Quinta-feira, 22.09.16

 

Letra

 

A imortalidade da minha ausência na tua vivência
A invisibilidade da minha presença num lugar comum
Recorro à pena da minha sentença pra ser só mais um
Venero a condição de quem tem liberdade, liberdade vital
A minha sorte muda quando fecho os olhos
E imagino a vida a chamar por mim

Há aqui diferenças, repara em mim agora
Assim na selva, repara em mim agora
Dois mundos diferentes, estás ausente do meu
Estou aqui no escuro, repara em mim agora
A compatibilidade das nossas diferenças
são meras ciências
A continuidade da tua regência imune ao amor
Recorre à falta de clarividência na tua experiência
Argumenta o choro da minha existência com falsa inocência

A minha sorte muda quando fecho os olhos
E imagino a vida a chamar por mim
Há aqui diferenças, repara em mim agora
Assim na selva, repara em mim agora
Dois mundos diferentes, estás ausente do meu
Estou aqui no escuro, repara em mim agora
Repara em mim agora, agora, agora

Porque eu só queria olhar-me na Tv pra ver o que tu vês
Endireitar a dor, secar a minha face
pra ver a outra face do escuro
Há aqui diferenças, repara em mim agora
Assim na selva, repara em mim agora
Dois mundos diferentes, estás ausente do meu
Estou aqui no escuro, repara em mim agora

 



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Quarta-feira, 21.09.16

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Quarta-feira, 03.06.15

 

 

Letra

 

Beijei as mãos aos meus segredos
Ancorei-me aos receios
E pedi para partirem

Nessa barca de anseios
De onde vejo e planeio
As liberdades

Que me atingem na garganta,
Me ecoam na vidraça,
E se quebram

Contemplando o espelho velho,
Sobre as águas,
No escuro dos meus medos

Refrão:
Eu sei que sabes quem eu sou,
Sei que não esqueces a saudade
Que o meu passado dominou
Já fui feliz na tua idade
Eu sei que sabes quem serei
Serei o filho de outra vida
Nasci na ponte das promessas,
Eu sou a lenda adormecida

Limpei as lágrimas à terra,
Cultivei as minhas metas,
Fiz crescer os meus momentos

Decidi a adoção,
De uma velha condição,
Quem será o Deus da sorte?

Que me leva até ao topo?
Me controla nos azares?
E me acorrenta?

E em seu nome vos consome,
Vos lidera a luz interna,
E se esconde?

Refrão:
Eu sei que sabes quem eu sou,
Sei que não esqueces a saudade
Que o meu passado dominou
Já fui feliz na tua idade
Eu sei que sabes quem serei
Serei o filho de outra vida
Nasci na ponte das promessas,
Eu sou a lenda adormecida

Eu sou a lenda,
Eu sou a lenda,
Eu sou a lenda,
Eu sou a lenda

Refrão 2x

 



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Letra

 

Deixei o meu lugar para fingir
Sair da escuridão do meu caminho
Escrevi na carta aquilo que perdi
E encruzilhei-me num novo destino
Aqui tu e eu, não éramos um mundo já vivido
Tu e eu, não parávamos o ciclo dos sentidos
E apenas eu, fiquei à espera de voltar
Mas o relógio não parou para ti

Deixei a minha idade para sentir
A pele da minha infância a sair
Na sola do passado vão os passos
Que dei sem as botas que hoje calço
Aqui tu e eu, não éramos um mundo já vivido
Tu e eu, não parávamos o ciclo dos sentidos
E apenas eu, fiquei à espera de voltar
Mas o relógio não parou para ti

Porque tu e eu jurámos no passado um futuro
Tu e eu, tentámos ser o traço desse rumo
Tu e eu, criámos rio na nossa foz
E se o relógio não parou para nós?
E se o relógio não parou para nós?
E se o relógio não parou para nós?

