Sexta-feira, 19.02.16

 

Letra

 

Cai a noite e fico só
Aqui sentado a escrever
já não sei por onde vou
talvez, venha um dia a saber

Vem dizer, vem contar, saber
E comigo ficarás
Para sempre aqui

Amanhã tudo mudou
Voltei a ver-te como és
Já não sei porque acabou
A noite, aquela que nos fez

Vem dizer, vem contar, saber
E comigo ficarás
Para sempre

Se o amanhã vier
Talvez me vá esconder
E quando a noite quiser
Volto a aparecer

Amanhã tudo mudou
Voltei a ver-te como és

Vem dizer, vem contar, saber
E comigo ficarás
Para sempre

Se o amanhã vier
Talvez me vá esconder
E quando a noite quiser
Volto a aparecer

Se o amanhã vier
Talvez me vá esconder
E quando a noite quiser
Volto a aparecer

 



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Segunda-feira, 11.07.11
Letra
Que negra sina, ver-me assim
Que sorte vil e degradante
Ai que saudade eu sinto em mim
Do meu viver de estudante

Nesse fugaz tempo de amor
Que de um rapaz é o melhor
Era um audaz conquistador
Das raparigas

De capa ao ar, cabeça ao léu
Só para amar vivia eu
Sem me ralar
E tudo mais eram cantigas

Nenhuma delas me prendeu
Deixá-las eu era canja
Até ao dia em que apareceu
Essa traidora da franja

Sempre a tenir, sem um tostão
Batina a abrir, por um rasgão
Botas a rir
Um bengalão e ar descarado

A vadiar com outros mais
E a dançar nos arraiais
P'ra namorar, beber, folgar
Cantar o fado

Recordo agora com saudade
Os calhamaços que eu lia
Os professores da faculdade
E a mesa de anatomia

Invoco em mim
Recordações que não têm fim
Dessas lições frente ao jardim
No velho campo de Santana

Aulas que eu dava
E se estudasse ainda estava
Nessa classe a que eu faltava
Sete dias por semana

O fado é toda a minha fé
Embala, encanta e enebria
Pois chega a ser bonito até
Na rádio telefonia

Quanto é tocado com calor
Bem ao cuidado e a rigor
É belo o fado
Ninguém há quem lhe resista

É a canção mais popular
Tem emoção faz-nos vibrar
E eis a razão
De eu ser Doutor e ser Fadista 


publicado por olhar para o mundo às 17:12 | link do post | comentar

Quarta-feira, 01.06.11
Letra
Chegaste de passos apertados
Os olhos embargados
Cheios de medos teus
Pediste que te levasse a mágoa
E que te tocasse a alma olhando para os meus

Apertei-te contra ao peito, num abraço perfeito

A rua como companhia
Às vezes escura e fria
Pura realidade
Ninguém olha p'ra ti 
Com olhos de gente
Ate mesmo indiferente
A quem és de verdade
Esquece o teu mundo lá fora
É hora de ir dançar

Refrao:

Esta noite dança só p'ra mim
Que esta dança nunca tenha fim
São asas que me dás
Levam alto p'ra longe

Esqueçe o teu mundo lá fora
É hora de ir dançar

Esta noite dança só p'ra mim
Que esta dança nunca tenha fim
São asas que me dás
Levam alto

Esta noite dança só p'ra mim
Que esta dança nunca tenha fim
São asas que me dás
Levam alto p'ra longe
até de mim
até de mim



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Domingo, 24.04.11

 

 

Letra

 

Quantas vezes vais olhar para trás 
Estás preso a um passado que pesou 
Quantas vezes vais ser tu capaz 
Fazer sair quem por engano entrou

Abre a tua porta, não tenhas medo 
Tens um mundo inteiro à espera para entrar 
De sorriso no rosto talvez o segredo 
Alguém que te quer falar

Olha em frente e diz-me aquilo que vês 
Reflexos de quem conheces bem 
Ouve essa voz é a tua voz 
Dá-lhe atenção e a razão que tem

Abre a tua porta, não tenhas medo 
Tens um mundo inteiro à espera para entrar 
De sorriso no rosto talvez o segredo 
Alguém que te quer falar

Deixa o mundo girar para o lado que quer 
Não o podes parar nem tens nada a perder 
Estás de passagem 
Não o leves a mal se te manda avançar 
Talvez seja um sinal que não podes parar 
Estás de passagem

Vai aonde queres 
Sê quem tu quiseres 
Estende a tua mão 
A quem vier por bem

Abre a tua porta, não tenhas medo 
Tens um mundo inteiro à espera para entrar 
De sorriso no rosto talvez o segredo 
Alguém que te quer falar

