Quarta-feira, 15.11.17

 

Letra

 

Não ecnontrei a letra desta música

 

Peste & Sida - "Sol da Caparica, na minha bicla"

Música: João Pedro Almendra; João San Payo; Luís Varatojo; Fernando Raposo; Orlando Cohen

Letra: Pedro Machado; Catarina Freitas; Miguel Castro; João San Payo; João Alves

 



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Terça-feira, 14.11.17

 

Letra

 

Vou de manhã pró trabalho
e chego lá quase a dormir
mas o patrão não perdoa
e manda-me logo bulir

Bule Buleee.....Bule Buleeee
Bule Buleee.....Bule Buleeee
Bule Buleee.....Bule Buleeee

Depois do almoço
o boss apareceu
só me deu um toque e disse
(...)

Bule Buleee.....Bule Buleeee
Bule Buleee.....Bule Buleeee
Bule Buleee.....Bule Buleeee

Já mais para o fim da tarde
quando tentei dar á sola
dei de caras com o patrão
(...)

Bule Buleee.....Bule Buleeee
Bule Buleee.....Bule Buleeee
Bule Buleee.....Bule Buleeee

(é o bulé bulé...)

Vou de manhã pró trabalho
e chego lá quase a dormir
mas o patrão não perdoa
e manda-me logo bulir

(vai bulir...vai bulir)

Quando chega a sexta-feira
já tou farto de o ouvir
é dia santo lá na disco
eu vou dançar até cair

Bule Buleee.....Bule Buleeee
Bule Buleee.....Bule Buleeee
Bule Buleee.....Bule Buleeee

 



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Quinta-feira, 19.10.17

peste &sida.jpg

 

 

Peste & Sida no Titanic dia 26 de Outubro às 23h00

 

Os PESTE & SIDA são:
João San Payo | Voz, Baixo
João Alves | Guitarra, Voz
Sandro Oliveira | Bateria, Voz
Ricardo Barriga | Guitarra (convidado permanente)



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Sábado, 07.10.17

peste.jpg

 

 
Com o objectivo das reedições dos três primeiros álbuns (“Veneno” – 1987, “Portem-se Bem!” – 1989, “Peste & Sida é que é!” – 1990) finalmente concretizado, os Peste & Sida apresentaram-se a 6 de Novembro de 2015 no RCA em Lisboa para celebrar com um concerto que acabou por se tornar mais um momento histórico.

A noite adquiriu uma aura especial e emblemática pelas circunstâncias extraordinárias que se conjugaram: a localização no bairro de Alvalade, histórico para a banda, a lotação esgotada que em poucas horas deixou a sala a rebentar pelas costuras e a participação de treze convidados, músicos e amigos da banda que ao longo dos anos integraram as diferentes formações ou que colaboraram e contribuíram para a família Peste & Sida com o seu talento e criatividade, juntos de novo para revisitar os quase 30 anos de músicas dos Peste & Sida, num palco com duas baterias montadas e prontas a rockar em simultâneo!
 
Da autoria de Rui Canto, fotógrafo e amigo que tem acompanhado a banda nas suas actuações de norte a sul do país, fica o registo visual que documenta este espectáculo para a posteridade, complementado com uma captação áudio planeada em segredo entre o manager Jonny e o técnico de som Bruno Antunes.

Esta gravação foi eleita pela banda para concretizar um objectivo há muito perseguido: a edição de um álbum ao vivo! Precisamente por ter sido feita sem o conhecimento prévio dos músicos, salvaguardando assim a espontaneidade e o que de mais genuíno há nos Peste & Sida: uma energia muito própria e característica de uma banda que se orgulha em ser essencialmente uma “live band” e que atinge os seus pontos mais altos no contacto directo com o público.
 

PESTE & SIDA
JOÃO SAN PAYO | VOZ, BAIXO
JOÃO ALVES | GUITARRA, VOZ
SANDRO OLIVEIRA | BATERIA, VOZ
RICARDO BARRIGA | GUITARRA (convidado permanente)


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Quarta-feira, 21.10.15

pesteesiga.jpg

 

 
Reedições dos Peste & Sida chegam ao mercado



Álbuns históricos do grupo português reeditados também em formato digital

"Veneno" (1987), "Portem-se Bem" (1989) e "É que É!" (1990), três álbuns marcantes na música portuguesa e que fizeram a história dos Peste & Sida. Numa acção concertada com a Rastilho, que reeditou estes álbuns em vinil e CD, a Universal Music Portugal edita pela primeira vez em formato digital os três álbuns, bem como o máxi-single de 1989, com as canções "Homem de Sorte" e "Reggae Sida".
 
O restauro sonoro de "Veneno", "Portem-se Bem", e "É que É!" foi feito a partir das fitas originais, tendo estes três álbuns sido masterizados a 32 bits por Rui Dias, nos estúdios Mister Master. Todas as reedições físicas foram restauradas graficamente por João Diogo, mantendo o artwork original dos discos. 
 
De assinalar ainda que no próximo dia 6 de novembro, os Peste & Sida tocam no Club RCA, em Lisboa, num concerto de celebração das três décadas de existência. Um concerto recheado de muitas surpresas e convidados especiais, a serem divulgados pela banda em breve. 


