Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

  Letra   Não estou bem ao pé de ti longe de ti também não a nossa vida é assim eterna contradição Penso fugir-te e aposto mas volto logo em seguida digo que não gosto e gosto e assim passamos a vida Se eu digo sim, tu dizes não se eu digo não, tu dizes sim vive-se assim em discussão numa constante contradição Zangado foste-te embora pedi que não me deixasses e quando voltaste agora tive pena que voltasses Não posso viver sem ti não posso viver (...)
  Este novo trabalho de Pedro Moutinho chama-nos a um fado que em cada um, a nosso modo se descobre, se desvenda e se cumpre. Primeiro, nas melodias tradicionais, que trazem o eco de tantos que as cantaram e tocaram, as emoções de quem as ouviu, os espaços diversos onde aconteceram. É NÓS em título e em muitas dimensões. E único, de um (...)
  Letra   Vem ao baile vem ao baile Pelo braço ou pelo nariz Vem ao baile vem ao baile E vais ver como te ris Deixa a tristeza roer As unhas do desespero Deixa a verdade e o erro Deixa tudo vem beber Vem ao baile das palavras Que se beijam, desenlaçam Palavras que ficam passam Como a chuva nas vidraças Vem ao baile oh tens de vir E perder te nos espelhos Há outros muito mais velhos Que ainda sabem sorrir Vem ao baile da loucura Vem desfazer te do corpo E quando caíres de borco (...)
Mafalda Arnauth, Pedro Moutinho e Rodrigo Costa Félix são alguns dos fadistas que atuam na próxima sexta-feira no Cinema S. Jorge, em Lisboa, num espetáculo cujas receitas revertem integralmente para a associação “Ajuda de Berço”.   Esta primeira Gala da Fadoando-Associação Cultural de Intervenção Cívica e Apoio Social irá apoiar “o caso particular do Vitor Coelho, portador de doença rara”, disse à Lusa a fadista Ana Laíns, que também irá subir ao palco.   Presi (...)
  Letra   O medo de acordar no teu cansaço Revolta o meu desejo renegado No grito dizes tudo o que eu não faço E guardas a amargura do passado Inventa sobre o rio outra passagem Aquela que permita o nosso encontro Não sei porque perdemos a coragem De olhar e desfazer o desencontro Meu Deus, olha por nós nesta saída Fechamos o regresso ao coração Havemos de encontrar a fé perdida Na força duma esperança sem razão
  Letra   Bebe um copo de sol Com mais de mil milhões de anos Que é da estirpe das estrelas que destilam os humanos Deixa o calor afogar-se na veia Há lá coisa assim mais séria que andar nesta bebedeira Bebe um copo de sol Um de copo sol "on the rocks" E tem paixões siderais de Lisboa até Cascais P'ra beber sol O mundo inteiro é uma tasca Onde a gente se enfrasca de manhã ao pôr do sol Bebe um copo de sol Que a tarde vem bem avançada A lua está mesmo a chegar e p'ra (...)
  Letra   Quando Lisboa anoitece como um veleiro sem velas Alfama toda parece, uma casa sem janelas Aonde o povo arrefece É numa água furtada, num espaço roubado à mágoa Que Alfama fica fechada em quatro paredes d'água Quatro paredes de pranto, quatro muros de ansiedade Que à noite fazem o canto que se acende na cidade Fechada em seu desencanto Alfama cheira a saudade Alfama não cheira a fado, cheira a povo, a solidão Cheira a silêncio magoado, sabe a tristeza com pão (...)
Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email