 



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Domingo, 31.05.15

PEDRO-MADEIRA.png

 

Junho traz concerto de Pedro Madeira a Lisboa

 

O Auditório Carlos Paredes, em Lisboa, vai receber Pedro Madeira para um concerto no dia 5 de junho, pelas 22h00. O cantor continua a dar cartas no panorama musical português e  o seu novo single, “Relógio”, é disso exemplo. Este é o segundo tema de extraído do seu mais recente trabalho, “De Lisboa para ti”, que conta com um vídeo gravado entre Londres e Lisboa, o qual já ultrapassou as 30 mil visualizações no YouTube.

 

Pedro Madeira nasceu a 11 de novembro de 1992 e é natural de Vendas Novas. Desde cedo que revelou uma forte aptidão para a música, que se foi desenvolvendo nas aulas de piano, o seu instrumento de eleição, e no coro Oficina do Canto de Montemor-o-Novo, ao qual pertenceu durante dois anos.


A sua primeira oportunidade no mundo da música surgiu em 2006, com a participação no Festival da Canção Júnior. Nessa altura, começou a compor, juntamente com um amigo, a música com a qual saiu vencedor, "Deixa-me Sentir". E  a 2 de dezembro desse ano representou Portugal na Roménia, país anfitrião do Festival Eurovisão da Canção Júnior. 

 

Depois de um ano de conquistas, lançou o seu primeiro álbum "Dá-me a tua mão", que o veio sedimentar no panorama musical nacional. Do seu segundo trabalho, "Viagem", lançado em 2009, o single "Descobre-me" fez parte da banda sonora da telenovela da TVI "Sentimentos", contribuindo para um maior reconhecimento do artista. O trabalho seguinte, "Onze", deu continuindade à aposta do cantor, autor e compositor na experiência com nomes de referência para apadrinharem a sua jornada: a Ramón Galarza juntaram-se João Martins e Carlos Juvandes. "Tempo para viver" foi o single de avanço e o tema "Inflamável" marcou mesmo a carreira de Pedro Madeira, batendo alguns recordes. O ano de 2014 trouxe o quarto álbum, "De Lisboa para ti", e com ele nasceu uma nova responsabilidade: continuar fiel ao seu estilo, cativando novos públicos. Os dois temas de avanço, "A Lenda" e "Aprendiz", expressam bem essa evolução. "LX" e “Relógio” são os singles de apresentação e prometem "roubar" o coração dos portugueses.

 

Sem nunca deixar os estudos para segundo plano, o jovem cantor é licenciado em Comunicação Social e Cultural e tem o Mestrado de Televisão e Cinema, pela Universidade Católica de Lisboa.

 

 

 



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Quarta-feira, 22.04.15

 

Letra

 

Quando pensares em desistir ou desaparecer
Levanta a cabeça, acredita, tu consegues vencer
Quando o sol se for e a lua começar a brilhar
Vem para a janela, ouve-me a cantar
Quantas vezes já me vi perdido, com medo de me deitar
Pensar que amanha, já não consigo acordar
Fechar os olhos e ver que tudo está parado
Chorar por aqueles que me têm magoado
Queria-te contar uma história, mas não estás para ouvir
Queria dizer o quanto te adoro, mas acabaste por desistir
Saber que te afastaste, com medo de arriscar
Sentir que já não sentes, ou que me estás a enganar
Não te dei atenção, perdi tempo com coisas fúteis
O céu quer cair-me em cima, eu tenho de te pedir desculpas
A vida é um jogo, arrisquei, mas perdi
Se não sorrires para a vida ela não sorri para ti

Ref:
Viaja no meu íntimo, descobre quem sou eu
Dá-me um ponto de abrigo, eu dou-te o que é meu
Fecha os olhos, foge dos teus medos
Viaja no meu íntimo, descobre quem sou eu
Dá-me um ponto de abrigo, eu dou-te o que é meu
E acredita que para mim não precisas de ter segredos
Risquei a frase que fiz, que escrevia o meu futuro
Meto as mãos no fogo pelo destino, espero que não seja duro
No meu caderno encontras a história da minha vida
E no meu passado, encontras histórias que eu escondia
Tardes passadas com a alma que só eu a via
Letras de músicas que escrevia e reflectia
Nunca pedi muito, mas nem o pouco me deram
No caminho da vida vocês por mim não esperam
E é isso que me revolta, que me toca e que me choca
O interesse de quem fala e que para mim não volta
Sou a tua voz, que há muito tempo ficou presa
Deixo-a ir embora, porque sei que ela regressa
Os medos que eu tenho, estão aqui revelados
Todos os pensamentos, voltam a ser repensados
O momento em que tento que me perdoem pelo que não fiz
Não apareceu, não apareceu porque eu não quis
Viajo no mundo, vou voando em ilusões
Estou sem respostas, mas eu tenho cem questões
Ajuda-me, livra-me, de todos estes pesos
E quando eles saírem juro que te conto os meus segredos

