemento, que era espectadora nos concertos juntou-se aos rapazes, e juntos criaram um grupo a que intitularam ‘prana’ e, a partir daqui, começaram a nascer as novas composições.

 

Dois anos depois e encaixando no presente, os Prana vêem nascer o seu segundo trabalho e primeiro álbum. “Trapo Trapézio” foi o nome escolhido e foi gravado e misturado no Verão de 2010 nos estúdios da Valentim de Carvalho pelo Produtor Nelson Carvalho.

 

Neste novo trabalho, os Prana mostram simultaneamente o seu lado mais dançante e o mais negro, numa coreografia sonora cujo tema é e reflecte a vida.

 

São 11 temas que surgem como capítulos que marcaram a vida de uma personagem, desde a irreverência da juventude, passando pela lâmina agridoce do amor, acabando numa espiral descendente em direcção ao fundo do próprio ser, até ao inevitável fim.

 

Depois dos sucessos “Lei Zero” e "Etanol", os Prana seguem embalados e sobem um pouco mais o trapo, mostrando que o rock também pode ir ao circo, num tema que nos desafia a aceitar desafios.

 

retirado de HardMúsica 

 

PRANA- cruz de plastico e fita cola

 



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Terça-feira, 13.09.11
Letra

Há quem beba e não saiba o que faz
há quem olhe em frente e não pra trás
mas ainda tenho em mente uns cacos de ti.

De uma garrafa bebo o que ela não tem
e vejo no fundo difuso alguém
e lembro tudo aquilo tanto quanto eu perdi.

Tento matar a sede que não quer morrer
mais um copo e outro, e então pode ser
que adormeça e pareça que sim.

Bebo a tudo o que a vida tirou
e a tudo o que hoje eu não sou
e o que eu dava para te ter.

Bebo, porque ao beber não sinto a dor
brindando ao Diabo e ao Amor
e à hora que falta para amanhecer.



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Terça-feira, 28.06.11

Trapo Trapézio dos Prana

 

Já se encontra nas lojas o novo trabalho do jovem quarteto Prana, "Trapo Trapézio".

 

Trata-se de um disco com onze temas que foi gravado no Verão de 2010 nos estudios da Valentim de Carvalho sob a direcção de Nelson Carvalho.

 

Neste novo trabalho, os Prana "mostram simultaneamente o seu lado mais dançante e o mais negro, numa coreografia sonora cujo tema é e reflecte a Vida".

 

Para a banda "os 11 temas que constituem o álbum surgem como capítulos que marcaram a vida de uma personagem, desde a irreverência da juventude, passando pela lâmina agridoce do amor, acabando numa espiral descendente em direcção ao fundo do próprio ser, até ao inevitável fim".

 

O primeiro single chama-se Etanol. E "é com este gatilho que os prana se fazem à estrada", referem.

"Algures no meio de um emaranhado de pessoas, lugares, escolhas, decisões e consequências que fazem do Mundo a imprevisível e agridoce casa que temos para viver, conhecem-se, como peças do acaso, o João e o Miguel", afirmam.

 

A banda afirmou que "com pouco mais em comum que a Amizade e a paixão pela música, esses dois rapazes descobrem algo que não esperavam no simples prazer dumas guitarradas saciadas a cerveja e iluminadas pelas noites de Verão".

Explicaram que "esse 'algo', na altura irracional, transformou-se numa procura, e eis que, do aparente nada, surge uma terceira peça, o Diogo, que veio consolidar ritmicamente os devaneios melódicos dos outros dois".

 

Por fim, "a procura deu lugar à vontade de transformar a amizade em família. A essa jovem família na casa dos 24 anos, deram o nome de Prana".

 

"E daí começaram a nascer as canções. E das canções saltaram para os concertos, dos concertos para os concursos e dos concursos para mais canções. Mas, tal como uma peça inacabada, faltava-lhes ainda a delicadeza dos detalhes e a providência não se fez esperar. Saltando do público que os acompanhava para cima do palco, veio a Ana e com ela o piano, que fluiu e preencheu todos os espaços vazios e irregulares de que padeciam as canções de Prana", afirmaram.

 

O "1" - o primeiro EP da banda - foi gravado nos estúdios da Numérica em Paços de Brandão, produzido por João Nuno contendo 5 temas originais, em 2008.

 

"A partir daí - e como que uma faísca num rastilho de pólvora - os Prana retomaram a estrada e os concertos, mas desta feita, um pouco por todo o país", remataram. 


O precurso da banda passou por locais como a Latada em Coimbra, as Fnac, no Termómetro da Antena 3, entre outros.

 

O quarteto "nunca esqueceu a composição de temas novos, temas esses cuja sonoridade boémia e circense resultou da experiência que iam adquirindo em palco, das vivências e da descontraída leveza com que sorviam a vida".

 

Via HardMúsica 

 

 



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