Letra
Bate que bate no peito o tambor
O que será que me deu?
Será que fui morto em combate?
Ou será amor?
Desce no peito um frio, um calor
O que será que me deu?
Será falta de chocolate?
Ou será amor?
Mmmmhhhhh
Só sei que até as buzinas da hora de ponta parecem cantar
E até o cheiro a gasolina emana um aroma de rosas no ar
E o shoping dos olivais lembra as luzes de Paris
E até as capas dos jornais vem que afinal o mundo é feliz
Laralara o mundo é feliz laralara
Dá-me um achaque, um batuque, um ataque
Que piripaque me deu?
Será que tou tendo um chilique ou será amor?
Ataca a espinha e rouba a retina
Acelera o coração
Será que sai com aspirina? Ou será amor?
Mmmmhhhhh
So sei que até as cantigas que tocam na radio aprecem cantar
E as ervas daninhas da berma da estrada
Parecem jardins ao luar
A cantora do show da manhã é a voz que nem Elis
É o homem do telejornal diz que afinal o mundo é feliz la
Laralara
Letra
Num repente de emoção
Disparou meu coração
Vi que o teu recado era para mim
É de ti que eu gosto
Não falto ao teu rendez-vous
Seis da tarde, banco de jardim
Pus-me logo a sonhar
Corei só de imaginar
Nós os dois no banco de jardim
Decorei o que dizer
Vesti roupa a condizer
Roubei flores do jardim
A solidão num instante foi a breve ilusão de um amor
Como se esse amor de repente fosse também um bem ao meu dispor
Quantos destinos de cruzam assim
Quantos romances se acendem assim
Ao cair da tarde num banco de jardim
A lua subiu de tom e anoiteceu
Ela nem apareceu
Mais um sonho se desfaz assim
Desfiz a minha ilusão
E gravei um coração
A canivete no banco de jardim
A solidão de repente era a minha canção de langor
Como se o amor, novamente, fosse um estranho, um desertor
Quantos destinos se cruzam assim
Quantos romances chegam ao fim
Ao cair de um sonho num banco de jardim
Letra
Em dia de romaria
Desfila o meu vilarejo
Ainda o galo canta o dia
Já vai na rua o cortejo
O meu pai já está de saída
Vai juntar-se aquele povo
Tem velhas contas com a vida
A saldar com vinho novo
Por mais duro o serviço
Que a terra peça da gente
Eu não sei por que feitiço
Temos sempre novo alento
A minha mãe, acompanhada
De promessas por pagar
Vai voltar de alma lavada
E joelhos a sangrar
A minha irmã quis ir sozinha
Saiu mais cedo de casa
Vai voltar de manhãzinha
Com o coração em brasa
Por mais duro o serviço
Que a terra peça da gente
Eu não sei por que feitiço
Temos sempre novo alento
A noite desce o seu pano
No alto deste valado
O sagrado e o profano
Vão dançando lado a lado
Não sou de grandes folias
Não encontrei alma gémea
Há-de haver mais romarias
Das festas de Santa de Eufémia
Música do projecto Os da Cidade (Miguel Araújo Jorge, António Zambujo, João Salcedo e Ricardo Cruz), escrita por Miguel Araújo Jorge e editada no disco "Crônicas da Cidade Grande"
Letra
Aviões no céu a mil
Banda larga em arganil
Argonautas, foguetões
Fogos factuos e neutrões
Nitro super combustão
Consta em santa comba dão
Dão-se destas situações
Milagres, aparições
Dava-se outro caso assim
E tu gostavas de mim
Pode um rebento em Belém
Ser filho mas só da mãe
Multiplicação do pão
O Boavista campeão
Automóveis sem motor
Motociclos a vapor
Se não tem divina mão
E acontece tudo em vão
Dava-se outro acaso assim
E tu gostavas de mim
Lei e ordem no Brasil
Ciberespaço em contumil
Cães em naves espaciais
Microchips em cães normais
Microsondas em Plutão
Dentro da televisão
Situações paranormais
Para nós mais que banais
Não era pedir de mais
E tu gostavas de mim
Música e letra de Miguel Araújo com arranjo de João Martins, Mané Fernandes e Nuno Oliveira, mistura e edição áudio Bruno Pereira e João Martins, edição de vídeo e montagem Paulo Bico e João Martins.
