Letra
Amor eu não vou mudar,
Tantas guerras já sessei
Procurei-te em vão eu sei
Mas por hoje não vai dar
Pensar que tudo terminou
E mim nada ficou
E eu duvidei
Que este dia chegaria
E sem receio ou cobardia
Nem hesitei
Hoje sou livre
Livre
E hoje sou livre
Livre
Sou livre para dizer basta
Livre como quem se afasta
De um sentimento que me arrasta
Para longe do que eu quero dar
Versus 2
Encontrei o meu lugar
Distante do teu olhar
Das juras do vou mudar
Bem longe vou respirar
Pensar que tudo terminou
E mim nada modificou
Duvidei
Que este dia chegaria
E sem receio ou cobardia
Nem hesitei
E hoje sou livre
Oh Livre
E hoje sou livre
Livre
Sou livre para dizer basta
Livre como quem se afasta
De um sentimento que me arrasta
Para longe do que eu quero dar
Ser livre para dizer basta
Livre como quem se afasta
De um sentimento que me arrasta
Para longe do que eu quero dar
Letra
Alma ai! Minh' Alma
Diz-me quem eu sou
Alma ai! Minh' Alma
Diz-me para onde vou
Lisboa vem namorar-me lá vou eu
Pelas ruas do passado a correr
O meu fado é o futuro mas eu juro
Meu amor
Que namoro o meu passado
Sem lhe dizer para onde vou
Alma ai! Minh' Alma
Diz-me quem eu sou
Alma ai! Minh' Alma
Diz-me para onde vou
Quando saio de ao pé de mim eu sou o mar
Doutras terras, doutras gentes que não vi
O meu canto é o meu sonho não morreu
Meu amor
Meu amor eu sou o povo
Sou mais longe do que eu
Alma ai! Minh' Alma
Diz-me quem eu sou
Alma ai! Minh' Alma
Diz-me para onde vou
Maria Ana Bobone, Mariza e Camané estiveram nesta Páscoa a cantar no IPO de Lisboa
Maria Ana Bobone, enquanto embaixadora da APCL (Associação Portuguesa Contra a Leucemia), convidou os fadistas Mariza e Camané, com a colaboração da APCL e do IPO de lisboa, para tornarem a Páscoa do hospital mais especial.
Foi com muita surpresa e entusiasmo que os cantores, acompanhados pelos seus músicos, foram recebidos na sala de espera de radioterapia do IPO de lisboa.
A Maria Ana Bobone deu início à ação anunciando a “alegria que sentia em ter conseguido juntar dois grandes amigos e músicos para uma causa tão especial”. Cantou uma música da sua autoria, o “My Wings”, hino oficial da APCL. Camané aqueceu a sala com o seu fado “Sei de um Rio” e a Mariza não ficou atrás aproximando-se dos espectadores a cantar a sua música intimista, “Melhor de Mim”.
A notícia de que Maria Ana, Camané e Mariza estavam no IPO de lisboa, espalhou-se rapidamente por todo o hospital e os três cantores foram convidados a cantarem noutras salas do IPO. Passaram pela sala de serviço de hematologia e no final, pela sala de oncologia.
Em anexo seguem algumas fotografias facultadas pelo IPO de Lisboa que retratam estes momentos.
O Instituto Português de Oncologia de Lisboa Francisco Gentil (IPO de Lisboa) nasceu em 1923, fruto da iniciativa do professor Francisco Gentil.
É a primeira instituição do país a dedicar-se ao estudo e investigação do cancro, à formação médica e ao tratamento e reabilitação de doentes oncológicos. É reconhecido como o principal centro de referência para a oncologia em Portugal.
Em Portugal, o número de pessoas com cancro está a aumentar e o número de doentes assistidos no IPO de Lisboa também. Só em 2015 foram assistidos mais de 11.300 novos doentes e, por ano, o Instituto acompanha mais de 50 mil pacientes.
Em média, por ano, o IPO de Lisboa recebe 160 novos casos de cancro em idades pediátricas e o Hospital de Dia do Serviço de Pediatria assiste cerca de 400 crianças.
