Sábado, 26.09.15

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Mísia está de volta aos discos. “Para Amália” é o novo trabalho da cantora e chega às bancas a 30 de outubro.

 

“O desejo de oferecer uma prenda ‘Para Amália’ foi sentido por Mísia depois de mais de 20 anos de construção de um repertório e uma sonoridade própria, em cumplicidade com os grandes escritores, poetas e músicos portugueses”, explica a Warner Music em comunicado.

 

A ideia para o álbum duplo surgiu há alguns anos mas só se começou a materializar em junho de 2014, quando a cantora apresentou o espetáculo “Tributo a Amália Rodrigues” em Madrid.

 

“Para Amália” é constituído por dois discos. No primeiro, Mísia interpreta temas de Alain Oulman, Fontes Rocha, Carlos Gonçalves e de alguns poetas eruditos exclusivamente acompanhada pelo piano.  Já na segunda parte do álbum, a cantora, acompanhada por guitarra, viola e baixo acústico, dá voz a temas mais tradicionais e populares de Amália Rodrigues, como por exemplo “Flor de lua” e “À janela do meu peito”.

 

“Para Amália” chega às lojas de Portugal, Espanha e Brasil a 30 de outubro. No dia seguinte, a 31 de outubro, a cantora apresenta o disco no Cine Teatro Garret (Póvoa de Varzim) e segue depois para Aveiro, onde atua no Teatro Aveirense a 6 de novembro. A apresentação em Lisboa está agendada para o festival Misty Fest, a 14 de novembro no Cinema S. Jorge.

 

Retirado de Sapo Mag



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Sábado, 28.02.15

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Mísia apresenta o álbum “Delikatessen Café Concerto”, acompanhada apenas pelo maestro e pianista Fabrizio Romano, no dia 6 de março, no Theatro Circo, em Braga, no dia 7, no Teatro Municipal da Guarda e, no dia seguinte, no Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima.

O álbum “Delikatessen Café Concerto” foi editado no final de 2013, em Portugal, Espanha, França e Argentina.

A cantora, natural do Porto, já apresentou este disco em Lisboa, Faro e em várias cidades de Espanha, Chile, Brasil, Argentina e, segundo a sua produtora, tem agendadas apresentações em Berlim, nos dias 14 e 15 de março, e em Paris, em abril.

"Rasto do infinito", de Tiago Torres da Silva e Miguel Ramos, é o único tema inédito deste álbum que inclui ainda canções em espanhol e francês, como "Agua que nos has de beber", que Sara Montiel interpretou no filme "La Violetera" (1958), e "Chanson d'Hélene", originalmente interpretada por Romy Schneider e Michel Piccoli, no filme "Les choses de la vie" (1970).

O alinhamento inclui "Estación de Rossio", canção que Juanita Cuenca interpretou como "atração internacional" na revista "Agora é que são elas", que esteve em cena no Teatro Capitólio, em Lisboa, em 1953.

 

Retirado do Sapo Música



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Sexta-feira, 22.08.14

 

 

Letra

 

 

Mar de mágoas sem marés 
Onde não há sinal de qualquer porto 
De lés a lés o céu é cor de cinza 
E o mundo desconforto 
No quadrante deste mar que vai rasgando 
Horizontes sempre iguais à minha frente 
Há um sonho agonizando 
Lentamente, tristemente 

Mãos e braços para quê 
E para quê os meus cinco sentidos 
Se a gente não se abraça não se vê 
Ambos perdidos 
Nau da vida que me leva 
Naufragando em mar de trevas 
Com meus sonhos de menina 
Triste sina

Pelas rochas se quebrou 
E se perdeu a onda deste sonho 
Depois ficou uma franja de espuma 
A desfazer-se em bruma 
No meu jeito de sorrir ficou vincada 
A tristeza de por ti não ser beijada 
Meu senhor de todo o sempre
Sendo tudo não és nada.




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Segunda-feira, 12.05.14

Mísia leva «Delikatessen Café Concerto» à América do Sul

Mísia inicia esta semana uma digressão pela América do Sul de apresentação do seu mais recente álbum, “Delikatessen Café Concerto”, editado no final do ano passado.

 

O disco é “um menu de canções” que inclui dois fados, disse Mísia à Lusa em outubro passado, quando o álbum foi lançado, qualificando-o como “um milagre”, graças ao apoio conseguido através do Facebook.

 

Na próxima quinta-feira Mísia atua no Teatro Nescafé das Artes, em Santiago do Chile, e no sábado no Teatro Coliseo, em Buenos Aires, sendo a segunda vez na sua carreira que atua nesta sala. Esta digressão, salientou à Lusa a intérprete, é um regresso a cidades onde já atuou, por exemplo, a primeira vez que cantou na Argentina foi em 2005. Nos dias 20 e 21, acompanhada ao piano pelo maestro Fabrizio Romano, com o qual gravou o disco, Mísia canta no SESC Vila Mariana, em S. Paulo, no Brasil.

