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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

  Letra   Povo Que Lavas No Rio  Amália Rodrigues   Povo que lavas no rio  Que talhas com teu machado  As tábuas do meu caixão  Pode haver quem te defenda  Quem compre o teu chão sagrado  Mas a tua vida não  Fui ter à mesa redonda  Beber em malga que esconda  Um beijo de mão em mão  Era o vinho que me deste  Água pura, fruto agreste  Mas a tua vida não  Aromas de urze e de lama  Dormi com eles na cama  Tive a mesma condição  Povo, povo eu te pertenço  Deste-me alturas de incenso 
Letra Povo que lavas no rio que talhas com teu machado as tábuas do meu caixão  Povo que lavas no rio que talhas com teu machado as tábuas do meu caixão Há-de haver quem te defenda que compre o teu chão sagrado mas a tua vida não Fui ter à mesa redonda beber em malga que esconda um beijo de mão em mão Fui ter à mesa redonda beber em malga que esconda um beijo de mão em mão Era o vinho que me deste àgua pura, fruto agreste mas a tua vida não aromas de urze e de lama dorm (...)
Letra Povo que lavas no rio que talhas com teu machado as tábuas do meu caixão  Povo que lavas no rio que talhas com teu machado as tábuas do meu caixão Há-de haver quem te defenda que compre o teu chão sagrado mas a tua vida não Fui ter à mesa redonda beber em malga que esconda um beijo de mão em mão Fui ter à mesa redonda beber em malga que esconda um beijo de mão em mão Era o vinho que me deste àgua pura, fruto agreste mas a tua vida não aromas de urze e de lama dorm (...)
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