Letra
É tão bom seres pequenino
E eu de ti ser tua mãe
Nesta sorte do destino
Dos amores que a vida tem
Nunca cantei tão baixinho
Este amor dentro de nós
Quando adormeço o menino
No berço da minha voz
Os meus braços no seu leito
São rios de uma paixão
Nas margens onde me deito
Ao bater do coração
Faz do meu colo o seu ninho
E deste canto as amarras
Com gemidos de mansinho
Que mais parecem guitarras
Dorme dorme meu menino
Nos sonhos que a vida tem
Mas guarda sempre um cantinho
Ao colo da tua mãe
Mas guarda sempre um cantinho
Ao colo da tua mãe
Letra
Desce uma sombra em mim
Que solidão sem fim
Que transparece nos meus olhos magoados
Porque se oculta em mim
A escuridão sem fim
Cuida-me à noite dos meus olhos acordados
Entra, não descartes o momento
Preso a ti o pensamento
Como um beco sem saída
Roda, como um livre cata-vento
Num suplício sem alento
De alentar-me a triste vida
Desce uma sombra em mim
Que solidão sem fim
Que transparece nos meus olhos magoados
Porque se oculta em mim
A escuridão sem fim
Cuida-me à noite dos meus olhos acordados
Hoje é o relógio que se atrasa
Ando às voltas pela casa
É o sono que não chega
Arde no meu peito feito brasa
Que ao de leve o fogo traça
Ao tormento que se entrega
Desce uma sombra em mim
Que solidão sem fim
Que transparece nos meus olhos magoados
Porque se oculta em mim
A escuridão sem fim
Cuida-me à noite dos meus olhos acordados
Letra
Traz o cabelo enfeitado
De missangas coloridas
Um brinco de cada lado
Como um raminho de espigas
Um brinco de cada lado
Como um raminho de espigas
Não será a mais formosa
De todas as raparigas
Mas tem o nome da rosa
Que me inspira nas cantigas
Mas tem o nome da rosa
Que me inspira nas cantigas
Lá vai ela de ir à fonte
Talvez se cruze comigo
Onde o rio abraça a ponte
E nas margens cresce o trigo
Onde o rio abraça a ponte
E nas margens cresce o trigo
E por morte este calou
Talvez me mate esta mágoa
Os braços do meu amor
Servidos num copos de água
Nos braços do meu amor
Servidos num copos de água
O teu cabelo menina
Faz-me lembrar amanhã
Com caracóis nos teus braços
Feitos novelos de lã
Com caracóis nos teus braços
Feitos novelos de lã
Acorda a luz dos teus olhos
Que se esperguiçam nos meus
Como um milagre de vida
E qualquer coisa de Deus
Como um milagre de vida
E qualquer coisa de Deus
Letra
Manhãs serenas
Pálidos dias sem Sol
Enevoados céus
Opacas noites de perfumes cálidos
Vejo tudo isso e digo adeus
Frutos doirados
Flores de estoante viço
Rochas, praias, ilhéus
Ondas do mar azul
Vejo tudo isso e digo adeus
Vejo tudo isso e digo adeus
Que importa que este fosse o meu desejo
Se o envolveu a sombra de pesados véus
A vida existe para os outros
Vejo tudo isso e digo adeus
E porque é tarde estou cansado
Sigo a estrada do regresso
E quando volvo os meus olhos além
Vejo tudo isso e digo adeus
Vejo tudo isso e digo adeus
E porque é tarde estou cansado
Sigo a estrada do regresso
E quando volvo os meus olhos além
Vejo tudo isso e digo adeus
Vejo tudo isso e digo adeus
Vejo tudo isso e digo adeus
Letra
No sé por qué atenta escuchás,
portuguesa linda, mi canción de amor,
si después cuando te pido
que me des un beso, me respondes: ¡no!...
¡Ay de mí! ¡Siempre así!...
Deja de ser caprichosa,
portuguesa y dame de una vez el sí...
En Portugal tengo un nido
hasta ahora abandonado
donde, si escucha el oído
siempre oirás cantar un fado.
Si tú quieres portuguesa,
vamos juntos para allá
y abrazados sentiremos
la canción de Portugal.
Decídete, portuguesa,
que el tiempo se marcha para no volver...
Y el nidito nos espera
y hasta que me muera yo te he de querer.
¡Ay de mí! ¡Siempre así!...
Deja de ser caprichosa,
portuguesa y dame de una vez el sí...
En Portugal tengo un nido
hasta ahora abandonado
donde, si escucha el oído
siempre oirás cantar un fado.
Si tú quieres portuguesa,
vamos juntos para allá
y abrazados sentiremos
la canción de Portugal.
¡Ay de mí! ¡Siempre así!...
Deja de ser caprichosa,
portuguesa y dame de una vez el sí...
Deja de ser caprichosa,
portuguesa y dame de una vez el sí...
Deja de ser caprichosa,
portuguesa y dame de una vez el sí...
Letra
Bô é coisa mais linda
Que já m`oiá na céu de Cabo Verde
Padoce de céu azul
Que núvem ninhum consegui escondê
Já m dzêb êl tcheu vez
Ma nunca bô levam a sério
Dêss confusão que vida é
Bô é únic beleza que ta restam
Crêtcheu, crêtcheu
Once forever once for all
Crêtcheu,crêtcheu
Once forever you`re the one
Refrão
Bô é darling,poesia, riquesa
Amor e compreênção
Padoce de céu de Verão
Qu`incompreênsivelmente caím na nha mon
Breage:
Mar, dam bô compreêncão
Quê pa calmam ess nha coração
Bô quê nha Deus
Bô quê nha mundo
Letra
Que destino, ou maldição
Manda em nós, meu coração?
Um do outro assim perdido,
Somos dois gritos calados,
Dois fados desencontrados,
Dois amantes desunidos.
Por ti sofro e vou morrendo,
Não te encontro, nem te entendo,
Amo e odeio sem razão:
Coração... quando te cansas
Das nossas mortas esperanças,
Quando paras, coração?
Nesta luta, esta agonia,
Canto e choro de alegria,
Sou feliz e desgraçada.
