Sexta-feira, 28.10.16

pedro moutinho.jpg

 

 

Pedro Moutinho apresenta em Setúbal o álbum “O Fado em Nós” no dia em que completa 40 anos de vida.

 

Trata-se do quinto disco de originais do fadista, lançado em fevereiro deste ano e com a particularidade de ter sido gravado no Museu do Fado, com o cantor a procurar a espontaneidade das interpretações quando estas se libertam do confinamento das paredes de um estúdio de gravação.

 

“O Fado em Nós” de Pedro Moutinho evoca referências como Hermínia Silva ou Carlos Ramos e inclui poetas incontornáveis como Fernando Pessoa ou Alexandre O’Neill e até outros grandes nomes da atualidade, casos de Manuela de Freitas, Amélia Muge e Maria do Rosário Pedreira.

 

TÍTULO: "Pedro Moutinho - O Fado em Nós"
SINOPSE: Pedro Moutinho apresenta o mais recente projeto musical, "O Fado em Nós"
AGENDA: 11 de novembro, sexta-feira, 21h30
BILHETES: 10 € Plateia | 8 € Balcão

 

Retirado de Fórum Luísa Todi



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Sexta-feira, 13.05.16

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Quarta-feira, 04.05.16

 

Letra

 

Não estou bem ao pé de ti
longe de ti também não
a nossa vida é assim
eterna contradição

Penso fugir-te e aposto
mas volto logo em seguida
digo que não gosto e gosto
e assim passamos a vida

Se eu digo sim, tu dizes não
se eu digo não, tu dizes sim
vive-se assim em discussão
numa constante contradição

Zangado foste-te embora
pedi que não me deixasses
e quando voltaste agora
tive pena que voltasses

Não posso viver sem ti
não posso viver contigo
a vida assim, eu já vi
vai ser um grande castigo

Se queres sair, eu não quero
se tens calor, tenho frio
se te espero, desespero
se vens cedo, desconfio

A minha cabeça, trago-a
em constante burburinho
se queres vinho, bebo água
se queres água, bebo vinho.

 



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Segunda-feira, 22.02.16

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Este novo trabalho de Pedro Moutinho chama-nos a um fado que em cada um, a nosso modo se descobre, se desvenda e se cumpre.

Primeiro, nas melodias tradicionais, que trazem o eco de tantos que as cantaram e tocaram, as emoções de quem as ouviu, os espaços diversos onde aconteceram. É NÓS em título e em muitas dimensões. E único, de um modo a que não somos alheios. É Pedro Moutinho. Que magistralmente nos leva a todos nesta viagem, vestida com o tempo da gente que o fado é.

Gravado no coração das memórias fadistas - o Museu do Fado - fora da convencionalidade dos estúdios, tem esse sabor especial do fado ao vivo, com todos nós virtualmente a assistir.

Traz o ritual que se cumpre em simultâneo, onde uma guitarra, uma viola e um baixo de excepção, respiram com a voz, adensam o toque quando a sentem mordaz ou audaz, gingam acentuando a ironia ou o convite ao baile da vida, ou tremem, quando depois de um antecipado silencio, ela se revela desgarradamente só.

Traz um pedido: Leva-me contigo. A todos, mas em especial àqueles para quem o fado não é uma pertença óbvia. Um pedido do fado a lembrar que ele sempre se encantou com outras ambiências musicais, que se alimenta de diferentes experiencias de vida, com sentidos despertos para tudo o que acontece em nós e no mundo.

E traz um recado: Vem ao baile, chamando a própria vida a cumprir-se.

O FADO EM NÓS é isto. Vem cá de dentro. É Pedro Moutinho inspirado, maduro, eco de histórias do fado feitas nossas, quando nos sentimos delas. Em NÓS estão evocações de uma Hermínia Silva ou de um Carlos Ramos. Estão poetas de sempre, como Fernando Pessoa ou Alexandre O'Neill e, as actualíssimas Manuela de Freitas, Amélia Muge ou Mª do Rosário Pedreira.