 

Mísia definiu este álbum como “um disco de interior de cabaret, que nasceu num momento de medo da crise e dos resultados da crise”. O disco inclui apenas um tema inédito, “Rasto do infinito”, de Tiago Torres da Silva e Miguel Ramos, e várias canções, em espanhol, francês e português, como “Agua que nos has de beber”, que Sara Montiel interpretou no filme “La Violetera” (1958), e “Chanson d’Hélene”, originalmente interpretada por Romy Schneider e Michel Piccoli, no filme “Les choses de la vie” (1970).

 

“Delikatessen Café Concerto”, cujo alinhamento inclui “Estación de Rossio”, canção que Juanita Cuenca interpretou como “atração internacional” na revista “Agora é que são elas”, que esteve em cena no Teatro Capitólio, em Lisboa, em 1953, é editado este mês na América Latina pela Acqua.

 

Natural do Porto, Mísia estreou-se discograficamente em 1991, com um álbum em que gravou temas de Frederico de Brito, José Niza, José Carlos Ary dos Santos e Carlos Paião, entre outros. Ao longo da carreira a intérprete tem recebido várias distinções, entre as quais o Prémio Charles Cros, da Academia francesa do Disco, e o Prémio Internacional da Fundação Amália Rodrigues.

 

retirado do Sapo Música



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Quarta-feira, 16.10.13

 

Letra

 

Só de ouro falso os meus olhos se douram;
Sou esfinge sem mistério no poente.
A tristeza das coisas que não foram
Na minha'alma desceu veladamente.


Na minha dor quebram-se espadas de ânsia,
Gomos de luz em treva se misturam.
As sombras que eu dimano não perduram,
Como Ontem, para mim, Hoje é distancia.


Já não estremeço em face do segredo;
Nada me aloira já, nada me aterra:
A vida corre sobre mim em guerra,
E nem sequer um arrepio de medo!


Sou estrela ébria que perdeu os céus,
Sereia louca que deixou o mar;
Sou templo prestes a ruir sem deus,
Estátua falsa ainda erguida ao ar...


Poema cantado de Mário de Sá-Carneiro
Estatua falsa



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Perguntei as violetas
Se não tinham coração,

Perguntei as violetas
Se não tinham coração


Se o tinham,porque escondidas
Não folhagem sempre estão?

Se o tinham,porque escondidas
Não folhagem sempre estão?


Ai as almas dos poetas
Não as entendem ninguém

Ai as almas dos poetas
Não as entendem ninguém


São almas de violetas
Que são poetas também

São almas de violetas
Que são poetas também


Andam perdidas na vida
Como as estrelas no ar

Andam perdidas na vida
Como as estrelas no ar


Sentem o vento sofrer
Ouvem as rosas chorar

Sentem o vento sofrer
Ouvem as rosas chorar


E eu que arrasto amarguras
Que nunca arrastou ninguém

E eu que arrasto amarguras
Que nunca arrastou ninguém


Tenho alma para sentir
A dos poetas também 

Tenho alma para sentir
A dos poetas também 


Bendita seja a desgraça,
Bendita a fatalidade,

Bendita seja a desgraça,
Bendita a fatalidade,


Bendito sejam teus olhos
Onde anda a minha saudade

Bendito sejam teus olhos
Onde anda a minha saudade



publicado por olhar para o mundo às 08:36 | link do post | comentar

Sábado, 12.10.13

 

letra

 

Que xaile de silêncio nos deixaste 
Que forma tão estranha de viver 
Ó voz que ardes na sombra, espinho e haste 
Lenço acenando em cada entardecer

Ao anjo português, branca tormenta 
Que os Fados te embalou, rezaste o terço 
E os barcos carregados de pimenta 
Por ti se tornariam nosso berço 

As mães em ti cantavam docemente 
Doridas pela chama da amargura 
E a urze dos pinhais nascia rente 
À terra que lhes fora sepultura 

Soubeste a cama estreita das varinas 
A malga, o beijo, o sono das colheitas 
O vulto dos amantes nas esquinas 
O voo da gaivota mais perfeita 
Que xaile de silêncio nos deixaste 
Que forma tão estranha de viver 
Ó voz que ardes na sombra, espinho e haste 
Lenço acenando em cada entardecer


Misia "Xaile de Silêncio"
Letra De Mário Claudio & Música De Carlos Gonçalves



publicado por olhar para o mundo às 17:03 | link do post | comentar


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