Sábado, 18.10.14

Prado

 

 

Prado é um trio instrumental de Lisboa formado por Nuno Damião na guitarra, Francisco Artur no contrabaixo e Flávio Pena na bateria em 2013. Apresenta um rock orgânico, textural e por vezes improvisado.      

 

Em Abril de 2014 fez as primeiras gravações com captação, mistura e masterização de André Pinheiro. Para a imagem e design contou com a colaboração da fotógrafa Inês Dias 

 

Em Setembro de 2014 surge o convite para participar no CD October Sampler 2014 da editora norte-americana Custom Made Music com o tema 'Lada' . A Custom Made Music é uma editora do estado de Virginia especializada em Shoegaze, Indie, Pós-Punk, editou discos de Peter Hook and the Light, Modern Man. Last Remaining Pinnacle, etc.

 

Site:

https://www.facebook.com/pradolx

 

  

Formação:

Nuno Damião – guitarra, teclados

Francisco Artur – contrabaixo

Flávio Pena – bateria

 

Fotos de Inês Dias - http://www.lomography.com.br/homes/saidseni

Contacto :  prado.em.lisboa@gmail.com

 

 

‘Lada’ é o tema dedicado ao automóvel de origem russa. O ‘vídeo loop’ está aqui:

 

 

‘Rupu’ foi o primeiro tema que apresentamos e está aqui:

https://www.youtube.com/watch?v=gS8syP--8Ec

 

Download gratuito em

https://pradomusic.bandcamp.com



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Quarta-feira, 14.12.11
Os passos em Volta

 

Os Passos Em Volta são putos, muito putos, e queriam fazer barulho. Têm três guitarras, um par de berros e a urgência de quem é novo e acredita. “Até Morrer”, o primeiro disco, acaba de nos cair em cima


No início de Julho deste ano fomos a um subúrbio chamado Casal do Chapim, em Odivelas, na cintura externa de Lisboa, para entrevistar um rapaz que acabava de lançar o seu segundo disco na Net, um rapaz que dá pelo nome artístico Cão da Morte. Quando o encontrámos, na esplanada de um centro comercial local, estava acompanhado por um amigo, um tipo largo, barbudo e cabeludo que se apresentou como Éme. O nome verdadeiro do moço era (e é) João Marcelo; Éme é uma espécie de "nom de plume", ou pelo menos o que constava do CD-R que nos entregou com as suas aventuras folk.

Mais tarde, em casa, ouvimos o CD com atenção, concluindo que poderia vir dali uma bela aventura folqueira. Foi preciso menos tempo do que supúnhamos e uma ligeira alteração estética para surgir um disco, um grande disco, com esta voz: afinal, para Marcelo, a relação com a guitarra acústica não era exclusiva; antes a mantinha em paralelo com a eléctrica, que usa no mais estranho e delicioso quinteto indie português, Os Passos Em Volta. Seis meses depois de termos ouvido Éme pela primeira vez, sai o primeiro longa-duração oficial dos Passos, "Até Morrer": canções mordidas por uma voragem eléctrica danada, meia hora de pura vertigem adolescente, três guitarras a dizer que não vão a lado nenhum enquanto não berrarem tudo o que têm para berrar.

"Até Morrer" seria um acontecimento só por si, mas o disco marca também o nascimento de uma editora, a Cafetra Records (Fetra para os amigos), feita pelos fazedores do disco e seus amigos. E como se não bastasse é a primeira aparição em longa-duração das duas meninas das Pega-Monstro, que são dois quintos dos Passos (mais dia, menos dia as Pega estarão a editar o seu primeiro álbum).

"Na Fetra, mais do que ser editora, curtimos ser um gangue", dizia-nos há uns dias João Marcelo, voz e guitarra dos Passos. Com a sua bonomia habitual (há nele qualquer coisa de urso pacato), complementa a frase anterior: "Só que não fazemos mal". Diz "mal" com um tom tão infantil que por segundos pensamos estar a conversar com uma personagem saída do Canal Panda.

 

 

Via Ipsilon



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Terça-feira, 28.06.11

Trapo Trapézio dos Prana

 

Já se encontra nas lojas o novo trabalho do jovem quarteto Prana, "Trapo Trapézio".

 

Trata-se de um disco com onze temas que foi gravado no Verão de 2010 nos estudios da Valentim de Carvalho sob a direcção de Nelson Carvalho.

 

Neste novo trabalho, os Prana "mostram simultaneamente o seu lado mais dançante e o mais negro, numa coreografia sonora cujo tema é e reflecte a Vida".

 

Para a banda "os 11 temas que constituem o álbum surgem como capítulos que marcaram a vida de uma personagem, desde a irreverência da juventude, passando pela lâmina agridoce do amor, acabando numa espiral descendente em direcção ao fundo do próprio ser, até ao inevitável fim".

