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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

  Letra   Letra   Refrão Mariana era o seu nome Era quem matava a fome E a sede de viver (BIS)   I Que dor é esta que me abrasa que dor é esta que se alastra Não, nao sei diz quem és onde estás Não escondas esqueças partas vás Não, fica aqui pois perdi quem eu sou sim perdi quem me amou perdi quem eu sou sim perdi quem me amou   Refrão   II Quero ver como estás Quero mentir se for capaz oh nao, nao vás dá-me a fonte que desejo entrego o corpo e um mau beijo se, (...)
  Letra   MARIANA Eis a que tudo deu e nada tem Senão as cartas que a si mesma escreve Nelas só arderá por quem não vem A eternidade do seu corpo breve Escreve cartas de amor para ninguém Seu nome de mulher é Mariana Escreve cartas e reza como quem está mais perto de Deus por ser humana Amou talvez o amor mais que o amante Escreve cartas e dói-lhe um corpo ausente Em seu corpo tão breve e tão distante O resto é nunca mais haver depois Escreve cartas de amor a si somente C (...)
  Letra   Sei que é difícil quando sabes que vais ser o colo de alguém Sei que é difícil se assumes o que acontece e nem idade tens Sei que é difícil, constróis a tua vida e descobres que és mãe Sei que é difícil e tu também. Sei que já deste tempo ao tempo e o tempo não passou tinhas até um plano mas mesmo assim falhou E nunca era suposto ter chegado onde onde chegou Parecia só um enjoo passageiro mas com o tempo piorou E agora também é tarde para chorar sobre (...)
Letra   Havia tanto por dizer Deste amor que o vento apagou Que os meus olhos recusam falar O que não viram ficou para trás Desta dor que só ouve o mar! Havia tanto por contar Meus olhos recusam falar! Mas desta dor que só ouve o mar! Não há amar Como eu amei Amor não vás De mim embora Não sei se voltarás de madrugada! Desperta agora em mim a madrugada! E os meus olhos recusam falar Amor, não vás Assim embora Não há amar Como eu amei Amor não vás De mim embora
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