Pedro Moutinho faz aos temas tradicionais, aquilo que a família faz, quando nos transmite as suas características: o olhar da avó, o sorriso do tio, as mãos do pai. Reforça nessas semelhanças o que somos e o que temos de único e contemporâneo. Põe o fado ao espelho como nos põe a nós. Remete-nos para quem somos. Renova-se e renova-nos. Moderniza os nossos sentidos ao escutá-lo.
Pedro Moutinho regressou. Ouvi-lo é descobri-lo em nós.

É como sermos mais uma corda tensa de guitarra, vibrando, ficando a soar por dentro. Aqui e sempre. Um clássico.
 
retirado de Antena 1


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Segunda-feira, 25.01.16

 

Letra

 

Vem ao baile vem ao baile
Pelo braço ou pelo nariz
Vem ao baile vem ao baile
E vais ver como te ris

Deixa a tristeza roer
As unhas do desespero
Deixa a verdade e o erro
Deixa tudo vem beber
Vem ao baile das palavras
Que se beijam, desenlaçam
Palavras que ficam passam
Como a chuva nas vidraças

Vem ao baile oh tens de vir
E perder te nos espelhos
Há outros muito mais velhos
Que ainda sabem sorrir

Vem ao baile da loucura
Vem desfazer te do corpo
E quando caíres de borco
A tua alma é mais pura

Vem ao baile vem ao baile
Pelo chão ou pelo ar
Vem ao baile baile baile

E vais ver o que é bailar

 

Um Carnaval (Letra de Alexandre O'Neil e música de Jaime Santos Júnior)

 



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Segunda-feira, 14.09.15

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Terça-feira, 18.02.14

Mafalda Arnauth e Pedro Moutinho participam na gala solidária da Fadoando

Mafalda Arnauth, Pedro Moutinho e Rodrigo Costa Félix são alguns dos fadistas que atuam na próxima sexta-feira no Cinema S. Jorge, em Lisboa, num espetáculo cujas receitas revertem integralmente para a associação “Ajuda de Berço”.

 

Esta primeira Gala da Fadoando-Associação Cultural de Intervenção Cívica e Apoio Social irá apoiar “o caso particular do Vitor Coelho, portador de doença rara”, disse à Lusa a fadista Ana Laíns, que também irá subir ao palco.

 

Presidente e uma das fundadoras da Fadoando, Ana Laíns explicou à Lusa que o objetivo desta associação “vai muito além da tradicional angariação de fundos”. “Pretendemos que Fadoando seja um ponto de encontro entre fadistas, músicos e todo o mercado envolvente na cultura de cariz português, não apenas do Fado, unidos num objetivo comum que é mudar mentalidades, humanizar os artistas junto do seu público, fazer palestras e tertúlias de esclarecimento, partilha de histórias de vida, angariação de dinheiro, géneros, etc.”.

 

“O movimento nasceu da conjugação de esforços entre mim, o Arnaldo Costeira e o Carlos Noivo, como forma de viabilizar uma ‘Noite de Fados’, para ajudar o Rodrigo de três anos, que, desde 2012, lutava contra uma leucemia mielóide aguda e cujo tratamento em Portugal já não seria possível”, disse Ana Laíns que lamentou não ter sido possível ajudar esta criança, “mas há que tornar possível ajudar outros Rodrigos”, enfatizou.

“Diariamente somos confrontados com uma miríade de apelos, gritos de súplica, por ajuda urgente”, disse a fadista acrescentando que, face a um “manancial de situações, cuja resposta eficiente só pode ser dada pela conjugação de esforços numa união solidária, um grupo de pessoas, das mais variadas áreas profissionais decidiu unir-se numa plataforma solidária”.

