Sexta-feira, 30.12.16

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No ano passado, as notícias não eram animadoras para quem pretendia passar o Ano Novo no Porto. No início de dezembro, os dados do Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP) previam uma ocupação de 100% nos hotéis da cidade. Este ano ainda não se sabe o que vai acontecer, mas o melhor é não demorar muito mais tempo a tratar do alojamento — a Câmara Municipal do Porto divulgou um programa cheio de coisas para fazer na noite mais agitada do ano. 

Na Passagem de Ano 2016/2017, o Porto vai ter concertos e DJ sets em quatro zonas da cidade: na Avenida dos Aliados, Praça D. João I, Praça dos Poveiros e Praça dos Leões. As principais atuações acontecem nos Aliados: a partir das 22h30, os Blind Zero vão cantar alguns êxitos dos seus últimos 20 anos de carreira.

À meia-noite haverá o tradicional espetáculo de fogo de artifício com foguetes que serão lançados da Câmara Municipal e de vários edifícios da Avenida dos Aliados.

Mais tarde, a partir das 00h30 e já em 2017, são Os Azeitonas que sobem ao palco na Avenida dos Aliados para animar o resto da noite. Este será o último concerto com Miguel Araújo na banda, já que o artista se vai dedicar à sua carreira a solo.

Se não quiser ficar na Avenida dos Aliados, há mais opções noutros pontos do centro do Porto. Na Praça D. João I, a Praça dos Poveiros e a Praça dos Leões há sets de DJ entre as 22h30 e as 3 horas.

Conheça o programa completo da Passagem de Ano do Porto.

Avenida dos Aliados

22h30-23h50: Blind Zero

23h55: Countdown

00h00-00h15: Espetáculo piromusical

00h30-02h30: Os Azeitonas

Praça D. João I

22h30-01h: DJ Rodrigo Affreixo

01h00-03h: DJ Set Holy Nothing

Praça dos Poveiros

22h30-01h: DJ Isidro Lisboa

01h00-03h: DJ Set Throes + The Shine

Praça dos Leões

22h30-03h: DJ Sete Magníficos

 

retirado de NIT



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Segunda-feira, 09.06.14

Concertos na avenida



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Sábado, 30.11.13

Richie Campbell convida Dengaz e Ziggi Recado para concerto no Coliseu do Porto


Richie Campbell convida Dengaz e Ziggi Recado para concerto no Coliseu do Porto

O cantor de dancehall, reggae, ska e soul, Richie Campbell actua a 29 de Novembro, pelas 22:00, no Coliseu do Porto, concerto inserido na sua digressão “Focused Tour”.

 

O cantor português está a preparar uma produção especial para este concerto onde será gravado o seu primeiro DVD ao Vivo.

 

Richie Campbell e a 911 Band vão apresentar neste concerto uma formação um alinhamento onde além dos conhecidos sucessos como "That’s How We Roll", "Love Is An Addiction", "Get With You" e "Whataday", estaraõ também temas nunca tocados ao vivo pelo artista.

 

O cantor terá ainda como convidados Dengaz e Ziggi Recado. Dengaz é um dos nomes mais aclamados do rap português sendo bastantes conhecidos os seus temas “Encontrei” e “From the Hart”, este último contando com a presença de Richie Campbell.

 

Ziggi Recado é um dos nomes mais conceituados da música reggae da Europa. Já participou em alguns dos mais conceituados festivais da Europa como Lowlands na Holanda, Festineuch na Suiça e Cabaret Sauvage em França. Os seus temas mais conhecidos são “Need to tell you this” e “Gonna Leave you”.

 

Richie Campbell estará também no Campo em Lisboa a 19 de Dezembro no concerto que encerrará a sua digressão.


Retirado do HardMúsica



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Terça-feira, 10.09.13

Hard Club comemora o 3.º aniversário «com a programação de sempre»

O Hard Club, no Porto, vai comemorar o seu 3.º aniversário com um programa concentrado da sua programação regular e uma festa final com os 20 anos dos Bizarra Locomotiva, Kalu e Tape Junk.


