Sexta-feira, 10.10.14

mariademedeiros.jpg

 


MARIA DE MEDEIROS

Concertos em Lisboa, Porto, Braga e Caldas da Rainha

4 Novembro  - Misty Fest, Centro Cultural de Belém, Lisboa
5 Novembro - Casa da Música, Porto
6 Novembro - Theatro Circo, Braga
9 Novembro - Centro Cultural e de Congressos, Caldas da Rainha
 
Maria de Medeiros é uma mulher de muitos rostos, como o são todas as atrizes, mas de uma só voz, inconfundível, misto de inocência e sensualidade. É esta a voz que a tem permitido afirmar-se também como cantora, afinal de contas uma outra forma de agarrar os palcos e contar histórias às pessoas. Como cantora, Maria de Medeiroseditou já três álbuns - A Little More Blue, Penínsulas e Continentes e ainda Pássaros Eternos - numa discografia iniciada em 2007 e que conta ainda com colaborações em trabalhos de outros autores, como o celebrado Femina de Legendary Tigerman.
 
Foi no teatro que Maria de Medeiros começou a cantar e nesta sua actividade artística "paralela" não tem parado de viajar por todo o mundo, recolhendo aplausos em muitos países, do Brasil a Angola, dos Estados Unidos a Espanha, Itália e, claro, França, país onde estudou e primeiramente se afirmou como actriz. Agora, Maria regressa a Portugal para apresentar novo trabalho que prossegue no seu muito particular caminho musical, entre chansons e bossas, tangos e jazz, pop e algo mais com toques de África.
 
Depois de chegar a França para estudar aos 18 anos, Maria de Medeiros construiu um invejável currículo académico, tendo estudado nas melhores escolas com os melhores tutores. Começou por se afirmar no teatro, mas fez muito cinema, em França, em Portugal e até em Hollywood, onde foi estrela em filmes como Pulp Fiction de Quentin Tarantino ou Henry & June de Philip Kaufman. Mas além de brilhar em frente das câmaras, Maria de Medeiros afirmou também a sua visão pessoal em filmes de que assinou a realização, como o importante Capitães de Abril. Em todas estas condições - actriz no teatro e cinema, realizadora, cantora - Maria conseguiu obter os favores do público e da crítica e coleccionar importantes distinções, entre Globos de Ouro ou a Coppa Volpi do Festival de Veneza.

Agora volta a pisar os palcos, de microfone em frente, com músicos de excelência a ajudarem-na a cantar outras histórias.

 



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Domingo, 02.03.14

 

 

Letra

 

ACALANTO
(Chico Buarque)
É tão cedo, meu irmão. 
Abre os olhos, dorme não. 
Espalha os meus soldados 
Estraga os meus brinquedos 
Pode me odiar 
Nunca mais olhar pra mim 
Mas não faz 
Não faz mais 
Assim 
Tão cedo, meu irmão. 
Põe a mão na minha mão 
Pode fechar meus olhos 
Alisa os meus cabelos 
E a quem perguntar 
Deus, que foi que aconteceu. 
Vou jurar que o teu sangue 
É meu eu vou rasgar
Meu coração 
Pra costurar o teu 
Vou te soprar 
Esta canção: 
O meu irmão morreu

Maria de Medeiros, voz - Jeff Cohen, pianista; Joel Grare, percussionista; Ernek Evci, contrabaixista.
Informações colhidas na Internet e na página de Maria de Medeiros: www.mariademedeiros.net
(Vídeo de Antônio Augusto dos Santos, Antônio Bocaiuva, antaugsan, Bocaiuva, Divinópolis, Minas Gerais. Fotos e imagens da Internet. Em 2/11/2013)



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Sábado, 01.03.14

 

Eu faço samba e amor até mais tarde
E tenho muito sono de manhã
Escuto a correria da cidade que arde
E apressa o dia de amanhã
De madrugada a gente 'inda se ama
E a fábrica começa a buzinar
O trânsito contorna a nossa cama, reclama.
Do nosso eterno espreguiçar
No colo da bem vinda companheira
No corpo do bendito violão
Eu faço samba e amor a noite inteira
Não tenho a quem prestar satisfação
Eu faço samba e amor até mais tarde
E tenho muito mais o que fazer
Escuto a correria da cidade. Que alarde!
Será que é tão difícil amanhecer?
Não sei se preguiçoso ou se covarde
Debaixo do meu cobertor de lã

