Domingo, 24.08.14

 

 

Letra

 

Não faço nada que alguém não tenha feito não
Não falo nada que alguém não tenha dito então
Não penso nada, nosso futuro é imprevisão
Alguém me de a mão

Nessa calçada vejo que os anos vão chegar
Cada pegada me mostra um jeito de encontrar
Todo esse nada, o medo de se machucar
Porque tudo isso então

Se não há nada porque todos temem perder
Todo esse nada será vontade de viver
Na mesma casa na mesa que reparte o pão
Por isso tudo então

Quem é você que se esconde
Atrás de um nome qualquer
Não aparece pra mim
Estende a mão trazendo a chuva
Tocando o som do trovão
Será que vamos saber

Não faço nada que alguém não tenha feito não
Não falo nada que alguém não tenha dito então
Não penso nada, nosso futuro é imprevisão
Alguém me de a mão

Se não há nada porque todos temem perder
Todo esse nada será vontade de viver
Na mesma casa na mesa que reparte o pão
Por isso tudo então

Quem é você que se esconde
Atrás de um nome qualquer
Não aparece pra mim
Estende a mão trazendo a chuva
Tocando o som do trovão
Será que vamos saber




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Quinta-feira, 01.03.12

Marco Rodrigues com Maria Gadú nos Coliseus

Marco Rodrigues é o convidado especial de Maria Gadú para os seus concertos nos Coliseus, a decorrerem a 24 e 26 de maio, em Lisboa e no Porto, respetivamente.

 

Note-se que o músico participa no novo álbum da artista brasileira, “Mais uma página”, com o tema A Valsa.

 

O brasileiro Lenine é responsável por outra das colaborações do disco, que estará em apresentação nas duas datas da cantora em Portugal.

Os bilhetes para o concerto de Lisboa custam entre €25 e €60.

 

Os bilhetes para o espetáculo do Porto custam entre €20 e €55. Ambos estão à venda nos locais habituais.

 

Sara Novais

 

Via Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 12:34 | link do post | comentar

Terça-feira, 28.02.12

 

Letra

 

A Valsa 

Maria Gadú

 

Tua alegoria já não abre alas
Pra toda poesia que insiste em bater
Nos tambores surdos da porta que cerras
Pra chorar sozinha por tanto querer

Teu amadorismo impõe tal carência
Não sou da cadência, não sou de valor
Você é rara, no mundo
Só dance essa valsinha se preciso for

Tua alegoria já não abre alas
Pra toda poesia que insiste em bater
Nos tambores surdos da porta que cerras
Pra chorar sozinha por tanto querer

Teu amadorismo impõe tal carência
Não sou da cadência, não sou de valor
Tu és rara, no mundo
Só dance essa valsinha se preciso for

Eu tento trair, não me cabe a culpa
Abra logo a tua porta
Minha vã certeza vai te embargar
Sigo distraída, a tal impureza
Mas é carnaval de novo, você se dissolve
E a saudade aumenta

Tua alegoria já não abre alas
Pra toda poesia que insiste em bater
Nos tambores surdos da porta que cerras
Pra chorar sozinha por tanto querer

Teu amadorismo impõe tal carência
Não sou da cadência, não sou de valor
Tu és rara, no mundo
Só dance essa valsinha se preciso for

Eu tento trair, não me cabe a culpa
Abra logo a tua porta
Minha vã certeza vai te embargar
Sigo distraída, a tal impureza
Mas é carnaval de novo, você se dissolve
E a saudade aumenta

Não precisa o amor
Não precisa o abraço
Não te cobre o laço
Que não cobre o som

Teu grito arde, invade, a casa
E as palavras calam no meu coração



publicado por olhar para o mundo às 23:39 | link do post | comentar


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