A marca Hard Club já tinha tido 9 anos de atividade em Gaia, quando em setembro de 2010 abriu portas no mercado Ferreira Borges, no centro histórico do Porto. É esta data que o Hard Club decidiu comemorar com um programa que vai decorrer de 24 a 29 de setembro, intitulado “Festa com a programação de sempre!”.

 

“É a primeira vez que o Hard Club está a assinalar publicamente um aniversário e numa altura em que a situação económica e financeira não está muito bem no país e na cultura também não, reunimos um evento de cada tipo de música de forma a mostrarmos o ecletismo da nossa programação”, explicou à Lusa Ana Póvoas, a responsável pela programação do Hard Club.

 

O Hard Club tem vários eventos que constituem a sua programação regular ao longo do ano e são eles que vão fazer o grosso das comemorações deste terceiro aniversário, que arrancam no dia 24, pelas 21:00, com o “Folk at the club”, baile e “jam session” de música folk, que costuma estar presente nas noites de terça-feira.

 

No dia seguinte, o Shortcutz Porto, fará uma retrospetiva de mais de 100 sessões gratuitas de exibição de curtas-metragens e, no dia 26, há Stopestra, um concerto da orquestra dos músicos que ensaiam no Centro Comercial Stop que nasceu de uma pareceria com o serviço educativo da Casa da Música.

 

O tango estará presente com a “Milonga do Mercado” (a 26), os DJ de drum’n’bass e trance com “Low cost, no loss” nas noites de 26,27 e 28 e o hip hop com “Vicious hip-hop” (a 27), com a presença de Bezegol, Jimmy P. e Dillaz, entre outros. As novas bandas têm no programa “1 banda = 1euro”, o seu espaço (a 27), o “hard-core” está reservado para 28, com Step Back, Killing Frost e Reality Slap e o “punk” no dia seguinte, pelas 17:00, com Hellshock, Misantropia e Dokuga.

 

Mas o Hard Club é também espaço para mercado com o “Urban Market”, na manhã de 29 e ponto de encontro para as corridas de bicicletas noturnas com as “Hard Alleycat Club” (a 28).

 

A festa de aniversário, a 28, inclui os músicos e os DJ do grupo de Facebook “A Igreja Universal Dos Fazedores de Bonitas Listas Musicais Dos Últimos Dias”, Kalu, Tape Junk e o 20º aniversário dos Bizarra Locomotiva.

 

“Penso que conseguimos uma amostra fiel com todos os eventos a baixo custo, de acordo com as possibilidades das pessoas e penso que vamos conseguir criar festa com a programação de sempre”, afirmou Ana Póvoas.

 

Apesar da noite do Porto ter saído da Ribeira para a baixa, Ana Póvoas chama atenção para o facto de o clube, que tem a concessão do espaço até 2029, estar “num local privilegiado, o Centro Histórico do Porto, um edifício que por si só merece muita atenção por ser um edifício Património Mundial da Humanidade”.

 

Retirado do Sapo Música



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Terça-feira, 03.09.13

Optimus D’Bandada


Pelo terceiro ano consecutivo, a Optimus, em parceria com a Câmara Municipal do Porto, organiza aquele que é já um dos eventos mais aguardados na cidade do Porto. A Optimus D’Bandada está de regresso, já a 14 de setembro, e promete trazer a música de volta à cidade. 

Este ano, o convite estende-se a toda a cidade, sendo lançado o desafio a todas as pessoas, bares, lojas, habitações e ruas para criarem a sua própria programação e poderem juntar-se a esta festa da música. 

Mantendo a matriz das duas primeiras edições, este verdadeiro “S. João da música” invade, mais uma vez, os mais variados espaços da baixa do Porto, prometendo novidades:

• Concertos de António Zambujo e Best Youth, na Praça dos Leões;
• A utilização do Clube Fenianos Portuenses onde acontecem várias atuações, nomeadamente concertos de Miguel Araújo e de Samuel Úria;
• A parceria com a Clean Feed, editora de referência internacional, para a programação de um palco de Jazz;
• A programação de um palco com música tradicional portuguesa, a cargo de Tiago Pereira, responsável pela coletânea “Dêem-me duas velhinhas, eu dou-vos o universo” (editada pela Optimus Discos) e pelo projeto “A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria”;
• Uma estafeta (4 bandas irão percorrer algumas ruas do centro do porto durante a tarde) e uma maratona musical (espetáculo sem intervalos em que as bandas se misturam entre elas sem paragens), a cargo da produtora Lovers & Lollypops;
• Um espaço dedicado a atuações de “Língua Franca”, cuja curadoria está a cargo de Capicua (editada pela Optimus Discos). 

