
MUSIC FOR ALL SESSIONS \\ TOCA – PAPILLON AO VIVO EM BRAGA
As Music For All Sessions \\ TOCA continuam a levar a Braga o melhor da música nacional e internacional! Depois de um concerto memorável do quarteto escocês Ded Rabbit é a vez dos portuenses Papillon subirem ao palco do TOCA!
Com um EP, homónimo, e dois singles de sucesso, “Engraçado (Já Não Há Pai P’ra Mim)” e o recente “Conceição”, chegou finalmente a vez de se fazerem à estrada e apresentarem ao vivo as suas novas criações! Com uma sonoridade entre o jazz, o funk e o pop e letras profundas e trabalhadas como imagem de marca, esta é a banda do laçarote. Estes são os Papillon!
Papillon é um laço. Ponto um. Ponto dois: também é um grupo de gente que faz música sem juízo. Os Papillon são feitos de gente e gostam de laços, porque os laços são coisas que ligam. Além disso os laços lembram qualquer coisa fora do tempo e os Papillon gostam disso: de não haver tempo, nem etiquetas, nem juízos. Nem juízo. Os Papillon são gente de laços.
Com música de perder o juízo. Compostos por Joana Manarte (voz), Pedro Silva (baixo), João Mascarenhas (teclas), Rui Ferreira (bateria), Raul Manarte (guitarra), Tiago Ferreira (trombone), Luís Macedo (trompete) e Pedro Gomes (saxofone), estrearam-se ao vivo em 2014, no Porto.
Resultado de múltiplas influências estéticas, os Papillon proporcionam um espetáculo cheio de energia, significado e vitalidade, sendo comum o concerto acabar com o público a dançar. Os elementos da banda juntam-se trazendo a experiência de outros projetos, desde a música clássica ao jazz, dos blues ao funk, do pop ao rock, entre outros estilos, em trabalhos de composição, interpretação e performance.
Entre a sua estreia em palco no Plano B (Porto) e, mais recentemente, a passagem pela final do EDP Live Bands, têm tido concertos no Porto e em Guimarães, com destaque para o Hard Club, uma das principais casas de música ao vivo da Invicta. Também foram convidados para integrar o Porto Swing Jam por dois anos consecutivos, onde tiveram a oportunidade de participar num evento de Lindy Hop (novamente no Hard Club), em concertos pensados para dançar. A destacar também as atuações televisivas no Porto Canal, no palco do programa “Portugal 3.0” da RTP2, no Festival Croka’s Rock em Castelo de Paiva e no MEO Marés Vivas, já em 2016. Em 2017 voltaram ao espaço que inicialmente os acolheu, o Plano B, para apresentar as canções do seu EP de estreia.
As letras são um dos pontos fortes do projeto, chamando a atenção até do ouvido mais desatento e as reações dos ouvintes têm sido de surpresa e identificação com os textos e as músicas. No palco vê-se uma banda que transparece uma relação cúmplice entre os elementos e um compromisso comum: criar uma atmosfera positiva, contagiante e envolvente com o público e com a música.
O EP de estreia, homónimo, já se encontra no mercado digital sob o selo da Music For All.

PAPILLON – EP HOMÓNIMO CHEGA AO MERCADO DIGITAL
Os Papillon apresentaram-se ao público com o tema “Engraçado (Já Não Há Pai P’ra Mim)”.
Consolidaram o seu espaço com o recente single “Conceição”. E depois do anúncio da pré- venda surge agora o derradeiro passo: a edição do EP de estreia, homónimo, no mercado digital através do selo da Music For All, disponível em plataformas como o Google Play, iTunes ou Spotify. Os portuenses são conhecidos pela sonoridade singular e pela proximidade com o jazz, o funk ou o swing. Fazem da sua ligação à pop, e das letras profundas e trabalhadas, uma imagem de marca.
A banda do laçarote chegou. E veio para ficar. Papillon é um laço. Ponto um. Ponto dois: também é um grupo de gente que faz música sem juízo. Os Papillon são feitos de gente e gostam de laços, porque os laços são coisas que ligam. Além disso os laços lembram qualquer coisa fora do tempo e os Papillon gostam disso: de não haver tempo, nem etiquetas, nem juízos. Nem juízo. Os Papillon são gente de laços.