Ref:
Viaja no meu íntimo, descobre quem sou eu
Dá-me um ponto de abrigo, eu dou-te o que é meu
Fecha os olhos, foge dos teus medos
Viaja no meu íntimo, descobre quem sou eu
Dá-me um ponto de abrigo, eu dou-te o que é meu
E acredita que para mim não precisas de ter segredos

 



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Quarta-feira, 25.02.15

 

 

Letra

 

Deixei o meu lugar para fingir
Sair da escuridão do meu caminho
Escrevi na carta aquilo que perdi
E encruzilhei-me num novo destino

REF:

Aqui tu e eu, não éramos um mundo já vivido
Tu e eu, não parávamos o ciclo dos sentidos
E apenas eu, fiquei à espera de voltar
Mas o relógio não parou para ti

Deixei a minha idade para sentir
A pele da minha infância a sair
Na sola do passado vão os passos
Que dei sem as botas que hoje calço

REF:

Aqui tu e eu, não éramos um mundo já vivido
Tu e eu, não parávamos o ciclo dos sentidos
E apenas eu, fiquei à espera de voltar
Mas o relógio não parou para ti

Porque tu e eu jurámos no passado um futuro
Tu e eu, tentámos ser o traço desse rumo
Tu e eu, criámos rio na nossa foz
E se o relógio não parou para nós?
E se o relógio não parou para nós?
E se o relógio não parou para nós?

 



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Quarta-feira, 11.02.15

 

Letra

 

Se soubesse cantar
Cantava uma ode para ti
Se soubesse falar
Contava-te os meus planos por aqui
Se não estivesse perdido, por fora e por dentro...ia ser,
Mais um rapaz decidido a mudar o mundo para te ter

Eu continuo a procurar o amor
E continuo a não ser doutor
Mas continuo sem olhar para trás
Com a certeza que sou bom rapaz
E continuo a sentir em ti
O charme certo para me construir
Eu quero ser teu aprendiz
Eu continuo a navegar na dor
Com a certeza desse teu valor
Mas continuo à espera de ti
Regando o ego que murchou em mim
Para que não volte a vacilar
Vou-te pedir: sê o meu par!
Eu quero ser teu aprendiz

Se soubesse voar
Voava, até contigo, me perder
Se soubesse lutar
Lutava para te deixar vencer
Só para ver um sorriso e aprender contigo o saber
Neste caminho preciso onde me envolvo em esperanças sobre ti

Eu continuo a procurar o amor
E continuo a não ser doutor
Mas continuo sem olhar para trás
Com a certeza que sou bom rapaz
E continuo a sentir em ti
O charme certo para me construir
Eu quero ser teu aprendiz
Eu continuo a navegar na dor
Com a certeza desse teu valor
Mas continuo à espera de ti
Regando o ego que murchou em mim
Para que não volte a vacilar
Vou-te pedir: sê o meu par!
Eu quero ser teu aprendiz

 



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Domingo, 04.03.12

 

Letra

Tempo Para Viver

Pedro Madeira 

 

Sou a noite do tempo dos candeeiros acesos, as sombras nas paredes que te faziam medo, a alma que é minha essa guardo para sempre as paredes não tem ouvidos não falam por toda a gente. 
Este é o nosso copo sempre bebemos por aqui, matar a sede de momentos perdidos por aí mas já não dá porque o copo esta vazio sem toda aquela água que formou o nosso rio.
O piano lá está no mesmo sítio, as teclas soltas pedaços de uma vida onde fico, nem a escala musical, nem a escala do amor destruiu a doença crónica que me mata sem dor.