Como parte central deste dia teremos as atuações das bandas com as últimas edições da Optimus Discos. Este ano, o cartaz contará com nomes como Blaya, Tape Junk, Ciclo Preparatório, Voxels, Awsum, Little Friend, Pedro Puppe, Ninja Kore, entre outros.


Retirado do Facebook



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Segunda-feira, 02.09.13

Casa da Música


Os festivais de verão podem ter acabado mas setembro, no Porto, é mês de reabertura da Casa da Música que oferece dois concertos à cidade, é mês de D' Bandada e do aniversário do Hard Club.

 

A Casa da Música que, como habitualmente, esteve encerrada para férias em agosto volta aos concertos na quinta-feira, com a Orquestra XXI, que reúne meia centena de músicos portugueses que tocam fora do país.

 

A Orquestra XXI é a vencedora do concurso de Ideias de Origem Portuguesa, promovido pela Fundação Calouste Gulbenkian e depois de tocar em Tibães, Braga, e no Porto, vai atuar nos dias seguintes no Mosteiro da Batalha e no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

 

Mas é na sexta-feira que a Casa da Música e Câmara do Porto oferecem o primeiro de dois concertos à cidade. Os Concertos 1ª Avenida decorrem em plena avenida dos Aliados, com entrada livre. No primeiro, o guitarrista Kurt Rosenwinkel junta-se à Orquestra Jazz de Matosinhos e o programa inclui a estreia de três novos arranjos de Pedro Guedes e Carlos Azevedo sobre temas do celebrado instrumentista norte-americano.

 

No sábado é a vez da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música descer à praça para um programa bem popular que inclui clássicos como a Sinfonia nº5 de Beethoven ou “La Donna è mobile” de Verdi e que é também uma oportunidade para escutar como o compositor Cláudio Carneyro se inspirou em trechos tradicionais como o “Malhão” ou “Senhora do Almortão” , para as suas Portugalesas.

 

Mas setembro é também mês do Optimus D’ Bandada que no dia 14 se vai repartir por vários espaços do Porto para um sábado inteiro de música. António Zambujo, Best Youth, Samuel Úria, Miguel Araújo, Little Friend ou Blaya são alguns dos muitos nomes que compõem o cartaz deste ano.

 

Com o Clube Fenianos Portuenses como quartel-general, a edição deste ano também apresenta como pontos de destaque a estafeta e a maratona musical organizada pela produtora Lovers & Lollypops, um palco de jazz, um espaço dedicado à declamação a cargo de Capicua e um palco com música tradicional portuguesa.

 

Setembro também será data para comemorar o 3º aniversário do Hard Club que promete uma “festa com a programação de sempre”. Isto quer dizer que no espaço do Mercado Ferreira Borges, entre 24 e 29 de setembro, vai ser possível ver em formato concentrado as propostas que enchem com regularidade o calendário do Hard Club ao longo do ano.

 

Retirado de Noticias ao minuto



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Quinta-feira, 29.08.13

Noites Ritual regressam ao Palácio de Cristal, no Porto

As Noites Ritual regressam esta sexta-feira e sábado ao Palácio de Cristal, no Porto. Um hábito musical de final de agosto, desta vez com Batida e Virgem Suta como cabeças de cartaz.

 

Com programação exclusivamente nacional, os concertos voltam a ter nesta sua 21ª edição dois palcos, com quatro bandas por noite, sendo que na primeira data é dominada pelos ritmos dançantes enquanto a segunda apresenta uma faceta mais melódica e intimista.

 

Na sexta os espetadores poderão pular ao som dos Batida, o projeto do luso-angolano Pedro Coquenão que traz para as ruas e para os ritmos de hoje o legado sonoro de uma Angola das décadas de 60 e 70 do século passado.