Que sina a tua, meu peito,
Que nunca estás satisfeito,
Que dás tudo... e não tens nada.
Na gelada solidão,
Que tu me dás coração,
Não há vida nem há morte:
É lucidez, desatino,
De ler no próprio destino
Sem poder mudar-lhe a sorte...
Letra
Eu peguei em saudades tuas
Fui plantá-las no meu jardim
Porque sei que assim continuas
Aqui bem juntinho a mim
E cantando a saudade eu sei
Algo aqui há-de nascer
Se tristeza eu semeei
Alegria hei-de colher
Alegria hei-de colher
Pedrinhas que houver eu hei-de tirar
E todas as ervas daninhas à volta
E o que vier virá lembrar
O que a vida prende a saudade solta
E sombras que houver eu hei-de afastar
E todas as ervas daninhas à volta
E o que vier virá lembrar
O que a vida prende a saudade solta
Novos dias vão chegar
Outras memórias felizes
E o vento que nos vergar
Não nos vai quebrar raízes
E cantando eu sei que fica
A saudade bem aqui
E a esperança que nos dá vida
Em mim não terá o fim
Sei que vais esperar por mim
Pedrinhas que houver eu hei-de tirar
E todas as ervas daninhas à volta
E o que vier virá lembrar
O que a vida prende a saudade solta
E sombras que houver eu hei-de afastar
E todas as ervas daninhas à volta
E o que vier virá lembrar
O que a vida prende a saudade solta
Pedrinhas que houver eu hei-de tirar
E todas as ervas daninhas à volta
E o que vier virá lembrar
O que a vida prende a saudade solta
E sombras que houver eu hei-de afastar
E todas as ervas daninhas à volta
E o que vier virá lembrar
O que a vida prende a saudade solta
Letra
Na minha voz nocturna nasce um rio
Que não se chama Tejo nem Mondego
Que não leva barqueiro nem navio
Que não corre por entre o arvoredo
É um rio todo feito de saudade
Onde nenhuma estrela se reclina
Sem reflectir as luzes da cidade
Vai desaguar no cais a minha sina
É um rio que transporta toda a mágoa
Dum coração que parte e se despede
Um rio de tanta dor e tanta água
E eu que o levo ao mar morro de sede
É um rio que transporta toda a mágoa
Dum coração que parte e se despede
Um rio de tanta dor e tanta água
E eu que o levo ao mar morro de sede
É um rio
Na minha voz nocturna nasce um rio
Letra
Olhaste para mim
E deste-me a mão
E sem dizeres nada
Fiquei sem palavras
Tiraste-me o chão
Digo-te adeus
Queria ficar
E a cada partida
Voo de asa ferida
Que quer pousar
Sem tina chuva é forte
Na janela do meu quarto
Sem ti o vento norte
Anda louco por aí
Sem ti o mar se agita
Entre a terra e o céu
Sem ti sou metade
Sem ti não sou eu
Conheces-me bem
Melhor que ninguém
Agarro um sorriso
Que levo comigo
Quando regressar
Quero-te abraçar
E ficar assim
Esquecida de tudo
Esquecida do mundo
Esquecida de mim
Sem ti a chuva é forte
Da janela do meu quarto
Sem ti o vento norte
Anda louco por aí
Sem ti o mar se agita
Entre a terra e o céu
Sem ti sou metade
Sem ti não sou eu
Sem ti a noite é escura
Numa imensa solidão
Sem ti vou insegura
Como quem perdeu o chão
Contigo sou mais forte
Se tens o melhor de mim
Eu sou só sou eu contigo aqui
Eu só sou eu contigo aqui
Letra
Letra
Anda o sol na minha rua
Cada vez até mais tarde
Anda o sol na minha rua
Cada vez até mais tarde
A ver se pergunta à lua
A razão por que não arde.
A ver se pergunta à lua
A razão por que não arde.
Tanto quer saber por quê,
Mas depois fica calado.
E nunca ninguém os vê
Andarem de braço dado.
E nunca ninguém os vê
Andarem de braço dado.
Se me persegues de dia
Se à noite sempre me deixas,
Não digas que é fantasia
A razão das minhas queixas.
Não digas que é fantasia
A razão das minhas queixas.
só andas enciumado,
Quando eu não te apareço.
Mas se me tens a teu lado,
Nem ciúmes te mereço!
Mas se me tens a teu lado,
Nem ciúmes te mereço!
Anda o sol na minha rua
Cada vez até mais tarde
Anda o sol na minha rua
Cada vez até mais tarde
A ver se pergunta à lua
A razão por que não arde.
A ver se pergunta à lua
A razão por que não arde.
