Sexta-feira, 30.01.15

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O músico Fernando Fonseca, de 48 anos, ex-baterista da banda Sitiados, morreu na segunda-feira passada, em Carcavelos, no concelho de Cascais, foi hoje divulgado.

 

A acordeonista Sandra Barata, que tocou com Fernando Fonseca nos Sitiados, disse à agência Lusa que o baterista faleceu na segunda-feira, vítima de um linfoma, em Carcavelos, e a cerimónia fúnebre realizou-se na terça-feira, naquela localidade.

 

Fernando Fonseca foi baterista e fundador, em 1987, dos Sitiados, com Sandra Barata, José Resende (guitarra) e João Aguardela (voz), músico falecido há cinco anos.

 

O baterista gravou o primeiro álbum homónimo da banda, que atingiu o disco de platina, com vendas superiores a 50.000 exemplares. Anteriormente, tinha gravado a canção "A noite", que foi popularizada pelos Resistência. 

 

A bateria de Fernando Fonseca foi ainda gravada em 1993, para o álbum "E agora?!", o segundo dos Sitiados, dos quais saiu, por motivos pessoais, como afirmou na época à comunicação social.

 

O músico fez ainda parte dos HuaHine, projecto cujo single foi lançado na revista Super Jovem, em 1995.

 

Entre propostas e projectos musicais, recusou um convite para fazer parte dos Rádio Macau e, mais tarde, fez parte dos Matarruanos, criando posteriormente um projecto a solo, com temas de intervenção, intitulado "Manguito".

 

SetePontoQuatro é a última banda em que Fernando Fonseca tocou e gravou. A última vez que tocou em palco foi em 2013.

 

Retirado do SOL



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O músico José da Ponte, de 60 anos, que fez parte da direcção da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), morreu esta quinta-feira, disse à Lusa fonte da cooperativa de autores. José da Ponte foi compositor, baixista e produtor musical, tendo iniciado a actividade artística em 1976, com a participação no álbum Homo Sapiens, um projecto do compositor José Luís Tinoco.

 

Com a cantora Lena d'Água e o teclista Luís Pedro Fonseca, falecido o ano passado, Zé da Ponte fundou, em 1980, os Salada de Fruta, grupo que protagonizou sucessos como Robot. Ao trio inicial juntaram-se, como convidados, Guilherme Inês (bateria), Moz Carrapa (guitarra) e Rui Cardoso (saxofone). José Ponte trabalhou na área de publicidade e fundou, em 1983, os estúdios de gravações áudio Namouche.

 

O funeral do músico, que faleceu no Hospital S. Francisco Xavier, em Lisboa, realiza-se na sexta-feira, da SPA, na capital, para o cemitério de Silves, no Algarve. Fonte da SPA disse ainda à Lusa que o velório do músico, por sua vontade expressa, se realiza na sala Carlos Paredes, no edifício da cooperativa, na rua Gonçalves Crespo, em Lisboa, esta quinta-feira, a partir das 16h. Na sexta-feira, "após um pequeno acto", pelas 12h, sai o funeral para o cemitério de Silves, onde o músico será sepultado, acrescentou.

 

O presidente da SPA, José Jorge Letria, realçou à Lusa o empenho de José da Ponte na reestruturação da cooperativa, a partir de 2007. "Foi uma peça fundamental e, desde que entrou na administração da SPA, em 2010, até Maio do ano passado, teve a seu cargo pelouros como os da informática e a execução de direitose delegações", disse Letria.

 

José João dos Santos Águas Pontes, nascido a 7 de fevereiro de 1954, em Silves, entrou para a SPA em 2007, tendo na altura liderado o Comité de Apoio aos Músicos e Autores e, posteriormente, presidido o conselho fiscal. "Era um criativo, tinha uma grande energia e uma visão empresarial moderna da música e, mesmo doente, manteve-se sempre atento aos assuntos da SPA", disse Letria.

 

O presidente da SPA referiu-se a José da Ponte como "um músico inovador, inspirado e criativo, um grande melodista", e realçou o seu contributo na área da publicidade, para a qual compunha os denominados "jingles". "Esteve ligado, por exemplo, à campanha do Euro 2004", referiu. José da Ponte foi distinguido em Maio do ano passado com a Medalha de Honra da SPA. 

 

Em finais da década de 1970, José da Ponte fundou, com o músico Luís Pedro Fonseca, uma empresa especializada em publicidade e produção de discos e, em 1983, com Guilherme Inês, a empresa Namouche, com que passaram a gerir estúdios de gravação da Rádio Triunfo, criados pelo engenheiro de som José Fortes, e que mais tarde acabaram por adquirir.