 

Com um pé nesse período, mas a geografia mais deslocada para Detroit ou Memphis, nos Estados Unidos, cabe aos Cais Sodré Funk Connection abrir a noite do palco principal com muito funk e muita soul. Um grupo que reúne veteranos dos Cool Hipnoise , Orelha Negra, Mr Lizard, Cacique 97 ou da banda de Sergio Godinho.

 

Mas a música começa pelas 22:00 horas no palco Ritual com Pinto & The Dishbreaker, selecionados a partir da iniciativa Rituais Emergentes, um espaço em que também atuarão os Serushiô, um dupla portuense com muito blues a promover o ser segundo trabalho, editado este ano, “Life on extended play”.

 

Na segunda noite, o nome principal são os Virgem Suta, que com as suas pitorescas histórias musicais com raízes bem portuguesas são uma proposta para uma noite familiar nos jardins do Palácio, apesar de o concerto só começar pelas 00:45.

 

Antes, no palco principal, vai ser possível ouvir o regresso de Rodrigo Leão e Gabriel Gomes, no seu projeto Os Poetas em que criam fundos sonoros para as palavras de alguns dos maiores autores de poesia portugueses. No palco Ritual, será possível escutar os Heart Invaders e a lírica folk de Little Friend, o luso-inglês que lançou este ano o seu álbum de estreia “We Will destroy each other”.

 

Os concertos Ritual já foram gratuitos mas este ano os bilhetes para um dia custam cinco euros, podendo ser adquirida por oito euros uma entrada para os dois dias.

 

Retirado de Sapo Música



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Terça-feira, 28.05.13

Serralves em Festa já à espreita este sábado com ópera para bicicletas

A britânica Kaffe Matthews compôs uma ópera para ouvir em movimento - em cima de uma bicicleta e ao longo do rio Douro.

 

O Serralves em Festa tem hoje um pré-arranque no Porto, com a estreia de uma ópera para bicicletas para ser ouvida pedalando ao longo do rio Douro, conforme a partitura vai sendo acionada através de GPS

 

Ópera Fixi é uma encomenda de Serralves à britânica Kaffe Matthews que, a partir das 13h e até 9 de Junho, pode ser ouvida por quem conduzir uma das 12 bicicletas amarelas que estão estacionadas no antigo posto de turismo na praça do Infante.
Em cada bicicleta proveniente da Bélgica estão montadas duas colunas estéreo, apontadas para a cara do condutor e na traseira uma caixa negra, onde está instalado o GPS e os ficheiros com o mapa e a música, os sons compostos por Kaffe Matthews com a colaboração do grupo de teatro Visões Úteis.
No computador, a artista britânica, munida de um software próprio, pôde definir “diferentes áreas e ligá-las a trechos de som que vão corresponder a diferentes momentos”.
“Nesta área, por exemplo”, explica, “há uma parte rítmica que toca e dentro dela, em diferentes locais, há vozes de seis homens que declamam um texto sobre amor”.
Esta é uma partitura que se vai “lendo” em movimento. Conforme se avança ao longo do rio Douro, até ao farol do molhe, as colunas vão debitando diferentes sons, que variam conforme o local onde se esteve ou a direção que se vai tomar.
Logo à saída, montado na bicicleta amarela, o condutor ouve a gravação dos sinos da igreja de S. Francisco e, mais à frente, já perto da Alfândega, um coro de mulheres. O som que sai das colunas confunde-se com o ruído de fundo da rua, numa mistura entre o real e a criação artística.
“A música que toca numa bicicleta permite-nos ver as coisas de uma maneira muito diferente e transforma completamente o que nos envolve”, explica Kaffe Matthews.
“Quando vamos em direcção ao mar não vemos a cidade, de tal forma somos atraídos magneticamente para o mar, para a luz. Queremos chegar lá. Mas quando voltamos somos empurrados pelo vento, vamos para casa”, acrescenta.
O rio e os peixes tornaram-se “a principal fonte de inspiração” para a artista, que, apesar de já ter feito trabalho com tubarões e com salmões, confessa que quando foi para o Porto “não tinha qualquer intenção de fazer uma peça sobre peixes”.
Contudo, cedo descobriu que “o único local onde se pode andar de bicicleta é mesmo ao longo do rio - o resto é muito inclinado e há ainda os paralelos, terríveis para a bicicleta”.
Depois foi percebendo “o papel central que o peixe tem na vida em Portugal” e os Visões Úteis levaram-na a descobrir factos como o de o rio estar “tão poluído que os peixes macho se estão a tornar em peixes fêmea”.
O encontro com a comunidade piscatória da Afurada, “uma coisa extraordinária para uma rapariga de Londres poder visitar e descobrir”, foi outro dos momentos do trabalho de pesquisa. São as vozes de alguns dos seus moradores que contam uma história “onde as mulheres são pescadores e os homens são sereias”.
Foi com muitos quilómetros de bicicleta para descobrir o trajecto e a ajuda de João Martins, músico que trabalha com os Visões Úteis, que Kaffe Matthews escreveu esta Ópera Fixi, que conta com a participação, entre outros, de Adolfo Luxúria Canibal, Angélica Vázquez Salvi, do Núcleo de Etnografia e Folclore da Universidade do Porto, do Grupo Coral da Afurada e do Instituto Orff do Porto.
Retirado do Público