Gravado ao vivo no dia 14 de Maio de 2016 no Cine Teatro Alba (Albergaria-a-Velha)
Letra
You can dance
You can jive
Having the time of your life
See that girl
Watch that scene
Digging the Dancing Queen
Friday night and the lights are low
Looking out for a place to go
Where they play the right music
Getting in the swing
You come to look for a King
Anybody could be that guy
Night is young and the music's high
With a bit of rock music
Everything is fine
You're in the mood for a dance
And when you get the chance
You are the Dancing Queen
Young and sweet, only seventeen
Dancing Queen
Feel the beat from the tambourine, oh yeah!
You can dance
You can jive
Having the time of your life
See that girl
Watch that scene
Dig in the Dancing Queen
You're a teaser, you turn them on
Leave them burning and then you're gone
Looking out for another, anyone will do
You're in the mood for a dance
And when you get the chance
You are the Dancing Queen
Young and sweet, only seventeen
Dancing Queen
Feel the beat from the tambourine Oh Yeah!
You can dance
You can jive
Having the time of your life
See that girl
Watch that scene
Dig in the Dancing Queen
Dig in the Dancing Queen
Original dos ABBA
Letra
94
Misto de etanol
Thc, rock and roll
447
Código secreto
MTV, headbanger's ball
Como Panurgo
Quando avança um
O batalhão vai atrás
Cá pelo burgo
All Dressed in gloom
A mole humana bole a todo o gás
Esconde a rosa
Dentro do coldre
O Axl Rose caiu ao chão
Cai o mito
Último grito
Estatelou-se a minha geração
No Polivalente
Paira o perfume
A erva e Vert Sauvage
Para ser diferente
Há que ser mais um
Listen all of y'all it's sabotage
Os paralelos
Conhecem as solas
Destas Doc Martens de cor
Do Acácio Lello
Já só resta o pó
Que é do Angel Dust dos Faith no More?
Esconde a rosa
Dentro do coldre
O Axl Rose caiu ao chão
Cai o mito
Último grito
Estatelou-se a minha geração
Num suspiro
Ouviu-se um tiro
Quem encurralou o Kurt Cobain?
Deu-me uma traça
Dá-me uma passa
Let me take you down memory lane
Letra e música: Miguel Araújo

MÚSICA
AUDITÓRIO |1ª Plateia 20€ | 2ª Plateia 15€ | Balcão 12€
MÚSICA | 90 MIN | M/6
Miguel Araújo é um dos artistas mais completos da nova geração da música portuguesa. Cantor, músico e compositor, deu-se a conhecer nOs Azeitonas, a banda portuense que aos poucos se foi afirmando como um dos mais interessantes fenómenos de culto do panorama nacional. Em Maio de 2012 estreou-se a solo com "Cinco dias e Meio" este álbum foi considerado um dos 10 melhores do ano e Capitão Fantástico foi eleita uma das melhores músicas do ano pela revista Blitz.
O sucessor de "Cinco Dias e Meio", "Crónicas da Cidade Grande", foi lançado em Abril de 2014 e entrou diretamente para o número 1 do top de discos do Itunes e para o top 3 de vendas. Balada Astral, o primeiro single, foi nomeado na categoria de melhor música nos Globos de Ouro.
Tanto "Cinco Dias e Meio" como "Crónicas da Cidade Grande" atingiram a marca de Disco de Ouro, e a edição limitada e numerada de Cidade Grande ao Vivo esgotou. Atualmente, Miguel Araújo encontra-se a trabalhar no sucessor de Crónicas da Cidade Grande.