Letra
Puedo decir que está vacia
cada una de estas calles
puedo decir que veo gente
y sin embargo no veo a nadie
puede decir que solo los coches me duermen
puedo demostrar que no respiro
el aire que todos respiran
puedo deicr que soy el ultimo testigo de un jardin perdido
que nadie habita
y ahora que mi tiempo ya se acaba
no puedo explicar porque te has ido
no puedo deicr tu nombre sin escalofrios
alma
me duele ser el alma
te busco como un loco cada noche en mi ventana
no puedo dormir sin el latido de tu voz
me miro en tu mirada y no veo nada
alma
me duele ser el alma
te busco como un loco cada noche en mi ventana
no puedo dormir sin el latido de tu voz
me miro en tu mirada y no veo nada
no veo nada
puedo subirme a los tejados
donde solo vive el viento
puedo describirte en el colmado de mim miente de um descaro
en tonos viejos
y ahora que mi tiempo ya se acaba
puedo explicar porque te has ido
no puedo decir tu nombre sin escalofrios
alma
me duele ser el alma
te busco como un loco cada noche en mi ventana
no puedo dormir sin el latido de tu voz
me miro en tu mirada y no veo nada
no veo nada
alma
me duele ser el alma
te busco como un loco cada noche en mi ventana
no puedo dormir sin el latido de tu voz
me miro en tu mirada y no veo nada
no veo nada
alma
me duele ser el alma
te busco como un loco cada noche en mi ventana
no puedo dormir sin el latido de tu voz
me miro en tu mirada y no veo nada
no veo nada
Letra
Ai, esta angústia sem fim
Ai, este meu coração
Ai, esta pena de mim
Ai, a minha solidão
Ai, esta pena de mim
Ai, a minha solidão
Ai, minha infância dolorida
Ai, meu bem que não foi
Ai, minha vida perdida
Ai, lucidez que me dói
Ai, minha vida perdida
Ai, lucidez que me dói
Ai, esta grande ansiedade
Ai, este não ter sossego
Ai, passado sem saudade
Ai, minha falta de apego
Ai, passado sem saudade
Ai, minha falta de apego
Ai de mim, que vou vivendo
Em meu grande desespero
Ai, tudo que não entendo
Ai, o que entendo e não quero
Ai, tudo que não entendo
Ai, o que entendo e não quero
Letra
há um caminho inseguro
uma espécie de muro
um degrau sobre os dois
uma energia constante
um rodopio de amante
à espera de ser dois
uma carta que se atrasa
cigarros de brasa
há cinza no chão
um desvendar de segredo
e a mão quase a medo
a pegar-te na mão
como é que eu hei-de apagar esta paixão
como é que eu hei-de apagar esta paixão
há um passado um presente
gravado na mente
cismado na dor
um arrepio disfarçado
um olhar-te de lado
e um medo do amor
a palavra que se nega
o recuo a entrega
a balançar em mim
uma recta que se curva
um olhar que se turva
e um medo do fim
como é que eu hei-de apagar esta paixão
como é que eu hei-de apagar esta paixão
como é que eu hei-de apagar esta paixão
como é que eu hei-de apagar esta paixão
um verso que se conjuga
um verbo e a fuga
por dentro de mim
vou por as minhas mãos no fogo
arriscando no jogo
e dizer-te que sim
um verso que se conjuga
um verbo e a fuga
por dentro de mim
vou por as minhas mãos no fogo
arriscando no jogo
e dizer-te que sim
como é que eu hei-de apagar esta paixão
como é que eu hei-de apagar esta paixão
como é que eu hei-de apagar esta paixão
como é que eu hei-de apagar esta paixão
como é que eu hei-de apagar esta paixão
como é que eu hei-de apagar esta paixão
como é que eu hei-de apagar esta paixão
como é que eu hei-de apagar esta paixão
Produzido por Javier Limón, vencedor de vários Grammy Awards, “Mundo” é o seu primeiro disco novo em cinco anos.
O que resta depois de se ter dado a volta ao mundo?
Há 14 anos, quando uma jovem cantora lançou o seu primeiro disco, poucos acreditariam que a viagem então começada teria sido tão longa e teria ido tão longe. E mesmo o sucesso obtido por essa estreia, Fado em Mim (2001), não faria forçosamente prever o que se seguiu.
Quatro outros álbuns (Fado Curvo, Transparente, Terra e Fado Tradicional), três registos ao vivo (Live in London, Concerto em Lisboa e Terra em Concerto), uma triunfal colecção de êxitos (Best Of), inúmeras digressões e concertos nas salas mais prestigiadas por todo o mundo, prémios e honrarias nacionais e internacionais... A viagem ultrapassou todas as expectativas – e ao regressar a casa, já não se é a mesma pessoa que se era aquando da partida.
Mas isso será mesmo verdade? Já não se é a mesma pessoa?
Esta é a resposta de Mariza: abrir um novo álbum com uma afirmação inteira de quem se é, de onde se partiu - “Rio de Mágoa”, fado mais clássico não há – e a partir daí, encetar uma viagem que espelha o mundo que se conheceu desde então.
“Mundo” é o nome desse novo álbum, o sexto disco de estúdio de Mariza, o seu primeiro álbum inteiramente novo em cinco anos. É apropriado que se chame “Mundo”.
É um disco que traz lá dentro o mundo inteiro – o mundo inteiro que Mariza já tinha dentro de si, mas também o mundo que se lhe abriu com cada nova partida e cada nova chegada.