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Domingo, 24.03.13

Grupo do facebook organiza festival de música no Porto

Um grupo do facebook, devoto da música, vai organizar no Hard Club, do Porto, entre os dias 19 e 20 de abril, o Phestival, o primeiro festival do género de que há registo.


“Igreja Universal dos Fazedores de Bonitas Listas Musicais dos Últimos Dias” é nome completo do grupo com mais de quatro mil membros que cumpre, há três anos, o ritual de, todas as noites, à meia-noite, dar um mote aos membros para que publiquem um vídeo sobre o tema proposto.

Este grupo, também nomeado pela sigla IUFBLMUD, decidiu agora sair do universo virtual e organizar um festival, designado o Phestival, durante o qual irão atuar bandas como os Malcont, Jameson Blair, Denário, o Abominável, Tallowate, Our New Lie, Blaze & The Stars e Olavo Lupia. Cada banda tem pelo menos um elemento que faz parte do IUFBLMUD.

 

O vocalista dos Tallowate, Eduardo Fernandes, está desde o início no grupo, também conhecido por Igreja. “Devo estar no ‘top tem’ dos mais assíduos e é com imenso agrado que participo neste festival”, afirmou.

 

“Acima de tudo por estar a promover bandas de um escalão deveras diminuto e, uma vez que os Tallowate são apologistas da estética "do-it-yourself", a satisfação é redobrada”, comenta sobre a participação da sua banda, que começou a sua atividade em outubro de 2007.

 

O recrutamento das bandas aconteceu através de um anúncio no grupo IUFBLMUD, permitindo a inscrição de qualquer pessoa que quisesse mostra as suas capacidades musicais.

 

Do cartaz constam ainda quatros duplas de DJ: Pesos Pesados + Ivo T & Mar Superior (19 de abril) e Fina Y Segura + Mr. Sexxxy Luv & Puto (20 de abril), todas na companhia do VJ Pixel Bitch.

 

O programa ficará completo com uma espécie de ‘jam-session-traz outro-amigo-também-e-mete-discos’, que animará o jardim do Radio Bar, no Porto, entre as 17:00 e as 19:00 do dia 20.

 

O grupo que, nos últimos dias, escolheu motes como “presidente ou dinossauro” no título ou na letra da música, músicas sobre circo, após o resultado das eleições em Itália, ou “música para dar um concerto privado ao pai”, tem algumas regras básicas como a dos membros não poderem repetir as músicas que já foram “postadas”.

 

Se alguém repete uma música um “irmão” (membro) ou um “bispo” (administrador do site) assinala o facto escrevendo “peixe” nos comentários, numa homenagem à “Fish Slapping Dance” criada pelos comediantes Monty Python. Por essa razão um peixe é a figura de destaque no cartaz do festival.