A primeira parte deste concerto é assegurado por VIA
Nasceu no Porto e chama-se Elvira Brito e Faro, mas todos a tratam por Via. Autodidata na guitarra e no ukelele. Em 2014 e no ano seguinte inicia o seu projeto musical, VIA, numa formação com mais 3 elementos. Ao concorrer ao EDP Live Bands, entre mais de 300 bandas, conseguem chegar à final.
Estava dado o pontapé de saída para o percurso de um projeto que promete dar que falar na música portuguesa, encontra-se a trabalhar em novos temas, que serão incluídos no seu primeiro álbum, a ser lançado no final de 2017. O single de avanço sairá brevemente.
Letra
"Acalanto"
Letra e música: Miguel Araújo
Se o mundo é bambo,
Rotundo e rombo
Dum escombro, eu rambo hei de voltar
Se a noite insiste
Eterna e triste
Lanterna em riste, hei de voltar
Se o mundo é bala de canhão
Que alguém disparou para o céu
Eu afugento o bicho mau
Enquanto invento algum sentido meu
E digo ao mundo que o mundo é teu
Se um pé te pisa
E passa a perna
E pesam penas por passar
Se o mundo é torto
Incerto e tonto
À hora em ponto hei de voltar
Se o mundo é bola-de-cotão
Que anda aos trambolhões no céu
Eu afugento o bicho-mau
Enquanto invento algum sentido meu
E digo ao mundo que o mundo é teu
Letra
Eu quero ir p’ra cidade
Já que o campo me aborrece
Que eu lá na cidade tenho
Quem penas por mim padece
♪
Fui colher uma romã
Estava madura no ramo
Fui encontrar no jardim
Aquela mulher que eu amo
♪
Aquela mulher que eu amo
Dê-lhe um aperto de mão
Estava madura no ramo
E o ramo caiu ao chão
Tradicional Alentejana
Letra
_ Canção de embalar ___
Letra / música: Zeca Afonso
Dorme meu menino a estrela d'alva
Já a procurei e não a vi
Se ela não vier de madrugada
Outra que eu souber será p'ra ti
Outra que eu souber na noite escura
Sobre o teu sorriso de encantar
Ouvirás cantando nas alturas
Trovas e cantigas de embalar
Trovas e cantigas muito belas
Afina a garganta meu cantor
Quando a luz se apaga nas janelas
Perde a estrela d'alva o seu fulgor
Perde a estrela d'alva pequenina
Se outra não vier para a render
Dorme qu'inda a noite é uma menina
Deixa-a vir também adormecer
Letra
Não encontrei a letra desta música
Letra
Secam as camisas
Do bom cidadão
Os letreiros gritam
Toda a informação
Cantam as buzinas
Canções de acordar
Anjos e vampiros
Já se vão deitar
Dobram os sinos por quem já lá vai
Brincam meninos ao colo do pai
Quem cai, quem cai?
No canto do pregão, quem cai?
Letra
Salomão é feliz
Conta as migalhas do chão
Que um pombo não quis
Junto ao adro da matriz
Só lamenta a ingratidão
Salomão não quer saber
Dos assuntos nacionais
Sem desmerecer
Não discute com pardais
Só lamenta a confusão
Salomão... Tem tempo a perder
E muito para esquecer
E o tempo não passa
E as migalhas do pão
Do chão não passam
Tem um olho sempre a piscar
E saudades da mulher
Diz que volta e meia
Faz-lhe falta o ultramar
E conta os pombos que ali estão
Salomão é feliz
É o joelho que lhe diz
Que o tempo vai mudar
Da mulher e do ultramar
Só lamenta a cicatriz
Salomão... Tem tempo a perder
E muito para esquecer
E o tempo não passa
E as migalhas do pão
Do chão não passam
Tem tempo a perder
E muito para esquecer
E o tempo não passa
E as migalhas do pão
Do chão não passam
Letra
Quem vem e atravessa o rio
Junto à serra do Pilar
vê um velho casario
que se estende ate ao mar
Quem te vê ao vir da ponte
és cascata, são-joanina
dirigida sobre um monte
no meio da neblina.