 

Nos estúdios Namouche, o músico produziu trabalhos das cantoras Dora e Dulce Pontes e, com Guilherme Inês, da cantora Formiga, com quem constituiu o grupo Zoom. Entre outras canções, Zé da Ponte, como era conhecido, fez parte da equipa autoral de Não sejas mau p'ra mim, com que Dora venceu o Festival RTP, em 1986, e de Lusitana paixão, com a qual Dulce Pontes conquistou o primeiro lugar do mesmo festival, em 1991.

 

Como baixista colaborou com Pedro Barroso no álbum Antologias, com Jorge Palma, em Bairro do Amor, e com António Variações, em Anjo da Guarda, entre outros. O músico colaborou ainda com a extinta discográfica Strauss, na qual era responsável pela etiqueta Evolution. Em 2003 assinou com Alexandre Honrado o musical In love e, em 2005, fez parte da equipa autoral, com Ernesto Leite e Alexandre Honrado, da canção Amar, com a qual o duo 2B (Rui Drummond e Luciana Abreu) representou Portugal no Festival da Eurovisão. No ano seguinte, 2006, fez parte da equipa criativa da campanhaPirilampo Mágico, que apoia as Cooperativas de Educação e Reabilitação de Cidadãos com Incapacidades (CERCIS). Em 2008 fez parte do júri da terceira edição do programa televisivo de procura de talentos musicais "Operação Triunfo", em que venceu Vânia Fernandes.

 

"José da Ponte foi um quadro activo e fundamental na vida da SPA e, como tal, será recordado nos momentos e circunstâncias próprios, com saudade e admiração. A SPA e a vida cultural portuguesa ficam mais pobres e mais tristes com esta inesperada despedida", afirma em comunicado a cooperativa. 

 

Retirado do Público



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Domingo, 20.10.13

O fadista António Mourão, de 78 anos, faleceu esta noite na Casa do Artista, em Lisboa, disse hoje à Lusa fonte da instituição.


Conhecido pelo tema "Oh tempo volta p'ra trás',  afastou-se do mundo artístico nos anos 90.

 

As causas da morte de António Mourão, nome artístico de António Manuel Dias Pequerrucho, não foram divulgadas.

 

António Mourão, que morreu hoje de madrugada na Casa do Artista, Lisboa, nasceu no Montijo a 05 de Junho de 1935 e ganhou notoriedade em 1965 quando gravou o tema "Oh tempo volta p'ra trás".

 

A voz de António Mourão começou a ser notada durante o Serviço Militar Obrigatório, quando principiou a cantar como amador em casas de fado em Lisboa.

 

Em 1964, foi contratado para a Parreirinha de Alfama, casa típica de fados de Argentina Santos, onde se estreou como profissional.

 

Depois da Pareirinha de Alfama, foi contratado pelo fadista Sérgio para atuar na casa de fados Viela, em Lisboa, altura em que o seu nome é já muito rodado na Emissora Nacional.

 

Em 1965, o cantor ganhou notoriedade quando na revista "E viva o velho", no Teatro Maria Vitória, interpretou "Oh tempo volta p'ra trás".

 

RCA, Valentim de Carvalho e Movieplay foram editoras para as quais António Mourão gravou.Com letra de Manuel Paião e música de Eduardo Damas, gravou este tema 1965 que se tornou num dos grandes êxitos de música ligeira.

 

"É sempre sucesso" (1968), "Folclore das províncias" (1970), "Meu amor, meu amor" (1971), "Se quiseres ouvir cantar" (1973), "Canto e Recanto" (1980) e "Oh razão da minha vida" (1987) são alguns dos trabalhos gravados por António Mourão.

 

O cantor foi um dos primeiros portugueses a gravar sucessos de Amália Rodrigues, nomeadamente "Maria Lisboa", com letra de David Mourão-Ferreira e música de Alain Oulman .

 

"Não há fado sem verdade" (1989) foi o último trabalho gravado por António Mourão, nome artístico de António Manuel Dias Pequerrucho, após o que o artista fez uma digressão pelo estrangeiro para cantar para as comunidades portuguesas.

 

Pouco tempo depois retirou-se da vida artística e do convívio social.

 

Uma das facetas menos conhecida de António Mourão é a de autor, tendo escrito algumas letras que interpretou, nomeadamente "Aquilo que canto é fado", com música do maestro Ferrer Trindade.