 

Retirado do Sapo Música



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Quinta-feira, 13.10.11
Cristina Grande apresenta festival de artes performativas

Começa hoje, e vai até domingo, a 6.ª edição do Trama. É a extensão à Baixa portuense, e a alguns palcos inesperados, da programação mais desafiadora da arte contemporânea do museu

 

Foi com alguma resistência que Cristina Grande, o rosto do Serviço de Artes Performativas (SAP) da Fundação de Serralves, onde trabalha praticamente desde o início (entrou para a Casa em 1989), aceitou falar sozinha ao P2, para apresentar mais uma edição do festival Trama. A programadora gostaria de ter a seu lado Pedro Rocha, seu parceiro no SAP desde há mais de uma década, e os responsáveis do extinto festival Brrr e da Matéria Prima, respectivamente Rita Castro Neves e Paulo Vinhas, "cúmplices" habituais na organização deste festival que já deixou rasto na cidade.

O trabalho em equipa e em parceria com outras manifestações que interviessem artisticamente em lugares não-convencionais no centro do Porto foi uma marca fundadora do Trama. "Era preciso pensar uma iniciativa que unisse e acrescentasse cidade à já existente, que criasse redes através de uma programação concentrada no tempo", diz Cristina Grande, evocando o nascimento do Trama, em 2006. E nota que, nessa altura, "a Baixa estava praticamente esvaziada e silenciosa". O Teatro Rivoli - que ainda foi parceiro na primeira edição do festival - começava a fechar-se, fruto da nova orientação política da autarquia. Desde o início, o Trama foi à procura de novos palcos, levando até eles o que há de mais desafiador da programação artística contemporânea do Museu de Serralves. 

"Fizemos sempre questão de escolher um lugar emblemático da Baixa para palco de abertura do festival", diz Cristina Grande. Este ano, depois de uma conferência-workshop do canadiano Christof Migone na Escola de Belas-Artes (19h), é o Ateneu Comercial que, a partir das 22h, acolhe performances do duo sueco Wol, o laser musical do australiano Robin Fox e a grafonola portátil do duo Radio 78.

"São sempre os projectos que nos levam a escolher os lugares", explica a programadora, notando a preocupação de chamar a atenção das pessoas "para as potencialidades performativas de sítios desconhecidos, ou com que nos cruzamos todos os dias, mas não damos conta que eles estão ali". Alguns exemplos, na trama do festival deste ano: um armazém da Estação de S. Bento vai ser uma pista para um "rali de vinil", criado pelo australiano Lucas Abela, "um performer conhecido pelas suas propostas espectaculares, e que vai promover uma corrida sobre uma pista de "vinis", explorando um videojogo real, que envolve o próprio público"; um quarto do Hotel D. Henrique acolhe um happening, "sem título", de Oskar Goméz-Mata, que só pode ser assistido por seis pessoas de cada vez, e que Cristina Grande diz ser "uma proposta armadilhada", já que o seu conteúdo não pode ser revelado antecipadamente; e a Livraria Latina será o primeiro dos quatro lugares onde Paulo Mendes vai desafiar os portuenses a fazerem "uma reflexão crítica sobre o Estado Novo"... Outra artista que levará os participantes a descobrir algo do nosso legado histórico é Susana Mendes Silva, com um percurso, uma conferência e um ciclo de filmes destinados a reconstituir o Porto do Repórter X, o famoso jornalista, dramaturgo e cineasta que rodou nos estúdios da Invicta os filmes Rita ou Rito e Táxi 9297, que serão agora mostrados no Passos Manuel.

Uma preocupação do programa deste ano foi, diz Cristina Grande, "aprofundar os universos autorais", fazendo com que os artistas convidados possam explorar os temas e os lugares da cidade em vários momentos nos quatro dias do festival.

E qual é o lugar do Trama, e das artes performativas, no contexto da programação do Museu de Arte Contemporânea de Serralves? Cristina Grande diz que "é uma componente natural", que é pensada e discutida "sempre em diálogo com a direcção do museu", de que a programadora faz parte. "Espero que a fundação entenda que, mesmo tendo objectivos diferentes, é tão estruturante para o museu ter o Trama como o Serralves em Festa". É isso que, defende, distingue Serralves da maioria dos outros museus de arte contemporânea.

 

Retirado do Público



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