Quarta-feira, 22.03.17

 

Letra

 

[Refrão - Slow J]
Às vezes dói mas eu escondo
Desde que eu aprendi que os homens fortes
Nunca choram nem na berma da ponte
Às vezes dói mas eu escondo

Às vezes dói mas eu escondo
E eu ‘tou sozinho num café cheio de amigos
Que me querem ver morto
É só mais um copo

[Verso 1 - Slow J]
Às vezes dói mas eu escondo
Ligas e até respondo
Tudo tranqui meu puto
Tudo tranquei a onde
A dama como é que tá
Na verdade acabou
Mas eu tou fixe
Não tem maca
Sabes como é que eu sou

Sabes o que eu te conto
Às vezes dói mas eu escondo
Eu 'tou perdido entre o
Que eu quero ser e o que ainda não sou
Mas vou bafando o meu “nite”
Passa o dia e a noite
Não sei se 'tou a perder
Amor à vida ou ódio à morte

[Refrão - Slow J]
Às vezes dói mas eu escondo
Desde que eu aprendi que os homens fortes
Nunca choram nem na berma da ponte
Às vezes dói mas eu escondo
Às vezes dói mas eu escondo
E eu ‘tou sozinho num café cheio de amigos
Que me querem ver morto
É só mais um copo
Às vezes dói mas eu escondo

[Verso 2 Slow J]
E ela já nem me liga não precisa desse
Calor na barriga vê-se que esse amor não era
Desse amor que era pa sempre
Que aguenta toda a merda desde que esse amor exista
Se o dia tá de sol porque é que hoje eu 'tou tão cinzento
A precisar de ser preciso e eu não aguento
Às vezes dói mas eu escondo
Ouvi dizer meu puto conta-me 'tás bem?
Nada nada mano caga eu já caguei

[Refrão - Slow J]
Às vezes dói mas eu escondo
Desde que eu aprendi que os homens fortes
Nunca choram nem na berma da ponte
Às vezes dói mas eu escondo

Às vezes dói mas eu escondo
E eu ‘tou sozinho num café cheio de amigos
Que me querem ver morto
É só mais um copo
Às vezes dói mas eu escondo

[Verso 3 - Nerve]
(e que mais?)
E valido a função de um mapa
(Fui.) Lobo solitário a lançar umas cartas (Topas?)
Fechado em copas. Na estrada, um nada pleno
O lado negro. Antes do vale do fracasso extremo
Mas já bem p’ra lá do planalto do medo

Um homem (imper)feito
No espelho a aprender com as marcas no rosto (triste)
Feio (velho). Cara trancada e a chave no meu bolso
Vem, destrói o meu trono Freud
Vê só o sonho que corrói o meu sono
E mói o meu corpo e, ocasionalmente, dói mas eu..

 

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Quinta-feira, 08.12.16

 

Letra

 

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Domingo, 27.09.15

 

Letra

 


(Refrão)
Acho que sou só um sacana nervoso! (x3) Com um temperamento temperamental, tempestuoso, provoco tempestades em copos, tento não parecer nervoso, mas...

Cara suada, jornal aberto numa folha ao calhas, um olhar suspeito refugiado atrás das páginas, óculos escuros, gabardine, a rondar nas periferias (porque eu sei que eles sabem que eu sei de muitas patifarias). Levo uma pasta algemada, encostada ao peito. Transporto conteúdo suspeito, mas nunca espreito. Topei um tipo a seguir-me e de olho posto na pasta. Acha que não, mas já o topei há dois quarteirões atrás. Está visto que isto vai dar molho como bungee jumping sem elástico. Acelero o passo até um beco, paro e fico estático... - “O que tens na mala?” - Eu não respondo. Ele aponta-me um revólver às narinas, tipo: - “Consegues sentir o cheiro a morto?” - Calma, man! - “Calma nada! Abre a pasta, palhaço!” - Mas eu não posso! - “Abre ou...” - Ok, ok, eu abro! Hmm... O que é isto? Parece um controlo remoto com um pequeno botão vermelho... - “E o que faz esse aparelho?” - Ya, boa pergunta! O que fará este controlo remoto? Tenho o dedo sobre o botão e estou a ficar com tiques nervosos! Agora, tu é que vês se desafiar o meu bluff é perigoso. Eu não sei, mas eles dizem que eu sou um sacana nervoso! Pode ser um lança-chamas ou uma bomba ou a tua morte, mas a pergunta não é o que é isto, mas sim se hoje te sentes com sorte! Já agora, meu... Está a ficar frio aqui, ou sou só eu? (O tipo cedeu depois da segunda frase feita e desapareceu!) Mas como é que raio é que eu me safei desta? Com uma arma apontada à testa e sem estratégia prévia! Nunca sigo caminhos calculados para fugir à morte. Não tenho Sul nem Norte. Tenho iniciativa e muita, muita sorte!

(2x Refrão)

A lua já mostra a face. Sinto o blues num pequeno bar da cidade. Preciso de descomprimir o stress acumulado à tarde. Já fiz a entrega que tinha a fazer da tal pasta malvada. Não está frio, mas ainda sinto o frio daquela arma na cara! E o bar até tem bom toque, mas não consigo concentrar-me. Preciso de algo forte ou de ser forte para tentar controlar-me. Ontem deixei o tabaco, hoje é o álcool, sem recaídas! Amanhã deixo as seringas e festejo com mais uma bebida. Está uma garina a tirar-me as medidas do outro lado. Ela aproxima-se, tipo: - “Pareces nervoso. Queres um cigarro?” - Afasta-te! Não! Não quero um cigarro! Lá por tu quereres um cigarro, não tens de insinuar que também estou viciado! Desculpa. Não estou nos meus dias, a sério. Não penses que sou esquizofrénico. Isto é o reflexo de um dia péssimo: Agentes secretos, revólveres, tiros, perseguições, logo de manhã, novas missões! É o pequeno-almoço dos campeões! Tu sabes, aquelas cenas. - “A sério? Interessante. Eu vivo afogada em tédio.” - Tira a mão da minha perna! Isso é assédio, cabra! E essa aliança no teu dedo não me está a motivar nada. - “Calma...” - Larga! Conheço e estou muito tenso para esse “tem calma”. E não tenho paciência para donas de casa desesperadas. Mas o que é que posso fazer? Elas curtem um gajo perigoso. Não sou charmoso, acho que sou só um sacana nervoso.