Com música de perder o juízo. Compostos por Joana Manarte (voz), Pedro Silva (baixo), João Mascarenhas (teclas), Rui Ferreira (bateria), Raul Manarte (guitarra), Tiago Ferreira (trombone), Luís Macedo (trompete) e Pedro Gomes (saxofone), estrearam-se ao vivo em 2014, no Porto. Resultado de múltiplas influências estéticas, os Papillon proporcionam um espetáculo cheio de energia, significado e vitalidade, sendo comum o concerto acabar com o público a dançar.
Os elementos da banda juntam-se trazendo a experiência de outros projetos, desde a música clássica ao jazz, dos blues ao funk, do pop ao rock, entre outros estilos, em trabalhos de composição, interpretação e performance. Entre a sua estreia em palco no Plano B (Porto) e, mais recentemente, a passagem pela final do EDP Live Bands, têm tido concertos no Porto e em Guimarães, com destaque para o Hard Club, uma das principais casas de música ao vivo da Invicta.
Também foram convidados para integrar o Porto Swing Jam por dois anos consecutivos, onde tiveram a oportunidade de participar num evento de Lindy Hop (novamente no Hard Club), em concertos pensados para dançar. A destacar também as atuações televisivas no Porto Canal, no palco do programa “Portugal 3.0” da RTP2, no Festival Croka’s Rock em Castelo de Paiva e no MEO Marés Vivas, já em 2016.
Em 2017 voltaram ao espaço que inicialmente os acolheu, o Plano B, para apresentar as canções do seu EP de estreia. As letras são um dos pontos fortes do projeto, chamando a atenção até do ouvido mais desatento e as reações dos ouvintes têm sido de surpresa e identificação com os textos e as músicas. No palco vê-se uma banda que transparece uma relação cúmplice entre os elementos e um compromisso comum: criar uma atmosfera positiva, contagiante e envolvente com o público e com a música. O EP de estreia, homónimo, chega agora ao mercado digital sob o selo da Music For All.

PAPILLON E O CHARME IRRESISTÍVEL DE “CONCEIÇÃO”
Os Papillon vieram decididamente para ficar. Depois de “Engraçado (Já Não Há Pai P’ra Mim), é tempo de conhecermos “Conceição”, moça de múltiplos encantos que personifica o segundo single deste irreverente projecto portuense que recolhe influências de funk, jazz, swing e as apresenta em irresistível embrulho pop.
O single chega-nos com um vídeo bem humorado que conta com a colaboração de 116 pessoas espalhadas por 8 países, todas elas a emprestar a sua visão à caricata letra. Simultaneamente, o EP de estreia homónimo da banda do laçarote chega às principais plataformas digitais através do selo da Music For All.
Papillon é um laço. Ponto um. Ponto dois: também é um grupo de gente que faz música sem juízo. Os Papillon são feitos de gente e gostam de laços, porque os laços são coisas que ligam. Além disso os laços lembram qualquer coisa fora do tempo e os Papillon gostam disso: de não haver tempo, nem etiquetas, nem juízos. Nem juízo. Os Papillon são gente de laços. Com música de perder o juízo.
Compostos por Joana Manarte (voz), Pedro Silva (baixo), João Mascarenhas (teclas), Rui Ferreira (bateria), Raul Manarte (guitarra), Tiago Ferreira (trombone), Luís Macedo (trompete) e Pedro Gomes (saxofone)), estrearam-se ao vivo em 2014, no Porto.
Resultado de múltiplas influências estéticas, os Papillon proporcionam um espetáculo cheio de energia, significado e vitalidade, sendo comum o concerto acabar com o público a dançar. Os elementos da banda juntam-se trazendo a experiência de outros projetos, desde a música clássica ao jazz, dos blues ao funk, do pop ao rock, entre outros estilos, em trabalhos de composição, interpretação e performance.
Entre a sua estreia em palco no Plano B (Porto) e, mais recentemente, a passagem pela final do EDP Live Bands, têm tido concertos no Porto e em Guimarães, com destaque para o Hard Club, uma das principais casas de música ao vivo da Invicta. Também foram convidados para integrar o Porto Swing Jam por dois anos consecutivos, onde tiveram a oportunidade de participar num evento de Lindy Hop (novamente no Hard Club), em concertos pensados para dançar. A destacar também as atuações televisivas no Porto Canal, no palco do programa “Portugal 3.0” da RTP2, no Festival Croka’s Rock em Castelo de Paiva e no MEO Marés Vivas, já em 2016. Em 2017 voltaram ao espaço que inicialmente os acolheu, o Plano B, para apresentar as canções do seu EP de estreia.