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Segunda-feira, 11.06.12

 

Está de volta ao bairro
No meio da loucura
Já anda na rua à procura de aventura
Vestiu-se de lavadinho e foi a casa d´Ávó
Porque tinha saudades, saudades do pó.

Já tentou mata-la afoga-la numa pinga
Empenhou as pratas e comprou uma seringa
Já tem o panfleto custou-lhe uma milena
Foi pra casa dar um caldo mais a sua pequena.

Chuta cavalo, chuta cavalo, chuta cavalo, chuta!!
Chuta cavalo, chuta cavalo, chuta cavalo e morrerás.

Oé oé oé oo..

Esta é uma história do bairro onde vivo
À não sei quantos anos era divertido
Agora partiram cada um para seu lado
Foram à procura daquele pó danado
Uns foram na famel às partes para o estica
Roubaram duas velhas lá para as portas de Benfica
Com o horror no rosto no WC deitados
Mesmo à beira da morte para mal dos seus pecados.

Refrão..



publicado por olhar para o mundo às 17:58 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Domingo, 01.04.12

Peste & Sida e 25 Anos de Veneno

 

O livro “Peste & Sida - 25 anos de Veneno”, com edição da Ulmeiro Editora, assinala a comemoração dos 25 anos de carreira de uma das bandas de referência do punk rock nacional.
 
Assinado por Augusto Figueira e Renato Conteiro, com prefácio de Miguel Cadete, o livro promete ser o retrato fiel do percurso da banda que pôs o país inteiro a cantar o “Sol da Caparica”, através de dezenas de testemunhos e de centenas de imagens, numa escrita leve e direta, bem ao estilo da banda. 


O livro integra ainda um CD, tributo de várias bandas do panorama português, onde encontramos nomes como os Xutos e Pontapés, Tara Perdida, Galandum Galundaina e Albert Fish.

 

Foi a 11 de julho de 1986 que os “Peste del Pop” devassaram um palco pela primeira vez com o seu "Veneno". O último lugar que o júri lhes atribuiu nesse concurso de jovens bandas foi certamente o prémio mais estimulante e motivador para o início de uma longa carreira.

 

Em 2012 os Peste & Sida continuam a acreditar que o mainstream e a fama são efémeros e que é a força das convicções que marca pontos. Esta premissa tem garantido a coerência da banda ao longo dos tempos e tem atravessado todas as formações da banda até à atual – que conta com João San Payo, no baixo e voz, João Alves na guitarra e Sandro Dosha na bateria.

 

Concertos de lançamento do livro:

- 13 de Abril (6ªf) – 22:00 | República da Música (Alvalade/ Lisboa)  
- 21 de Abril (sab) – 22:00 | Hard Club (Porto)  
(entrada + livro: €15)

 

Retirado de Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 12:26 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Segunda-feira, 12.03.12

Peste & Sida

 

Lisboa e Porto recebem em abril a comemoração do aniversário da banda de punk rock

 

João San Payo é o único músico que permanece desde o primeiro dia no grupo punk rock Peste & Sida e pode contar os 25 anos de história que a banda vai celebrar, com dois concertos e uma biografia, escreve a agência Lusa.

O grupo assinala o aniversário desde a edição do álbum «Veneno», em 1987, na altura gravado com João Pedro Almendra (voz), João San Payo (baixo), Luís Varatojo (guitarra) e Raposo (bateria).

O disco tinha uma capa inspirada em «London Calling», dos Clash, e temas como «Carraspana» e «Gingão», que os associava a um «rock de combate».

Hoje, o grupo é composto por João San Payo (baixo e voz), João Alves (guitarra) e Sandro Dosha (bateria).

Os 25 anos passados desde a edição daquele primeiro disco são assinalados com o lançamento em abril de «Peste & Sida - 25 anos de Veneno», biografia de Augusto Figueira e Renato Conteiro, disse à agência Lusa a promotora da banda.

Ao lançamento juntam-se dois concertos: a 13 de abril na República da Música, em Lisboa, e no dia 21 desse mês, no Hard Club, no Porto.

O livro, a editar pela Ulmeiro Editora, reúne dezenas de fotografias e testemunhos de elementos da banda, outros músicos, como João Cabeleira, guitarrista dos Xutos & Pontapés, e figuras da música portuguesa, como o antigo editor Tozé Brito.

De fora destes testemunhos fica Luís Varatojo, que integra atualmente A Naifa.

O diretor da revista Blitz, Miguel Cadete, assina o prefácio do livro e sublinha que «desde a primeira hora, a identidade dos Peste & Sida esteve sempre marcada por elementos da cultura portuguesa que lhe conferiam a devida originalidade e evitavam transformar o grupo de João San Payo e Luís Varatojo num mero sucedâneo importado das ruas de Londres dos finais dos anos setenta».

Em 2011, quando os Peste & Sida editaram o álbum «Não Há Crise», João San Payo recordou à agência Lusa que nos primeiros tempos, «as coisas eram feitas de uma forma intuitiva, espontânea». «Nem sequer sonhávamos que viríamos a ter uma carreira», disse.