Deixa o mundo girar para o lado que quer 
Não o podes parar nem tens nada a perder 
Estás de passagem 
Não o leves a mal se te manda avançar 
Talvez seja um sinal que não podes parar 
Estás de passagem

Deixa o mundo girar para o lado que quer 
Não o podes parar nem tens nada a perder 
Estás de passagem 
Não o leves a mal se te manda avançar 
Talvez seja um sinal que não o podes parar 
Estás de passagem, só de passagem, estou de passagem
Para outro lugar

 



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Domingo, 20.03.11

 

 

Saio porta fora
E vou por ai pelos caminhos,
A noite devora, cruzam-se homens sozinhos;
Noites serradas,
Guerras triviais,
Portas fechadas, palavras infernais.

(Refrão)
E ao ver-te Lisboa, Lisboa,
Perder, o Bairro da Madragoa

Ruas e Vielas,
Musgo nos telhados
Oheh, oh, oh
Velhos á janela,
Lembram tempos passados
Rádios acesos,
Um homem sem vez
Oheh oh, oh
Afoga as tristezas, num copo de três

(Refrão)
E ao ver-te Lisboa, Lisboa
Perder o Bairro da Madragoa

Mulheres de rua,
Histórias de atrofiar
Noites de lua,
Segredos por desvendar,
Sentir.te no escuro,
Olhar-te nua e crua,
Rodeado de um muro de gente que não recua.

(Refrão)
E ao ver-te Lisboa, Lisboa
Perder o Bairro da Madragoa

 



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Sábado, 19.03.11

 

 

Letra
Há alturas na vida
Em que se sente o pior
Como que uma saída
Refúgio na dôr

E ao olhar para trás
Pensar no que aconteceu
O que se vê não apraz
Não gritou mas escondeu

E salta a fúria em nós
Rebenta o ser mais calado
Querer puxar pela voz
Mostrar que está revoltado

À espera o tempo a passar
A desesperar
Ganhar a coragem de gritar e gritar

E é nestas alturas
Sou eu mesmo que o digo
Repensamos na falta
Que nos faz um amigo

Alguém que nos mostre a luz
E nos estenda uma mão
Diga que a vida não é cruz
Olhar para trás pedir perdão

E salta a fúria em nós
Rebenta o ser mais calado
Querer puxar pela voz
Mostrar que está revoltado

À espera o tempo a passar
A desesperar
Ganhar a a coragem de gritar e gritar

 

 

 



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Sexta-feira, 18.03.11

 

 

Letra

 

Andar, nesta estrada, por caminhos incertos,
Tão longe e tão perto do que eu quero ser,
Cantar, uma balada, de sonhos despertos,
De braços abertos para te conhecer

Mas na verdade
Estou aqui pra te sentir,
Para te ver a sorrir.

Estou aprender a ser feliz,
Aquilo que eu vou ser ninguém me diz.
A guitarra que só toca por amor,
Não acalma o desejo, nem a dor.

Bem vês, companheira, eu parto sozinho,
Percorro o destino às vezes sem querer.
Talvez, também queira, cantar-te baixinho,
Dar-te o meu carinho e tudo esquecer.

Mas na verdade
Estou aqui pra te sentir,
Para te ver a sorrir.

Estou aprender a ser feliz,
Aquilo que eu vou ser ninguém me diz.
A guitarra que só toca por amor,
Não acalma o desejo, nem a dor.

INSTRUMENTAL

Estou aprender a ser feliz,
Aquilo que eu vou ser ninguém me diz.
A guitarra que só toca por amor,
Não acalma o desejo, nem a dor.

Estou aprender a ser feliz,
Aquilo que eu vou ser ninguém me diz.
A guitarra que só toca por amor,
Não acalma o desejo, nem a dor.

Estou aprender a ser feliz,
Aquilo que eu vou ser ninguém me diz.

Estou aprender a ser feliz.
.


 



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Quinta-feira, 17.03.11

 

 

 

Letra

 

Ainda me lembro
Quando tinha a tua idade
Corria pelas ruas
E não percebi

São esses tempos
Que nos deixam mais saudades
Os melhores momentos
Que eu já vivi

Se eu voltasse atrás
Por minha vontade
Trocava alguns anos desta vida
Por um só dia na tua idade

As noites passadas
À volta de uma fogueira
As histórias contadas
Em tom de brincadeira

Promessas eternas
E segredos que guardava
Os amigos que fazia
Por onde passava

Se eu voltasse atrás
Por minha vontade
Trocava alguns anos desta vida
Por um só dia na tua idade

 



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