 

 

Retirado do Sol



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Quarta-feira, 14.11.12
O primeiro O primeiro "yeah" do rock português pertence a José das Dores (DR)

Foi um dos pioneiros do rock português e, no início da década de 1960, um verdadeiro caso de popularidade. Não por acaso, ficou conhecido como "o Elvis Presley português". É dele o primeiro e sonoro “yeah!” registado em disco no nosso país, em Sansão foi enganado (1961), grito que era resumo da atitude rebelde do som chegado dos Estados Unidos através de Bill Haley, Little Richard ou Elvis Presley. José das Dores, imortalizado como Zeca do Rock, morreu ontem no Brasil, na zona de Campinas, onde vivia há mais de três décadas, na sequência de uma pneumonia viral.

 

Faria 69 anos em Dezembro.

 

Conotado com a emergência do rock’n’roll em Portugal, incluído nessa primeira vaga que incluía Joaquim Costa, a quem pertence o primeiro registo gravado de rock em Portugal (Rip it up e Tutti Frutti, 1959), Daniel Bacelar e os Os Conchas (partilharam o EP Os Caloiros da Canção, estreia discográfica do rock’n’roll português, em 1960), José das Dores já era músico de ouvidos atentos à música latino-americana, ao blues e à country quando algo de novo surgiu no horizonte.

Little Richard, Chuck Berry, Roy Orbison, Buddy Holly e, principalmente, Elvis Presley foram uma força irresistível, como contava em entrevista ao PÚBLICO em 2010: “O aparecimento do rock constituiu mais um passo dentro de uma sequência evolutiva natural”, mas “foi uma tomada de poder da geração dos baby boomers, uma tomada de poder pela força da música e não das armas”. Representou uma mudança de mentalidades, um desejo de libertação do puritanismo imposto pelo Estado Novo: “A sensualidade é a mola real da vida adolescente. Agora e sempre. Por que acha que nos lançámos nesta carreira? Para agradar ao Senhor Prior ou para levar umas centenas de garotas ao 'castigo'?”

No período pré-Beatles, Zeca do Rock foi uma estrela à escala de um país de cultura pop imberbe e controlada pelo puritanismo do Estado Novo. Fazia a ronda dos clubes recreativos, teatros e liceus lisboetas, tocava em palcos instalados em praças de touros, surgia nas escolas, “num Triumph Herald descapotável”, nos horários de intervalo das aulas e distribuía autógrafos entre os fãs. Factor relevante: Zeca do Rock tocava as canções das estrelas americanas, mas não pretendia imitar ninguém. “Tentava fazer uma ponte entre diversos géneros musicais, mas sempre com uma característica pessoal, inovadora”, contava em 2010. De voz forte e com gosto pelo rock mais “swingado”, compôs canções como a supracitada Sansão foi enganado ou Nazaré Rock e foi filmado em 1964 para Pão, Amor... E Totobola, de Henrique Campos. A parca produção de material gravado justifica-se pelos constrangimentos e, afirma, vistas curtas da indústria musical de então. “As gravadoras impunham-me o que queriam que gravasse. Daí a minha escassa discografia. [A maioria do que compunha] Somente existia em gravações particulares em fita feitas nos estúdios das rádios privadas.”

A sua carreira, como acontecia à maioria dos músicos do período, foi interrompida pela chamada ao serviço militar e subsequente destacamento para a Guerra Colonial. No regresso a Portugal, Zeca do Rock voltou rapidamente a ser José das Dores, iniciando a carreira empresarial que o levou, anos depois, ao Brasil.

O seu breve percurso musical foi porém suficiente para o inscrever na história do rock português. “O nome de Zeca do Rock faz parte da história musical do nosso país. Muita gente se lembra dele”, acentuava.” É o caso dos conimbricenses Bunnyranch, uma das grandes bandas rock’n’roll portuguesas da última década, que assinaram em 2008, no álbum Teach Us Lord... How To Wait, uma versão de Sansão foi enganado. Termina com "yeah!" bem gritado.


Noticia do Público



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Terça-feira, 18.09.12

 (Foto: Nuno Ferreira Santos/arquivo)

 

O cantor Luiz Goes, 79 anos, uma das referências da canção de Coimbra, morreu esta terça-feira em Mafra, confirmou à agência Lusa o músico Manuel Alegre Portugal.

Nascido em 1933, em Coimbra, Luiz Fernando de Sousa Pires de Goes licenciou-se em Medicina, tendo exercido a profissão de médico dentista em paralelo com a carreira artística.

Iniciou-se no fado por influência do tio paterno, Armando Goes, contemporâneo de Edmundo Bettencourt, António Menano, Lucas Junot, Paradela de Oliveira, Almeida d’Eça e Artur Paredes.

