Sábado, 10.12.16

 

Letra

 

Quando eu lá cheguei olhos não transmitiam
pulmões já não respiravam
Corações já não batiam, caras já só assustavam
Crianças que consumiam aquilo que na tv davam
Máquinas reiniciam, fábricas que se fecharam
Todos os ricos sorriam, todos os pobres choravam
Deram todas as pernas aos porcos, que ao povo roubaram
Enquanto o terreno ardia, assembleia mobilavam
Falando depois para as notícias que se preocupavam
Barriga que se esvazia, garrafas se aproximaram
Pai é morto pela filha, com essa é que não contavam, na
Naquilo que eu via não acreditavam
português partia, o alemão entrava
Um tropa mantinha, o resto emigrava
Não sabe para onde ia, mas aqui não dava
Dar o corpo a bala não queria, mas dava
Em alma daqueles que lutaram
contra aqueles que o país difamaram
Não sigas os dedos que indicaram
Que eu perguntei pela miséria
E todos os dedos me apontaram a Portugal

Porque o país a que eu pertenço
País à beira mar plantado e enfeitiçado pelo que eu sei
Quero viver como quis, porque eu pertenço ao país
País não pertence a ninguém
Não quero que o meu sonho se transforme em tristonho
Ou venham viver por mim

 



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Sexta-feira, 29.11.13

Dralion

 

Já estão à venda os bilhetes para o Cirque du Soleil que está de volta a Portugal para apresentar o espectáculo Dralion.

 

Fundado em Baie-Saint-Paul, no Quebec em 1984 por, Guy Laliberté e Daniel Gauthier, dois artistas de rua para a comemoração do 450º aniversário da descoberta do Canadá, O Cirque du Doleil tornou-se conhecido a partir de 1984 com o espectáculo Le Grand Tour du Cirque du Soleil.

 

Durante a década de 90 do século passado, o Cirque cresceu muito rapidamente, dos 73 artistas com que contava em  1984, passou para mais 3.500 empregados distribuídos por  40 países e normalmente conta com pelo menos 15 espectáculos em simultâneo.

 

Esta será a sétima visita do Circo a Portugal, já passaram por cá os espectáculos: Michael Jackson THE IMMORTAL World Tour (2013, Alegría (2011), Saltimbanco (2010), Varekai (2009), Quidam (2008) e DELIRIUM (2007)

 

Dralion estreou no Canadá em 1999 e já foi visto por mais de 7 milhões de pessoas em todo o mundo. 

 

Baseado na tradição acrobática chinesa, que tem mais de 3.000 anos, Dralion vai buscar a sua inspiração à filosofia do Oriente e à sua eterna busca pela harmonia entre os humanos e a natureza. O nome do espectáculo deriva de duas criaturas emblemáticas: o dragão, que simboliza o Oriente, e o leão, que simboliza o Ocidente.

Com Dralion o Cirque du Soleil traz a Lisboa a elegância e a competência artística a que já nos habituou, num espectáculo que conta com 50 acrobatas, ginastas, músicos e cantores internacionais.

 

Dralion estará na Meo Arena, em Lisboa, entre os dias 1 e 12 de Janeiro 2014.

 

 

 

Jorge Soares



publicado por olhar para o mundo às 13:18 | link do post | comentar

Terça-feira, 02.10.12

Artistas portugueses destacam-se cada vez mais internacionalmente.

Artistas portugueses destacam-se cada vez mais internacionalmente.Fotografia © Paulo Spranger / Global Imagens

Os artistas portugueses deverão dar este ano entre 800 a mil espetáculos no estrangeiro, revelou hoje a associação Música.PT num conferência internacional sobre exportação e internacionalização da música portuguesa.

 

Os dados foram avançados pelo promotor António Guimarães na conferência em Lisboa, sustentando, assim, a potencialidade da música nacional em palcos internacionais.

 

O promotor afirmou que é no mercado internacional que está parte da solução para a sobrevivência da música portuguesa e onde há maior possibilidade de crescimento.

 

"Cerca de 30 por cento das receitas dos artistas já são das exportações. Antes eram de apenas 10 por cento", adiantou o responsável.

 

Na conferência hoje em Lisboa estão reunidos agentes, promotores e produções musicais em torno da ideia de exportação e internacionalização da música portuguesa.

 

António Guimarães apelou a um entendimento entre várias entidades para atingir esse objetivo de exportação e que envolva, por exemplo, a Direção Geral das Artes, o Instituto Camões, a Fundação Calouste Gulbenkian ou a Sociedade Portuguesa de Autores.

 

"Precisamos de apoios públicos e privados e têm que ser diferenciados. Temos direito a eles, porque até hoje nunca os tivemos", disse, elogiando a existência de "talento, originalidade sonora, bons estúdios, bons produtores e capacidade organizativa".