Por ruelas e calçadas
da Ribeira até à Foz
por pedras sujas e gastas
e lampiões tristes e sós.
E esse teu ar grave e sério
dum rosto e cantaria
que nos oculta o mistério
dessa luz bela e sombria
[refrão]
Ver-te assim abandonada
nesse timbre pardacento
nesse teu jeito fechado
de quem mói um sentimento
E é sempre a primeira vez
em cada regresso a casa
rever-te nessa altivez
de milhafre ferido na asa
Letra
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António Zambujo e Miguel Araújo atuam em Beja no Pax Julia nos dias 27 e 28 de outubro
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Depois dos Coliseus de Lisboa e Porto, onde atingiu o histórico número de 28 espetáculos num só ano, Beja recebe no Pax Julia este grande espetáculo
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Letra
The man who only live for making money
Lives a life that isn't necessarily sunny,
Likewise the man who works for fame,
There's no guarantee that time won't erase his name
The fact is
The only work that really brings enjoyment
Is the kind that is for girl and boy meant.
Fall in love, you won't regret it.
That's the best work of all, if you can get it.
Holding hands at midnight
'Neath a starry sky
Oh that is nice work if you can get it.
And you can get it, if you try.
Strolling with the one girl
Sighing sigh after sigh,
Oh nice work if you can get it.
And you can get it, if you try.
Just imagine someone
Waiting at the cottage door.
Where two hearts become one,
Who could ask for anything more?
Loving one who loves you,
And then taking that vow,
Nice work if you can get it,
And if you get it
Won't you tell me how?
And you can get it, if you try. [Repeat: x4]
Holding hands at midnight
'Neath a starry sky,
Nice work if you can get it
And you can get it, if you try.
Strolling with the one girl
Sighing sigh after sigh,
Nice work if you can get it
And you can get it, if you try
Who could ask for anything more?
Letra
Aviões no céu a mil
Banda larga em arganil
Argonautas, foguetões
Fogos factuos e neutrões
Nitro super combustão
Consta em santa comba dão
Dão-se destas situações
Milagres, aparições
Dava-se outro caso assim
E tu gostavas de mim
Pode um rebento em Belém
Ser filho mas só da mãe
Multiplicação do pão
O Boavista campeão
Automóveis sem motor
Motociclos a vapor
Se não tem divina mão
E acontece tudo em vão
Dava-se outro acaso assim
E tu gostavas de mim
Lei e ordem no Brasil
Ciberespaço em contumil
Cães em naves espaciais
Microchips em cães normais
Microsondas em Plutão
Dentro da televisão
Situações paranormais
Para nós mais que banais
Não era pedir de mais
E tu gostavas de mim
CONCERTO ANUAL DE JAZZ DO CMJ
TERÁ LUGAR NO CINETEATRO ALBA CONCERTO JAZZ’ART COM O COMPOSITOR E INTÉRPRETE MIGUEL ARAÚJO
Alunos do Curso Profissional de Instrumentista de Jazz do CMJ sobem ao palco do Cineteatro Alba com o compositor e intérprete Miguel Araújo, no dia 14 de maio, às 21h30. A não perder!
“Jazz’Art com Miguel Araújo” é o título do Concerto Anual de Jazz do Conservatório de Música da Jobra (CMJ) que reúne em palco os alunos do Curso Profissional de Instrumentista de Jazz e o compositor e intérprete Miguel Araújo. Esta é a segunda edição do concerto e terá lugar no dia 14 de maio, às 21h30, no Cineteatro Alba.
“Este concerto pretende acolher uma variedade de estilos musicais cada vez mais inclusiva das músicas do Mundo. Numa lógica de aproximação ao mercado profissional, os jovens alunos vão partilhar o palco com um grande compositor e intérprete da música portuguesa: Miguel Araújo” conta o Coordenador de Curso, Carlos Mendes.