A casa é a mesma onde eu estou,
As fotos são as mesmas onde tu estás,
O tempo agora é certo sem colisões há menos tempo para viver.

O espelho parece maior ou eu pareço mais pequeno,
As rosas cor de sangue estão agora mais distantes
Vermelho era o passado, preto é o futuro numa vida cor de mel que não foi doce nem um instante.
O vinho era intenso agora intensas são as cinzas.
Cada segundo passado contigo não ardeu com o mesmo brilho.
Este mesmo chão já me fez voltar atrás, era preciso incendiar o mundo para te ter de novo na mão.
O piano lá está no mesmo sítio, as teclas soltas pedaços de uma vida onde fico, nem a escala musical, nem a escala do amor destruiu a doença crónica que me mata sem dor.

A casa é a mesma onde eu estou,
As fotos são as mesmas onde tu estás,
O tempo agora é certo sem colisões há menos tempo para viver.
A casa é a mesma onde eu estou,
As fotos são as mesmas onde tu estás,
O tempo agora é certo sem colisões há menos tempo para viver.

Já passaram tantos anos e as minhas lágrimas secaram, acabaram por fazer de mim um mar de ancoras embaladas.
Nas ondas da minha voz a ecoar na velha casa, a casa onde eu fiz as minhas baladas.

A casa é a mesma onde eu estou,
As fotos são as mesmas onde tu estás,
O tempo agora é certo sem colisões há menos tempo para viver.
A casa é a mesma onde eu estou,
As fotos são as mesmas onde tu estás,
O tempo agora é certo sem colisões há menos tempo para viver.

ohhhh

A casa é a mesma onde eu estou,
As fotos são as mesmas onde tu estás,
O tempo agora é certo sem colisões há menos tempo para viver.
A casa é a mesma onde eu estou,
As fotos são as mesmas onde tu estás,
O tempo agora é certo sem colisões há menos tempo para viver. 



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Sexta-feira, 02.03.12

 

letra

 

Inflamável

Pedro Madeira

Direto ao sol
Direto ao fim
Queimam-se as noites
De quem não viu mais em mim
Dou vida ao corpo

 

Direto a mim
Vindo de ti
Lançam-se as farpas
Num movimento contra mim
Dou vida ao corpo

 

Inflama a alma
Leva essa calma
De quem não arde por arder

 

Vivi por ti
Escondi-te em mim
Bebi o tempo para não o perder

 

A minha voz
O meu futuro
Quem gritou mais
Derrubou o muro

 

Inspiro a cal
Que sai do mundo
É o momento para um último segundo

 

E tu quem és?
E eu quem sou?
E nós quem fomos?
Para onde vou?
E o que deste?
O que fizeste?
Escolheste a morte
E eu já não estou
E eu já não estou

 

Direto ao sol
Direto ao fim


Queimam-se as noites
De quem não viu mais em mim
Dou vida ao corpo

 

Direto a mim
Vindo de ti
Lançam-se as farpas
Num movimento contra mim

Dou vida ao corpo

 

Segue o passado
Eu sigo o resto
Escreve o final que eu contesto

 

Respira sonhos
Respiro vida
Nem sempre a morte é a melhor saída

 

Queres esquecer
Queres perder
Mas se perderes
Não vais vencer

Vencer na vida


Escolher ganhar
É o mais passo para quem quer ficar

 

E tu quem és?
E eu quem sou?
E nós quem fomos?
Para onde vou?
E o que deste?
O que fizeste?


Escolheste a morte
E eu já não estou
E eu já não estou

Direto ao sol
Direto ao fim


Queimam-se as noites
De quem não viu mais em mim
Dou vida ao corpo

 

Direto a mim
Vindo de ti
Lançam-se as farpas


Num movimento contra mim
Dou vida ao corpo

Direto ao sol
Direto ao fim
Queimam-se as noites
De quem não viu mais em mim


Dou vida ao corpo

Direto a mim
Vindo de ti
Lançam-se as farpas
Num movimento contra mim
Dou vida ao corpo

Dou vida ao corpo



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