(2x Refrão)

 



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Letra

 

CUBO DE RUBIK

Claro que a conversa é fútil e só te quis comprar um minuto
e querias sentir-te utilizada, eu utilizava para me sentir útil.
Esta jaula tinha aquele cinzento desmotivador
Mas, até no fim, tu tentaste com a persistência que tornou mágico este cubo de Rubik.
Kubrick da TV para a cara. Máquina laranja, pela ferrugem.
Estive parado demasiado tempo, está na hora de dizer adeus às nuvens.
Poucos assumem que (lá) vão os tempos de sonhar alto e voar baixo,
Sentado, relaxo nestas eternas escadas rolantes, enquanto me desfaço.
Tentei e não tenho mais espaço para a última lâmina na garganta.
Não tenho cordas vocais e esta é a única voz que sangra
O meu nome escreve-se com "N" de "Não chores", de "Não adianta"
e de "Nunca tentes investir demasiadas emoções numa planta".
Eu deixei-te plantada, antes que te tornasses na trepadeira
que foi consumida pela cegueira, porque escolheu não ver fronteiras.
Eu organizei o meu espaço, tu tens de organizar umas ideias
e, de caminho, arranja um espaço teu, organiza-o e leva as teias.

Tentei mas não tem espaço. Eu não posso dar mais passos.
Cada vez mais complicado viver aqui dentro, mas ‘tá-se.
Desfaço-me e não sou o único. Eu vou, mas tu vens comigo
até ver qual de nós dois vai conseguir decifrar este cubo de Rubik.
este cubo de Rubik (Rubik) este cubo de Rubik (Rubik)
este cubo de Rubik (Rubik) este cubo de Rubik (Rubik)
este cubo de Rubik (Rubik) este cubo de Rubik (Rubik)
este cubo de Rubik (Rubik) este cubo de Rubik (Rubik)

Sempre que a noite se prolonga é isto. Claro que admitir a derrota é triste.
Eu insisto. Insistes: - "Quem é que se foca nisto?" - E quem é que sufoca nisto?
Por favor não me toques, ouviste?
Conseguiste pôr-me entretido, a cuidar do jardim,
lá fora, à chuva, só para não ter de me cruzar contigo! (e nós temos o jardim mais lindo).
Admito, não sou o teu mais-que-tudo
mas eu sei que sou mais que tu, mesmo quando estou mais baixo que nunca.
Cada vez mais fundo.
Os nossos halos não são compatíveis.
Conversas de mentes inversas causam estragos a todos os níveis.
E ontem, enquanto dormias, contei 55 terríveis maneiras de acabar contigo.
Eu sinto-me ridículo. Isto não é saudável.
Isto assim não dá, não. Apetece moldar.
E se pudesse voltar, então esquece, não estava tão perto.
Tão certo como eu nunca lutar por algo inalcançável.

Tentei mas não tem espaço. Eu não posso dar mais passos.
Cada vez mais complicado viver aqui dentro, mas ‘tá-se.
Desfaço-me e não sou o único, eu vou mas tu vens comigo,
até ver qual de nós dois vai conseguir decifrar este cubo de Rubik.
este cubo de Rubik (Rubik) este cubo de Rubik (Rubik)
este cubo de Rubik (Rubik) este cubo de Rubik (Rubik)
este cubo de Rubik (Rubik) este cubo de Rubik (Rubik)
este cubo de Rubik (Rubik) este cubo de Rubik (Rubik)

 



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Terça-feira, 22.09.15

 

Letra

 

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Quinta-feira, 27.02.14

 

 

Letra

 

"Eu sou a víbora, o meu nome é Dalila,
mal te vi colei em ti em modo Miss Simpatia querida,
eu quero tudo o que tens,eu sou a sonsa,
eu não sou amiga de ninguém para além da onça,
mira de ave de rapina, pratico uma boa intriga,
na trica conspirativa, traíra competitiva,
viva o mau-olhado e a facada dada nas costas,
santa do pau oco com olho gordo nas notas,
sorrindo brindo à nossa, aceitam-se apostas,
afinal qual das hipócritas sabe lamber mais botas,
eu mereço um óscar, o cachê e o poster,
sem mim a tua vida era um filme do Kevin Kostner!

Judas e Dalilas, cínicos, cobras criadas, línguas afiadas, frios, amigos das horas vagas.

Chibo-me acerca do coitado para quem me fiz passar por bom amigo.
Se eles me apanham, vou contar e sair da esquadra limpo.
Com o cadastro imaculado. Enfim,
tens sido útil, mas vais ser mais útil
a apodrecer na prisão por mim.
E agora que sais de cena, talvez seja desta que eu
desonro a tua irmã e guardo o que era teu.
Colega, isto é só love.
Espalhar a semente como um soldado.
Quando voltares, já fui com um plano novo,
concentrado noutra cidade.
Ouve, eu violo a sociedade morta que definiu as normas
antes de eu nascer e estar presente para dar a minha proposta.
Lamento, mas quando ficar rico, eu recompenso. Agora,
o que me importa é sacanear a minha situação daqui para fora.

Ah! Ah! Judas e Dalilas!" 



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