MIGUEL ARAÚJO
Miguel Araújo é um dos artistas mais completos da nova geração. É hoje considerado um dos grandes nomes da música portuguesa, destacando-se como compositor, letrista, cantor e músico, sendo bem-sucedido em cada uma destas vertentes que compõem a sua multifacetada e eclética carreira.
São já muitas as canções da sua autoria, cantadas por si e por outros (Os Azeitonas, dos quais faz parte, António Zambujo, Ana Moura, Carminho) que fazem parte do espólio das grandes canções populares portuguesas deste século.
Como escreveu o Expresso em 2012, “é notório que Miguel Araújo se tornou um dos melhores fabricantes de canções que o país viu surgir este século”. Dois álbuns editados a solo: “Cinco Dias e Meio” (EMI, 2012) e “Crónicas da Cidade Grande” (Warner Music, 2014)
Letra
No rancho fundo
Bem pra lá do fim do mundo
Onde a dor e a saudade
Contam coisas da cidade...
No rancho fundo
De olhar triste e profundo
Um moreno canta as "mágoas"
Tendo os olhos rasos d'água
Pobre moreno
Que de noite no sereno
Espera a lua no terreiro
Tendo um cigarro por companheiro
Sem um aceno
Ele pega na viola
E a lua por esmola
Vem pro quintal desse moreno
No rancho fundo
Bem pra lá do fim do mundo
Nunca mais houve alegria
Nem de noite nem de dia
Os arvoredos
Já não contam mais segredos
E a última palmeira
Já morreu na cordilheira
Os passarinhos
Hibernaram-se nos ninhos
De tão triste esta tristeza
Enche de trevas a natureza
Tudo porque
Só por causa do moreno
Que era grande, hoje é pequeno
Para uma casa de sapê
Se Deus soubesse
Da tristeza lá da serra
Mandaria lá pra cima
Todo o amor que há na terra
Porque o moreno
Vive louco de saudade
Só por causa do veneno
Das mulheres da cidade
Ele que era
O cantor da primavera
E que fez do rancho fundo
O céu maior que tem no mundo
Se uma flor desabrocha
E o sol queima
A montanha vai gelando
Lembra o cheiro da morena

AMAC, 12 fevereiro
Concerto de Miguel Araújo
O Auditório Municipal Augusto Cabrita recebe, no dia 12 fevereiro, pelas 21h30, o Concerto de Miguel Araújo.
Miguel Araújo é um dos artistas mais completos da nova geração. É hoje considerado um dos grandes nomes da música portuguesa, destacando-se como compositor, letrista, cantor e músico, sendo bem sucedido em cada uma destas vertentes que compõem a sua multifacetada e eclética carreira. São já muitas as canções da sua autoria, cantadas por si e por outros (Os Azeitonas, dos quais faz parte, António Zambujo, Ana Moura, Carminho) que fazem parte do espólio das grandes canções populares portuguesas deste século. Como escreveu o Expresso em 2012, “é notório que Miguel Araújo se tornou um dos melhores fabricantes de canções que o país viu surgir este século”.
Tem dois álbuns editados a solo - “Cinco Dias e Meio” (EMI, 2012) e “Crónicas da Cidade Grande” (Warner Music, 2014) – e várias nomeações - Prémios Sociedade Portuguesa de Autores 2102 (melhor canção do ano para “Os Maridos das Outras”); Gala “Melhores do Ano da RTP”; Globos de Ouro 2013 (melhor canção e melhor intérprete individual; Prémios LUX 2012 (“Personalidade Masculina do Ano); Globos de Ouro 2014 (como membro d’Os Azeitonas e autor da canção “Ray-dee-oh”, nomeados para “Melhor Banda” e “Melhor Canção do Ano”); “Cinco Dias e Meio” foi considerado um dos álbuns do ano pela redação da revista Blitz e “Crónicas da Cidade Grande” foi considerado o melhor álbum português no semestre, em junho de 2014, pelos leitores da revista Blitz.