As letras são um dos pontos fortes do projeto, chamando a atenção até do ouvido mais desatento e as reações dos ouvintes têm sido de surpresa e identificação com os textos e as músicas. No palco vê-se uma banda que transparece uma relação cúmplice entre os elementos e um compromisso comum: criar uma atmosfera positiva, contagiante e envolvente com o público e com a música.
Para o trimestre de 2017 está prometida a chegada do EP de estreia, com o selo de qualidade da Music For All.

PAPILLON AO VIVO NO PLANO B
Os portuenses Papillon levam a sua irreverente proposta sonora ao espaço Plano B, no Porto, já no próximo dia 3 de Fevereiro, pelas 23h.
A banda do laçarote apresentará ao vivo algumas das canções que integrarão o seu EP de estreia, a ser editado no início de Março com o selo da Music For All, do qual já é conhecido o instigador primeiro single, “Engraçado (Já Não Há Pai P’ra Mim)”. Os bilhetes apresentam um custo de 5€
Papillon é um laço. Ponto um. Ponto dois: também é um grupo de gente que faz música sem juízo. Os Papillon são feitos de gente e gostam de laços, porque os laços são coisas que ligam. Além disso os laços lembram qualquer coisa fora do tempo e os Papillon gostam disso: de não haver tempo, nem etiquetas, nem juízos. Nem juízo. Os Papillon são gente de laços. Com música de perder o juízo.
Compostos por Joana Manarte (voz), Pedro Silva (baixo), João Mascarenhas (teclas), Rui Ferreira (bateria), Raul Manarte (guitarra), Tiago Ferreira (trombone), Luís Macedo (trompete) e Pedro Gomes (saxofone)), estrearam-se ao vivo em 2014, no Porto.
Resultado de múltiplas influências estéticas, os Papillon proporcionam um espetáculo cheio de energia, significado e vitalidade, sendo comum o concerto acabar com o público a dançar. Os elementos da banda juntam-se trazendo a experiência de outros projetos, desde a música clássica ao jazz, dos blues ao funk, do pop ao rock, entre outros estilos, em trabalhos de composição, interpretação e performance.
Entre a sua estreia em palco no Plano B (Porto) e, mais recentemente, a passagem pela final do EDP Live Bands, têm tido concertos no Porto e em Guimarães, com destaque para o Hard Club, uma das principais casas de música ao vivo da Invicta. Também foram convidados para integrar o Porto Swing Jam por dois anos consecutivos, onde tiveram a oportunidade de participar num evento de Lindy Hop (novamente no Hard Club), em concertos pensados para dançar. A destacar também as atuações televisivas no Porto Canal e no palco do programa “Portugal 3.0” da RTP2.
As letras são um dos pontos fortes do projeto, chamando a atenção até do ouvido mais desatento e as reações dos ouvintes têm sido de surpresa e identificação com os textos e as músicas. No palco vê-se uma banda que transparece uma relação cúmplice entre os elementos e um compromisso comum: criar uma atmosfera positiva, contagiante e envolvente com o público e com a música.
Para o primeiro trimestre de 2017 está prometida a chegada do EP de estreia.
Letra
[Intro: Slow J]
Quando eu deixar de ser um inútil eu aviso
Quando me pagarem pa' esquecer o que eu preciso
Quando me apagarem da memória tudo o que eu senti
Até esquecer que sinto só não há tempo p'ra isso é preciso pr'eu
[Hook]
Pagar as contas
Saldar as contas
Esquecer as contas
Foder as contas
Contar as contas
Contas com quem és
Quando és só tu contigo
Quem vai contar contigo?
[Verse 1: Slow J]
O meu pai trabalhou pa' ti a vida toda
Side effects da disciplina de um génio, e em dívida de oxigénio
Ele olhou por mim a vida toda
Agora o Jota não te deve nada cala a boca
Yo tudo o que eu sou, eu devo à terra toda
O meu oxigénio compra
O meu oxigénio compra
O meu oxigénio compra
[Interlude: José Mujica]
Y lo que estamos gastando es tiempo de vida, porque cuando yo compro algo, o tú, no lo compras con plata, lo compras con el tiempo de vida que tuviste que gastar para tener esa plata. Y la única cosa que no se puede comprar es la vida. La vida se gasta
[Hook]
Pagar as contas
Saldar as contas
Esquecer as contas
Foder as contas
Contar as contas
Contas com quem és
Quando és só tu contigo
Quem vai contar contigo?