“Mundo” não esquece o Fado onde tudo começou. Mariza é fadista, e isso nunca a abandonará. Mas o Fado, parafraseando uma frase célebre, é quando um homem quiser. No caso, Fado é o que Mariza quiser que ele seja, porque está lá sempre.
Na sua voz, na sua alma, na sua paixão, quer ela cante Javier Limón ou Jorge Fernando, Paulo de Carvalho ou Carlos Gardel, Amália ou Marceneiro, Pedro da Silva Martins (dos Deolinda) ou Rui Veloso, Mariza é o Fado. Não o Fado de ontem, mas o Fado de hoje, aberto ao mundo, aberto ao mar. Ou não fosse ele uma canção de marinheiros, navegando ao sabor do vento.
Um outro Fado, mais aventureiro, expandindo-se em direcção a uma nova identidade, a um novo começo. Um Fado que, sem nunca perder a raiz, cresceu, partiu em direcção ao mundo, com uma voz que sempre quis ir mais longe, mais alto.
“Mundo” é um disco de viagens, em viagem. Que vai do Cabo Verde de “Padoce de Céu Azul” ao flamenco de “Adeus”, poema de Cabral de Nascimento musicado pelo guitarrista Pedro Jóia, passando pelo tango revisitado de “Caprichosa”, criado por Carlos Gardel em 1930. Na voz de Mariza, com a produção de Javier Limón (regressado depois de “Terra”) atenta às mais ínfimas vibrações de emoção, é fácil acreditar que o mundo é pequeno, e que já não há distância, nem de espaço nem de tempo.
Mariza é Mariza – única, incontornável, insubstituível. O “Mundo” que ela canta é o nosso, sim, do Fado e de todas as músicas que o rodeiam. Mas, sobretudo, é o mundo de Mariza – um mundo que cresceu ao longo de cinco anos sem gravar, um mundo que revela novas paisagens, novos lugares, novas músicas. Como ela o vê. Como ela o canta. Como só este “Mundo” o poderia mostrar.
Venha conhecê-lo com Mariza.
MARIZA - “MUNDO”
01. RIO DE MÁGOA (Rosa Lobato Faria / Mário Pacheco)
02. MELHOR DE MIM (AC Firmino / Tiago Machado)
03. ALMA (Javier Limón)
04. SAUDADE SOLTA (Pedro da Silva Martins / Luís José Martins, Pedro da Silva Martins)
05. SEM TI (Miguel Gameiro)
06. MALDIÇÃO (FADO CRAVO) (Armando Vieira Pinto / Alfredo Marceneiro)
07. PADOCE DE CÉU AZUL (Vlu)
08. CAPRICHOSA (Froilán Aguilar)
09. PAIXÃO (Jorge Fernando)
10. ANDA O SOL NA MINHA RUA (David Mourão-Ferreira / Fontes Rocha)
11. ADEUS (Cabral do Nascimento / Pedro Jóia)
12. MISSANGAS (Paulo Abreu Lima / Paulo de Carvalho)
13. SOMBRA (Jorge Fernando)
14. MEU AMOR PEQUENINO (Paulo Abreu Lima / Rui Veloso)
José Manuel Neto – guitarra portuguesa
Pedro Jóia – viola
Charlie Mendes – viola baixo
Alfonso Pérez – piano e teclas
Israel Suárez “Piraña” - bateria e percussão
Professor Joel Pina – viola baixo em “Maldição” e “Anda o Sol na Minha Rua”
Rui Veloso – piano em “Meu Amor Pequenino”
Javier Limón – guitarra flamenca em “Alma”
Carlos Leitão – viola em “Maldição” e “Anda o Sol na Minha Rua”
Produção de Javier Limón
Discografia:
2001 – FADO EM MIM
2003 – FADO CURVO
2004 – LIVE IN LONDON (DVD)
2005 – TRANSPARENTE
2006 – CONCERTO EM LISBOA (CD)
2006 - CONCERTO EM LISBOA (DVD)
2008 – TERRA
2009 – TERRA EM CONCERTO (DVD)
2010 – FADO TRADICIONAL
2014 – BEST OF
2015 – MUNDO -
Retirado de Antena 1
Letra
Alma ai! Minh' Alma
Diz-me quem eu sou
Alma ai! Minh' Alma
Diz-me para onde vou
Lisboa vem namorar-me lá vou eu
Pelas ruas do passado a correr
O meu fado é o futuro mas eu juro
Meu amor
Que namoro o meu passado
Sem lhe dizer para onde vou
Alma ai! Minh' Alma
Diz-me quem eu sou
Alma ai! Minh' Alma
Diz-me para onde vou
Quando saio de ao pé de mim eu sou o mar
Doutras terras, doutras gentes que não vi
O meu canto é o meu sonho não morreu
Meu amor
Meu amor eu sou o povo
Sou mais longe do que eu
Alma ai! Minh' Alma
Diz-me quem eu sou
Alma ai! Minh' Alma
Diz-me para onde vou
Produzido por Javier Limón, vencedor de vários Grammy Awards, “Mundo” é o seu primeiro disco novo em cinco anos.
O que resta depois de se ter dado a volta ao mundo?