Faixa Etária – M/6
Duração – aprox. 60 min.
Ingressos: Plateia: 12,50€ | Frisas: 10,00€
Bilhetes à venda no AMAC e Posto de Turismo.
CMB 2016-01-11
ANTÓNIO ZAMBUJO
Letra
Triunvirato (Samuel Úria)
Dá-me um refrão,
Torre da canção
Onde mora o monge mudo.
Acorde secreto,
Diz-me tudo,
Serei discreto.
Dá-me um chapéu
Que não tape o Céu
Onde a nossa voz caminha.
Homem de preto,
Mostra a linha.
Serei discreto.
Dá-me esse tempo
Para lá da mente
Onde o bom comboio é lento.
Voz do panfleto,
Não lamento,
Serei discreto.
António Zambujo: voz
Miguel Araújo: voz
Samuel Úria: voz, guitarra acústica, banjo, baixo, metalofone
Miriam Macaia: viola de arco
Tiago Esteves Martins: melódica
Letra
Acredito que depois de morto serei solto.
Para isso não tenho que ser bom,
Tenho que ser sério.
Não contabilizo as boas acções,
Palavra de escuteiro.
Sem contas de cabeça vou marchar pelo Império.
As leis da estoicidade ligam a sirene.
Pedem que abrande o riso,
Tenho que ser sério.
E ao mandarem-me encostar
Não tiram a mão do coldre.
Deixo o carro e vou marchar pelo Império.
O caminho é estreito demais para o meu ego,
Mas para me tornar numa criança
Tenho que ser sério.
Não é a estrada que se alarga,
Sou eu que me apequeno.
A passo de bebé eu vou marchar pelo Império.
Ser imperialista é coisa tida do passado;
Pra me mostrar tão certamente errado
Tenho que ser sério.
E ao queimarem-me a bandeira
Seguram o facho.
Com orgulho inflamado vou marchar pelo Império.
"Faço o bem que quero e o mal que não quero não faço".
Estava a brincar com a verdade
E tenho que ser sério.
A mão à palmatória e à geada
Para ter coração quente.
Sem estrada congelada vou marchar pelo império.
Sei mais da eternidade que do amanhã,
Mas para um futuro risonho
Tenho que ser sério.
Pedir a mão para não perder o pé
E saber pedir perdão.
Com a carga aliviada vou marchar pelo Império.
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Miguel Araújo escolhe Cine-Teatro de Estarreja para preparar concerto no Coliseu |
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Marcado para o próximo dia 29 de novembro, o concerto encontra-se esgotado e insere-se na digressão de apresentação do segundo álbum a solo de Miguel Araújo, “Crónicas da Cidade Grande”, que também já passou no Cine-Teatro de Estarreja em setembro deste ano. |
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http://www.cineteatroestarreja.com |
Letra
Letra
Many's, the time I'v been mistaken
And many times confused
Yes, and often felt forsaken
And certainly misused
But I'm all right, I'm all right
I'm just weary to my bones
Still, you don't expect to be
Bright and bon vivant
So far away from home, so far away from home
And I don't know a soul who's not been battered
I don't have a friend who feels at ease
I don't know a dream that's not been shattered
or driven to its knees
But it's all right, it's all right
We've lived so well so long
Still, when I think of the road
we're traveling on
I wonder what went wrong
I can't help it, I wonder what went wrong
And I dreamed I was dying
And I dreamed that my soul rose unexpectedly
And looking back down at me
Smiled reassunngly
And I dreamed I was flying
And high up above my eyes could clearly see
The Statue of Liberty
Sailing away to sea
And I dreamed I was flying
We come on the ship they call the Mayflower
We come on the ship that sailed the moon
We come in the age's most uncertain hour
and sing an American tune
But it's all right, it's all right
You can't be forever blessed
Still, tomorrow's going to be another working day
And I'm trying to get some rest
That's all I'm trying to get some rest
Casa cheia para receber Miguel Araújo no seu regresso ao Cine-Teatro de Estarreja. O concerto é este sábado, 27 de setembro, às 21h30, e conta com as histórias e personagens do segundo álbum a solo do músico e compositor: “Crónicas da Cidade Grande”.