[Verse 2: Gson]
Tudo o que eles dizem é pagar as contas
Pagar as contas
Ninguém sai da praga com o Placard aqui tu pagas ou apagam-te cala a boca
Eles cagam contos
E quando te fazem marketing ao rabo a tua matemática acaba se acabas broke
E tu pagas roubos
Não declaram o crime
Isto é real life não são os movies que vês no Tarantino
Bófia, a gente enrola pa' se emocionar a cana
Enquanto outros enrolam pa' solucionar a carapinha
Há que pagar as contas
What the fuck ele devia (espera!) deixa-me procurar versão mais simples
'Tou a trazer o Tupac à década do rap trap e quando eu pego no rap eu levo a década à evolução na shit
Isto é porque a mamã bule desde as sete, às sete, e às sete
Se não tiver no bules depois o cheque não chega a chefe
Paga tarde money porque é que não chegas sempre mais cedo
Daí a mentalidade ser cachet, cachet, cachet
Há que pagar as contas
[Verse 3: Papillon]
Quanto mais tens mais te cobram
Quanto mais alto tu 'tás mais te dobram
Ainda dói mais quando assopram
Sustentamo-nos com migalhas e só as que sobram
Banca a paz, o amor e a liberdade
Banca o gás, a água e eletricidade
In god we trust but I don't fuckin' trust your god
Foda-se é só portagens no caminho pa' felicidade
Sabes que és o elo mais fraco se entras cedo e sais tarde
À espera que o cheque te mate essa dívida majestade
Em modo Kill Bill a tentar aumentar a stack
A paca fala mas a puta fala com sotaque
Outro bizno outro biscate força até soltar um traque
Tentei tudo dei pa' que o payday venha tipo um bukkake
Cansei de pitar areia imaginando a Cerelac
Eu bem sei que vim das barracas mas vou chegar a Barack, fuck!
(Cá se faz cá se paga)
Aposto que até no céu um gajo vai ter que prestar contas
(Cá se faz cá se paga)
Então enterrem-me com os meus recibos ao lado dos meus cotas
(Cá se faz cá se paga né?)
Quando és só tu contigo quem é que vai aguentar contigo?
(Cá se faz cá se paga)
Until I give my money right motherfucker depois eu digo
[Reprise: Gson]
Pagar as contas
Saldar as contas
Foder as...
Esquecer as...
Pagar as contas
Saldar as contas
Esquecer as contas
Foder as contas
Contar as contas
Contas com quem és
Quando és só tu contigo
PAPILLON AO VIVO NO FESTIVAL CROKA’S ROCK
Os portuenses Papillon têm concerto agendado na próxima sexta, dia 5 de Agosto, no palco principal do Festival Croka’s Rock, em Castelo de Paiva, que celebra este ano a sua oitava edição.
A banda do laçarote apresentará ao vivo algumas canções que farão parte do seu EP de estreia, a ser editado ainda este ano com o selo da Music For All, e do qual já é conhecido o instigador primeiro single, “Engraçado (Já Não Há Pai P’ra Mim)”.
Papillon é um laço. Ponto um. Ponto dois: também é um grupo de gente que faz música sem juízo. Os Papillon são feitos de gente e gostam de laços, porque os laços são coisas que ligam. Além disso os laços lembram qualquer coisa fora do tempo e os Papillon gostam disso: de não haver tempo, nem etiquetas, nem juízos. Nem juízo. Os Papillon são gente de laços. Com música de perder o juízo.
Compostos por Joana Manarte (voz), Pedro Silva (baixo), João Mascarenhas (teclas), Rui Ferreira (bateria), Raul Manarte (guitarra), Tiago Ferreira (trombone), Luís Macedo (trompete) e Pedro Gomes (saxofone)), estrearam-se ao vivo em 2014, no Porto.
Resultado de múltiplas influências estéticas, os Papillon proporcionam um espetáculo cheio de energia, significado e vitalidade, sendo comum o concerto acabar com o público a dançar. Os elementos da banda juntam-se trazendo a experiência de outros projetos, desde a música clássica ao jazz, dos blues ao funk, do pop ao rock, entre outros estilos, em trabalhos de composição, interpretação e performance.
Entre a sua estreia em palco no Plano B (Porto) e, mais recentemente, a passagem pela final do EDP Live Bands, têm tido concertos no Porto e em Guimarães, com destaque para o Hard Club, uma das principais casas de música ao vivo da Invicta. Também foram convidados para integrar o Porto Swing Jam por dois anos consecutivos, onde tiveram a oportunidade de participar num evento de Lindy Hop (novamente no Hard Club), em concertos pensados para dançar. A destacar também as atuações televisivas no Porto Canal e no palco do programa “Portugal 3.0” da RTP2.