Há 14 anos, quando uma jovem cantora lançou o seu primeiro disco, poucos acreditariam que a viagem então começada teria sido tão longa e teria ido tão longe. E mesmo o sucesso obtido por essa estreia, Fado em Mim (2001), não faria forçosamente prever o que se seguiu.
Quatro outros álbuns (Fado Curvo, Transparente, Terra e Fado Tradicional), três registos ao vivo (Live in London, Concerto em Lisboa e Terra em Concerto), uma triunfal colecção de êxitos (Best Of), inúmeras digressões e concertos nas salas mais prestigiadas por todo o mundo, prémios e honrarias nacionais e internacionais... A viagem ultrapassou todas as expectativas – e ao regressar a casa, já não se é a mesma pessoa que se era aquando da partida.
Mas isso será mesmo verdade? Já não se é a mesma pessoa?
Esta é a resposta de Mariza: abrir um novo álbum com uma afirmação inteira de quem se é, de onde se partiu - “Rio de Mágoa”, fado mais clássico não há – e a partir daí, encetar uma viagem que espelha o mundo que se conheceu desde então.
“Mundo” é o nome desse novo álbum, o sexto disco de estúdio de Mariza, o seu primeiro álbum inteiramente novo em cinco anos. É apropriado que se chame “Mundo”.
É um disco que traz lá dentro o mundo inteiro – o mundo inteiro que Mariza já tinha dentro de si, mas também o mundo que se lhe abriu com cada nova partida e cada nova chegada.
“Mundo” não esquece o Fado onde tudo começou. Mariza é fadista, e isso nunca a abandonará. Mas o Fado, parafraseando uma frase célebre, é quando um homem quiser. No caso, Fado é o que Mariza quiser que ele seja, porque está lá sempre.
Na sua voz, na sua alma, na sua paixão, quer ela cante Javier Limón ou Jorge Fernando, Paulo de Carvalho ou Carlos Gardel, Amália ou Marceneiro, Pedro da Silva Martins (dos Deolinda) ou Rui Veloso, Mariza é o Fado. Não o Fado de ontem, mas o Fado de hoje, aberto ao mundo, aberto ao mar. Ou não fosse ele uma canção de marinheiros, navegando ao sabor do vento.
Um outro Fado, mais aventureiro, expandindo-se em direcção a uma nova identidade, a um novo começo. Um Fado que, sem nunca perder a raiz, cresceu, partiu em direcção ao mundo, com uma voz que sempre quis ir mais longe, mais alto.
“Mundo” é um disco de viagens, em viagem. Que vai do Cabo Verde de “Padoce de Céu Azul” ao flamenco de “Adeus”, poema de Cabral de Nascimento musicado pelo guitarrista Pedro Jóia, passando pelo tango revisitado de “Caprichosa”, criado por Carlos Gardel em 1930. Na voz de Mariza, com a produção de Javier Limón (regressado depois de “Terra”) atenta às mais ínfimas vibrações de emoção, é fácil acreditar que o mundo é pequeno, e que já não há distância, nem de espaço nem de tempo.
Mariza é Mariza – única, incontornável, insubstituível. O “Mundo” que ela canta é o nosso, sim, do Fado e de todas as músicas que o rodeiam. Mas, sobretudo, é o mundo de Mariza – um mundo que cresceu ao longo de cinco anos sem gravar, um mundo que revela novas paisagens, novos lugares, novas músicas. Como ela o vê. Como ela o canta. Como só este “Mundo” o poderia mostrar.
Venha conhecê-lo com Mariza.
MARIZA - “MUNDO”
1. RIO DE MÁGOA (Rosa Lobato Faria / Mário Pacheco)
2. MELHOR DE MIM (AC Firmino / Tiago Machado)
3. ALMA (Javier Limón)
4. SAUDADE SOLTA (Pedro da Silva Martins / Luís José Martins, Pedro da Silva Martins)
5. SEM TI (Miguel Gameiro)
6. MALDIÇÃO (FADO CRAVO) (Armando Vieira Pinto / Alfredo Marceneiro)
7. PADOCE DE CÉU AZUL (Vlu)
8. CAPRICHOSA (Froilán Aguilar)
9. PAIXÃO (Jorge Fernando)
10. ANDA O SOL NA MINHA RUA (David Mourão-Ferreira / Fontes Rocha)
11. ADEUS (Cabral do Nascimento / Pedro Jóia)
12. MISSANGAS (Paulo Abreu Lima / Paulo de Carvalho)
13. SOMBRA (Jorge Fernando)
14. MEU AMOR PEQUENINO (Paulo Abreu Lima / Rui Veloso)
José Manuel Neto – guitarra portuguesa
Pedro Jóia – viola
Charlie Mendes – viola baixo
Alfonso Pérez – piano e teclas
Israel Suárez “Piraña” - bateria e percussão
Professor Joel Pina – viola baixo em “Maldição” e “Anda o Sol na Minha Rua”
Rui Veloso – piano em “Meu Amor Pequenino”
Javier Limón – guitarra flamenca em “Alma”
Carlos Leitão – viola em “Maldição” e “Anda o Sol na Minha Rua”
Produção de Javier Limón
Retirado de Antena 1
O novo álbum de Mariza, “Mundo”, é produzido por Javier Limón, que já produzira o álbum “Terra”, de 2008, e inclui temas de Jorge Fernando, Paulo Abreu Lima, Tiago Machado e Rui Veloso, entre outros.