 

"Só nos falta uma estratégia", disse.

 

Para a conferência foram convidados, por exemplo, o diretor-geral das Artes, Samuel Rego, que apresentou alguns dados já conhecidos sobre o programa de internacionalização.

 

O compositor António Pinho Vargas falou sobretudo da inexistência de um programa de exportação da música erudita portuguesa, lamentou-se da "incultura das elites" e da "incapacidade negocial" que faça vingar a produção nacional no estrangeiro.

 

O economista Augusto Mateus, responsável pelo estudo do impacto económico das indústrias criativas, sublinhou que é necessário uma estratégia conjunta de promoção da música portuguesa fora de portas.

 

"Portugal não se pode afirmar internacionalmente sem prioridades, sem estratégia (...). Precisamos de uma enorme plataforma de união da comunidade criativa, dos criadores", defendeu o economista.

 

Augusto Mateus sublinhou ainda que é preciso "formar públicos" e ter capacidade para "trazer consumidores" para os produtos portugueses.

 

retirado do DN



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Segunda-feira, 17.09.12

Música portuguesa contemporânea é tema de série televisiva no Brasil

O enorme abismo que separa a música portuguesa do público brasileiro pode estar perto do fim com a divulgação de trabalhos de músicos portugueses contemporâneos numa nova série de televisão que estreia este sábado, 15 de setembro, no Brasil.


"Quando estive em Lisboa para fazer o meu primeiro 'show', em 2003, descobri uma música que, para minha surpresa, ia muito além dos fados de Amália Rodrigues e do pobre 'Vira' do controverso Roberto Leal", conta o músico carioca Pierre Aderne, que concebeu o novo programa, batizado Música Portuguesa Brasileira.

 

Pensado para ser um documentário, que irá estrear no Douro Film Harvest 2012, o projeto logo mostrou que tinha conteúdo suficiente para se transformar numa série televisiva, a qual será divulgada em terras brasileiras pela rede pública Canal Brasil em 13 episódios de 12 minutos a partir deste sábado e, em Portugal, pela RTP, a partir de outubro.

 

Da música portuguesa, Aderne destaca a mistura de ingredientes de excelente qualidade, como a boa literatura e o fado, somados à influência dos ritmos de ex-colónias, como as mornas de Cabo-Verde e a própria música brasileira.

 

"Para entender e conhecer um pouco mais essa relação musical entre nós e a 'terrinha', juntei, num apartamento em Lisboa, toda essa malta, da mesma forma que faziam Nara Leão e Tom Jobim nos final dos anos 1960" no Brasil, conta Aderne.

 

As gravações foram feitas nos apartamentos de Pierre, no Rio de Janeiro e em Lisboa, e no Conservatório Nacional de Lisboa.

 

Num ambiente informal, o músico reuniu vários convidados, como Jorge Palma (na foto), Cuca Roseta, Pedro Jóia, Mário Laginha, Luíisa Sobral e Sara Tavares, ao lado de brasileiros, como Fernanda Abreu, Teresa Cristina, Edu Krieger e o cabo-verdiano Tito Paris.

 

"É de tomar um susto mesmo. Acho que quando as pessoas [no Brasil] virem o Tito Paris desfilar todo o seu 'suingue sangue bom' [numa referência a um famoso rap brasileiro] vão impressionar-se", prevê o músico carioca, há um ano a viver em Lisboa.

 

Para Pierre Aderne é surpreendente que, no Brasil, não se conheçam certos músicos, como Zeca Afonso, que ele considera um compositor do mesmo nível dos brasileiros Caetano Veloso e Chico Buarque.

 

"Na mesma época em que Chico Buarque cantava 'Tanto Mar', no Brasil, Zeca Afonso tinha todo esse repertório anti-salazarista em Portugal. É difícil de entender como o Brasil não trouxe na bagagem - além dos vinhos e azeites - essa música portuguesa de grande qualidade", lamenta.

 

Os encontros e tertúlias realizados por Pierre Aderne deram ainda um novo álbum ao artista, "Bem-me-quer, Mar-me-quer", que apresentará no dia 23 deste mês num espetáculo na Praça do Rossio, em Lisboa, antes de seguir em digressão por cidades do interior de Portugal.

 

Retirado do Sapo Música



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Domingo, 22.04.12
Portugal entre os piores do mundo em vendas de música

Portugal teve em 2011 um dos piores registos de vendas de música, entre todos os países que integram a Federação Internacional da Indústria Discográfica (IFPI), disse hoje à agência Lusa o director-geral da Associação Fonográfica Portuguesa, Eduardo Simões.