 

O primeiro single chama-se Etanol. E "é com este gatilho que os prana se fazem à estrada", referem.

"Algures no meio de um emaranhado de pessoas, lugares, escolhas, decisões e consequências que fazem do Mundo a imprevisível e agridoce casa que temos para viver, conhecem-se, como peças do acaso, o João e o Miguel", afirmam.

 

A banda afirmou que "com pouco mais em comum que a Amizade e a paixão pela música, esses dois rapazes descobrem algo que não esperavam no simples prazer dumas guitarradas saciadas a cerveja e iluminadas pelas noites de Verão".

Explicaram que "esse 'algo', na altura irracional, transformou-se numa procura, e eis que, do aparente nada, surge uma terceira peça, o Diogo, que veio consolidar ritmicamente os devaneios melódicos dos outros dois".

 

Por fim, "a procura deu lugar à vontade de transformar a amizade em família. A essa jovem família na casa dos 24 anos, deram o nome de Prana".

 

"E daí começaram a nascer as canções. E das canções saltaram para os concertos, dos concertos para os concursos e dos concursos para mais canções. Mas, tal como uma peça inacabada, faltava-lhes ainda a delicadeza dos detalhes e a providência não se fez esperar. Saltando do público que os acompanhava para cima do palco, veio a Ana e com ela o piano, que fluiu e preencheu todos os espaços vazios e irregulares de que padeciam as canções de Prana", afirmaram.

 

O "1" - o primeiro EP da banda - foi gravado nos estúdios da Numérica em Paços de Brandão, produzido por João Nuno contendo 5 temas originais, em 2008.

 

"A partir daí - e como que uma faísca num rastilho de pólvora - os Prana retomaram a estrada e os concertos, mas desta feita, um pouco por todo o país", remataram. 


O precurso da banda passou por locais como a Latada em Coimbra, as Fnac, no Termómetro da Antena 3, entre outros.

 

O quarteto "nunca esqueceu a composição de temas novos, temas esses cuja sonoridade boémia e circense resultou da experiência que iam adquirindo em palco, das vivências e da descontraída leveza com que sorviam a vida".

 

Via HardMúsica 

 

 



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Segunda-feira, 27.06.11
Os eléctricos
Música para-popular portuguesa com esteróides? Swingabilly? Ié-Ié Tuga? Punkvalsa? Skanetismo (ska+cançonetismo)? Tango-western ou música para baile de finalistas? 
Com Os Eléctricos todas estas categorias valem, pois sintetizam a sua missão: animar crianças, jovens, adultos e idosos (com e sem bengalas, agulhas de crochet e baralhos de cartas).
 
Neste primeiro álbum d’Os Eléctricos, editado pela Sony Music e produzido por Miguel Castro, o grupo evoca o charme alfacinha dançante e poético dos anos 40 e segue à aventura Rock’n’Rolante dos 50s. 
Entrelaçando estilos e estéticas, Os Eléctricos revivem de um modo totalmente reinventado temas de Francisco José – "Olhos Castanhos", Beatriz Costa – "A Agulha e o Deda"l, Vicente da Câmara – "Tranças Pretas", Mirita Casimiro – "Canção da Papoila", Elvis Presley – "Suspicious Minds", Natércia Barreto – "Óculos de Sol", e acrescentam ainda as suas canções originais bem inspiradas nos dias eldorados dessa música tão popular e nostalgicamente urbana: "Anda Um Cupido A Voar", "Se Não Aprendes A Dançar Este IéIé", "Love Me Tender à Beira do Mar", "Cantiga da Lua Azul"  (com a participação do ilustre e destemido Coro Infantil de St.º Amaro de Oeiras) e "A Boite do Estoril" (que conta com a gentil colaboração desse baluarte do Norte que é Rui Reininho). 
Os Eléctricos nasceram em Lisboa, em Fevereiro de 2010. A formação é composta pelos seguintes elementos: Nuno Faria (contrabaixo), Maria João Silva (voz), Miguel Castro (guitarra), Luis Gaspar (bateria) e André Lentilhas (banjo e guitarra dobro). 
O  álbum de estreia d´Os Eléctricos chega a 4 de Julho.

www.myspace.com/oselectricos 

Retirado de Portugal Rebelde

 

 



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Domingo, 19.06.11

Os Osso Vaidoso

 

Estão longe de ser novatos, mas para Alexandre Soares e Ana Deus, o momento está a ser vivido como se fossem, com o seu novo projecto, os Osso Vaidoso, a circularem nos últimos meses de boca em boca, graças a blogues, redes sociais e sítios da Rede.