As letras são um dos pontos fortes do projeto, chamando a atenção até do ouvido mais desatento e as reações dos ouvintes têm sido de surpresa e identificação com os textos e as músicas. No palco vê-se uma banda que transparece uma relação cúmplice entre os elementos e um compromisso comum: criar uma atmosfera positiva, contagiante e envolvente com o público e com a música.
Para o segundo semestre de 2016 está prometida a chegada do EP de estreia.
PAPILLON APRESENTAM SINGLE DE ESTREIA
Os portuenses Papillon acabam de lançar o seu single de estreia intitulado “Engraçado (Já Não Há Pai P’ra Mim)”.
Este é o primeiro cartão de visita de um projeto singular e irreverente que assume heranças do funk, jazz e swing em indelével embrulho pop, para conhecer mais a fundo no EP de estreia que editarão no segundo semestre deste ano.
Papillon é um laço. Ponto um. Ponto dois: também é um grupo de gente que faz música sem juízo. Os Papillon são feitos de gente e gostam de laços, porque os laços são coisas que ligam. Além disso os laços lembram qualquer coisa fora do tempo e os Papillon gostam disso: de não haver tempo, nem etiquetas, nem juízos. Nem juízo. Os Papillon são gente de laços. Com música de perder o juízo.
Compostos por Joana Manarte (voz), Pedro Silva (baixo), João Mascarenhas (teclas), Rui Ferreira (bateria), Raul Manarte (guitarra), Tiago Ferreira (trombone), Luís Macedo (trompete) e Pedro Gomes (saxofone)), estrearam-se ao vivo em 2014, no Porto.
Resultado de múltiplas influências estéticas, os Papillon proporcionam um espetáculo cheio de energia, significado e vitalidade, sendo comum o concerto acabar com o público a dançar. Os elementos da banda juntam-se trazendo a experiência de outros projetos, desde a música clássica ao jazz, dos blues ao funk, do pop ao rock, entre outros estilos, em trabalhos de composição, interpretação e performance.
Entre a sua estreia em palco no Plano B (Porto) e, mais recentemente, a passagem pela final do EDP Live Bands, têm tido concertos no Porto e em Guimarães, com destaque para o Hard Club, uma das principais casas de música ao vivo da Invicta. Também foram convidados para integrar o Porto Swing Jam por dois anos consecutivos, onde tiveram a oportunidade de participar num evento de Lindy Hop (novamente no Hard Club), em concertos pensados para dançar. A destacar também as atuações televisivas no Porto Canal e no palco do programa “Portugal 3.0” da RTP2.
As letras são um dos pontos fortes do projeto, chamando a atenção até do ouvido mais desatento e as reações dos ouvintes têm sido de surpresa e identificação com os textos e as músicas. No palco vê-se uma banda que transparece uma relação cúmplice entre os elementos e um compromisso comum: criar uma atmosfera positiva, contagiante e envolvente com o público e com a música.
Para o segundo semestre de 2016 está prometida a chegada do EP de estreia.
Letra
Chegou ao ponto em que eu já acho engraçado quando vens com essas mãos a tremer
Ver-te todo engasgado e eu a tentar perceber
Eu digo woohoo, woohoo, já não, já não há pai p'ra mim
Ouvi dizer que no teu sonho molhado as minhas ligas dão p'ra endoidecer
Se o teu papel é de homem desesperado,
Eu sou Mulher-Armadura:
Eu não quero saber
Eu digo woohoo, digo woohoo, já não, já não há pai p'ra mim.
Má sorte és tijolo e eu sou bolo sou diversão
Contrato assinado, estrelato, envergadura, e todas as cartas na mão
Vem depois dizer "acontece, vida dura, estrutura de base..."
Que eu não vou ouvir...
Numa tempestade eu sou trovão!
De trigo limpo e de farinha amparo eu disparo até ser de manhã
Há quem ressone quem se encoste p'ro lado
Quem tricote quem esmoreça
Mas não aqui a Mamã!
Eu digo woohoo, digo woohoo, já não, já não há pai p'ra mim.
Má sorte és tijolo e eu sou bolo sou diversão
Contrato assinado, estrelato, envergadura, e todas as cartas na mão
Vem depois dizer "acontece, vida dura, estrutura de base..."
Que eu não vou ouvir...
Numa tempestade eu sou trovão!
Já paravas sei que engraças comigo
Até compravas tu engraças comigo
Tu namoras mas engraças comigo
Tu adoras tu engraças comigo
Música
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