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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

  Letra   De que te vale a transparência Se primeiro cegas, se primeiro cegas Se ao menos o transparente Pudesse ser olhado Do aqui ao seu passado Do aqui ao seu passado De que te vale ser de vidro Se primeiro quebras, se primeiro quebras De que te vale toda a seda Pano ou estofo corrediço Se te vês sempre em enriço Se te vês sempre em enriço De que te vale a humildade Se primeiro perdes, se primeiro perdes De que te vale a deferência Feito dócil demais disso (...)
  Letra   "Eu a remar p'ra te ver E tu a fugires de mim É certo que mais te quero Do que tu me queres a mim Rema, que rema real fragata Reminho d'oiro, tablé de prata Contra-mestre manda à proa No convés o guardião Na tolda manda o piloto Na câmara o capitão Rema, que marcial fragata Reminho d'oiro, tablé de prata"  
    Letra   Lyrics: Armando Côrtes-Rodrigues Music: Pedro Lucas, Carlos Medeiros     Onde puseram teus olhos A mágoa do teu olhar? Na curva larga dos montes Ou na planura do mar? De dia vivi este anseio; De noite vem o luar, Deixa uma estrada de prata Aberta para eu passar. Caminho por sobre as ondas Não paro de caminhar. O longe é sempre mais longe... Ai de mim se me cansar!... Morre o meu sonho comigo, Sem te poder encontrar.  
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