 

A intérprete salientou as dificuldades que “se enfrentam, em particular pela crise que atravessamos, e dada a resolução complicada, muitas vezes as vias institucionais não conseguem responder eficazmente, em tempo útil”. Ana Laíns explicou que, “anualmente, será organizada uma Gala Solidária Fadoando e, esporadicamente, serão realizados eventos solidários para os quais são convidados artistas de relevo e figuras conhecidas de todos nós”. “Pretende-se que cada evento seja promovido mediaticamente e estamos a trabalhar em parcerias mediáticas que apoiem a plataforma, e nos ajudem a massificar o seu reconhecimento”, disse.

 

Na gala da próxima sexta-feira participam Mafalda Arnauth, Pedro Moutinho, Maria Ana Bobone, Rodrigo Costa Félix, José Gonzalez e Ana Laíns, que serão acompanhados pelos músicos Sandro Costa, António Neto e Jorge Carreiro. A apresentação estará a cargo de Tânia Ribas de Oliveira e de José Carlos Malato. “Um ponto de honra que nos une a todos é que cada evento será objeto de uma prestação de contas rigorosa, e divulgada na plataforma digital, de modo a que todos os interessados saibam exatamente quanto dinheiro foi angariado, como e onde foi aplicado”, sublinhou Ana Laíns à Lusa.

 

Retirada do Sapo Música



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Domingo, 14.07.13

 

Letra

 

O medo de acordar no teu cansaço
Revolta o meu desejo renegado
No grito dizes tudo o que eu não faço
E guardas a amargura do passado

Inventa sobre o rio outra passagem
Aquela que permita o nosso encontro
Não sei porque perdemos a coragem
De olhar e desfazer o desencontro

Meu Deus, olha por nós nesta saída
Fechamos o regresso ao coração
Havemos de encontrar a fé perdida
Na força duma esperança sem razão



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Letra

 

Bebe um copo de sol
Com mais de mil milhões de anos
Que é da estirpe das estrelas que destilam os humanos
Deixa o calor afogar-se na veia
Há lá coisa assim mais séria que andar nesta bebedeira

Bebe um copo de sol
Um de copo sol "on the rocks"
E tem paixões siderais de Lisboa até Cascais
P'ra beber sol
O mundo inteiro é uma tasca
Onde a gente se enfrasca de manhã ao pôr do sol

Bebe um copo de sol
Que a tarde vem bem avançada
A lua está mesmo a chegar e p'ra beber nunca tem nada
P'ra se vingar,
a lua inventa um arder
Que num fermento qualquer a gente aprende a beber

Bebe um copo de sol
Por mim, por ti, por todos nós
Frutos da seiva solar que nos fez netos, nos faz avós
Vai luz adentro ao campo bom desta adega
Como um corpo que se dá
Bebe o sol que a ti se entrega



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Sábado, 13.07.13

 

Letra

 

Quando Lisboa anoitece como um veleiro sem velas
Alfama toda parece, uma casa sem janelas
Aonde o povo arrefece

É numa água furtada, num espaço roubado à mágoa
Que Alfama fica fechada em quatro paredes d'água

Quatro paredes de pranto, quatro muros de ansiedade
Que à noite fazem o canto que se acende na cidade
Fechada em seu desencanto
Alfama cheira a saudade

Alfama não cheira a fado, cheira a povo, a solidão
Cheira a silêncio magoado, sabe a tristeza com pão
Alfama não cheira a fado
Mas não tem outra canção




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Terça-feira, 09.07.13

 

Letra

 

A rua da esperança

tem ar de bom dia

ninguém diria

ao nela passar

que à noite na rua

a lua vadia

vai roubar à esperança

a luz do luar

 

são casas com rendinhas

e vasinhos a espreitar

aqui toda a janela

nos faz lembrar o lugar

aonde a esperança nasce

onde a presença dela

inunda toda a rua 

até fazer inveja à lua

 

A rua da esperança

tem ar de bom dia

e ninguém diria

ao nela passar

que à noite na rua

a lua vadia

vai roubar à esperança

a luz do luar

 

paredes escadinhas

cada pedra é um desejo

um voto de alegria

sem paixões em cortejo

e é talvez no desgosto 

que se entende melhor

o fado desta esperança

que aqui tem um tom maior

 