Nos anos 80 ele foi um dos fundadores dos GNR e uma das guitarras mais imaginativas de sempre da cultura pop portuguesa. Ela era uma das vozes dos Ban. Nos anos 90 juntaram-se para os Três Tristes Tigres, autores de três álbuns - "Partes Sensíveis" (1993), "Guia Espiritual" (1996) e "Comum" (1998) - do melhor que se ouviu da música feita em Portugal nessa década.

Criaram merecido culto, mas nunca atingiram projecção popular. Talvez por isso acabaram por não criar descendência. Mas isso é história. Não há qualquer nostalgia, mas existe a noção de que há pontas soltas que vêm desse tempo que acabam por estar presentes nos Osso, como a omnipresença da poetisa Regina Guimarães. Mas não só. "Se existe alguma continuidade ela deve-se a essa procura de novos embrulhos para o formato canção" reflecte Ana Deus. Mas os Osso são outra coisa. Mais descarnada, minimal, esquelética. Com muito mais osso e com mais tempo e espaço para as palavras se afirmarem.

O nome do projecto faz jus à música. Som económico para guitarra, ritmo discreto quando existe e voz. Sem querer soam profundamente contemporâneos. Há qualquer coisa da intemporalidade afirmada na alvorada dos anos 80 pelos Young Marble Giants, mas também se poderia evocar projectos dos últimos anos, a começar pelos The xx em versão austera, que investem num som descarnado. E tudo começou por acaso.

"O ano passado o Alexandre foi convidado para a iniciativa Meia Noite e Uma Guitarra, que decorreu no cinema S. Jorge em Lisboa e convidou-me. Tivemos que arranjar um nome à pressa e foi aí que o Osso Vaidoso nasceu." Pouco tempo antes já tinha existido um reencontro no Porto. "Tudo isto nasceu por acaso, mas agora, olhando para trás, era evidente que devíamos trabalhar em conjunto. Ele é a pessoa que melhor conheço e faz sentido. As coisas vão acontecendo sem grandes planos. Até há pouco tempo andava à procura de outro tipo de coisas. Ligava mais à poesia do que à canção. Queria dar voz a outras coisas menos melodiosas e menos orquestradas. Andava um pouco por aí. Mas agora que nos reencontrámos estou contente por termos voltado a tocar."

"Os Tigres tinham muitas camadas", reflecte. "Sonicamente era uma coisa mais complexa. Agora é tudo alicerçado na palavra e no texto. Nos Tigres ficava à espera da música ou da harmonia e agora não, é ao contrário. Parto do texto. Quando se trabalha com muitos músicos, a palavra pode ser desviada pelo que o outro está a fazer. Com um apenas também pode acontecer, mas é mais fácil a palavra ser respeitada. É uma espécie de mano a mano" diz. Esse gosto por trabalhar textos veio-lhe dos Três Tristes Tigres e da colaboração com Regina Guimarães, mas viria a ser reforçado nos últimos anos em diversas colaborações, como aconteceu com as Quintas de Leitura no Teatro do Campo Alegre.

Foi aí que aprofundou o gosto por diversos autores. Daí que os Osso já tenham musicado palavras da dupla e de Regina Guimarães, mas também de valter hugo mãe ou de Alberto Pimenta. Com este último realizaram uma edição conjunta (Livro + CD) através da editora Mia Soave - trata-se do último livro de Pimenta, "Reality Show", na companhia do CD "Degrau" dos Osso. Nele a dupla aborda oito poemas de Pimenta que vão do registo "dito e entoado, ao cantado", diz Ana. É esse espectáculo ("Pimenta na Boca"), construído a partir de poemas de Alberto Pimenta, que irão apresentar hoje no festival Silêncio, na companhia do músico Pedro Augusto, conhecido por Ghuna X.

Na actualidade têm uma hora de canções e, para além do CD com o livro de Pimenta, já se encontram a pensar num novo lançamento, sem pressas e sem ambições desmedidas. "O processo de afirmação dos Osso tem sido muito descontraído, mas pomos muito empenho a fazer as coisas" diz Ana Deus. "Quando as pessoas diziam que os Tigres deviam voltar, nós respondíamos que não. Já não somos o que éramos. Há sempre uma base. Mas queremos ser diferentes." Não há dúvida que é verdade.

 

Via Ipsilon

 



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Domingo, 05.06.11

“Aquela Cidade” marca a estreia discográfica dos MEU E TEU

 

A banda de Alcobaça chamou a atenção em 2010 depois de ganhar o concurso U Rock, por decisão de um júri composto por várias e ilustres figuras da industria musical portuguesa. Foram, ainda, finalistas do Festival de Música de Alcácer do Sal, do Rock Rendez Worten (categoria “Rock”) e mais recentemente do Festival de Música de Corroios.