Manuel Alegre Portugal recordou que Luiz Goes “foi padrinho musical de Adriano Correia de Oliveira e José Afonso”.

O músico referiu ainda que Luiz Goes gravou na década de 1950 com os músicos Carlos Paredes, João Bagão e António Portugal gravou o álbum “Serenata de Coimbra” que “é ainda hoje o disco português mais vendido”, disse Manuel Alegre Portugal.

O músico recordou que “na altura o Luiz Goes recusou um milionário contrato da gravadora Philips porque queria acabar o curso”.

“O Luiz Goes representa para a música de Coimbra o que Amália Rodrigues representa para a música portuguesa”, rematou.

Como autor, Luiz Goes assinou 25 fados e 18 baladas, dos quais se destacam “Fado da Despedida”, “Toada Beira”, “Balada da Distância”, “Canção do Regresso”, “Homem Só”, “Meu Irmão”, “Romagem à Lapa”, “É Preciso Acreditar”, entre muitos outros.

Em 2002, assinalando os 50 anos da sua primeira gravação a discográfica EMI-Valentim de Carvalho reuniu a obra integral numa edição intitulada “Canções Para Quem Vier”.


Noticia do Público



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Domingo, 02.09.12

Nunes venceu o prémio Composição da UNESCO em 1999 e o Prémio Pessoa em 2000

Nunes venceu o prémio Composição da UNESCO em 1999 e o Prémio Pessoa em 2000 (Foto: Enric Vives-Rubio)


O compositor Emmanuel Nunes morreu hoje, dois dias depois de ter completado 72 anos de idade.

 

Vencedor do prémio Composição da UNESCO em 1999 e do Prémio Pessoa em 2000, era uma das mais relevantes figuras da música contemporânea europeia, tendo dividido a sua vida entre Lisboa e Paris. Autor de uma vasta obra – que se divide entre ópera, coros e composições para diferentes instrumentos –, recebeu, em 1971, o Prémio de Estética Musical do Conservatório de Música de Paris, cidade onde passou a viver a partir de 1964, quando se exilou por oposição ao Estado Novo.

Nunes começou por estudar harmonia e contraponto na Academia de Amadores de Música de Lisboa, e depois Filologia Germânica na Universidade de Lisboa. Os seus estudos em composição foram feitos sob orientação de Fernando Lopes-Graça mas, em 1964, exilou-se em Paris por oposição ao regime: "Não havia mais nada que alguém me pudesse ensinar. E por isso saí do meu país. O meu estatuto político também me deixava inseguro e por isso passaram vários anos até regressar", disse em entrevista.

Nunes nunca deixou, ao longo de todo o seu trabalho, de perseguir novos modos de compor. Quando, numa entrevista, lhe perguntaram o que era mais importante, Nunes respondeu: "Para mim é mais importante saber o que não quero, do que saber o que quero". Em 1970 o compositor começou a introduzir música electrónica no seu trabalho. António Jorge Pacheco, director artístico da Casa da Música, dizia numa entrevista publicada no programa do Huddersfield Contemporary Music Festival que "o papel da electrónica havia sido criticado como sendo superficial noutros compositores", mas que na obra de Nunes, "a sua integração é evidente e necessária para a [construção] da imagem sonora".

Grande parte da sua obra tem sido objecto de atenção pelo Remix Ensemble, da Casa da Música. 

 

 

Noticia do Público



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Sexta-feira, 11.05.12
 
(Pedro Cunha)
Morreu o pianista e compositor português Bernardo Sasseti, aos 41 anos. O músico estava a fotografar numa falésia, no Guincho, e caiu. A morte foi confirmada às 13h desta sexta-feira pela família.

Haverá duas cerimónias fúnebres, uma privada e outra pública, mas as datas e os locais ainda não foram confirmados.

Em 1987 iniciou a sua carreira profissional, tendo lançado inúmeros discos, a solo ou através de colaborações, e tocado um pouco por todo o mundo.

Casado com a actriz Beatriz Batarda, de quem tem duas filhas, era um dos músicos portugueses mais conhecidos do universo do jazz. 

Em 2007, a cineasta Cláudia Varejão realizou dois vídeos com Bernardo Sassetti, sobre a banda sonora de Alice (Marco Martins, 2005), no Teatro Maria Matos, em Lisboa. Um deles é este, que está disponível, tal como o outro e mais uma dezena de vídeos, no canal do compositor no YouTube.



No canal da CleanFeed no YouTube, a editora de Bernardo Sassetti, está publicada uma gravação de 2004, feita em Coimbra, quando o compositor foi ao Teatro Académico de Gil Vicente apresentar o duplo Indigo.



Retirado do Público



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