Apontado como um dos mais completos músicos portugueses da nova geração, Miguel Araújo volta a entrar no Cine-Teatro de Estarreja (CTE) perante uma plateia de centenas de espetadores. “Balada Astral”, com Inês Viterbo, single deste último trabalho do contador de histórias portuense, pertence ao alinhamento, bem como “Dona Laura” e muitas outras canções que se juntam a êxitos anteriores, responsáveis por colocar Miguel Araújo numa promissora carreira a solo: “Os Maridos das Outras”, “Fizz Limão”, “Capitão Fantástico”.
Multifacetado, o jovem artista sugere para Estarreja um descontraído concerto de proximidade, não fosse ele músico de palavras irónicas e informais. São “Crónicas da Cidade Grande” transversais ao meio urbano ou rural, compostas por palavras e imagens onde todos cabem. Miguel Araújo é o presente perfeito para o encerramento da edição de 2014 do FESTARREJA - Festa das Artes e da Juventude, que tem animado a cidade nas últimas semanas.
Os bilhetes para o concerto encontram-se à venda e podem ser adquiridos na Bilheteira do CTE, no site da Bilheteira Online, lojas Fnac, CTT e El Corte Inglés. Desconto de 50% para jovens com idade inferior a 30 anos.
Concerto com babysitting
O serviço de babysitting do Cine-Teatro de Estarreja acolhe crianças entre os 4 e os 10 anos. É gratuito e requer marcação até dois dias úteis antes do evento. O serviço não é garantido caso não existam inscrições dentro do prazo referido. Usufrua do serviço de babysitting e tire o máximo partido do espetáculo.Ficha de inscrição Babysitting
SAB 27 SET 21H30
Miguel Araújo – “Crónicas da Cidade Grande”
Mario Costa bateria
Pedro Santos baixo
Pedro Romualdo guitarra
Diogo Santos teclas
Miguel Araújo voz/guitarra
Paulo Gravato barítono
Paulo Perfeito trombone
João Martins sax alto
Rui Pedro Silva trompete
Bruno Ribeiro vibrafone
[MUSICA] 10€ / 8€ (Cartão Amigo e Cartão Sénior) / 5€ (Jovens <30)
Letra
vem ser minha mulher
seja o que Deus quiser
vem comigo ao cartório
tratar do acessório
e se o essencial
não cabe no papel
damos dar valor real
ao ouro do anel
vamos pensar a quente
vamos que é para sempre
eu meto o nosso espólio
num carro a gasóleo
e enquanto o sol deixar
há muito para andar
vamos daqui embora
até perder a hora
fugimos à sucapa
até não vir no mapa
baixamos o assento
dormimos ao relento
esse sorriso teu
é a razão do meu
vem ser minha mulher
seja o que Deus quiser
Ficou conhecido como líder d’ Os Azeitonas, mas é a solo que Miguel Araújo regressa ao palco do CTE para mostrar, ao vivo, o seu segundo disco: “Crónicas da Cidade Grande”. Depois de êxitos como “Os Maridos das Outras” chega “Balada Astral”, espelho deste segundo trabalho em nome próprio e com alta rotação nas rádios nacionais.
Cantor, músico e compositor, Miguel Araújo é apontado como um dos artistas mais completos da nova geração da música portuguesa. Com 36 anos, este músico de palavras irónicas e descontraídas, é o presente perfeito para o encerramento da edição de 2014 do FESTARREJA - Festa das Artes e da Juventude, que durante duas semanas vai animar a cidade.
Concerto com babysitting Gratuito. Envie o formulário parabilheteira@cineteatroestarreja.com
Sábado, 27 de setembro às 21h30
Música
PromoOnlyPT - A música Portuguesa no Youtube
Cultura
Sites dos Músicos Portugueses
Músicos Portugueses