 

No que toca a vendas de música em formato físico, maioritariamente composto por CD ou DVD musicais, Portugal registou no ano passado uma quebra de 34,4 por cento, o que faz com que o país tenha dos piores resultados em todo o mundo, só superado pela Grécia.

 

Em 2011 as editoras venderam às lojas de música cerca de 4,4 milhões de CD e cerca de 451 mil DVD musicais, segundo dados fornecidos à Lusa pela Associação Fonográfica Portuguesa (AFP).

 

Numa década, a facturação do mercado nacional português recuou mais de 80 por cento.

 

O cenário de «quebras brutais», pela descida consecutiva na facturação das editoras discográficas em Portugal, é preocupante, disse Eduardo Simões, mas o que se acentua é a discrepância em relação a outros países e «a ausência de medidas que protejam o sector».

 

A principal causa apontada por Eduardo Simões para esta quebra acentuada é a pirataria digital - a partilha e o descarregamento ilegal de ficheiros de música na Internet - e a falta de regulamentação legal nesta matéria.

 

A isto acrescenta-se a perda de poder de compra do consumidor, a tendência dos artistas se autoproduzirem em termos discográficos e um mercado digital legal que está «num estado embrionário inaceitável face ao desenvolvimento tecnológico» no país, como referiu o relatório da IFPI de Março passado.

 

«Se juntarmos o mercado pequeno com os problemas de crescimento negativo que tem tido nos últimos dez anos, isso afasta qualquer investidor para estar presente no mercado português e isso é que pode ter consequências dramáticas em termos culturais», alertou o director-geral.

 

Apesar dos maus resultados e da «crise profundíssima do mercado nacional», como descreveu Eduardo Simões, os portugueses estão a comprar mais música portuguesa do que estrangeira, representando desde 2010 cerca de 35 por cento do bolo total de vendas.

 

Uma das razões destes valores é a introdução de quotas de difusão de música portuguesa na rádio. «No total, a quota de música portuguesa é maior e esse é um dos poucos indicadores positivos», disse.

 

A AFP representa as maiores editoras discográficas a trabalhar em Portugal, como a Sony, a EMI ou a Universal.

 

As editoras independentes, pela qual têm saído nos últimos meses vários álbuns de música portuguesa, como a Pataca Discos, a Meifumado, Mbari e Lovers&Lollypops, representam entre cinco a seis por cento do mercado total.

 

Via Sol



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Sexta-feira, 27.01.12

 

Letra

 

Portugal, coitado de ti!
Estás doente, és mal tratado!
Qual será o teu fim?
És cada vez mais desprezado.
O teu povo está tão mal,
Quase sem força para viver;
Este caminho é fatal,
Há quem não tenha o que comer.
Tenho orgulho em ser Português,
Sinto o calor do nosso fado,
O soar de uma guitarra
Que por nós é tão amado.
Cantem comigo, em Português!
Parados não podemos ficar,
Portugal é o nosso País,
Por ele temos que batalhar.
Portugal confia em mim,
Não te deixes enganar!
Há quem nada sinta por ti,
Há quem nunca deixou de te amar.
Tenho orgulho em ser Português,
Sinto o calor do nosso fado,
O soar de uma guitarra
Que por nós é tão amado.



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Quarta-feira, 27.07.11
O rock chegou a Portugal através do realizador Leitão de Barros, que organizava umas festas à noite no Jardim da Estrela 

Antes do "Chico Fininho", a história do rock português já ia longa. Primeiro no MySpace e depois em secretas edições em vinil, a Groovie Records anda a desenterrar a história ignorada, mas épica, do tempo em que o rock ainda era "pouco edificante"

Quem tem memória visual de Lisboa nos anos de viragem 80-90 só pode lembrar-se dessa figura exótica e camaleónica de Luís Futre (primo do ex-jogador, e também ele vindo do Montijo), que encarnava com exuberância de acessórios e indumentária numa expressão petrificada, o imaginário marginal do rock. Luís Futre nunca tocou numa banda, mas apadrinhou a existência de várias e a sua colecção de discos anda por aí espalhada aos quatro ventos, a divulgar o rock e a inspirar a criação de novas bandas. Aos 44 anos, agora com o cabelo curto, uns óculos de massa e roupa mais discreta, a fazer lembrar os mods dos anos 60, Futre trabalha com Edgar Raposo na Groovie Records - que no mês passado esteve no Atelier Real, em Lisboa, promovendo uma série de encontros e sessões de trabalho com figuras centrais e marginais do rock português desde os anos 50.