O abrir de uma porta

e a luz numa janela

sei coisas que esta rua

sabe trazer dentro dela

que ao ver nos comove

nos prende e nos seduz

que até mesmo chorando

o choro em esperança se traduz

 

A rua da esperança

tem ar de bom dia

e ninguém diria

ao nela passar

que à noite na rua

a lua vadia

vai roubar à esperança

a luz do luar

 

A rua da esperança

tem ar de bom dia

e ninguém diria

ao nela passar

que à noite na rua

a lua vadia

vai roubar à esperança

a luz do luar

vai roubar à esperança

a luz do luar



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Domingo, 16.06.13

Novo álbum de Pedro Moutinho, escrito quase só por mulheres, chega em julho

O novo álbum de Pedro Moutinho, “O amor não pode esperar”, é editado no a 8 de julho, disse hoje a discográfica EMI Music, com a qual o fadista passa a gravar.


O single “Rua da Esperança”, composto por Amélia Muge, é o cartão de visita deste álbum, o quarto de estúdio do fadista, em que as autorias são maioritariamente femininas.

 

Dos 13 temas que constituem o CD, nove são escritos por mulheres. Além de Amélia Muge, que assina outros dois, e que escrevera anteriormente para o fadista “Um copo de Sol”, Pedro Moutinho canta quatro originais de Manuela de Freitas, um de Aldina Duarte e outro de Teresa Tarouca.

 

Outros autores são Fausto Bordalo Dias, “Eu tenho um fraquinho por ti”, Hermano Sobral, “Olhos estranhos”, Marcos Valle, “Preciso aprender a ser só”, e Tiago Torres da Silva, “Longe de ti”.

 

A produção e direção musical são de Carlos Manuel Proença, que também acompanha o fadista à viola, sendo os outros acompanhadores José Manuel Neto, na guitarra portuguesa, Daniel Pinto, no baixo acústico, e ainda a participação especial de Ricardo Dias, no acordeão, Gil Gonçalves, na tuba, e Luís Clode, no violoncelo.

 

O músico Carlos Manuel Proença tinha assumido iguais funções nos CD “Encontro” (2006), que valeram a Moutinho o Prémio Amália Melhor Álbum, em 2008, e “Um copo de sol” (2009).

 

Pedro Moutinho, distinguido com um Prémio Revelação da Casa da Imprensa, em 2003, começou cantar em 1995, iniciando uma colaboração regular com a casa de fados Café Luso, em Lisboa, da qual é ainda hoje fadista residente.

 

O intérprete foi uma das escolhas do fadista Carlos do Carmo para integrar o álbum celebrativo de “Um homem na cidade”, e fez parte do elenco do filme “Fados” (2007), de Carlos Saura.

 

O último álbum de Pedro Moutinho data de 2010 e tratou-se de uma compilação das suas melhores interpretações, contando com dois duos, um com a cabo-verdiana Mayra Andrade, “Alfama”, e outro com Tiago Bettencourt, em “Vou-te levando em segredo”.

 

No CD “O amor não pode esperar”, o fadista retoma, no fado “Lua Nova”, de Manuela de Freitas, com música de José Fontes Rocha, a mesma temática do fado “Sem sentido”, também da mesma autora, mas na melodia do fado Rosita, de Joaquim Campos, que gravou no álbum “Um copo de Sol”.

 

Entre os temas do álbum, refira-se “Fui a jogo”, de Manuela de Freitas, numa melodia tradicional de Casimiro Ramos, “Olhos Estranhos”, de Hermano Sobral e música de Maria Teresa Albuquerque, do repertório de António Rocha, “Estranha contradição”, também de Manuela de Freitas, para a melodia do Fado Azenha, de Frederico de Brito, “Sem tirar nem pôr”, de Amélia Muge e música de José Numes, ou “O riso que tu me deste”, de Teresa Tarouca, que Pedro Moutinho interpreta no Fado de Sextilhas de Georgino de Sousa.

 

Retirado do Sapo Música



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