Em comunicado, a discográfica Warner Music afirma que o álbum, com edição mundial no dia 09 de outubro, é constituído por 14 temas, dois deles do repertório de Amália Rodrigues, “Maldição”, de Armando Vieira Pinto, na melodia do Fado Cravo, de Alfredo Marceneiro, e “Anda sol na minha rua”, de David Mourão-Ferreira e José Fontes Rocha.
Esta não é única recriação da intérprete, que gravou o tango “Caprichosa”, de Froilán Aguilar, uma criação Carlos Gardel.
Jorge Fernando, de quem Mariza já gravou entre outros, “Chuva”, assina a letra e música de dois temas, “Paixão” e “Sombra”.
De Paulo Abreu Lima, Mariza gravou “Missangas” e “Meu amor pequenino”, musicados respetivamente por Paulo de Carvalho e Rui Veloso, companheiros de anteriores álbuns da criadora de “Ó gente da minha terra”.
Outro dos autores é Pedro Silva Martins, dos Deolinda, que assina, com Luís José Martins, “Saudade solta”.
Segundo a discográfica, o novo álbum de Mariza “é um disco de viagens, em viagem; que vai do Cabo Verde de ‘Padoce de céu azul’ [de Vlu] ao flamenco de ‘Adeus’, poema de Cabral de Nascimento, musicado pelo guitarrista Pedro Jóia, passando pelo tango revisitado de ‘Caprichosa’”.
Segundo a mesma fonte, o álbum “’Mundo’ não esquece o fado onde tudo começou. Mariza é fadista, e isso nunca a abandonará, mas o Fado, parafraseando uma frase célebre, é quando um homem quiser. No caso, fado é o que Mariza quiser que ele seja, porque está lá sempre”.
Neste CD a intérprete é acompanhada por uma panóplia de músicos, nomeadamente José Manuel Neto, na guitarra portuguesa, Pedro Jóia, na viola, Charlie Mendes, na viola baixo, Alfonso Pérez, no piano e teclas, Israel Suárez “Piraña”, na bateria e percussão, Joel Pina, na viola baixo, e Carlos Leitão, na viola, nos temas amalianos, “Maldição” e “Anda o sol na minha rua”, Rui Veloso, ao piano, em “Meu amor pequenino”, e, ainda, o produtor Javier Limón, na guitarra flamenca, em “Alma”, um tema assinado por si.
Mariza não gravava um álbum de estúdio há cinco anos e, do alinhamento de “Mundo”, este seu sexto álbum de estúdio, fazem ainda parte “Rio de mágoa” (Rosa Lobato Faria/Mário Pacheco), que abre o CD, “Melhor de mim” (AC Firmino/Tiago Machado), e “Sem ti” (Miguel Gameiro).
Mariza estreou-se discograficamente em 2001 com “Fado em mim”. Ao longo de 14 anos de carreira vendeu mais de um milhão de discos, e, além dos álbuns de estúdio, tem um gravado ao vivo, “Concerto em Lisboa”, o duplo “Best of” e dois DVD, com os concertos nos jardins da Torre de Belém, em Lisboa, e na Union Chapel, em Londres.
Mariza apresenta o novo álbum nos dias 26 e 27 de novembro, no Coliseu do Porto, e a 07 de dezembro, no Meo Arena, em Lisboa.
Entre outubro e novembro, a fadista tem já agendados 18 espetáculos, designadamente na Suécia, Estados Unidos, Canadá, Suíça, Áustria, Luxemburgo e Alemanha.
Retirado de Sapo Música
Letra
Now you say you're lonely
You cry the long night through
Well, you can cry me a river
Cry me a river
I cried a river over you
Now you say you're sorry
For being so untrue
Well, you can cry me a river
Cry me a river
I cried a river over you
You drove me, nearly drove me, out of my head
While you never shed a tear
Remember, I remember, all that you said?
You told me love was too plebeian
Told me you were through with me and
Now you say you love me
Well, just to prove that you do
Come on and cry me a river
Cry me a river
I cried a river over you
I cried a river over you
I cried a river...over you...