Rock português, anos 50. Isso existe? Para a geração do Futre e do Edgar, que cresceu a ouvir dizer que o pai do rock português era o Rui Veloso, parece uma incongruência, mas a história do rock é um conto de fadas ruidoso e a realidade confunde-se com as lendas. A Groovie Records tem vindo a desenterrá-las do esquecimento. Primeiro no MySpace, depois em secretas edições em vinil, a editora anda a revelar o rock que se praticou em Portugal na transição para os anos 60 (Portuguese Nuggets), e também o que era tocado em Angola, Moçambique, África do Sul, Madagáscar (Cazumbi)! Em 2008, quando morreu Joaquim Costa, esse renegado do rock'n'roll, publicaram-lhe o primeiro disco.

Luís Futre conheceu Joaquim Costa (1936-2008) em 1985, na Feira da Ladra. "Estava com uma camisola dos Cramps, um cota veio ter comigo e perguntou: ‘Não me consegues arranjar a compilação ‘Rockabilly Psychosis', que tem o Phantom?' Fiquei fascinado pela pessoa, em virtude de acompanhar o rock'n'roll e a cena underground desde a década de 50." Joaquim Costa contou-lhe a história do rock português, a esquecida, a ignorada e a desconhecida. Ficou a saber que o rock chegou a Portugal através do cinema, e que foi o realizador Leitão de Barros a divulgá-lo, através das noites de Verão que organizava no Jardim da Estrela. Com o dinheiro que ganhou a actuar nessas festas, Joaquim Costa financiou sessões no estúdio da Rádio Graça, fez três acetatos e criou as capas dos discos que haveriam de ficar inéditas até ao ano da sua morte. Futre ficou assim a conhecer aquele que foi um pioneiro da ética de trabalho "do-it-yourself" , que ele mesmo haveria de fomentar em meados dos anos 90 com a editora Beekeeper, quando, associado a Elsa Pires, lançou o álbum "Teenagers from Outerspace".

Edgar Raposo, fundador da Groovie Records, era vizinho de Joaquim Costa. Actualmente trabalha com Pedro Carvalho Costa num documentário sobre ele: "O Joaquim foi um punk na atitude ‘do-it-yourself', na rebeldia, no anti-sistema. Dizia que o rock era para ser cantado em inglês, que cantar rock em português era uma palhaçada. Tinha uma opinião muito própria e um conhecimento muito vasto sobre a história do rock'n'roll." 

 

Via Público



publicado por olhar para o mundo às 12:29 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sexta-feira, 20.05.11
Letra

Tiveste gente de muita coragem 
E acreditaste na tua mensagem 
Foste ganhando terreno 
E foste perdendo a memória 

Já tinhas meio mundo na mão 
Quiseste impor a tua religião 
E acabaste por perder a liberdade 
A caminho da glória 

Ai, Portugal, Portugal 
De que é que tu estás à espera? 
Tens um pé numa galera 
E outro no fundo do mar 
Ai, Portugal, Portugal 
Enquanto ficares à espera 
Ninguém te pode ajudar 

Tiveste muita carta para bater 
Quem joga deve aprender a perder 
Que a sorte nunca vem só 
Quando bate à nossa porta 

Esbanjaste muita vida nas apostas 
E agora trazes o desgosto às costas 
Não se pode estar direito 
Quando se tem a espinha torta 

Ai, Portugal, Portugal 
De que é que tu estás à espera? 
Tens um pé numa galera 
E outro no fundo do mar 
Ai, Portugal, Portugal 
Enquanto ficares à espera 
Ninguém te pode ajudar 

Fizeste cegos de quem olhos tinha 
Quiseste pôr toda a gente na linha 
Trocaste a alma e o coração 
Pela ponta das tuas lanças 

Difamaste quem verdades dizia 
Confundiste amor com pornografia 
E depois perdeste o gosto 
De brincar com as tuas crianças 

Ai, Portugal, Portugal 
De que é que tu estás à espera? 
Tens um pé numa galera 
E outro no fundo do mar 
Ai, Portugal, Portugal 
Enquanto ficares à espera 
Ninguém te pode ajudar 

Ai, Portugal, Portugal 
De que é que tu estás à espera? 
Tens um pé numa galera 
E outro no fundo do mar 
Ai, Portugal, Portugal 
Enquanto ficares à espera 
Ninguém te pode ajudar



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Domingo, 13.02.11

 

 

Letra
 
Amigo 
Maior que o pensamento 
Por essa estrada amigo vem 
Por essa estrada amigo vem 
Não percas tempo que o vento 
É meu amigo também 
Não percas tempo que o vento 
É meu amigo também 

Em terras
Em todas as fronteiras
Seja bem vindo quem vier por bem
Se alguém houver que não queira
Trá-lo contigo também 

Aqueles
Aqueles que ficaram
(Em toda a parte todo o mundo tem)
Em sonhos me visitaram
Traz outro amigo também

 

 



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