Nestes 25 anos - com um hiato de quase dez anos pelo meio - pelos Peste & Sida passaram vários músicos, como Nuno Rafael, Sérgio Nascimento e Orlando Cohen, que participam na biograia agora a editar.

Juntos tocaram temas como «Sol Da Caparica», «Paulinha» ou «Bule Bule», que sobrevivem a estes 25 anos.

Os autores do livro consideram que, «dos ensaios na Monumental aos concertos com os Xutos e na campanha da CDU, passando pelo Rock Rendez Vous (obviamente) os Peste & Sida viveram momentos muito intensos que culminaram com a assinatura de um contrato discográfico - um prémio merecido para uma das melhores bandas dounderground português, na segunda metade dos anos 1980».

 

Via IOL Música



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Segunda-feira, 12.09.11
Letra
Tu és um caso da vida real,
detestas andar em manada!

Tens valores,nenhum é material,
e o que te mostram, é só fachada!

Tens de te mostrar, tens de por a mão no ar!
porque o que tens é tão pouco!

Para alguns, vasta-lhes ter o veneno a render,
mas tu queres mais do que um osso!

JÁ FOSTE, ACHO QUE JÁ FOSTE,ALGO MAIS, JÁ FOSTE ,CÁ PRA MIM, JÁ FOSTE!

JÁ FOSTE, ACHO QUE JÁ FOSTE,ALGO MAIS, JÁ FOSTE ,CÁ PRA MIM, JÁ FOSTE!

Para e pensa, no que vais fazer!
só te respeitam, pelo risco ao lado!

Andam de jipe, pelo alcatrão,
mas por fortunas vão a nado!

Tens de te mostrar, tens de por a mão no ar,
porque o que tens é tão pouco!

Pra alguns vasta-lhes ter, o veneno a render,
mas tu queres mais do que um osso!

JÁ FOSTE, ACHO QUE JÁ FOSTE,ALGO MAIS, JÁ FOSTE ,CÁ PRA MIM JÁ FOSTE!

JÁ FOSTE, ACHO QUE JÁ FOSTE,ALGO MAIS, JÁ FOSTE ,CÁ PRA MIM, JÁ FOSTE!

Gentinha assim, não lembra a ninguém,
mas ouve alguém que não se esqueceu de ti!

Pos-se onde tu não és tido nem achado!
pos-se aaaqui !!!...


JÁ FOSTE, ACHO QUE JÁ FOSTE,ALGO MAIS, JÁ FOSTE ,CÁ PRA MIM JÁ FOSTE!

JÁ FOSTE, ACHO QUE JÁ FOSTE,ALGO MAIS, JÁ FOSTE ,CÁ PRA MIM JÁ FOSTE!

JÁ FOSTE, ACHO QUE JÁ FOSTE,ALGO MAIS, JÁ FOSTE ,CÁ PRA MIM JÁ FOSTE!

JÁ FOSTE, ACHO QUE JÁ FOSTE,ALGO MAIS, JÁ FOSTE ,CÁ PRA MIM JÁ FOSTE!

JÁ FOSTE !!!!


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Sábado, 02.07.11
Letra
Descapotável pela ponte e o cabelo a voar
o calor abrasador e a pressa de chegar
óculos escuros da rayban e o cantante a partir
a k7 dos ramones para a gente curtir

Aqui vou eu
para a costa
aqui vou eu cheio de pica
de Lisboa vou fugir
vou pó sol da caparica


Aqui vou eu
para a costa
aqui vou eu cheio de pica
de Lisboa vou fugir
vou pó sol da caparica

Abancados na esplanada mesmo à beira do mar...
cerveja na mesa para refrescar
ao longo da praia sob o sol de verão...
as miúdas da costa são uma tentação


por isso vou
para a costa
por isso vou cheio de pica
viro costas a Lisboa 
vou pó sol da caparica


por isso vou
para a costa
por isso vou cheio de pica
viro costas a Lisboa 
vou pó sol da caparica


e assim vamos gozando as ferias de verão...
tenho o sol da caparica mesmo aqui à mão

Aqui vou eu.uhhhhhhh
aqui vou eu..uhhhhhhhh



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Quinta-feira, 24.03.11

 

 

Letra

 

A morte
Saiu à rua
Num dia assim
Naquele
Lugar sem nome
Pra qualquer fim

Uma
Gota rubra
sobre a calçada
Cai

E um rio
De sangue
Dum
Peito aberto
Sai

O vento
Que dá nas canas
Do canavial

E a foice
Duma ceifeira
De Portugal

E o som
Da bigorna
Como
Um clarim do céu

Vão dizendo
em toda a parte
O pintor morreu

Teu sangue,
Pintor, reclama
Outra morte
Igual

Só olho
Por olho e
Dente por dente
Vale

À lei assassina
À morte
Que te matou

Teu corpo
Pertence à terra
Que te abraçou

Aqui
Te afirmamos
Dente por dente
Assim

Que um dia
Rirá melhor
Quem rirá
Por fim

Na curva
Da estrada
Há covas
Feitas no chão

E em todas
Florirão rosas
Duma nação

 



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