 

Gravado nos Marduc Studios e produzido por Diogo Freire e Marco Jung (Dapunksportif; Os Dias de Raiva), “Aquela Cidade” alinha sete músicas originais e o videoclip do tema “Erros Estratégicos”  – primeiro single de apresentação - que integrará também a próxima compilação “Novos Talentos Fnac 2011”.

 

 

 

Esta é uma edição muito aguardada por todos os que têm acompanhado a banda. Nasceu da vontade de contar histórias em português e destaca-se pelo facto de todos os seus concertos serem uma entrega total.

 

Os Meu e Teu são: Diogo Freire (Voz, Guitarra e Teclas), Luís Ramos (Guitarra), Paulo Bispo (Guitarra), Bruno Cunha (Baixo) e André Santos (Bateria).

 

Concertos Oficiais de Apresentação:
- Dia 5 de Junho (dom) – 22:00 | Hard Rock (Lisboa)

Agenda Showcases Fnac (em actualização):
- Dia 10 de Junho (6ªf) – 16:00 | Fnac Alfragide (Lisboa)
- Dia 10 de Junho (6ªf) – 22:00 | Fnac CascaisShopping (Lisboa)
- Dia 12 de Junho (dom) – 17:00 | Fnac Vasco da Gama (Lisboa)
- Dia 17 de Junho (6ªf) – 21:30 | Fnac Algarve Shopping (Guia)
- Dia 18 de Junho (sab) – 22:00 | Fnac Coimbra
- Dia 22 de Junho (4ªf) – 21:30 | Fnac Colombo (Lisboa)
- Dia 24 de Junho (6ªf) – 22:00 | Fnac Leiria
- Dia 25 de Junho (sab) – 17:00 | Fnac Almada(Lisboa)
- Dia 30 de Junho (5ªf) – 18:00 | Fnac Sta. Catarina (Porto)
- Dia 30 de Junho (5ªf) – 22:00 | Fnac NorteShopping (Porto)
- Dia 1 de Julho (6ªf) – 22:00 | Fnac GaiaShopping
- Dia 2 de Julho (sab) – 17:00 | Fnac Guimarães
- Dia 2 de Julho (sab) – 22:00 | Fnac Braga
- Dia 3 de Julho (dom) – 17:00 | Fnac MarShopping (Matosinhos)
- Dia 3 de Julho dom) – 21:30 | Fnac Viseu
- Dia 15 de Julho (sex) – 18:30 | Fnac Chiado (Lisboa)

 

Em baixo poderás confirmar o alinhamento do “Aquela Cidade”

 

01 - Meu e Teu
02 - Erros Estratégicos (1º single)
03 - Difícil de Esquecer
04 - Canção de Embalar
05 - Fundo do Mar
06 - Transformação
07 - Espelhos Opacos 

 

Via Palco Principal



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Quinta-feira, 05.05.11

Primeiro álbum dos Foxrot

 

Os Foxrot apresentam-se como uma banda original, no resultado de uma junção de sons e instrumentações diferentes. Um estilo livre, uma forma de bem-estar na produção e criação de música. Já tocaram em diversos palcos a nivel nacional, e participaram em programas de televisão tais como o "A de Autor" - RTP 2 e em concurso de bandas como o 14º Festival de Música Moderna de Gondomar (onde obtiveram o 2º lugar), no friday-rock-sessions (arrecadando o 1º prémio) e no concurso de Bandas QB Bar (onde se classificaram em 2º lugar). A banda começou a sua actividade em 2008 é composta actualmente por 5 elementos: Belchior (voz e guitarra), Ruben Faria (baixo e voz), Artur Martins (teclados), Maykol Correia (saxofone), Milton Perez (bateria). Dedicaram os primeiros anos à composição de músicas, preparação de repertório, ensaios e gravações, e vem agora lançar o seu 1º EP. O EP intitula-se como "Tudo isto é puro vício" e conta com seis faixas de originais, onde se incorpora o rock e o funk. Gravado no "CAOS ARMADO ESTUDIOS", o trabalho consiste em apresentar 6 temas diferentes: "Andar a correr" "Desafio", "Terra da Lua", "Surpresa", "Tempo Curto" e "Estamos Bem" O lançamento oficial acontecerá no dia 21 de Maio de 2011, e o concerto de apresentação terá lugar no Auditório da Junta de Freguesia da Cidade de Espinho, com início marcado para as 22:00h, onde também haverá uma exposição do artista "Emanuel Dias" A Banda agradece a todos os que começam agora a ouvir o seu trabalho por divulgarem, comentarem e criticarem o mesmo, para o melhor dos caminhos no futuro!

 

EP Online - www.myspace.com/foxrotpt

Blog da banda: www.foxrotmusic.tumblr.com  

 

Retirado de Blitz 

 

 

 

 

 

 

 

 



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