Letra
A saudade andou comigo
E através do som da minha voz
No seu fado mais antigo
Fez mil versos a falar de nós
Troçou de mim à vontade
Sem ouvir sequer os meus lamentos
E por capricho ou maldade
Correu comigo a cidade
Até há poucos momentos
Já me deixou
Foi-se logo embora
A saudade a quem chamei maldita
Já nos meus olhos não chora
Já nos meus sonhos não grita
Já me deixou
Foi-se logo embora
Minha tristeza chegou ao fim
Já me deixou mesmo agora
Saíu pela porta fora
Ao ver-te voltar para mim
Nem sempre a saudade é triste
Nem sempre a saudade é pranto e dor
Se em paga saudade existe
A saudade não dói tanto amor
Mas enquanto tu não vinhas
Foi tão grande o sofrimento meu
Pois não sabia que tinhas
Em paga ás saudades minhas
Mais saudades do que eu
Letra
Estás a pensar em mim, promete, jura
Se sentes como eu o vento a soluçar
As verdades mais certas mais impuras
Que as nossas bocas têm p'ra contar
Se sentes lá fora a chuva estremecida
Como o desenlaçar duma aventura
Que pode ou não ficar por toda a vida
Diz que sentes como eu, promete, jura
Se sentes este fogo que te queima
Se sentes o meu corpo em tempestade
Luta por mim amor, arrisca, teima
Abraça este desejo que me invade
Se sentes meu amor, o que eu não disse
Além de tudo o mais do que disseste
É que não houve verso que eu sentisse
Aquilo que eu te dei e tu me deste
Se sentes lá fora a chuva estremecida
Como o desenlaçar duma aventura
Que pode ou não ficar por toda a vida
Diz que sentes como eu, promete, jura
Letra
As meninas dos meus olhos
Nunca mais tive mão nelas
Fugiram para os teus olhos
Por favor deixa-me vê-las
As meninas dos meus olhos
Se vão perder-se não sei
Deixa-me ver se os teus olhos
As tratam e guardam bem
As meninas dos meus olhos
Para poder encontrá-las
Foram pedir aos teus olhos
Que falem quando te calas
As meninas dos meus olhos
Já não sei aonde estão
Deixa-me ver nos teus olhos
Se as guardas no coração
letra
Eu sei que a vida tem pressa
Quer tudo aconteça sem que a gente peça
Eu sei, Eu sei
Que o tempo não para
O tempo é coisa rara
E a gente só repara quando ela já passou
Não sei, se andei depressa demais
Mas sei, que algum sorriso eu perdi
Vou pedir ao tempo
Que me dê mais tempo, para olhar para ti
De agora em diante, não serei distante
Eu vou estar aqui.
Cantei
Cantei a saudade
Da minha cidade
E até com vaidade
Cantei
Andei pelo mundo fora
E não via a hora
De voltar para ti
Não sei, se andei depressa demais
Mas sei, que algum sorriso eu perdi
Vou pedir ao tempo
Que me dê mais tempo, para olhar para ti
De agora em diante, não serei distante
Eu vou estar aqui.
Não sei, se andei depressa demais
Mas sei, que algum sorriso eu perdi
Vou pedir ao tempo
Que me dê mais tempo, para olhar para ti
De agora em diante, não serei distante
Eu vou estar aqui.
Letra
É ou não é
Que o trabalho dignifica
É assim que nos explica
O rifão que nunca falha?
É ou não é
Que disto, toda a verdade,
Que só por dignidade
No mundo, ninguém trabalha!
É ou não é
Que o povo diz que não,
Que o nariz não é feição
Seja grande ou delicado?
No meio da cara
Tem por força que se ver,
Mesmo até eu não meter
Aonde não é chamado!
Digam lá se assim ou não é?
Ai, não, não é!
Ai, não, não é!
Digam lá se assim ou não é?
Ai, não, não é! Pois é!
É ou não é
Que um velho que à rua saia
Pensa, ao ver a minissaia:
Este mundo está perdido?!
Mas se voltasse
Agora a ser rapazote
Acharia que saiote
É muitíssimo comprido?
É ou não é
Bondosa a humanidade
Todos sabem que a bondade
É que faz ganhar o céu?
Mas na verdade, não
Lá sem salamaleque,
Eu tive que aprender
É que ai de mim se não for eu!
Digam lá se assim ou não é?
Ai, não, não é!
Ai, não, não é!
Digam lá se assim ou não é?
Ai, não, não é! Pois é!
Digam lá se assim ou não é?
Ai, não, não é!
Ai, não, não é!
Digam lá se assim ou não é?
Ai, não, não é! Pois é!
Letra
No sé qué tengo yo, qué triste estoy
las horas de dolor, qué largas son
No puedo soportar las ganas de llorar
El hombre que yo amé, ya lo perdí
y nunca más podré amar así
muy sola quedaré con el dolor
de amarlo más
No podré olvidar las horas
tan felices que pasé
cuando estuve entre sus brazos
y mi vida le entregué, con ansias
El hombre que yo amé, ya lo perdí
y nunca más podré amar así
muy sola quedaré con el dolor
de amarlo más
Letra
Todo o amor que nos prendera
Como se fora de cera
Se quebrava e desfazia
Ai funesta primavera
Quem me dera, quem nos dera
Ter morrido nesse dia
E condenaram-me a tanto
Viver comigo meu pranto
Viver, viver e sem ti
Vivendo sem no entanto
Eu me esquecer desse encanto
Que nesse dia perdi
Pão duro da solidão
É somente o que nos dão
O que nos dão a comer
Que importa que o coração
Diga que sim ou que não
Se continua a viver
Todo o amor que nos prendera
Se quebrara e desfizera
Em pavor se convertia
Ninguém fale em primavera
Quem me dera, quem nos dera
Ter morrido nesse dia
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