Eu faço samba e amor até mais tarde
E tenho muito sono de manhã



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Segunda-feira, 24.02.14

 

 

Letra

 

NACE EL DÍA EN LA CIUDAD
YA CAMINAN LOS OBREROS
SE LLENAN LAS AUTOPISTAS
DE QUIEN NO TIENE DINERO

DESPEGAN LOS AVIONES
ABREN PUERTAS LOS TENDEROS
SE APRESURAN PROFESORAS
DESAYUNAN LOS BANQUEROS

Y UNA NIÑA SOPLA NUBES
EN EL CRISTAL DE LA VENTANA

SE CORTAN LOS PRESUPUESTOS
SE ESTAN CERRANDO FRONTERAS
SE ESTAN SURCANDO OJERAS
EN LOS OJOS DE MI GITANO

SE ESTAN IZANDO BANDERAS
SE ESTAN DESPLOMANDO BOLSAS
SE ESTAN QUEJANDO LAS BANCAS
SE SIGUEN METIENDO GOLES

Y EL DÍA NACE EN LA CIUDAD
SE DESPIERTAN LOS ENFERMOS
Y UNA NIÑA SOPLA NUBES
HACIA PÁJAROS ETERNOS



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Domingo, 23.02.14

 

 

Letra

 

on 24 mila baci 
Oggi saprai perche' l'amore 
Vule ogni istante mille baci 
Mille carezze vuole all'ora

Con 24 mila baci
Felici corrono le ore
D'un giorno splendido perche'
Ogni secondo bacio te

Niente bugie meravigliose
Frasi d'amore appassionate
Ma solo baci chiedo a te
Ye ye ye ye ye ye ye!

Con 24 mila baci
Cosi' frenetico e' l'amore
In questo giorno di follia
Ogni minuto e' tutto mio

Niente bugie meravigliose
Frasi d'amore appassionate
Ma solo baci chiedo a te
Ye ye ye ye ye ye ye!

Con 24 mila baci
Cosi' frenetico e' l'amore
In questo giorno di follia
Con 24 mila baci
Tu m'hai portato alla follia
Con 24 mila baci
Ogni secondo bacio te

 

 

24000 Baci Maria de Medeiros & The Legendary Tigerman, video Jorge Colombo. Para el Cd Pájaros Eternos de Maria de Medeiros.
Music video finger-painted on an iPad by Jorge Colombo, for Maria de Medeiros and The Legendary Tigerman's cover of "24,000 Kisses," an Italian song by Adriano Celentano.
jorgecolombo.com
mariademedeiros.net
legendarytigerman.weebly.com
Special thanks to Özlem Cosen.
Original song at bit.ly/14Pt8
This song is included in "Pájaros Eternos" (Eternal Birds-Nu.Age), Maria de Medeiros' new CD.



publicado por olhar para o mundo às 22:15 | link do post | comentar

Maria de Medeiros
Maria de Medeiros canta Sophia de Mello Breyner Andresen, e, pela primeira vez, canções de sua autoria no novo álbum, "Pássaros Eternos", que é editado na segunda-feira.

Neste álbum, a cantora, actriz e realizadora canta em diferentes idiomas, o que já aconteceu nos dois álbuns anteriores, mas estreia-se na interpretação de temas de sua autoria, como "Trapichana", "The cougar song", "Noite" e "Diz que é fado", o que não a deixa muito confortável, como confidenciou à Lusa.

 

"É curioso. Por vezes sinto mais à vontade a interpretar temas de outros autores que os meus. Estou desejando que outros artistas interpretem as minhas canções e fico muito comovida quando ouço os músicos improvisarem sobre os meus temas", contou em declarações à Lusa.

Além dos temas em que assina a música e letra, Maria de Medeiros partilha a criação de "Shadow girl", com Legendary Tigerman, e "Nasce o dia na cidade", com Raimundo Amador.

 

O título do álbum surgiu do tema "Nasce o dia na cidade", que escreveu com Raimundo Amador, que é "um artista de enorme prestígio em Espanha, um dos inventores do flamengo-rock, que trouxe o seu virtuosismo na guitarra eléctrica, um pouco à maneira de Jimmy Hendrix, para o flamenco, com o seu mítico grupo Pata Negra".

 

"Ele mostrou-me um tema dele que tinha no computador sem usar e eu achei-o muito bonito e propus escrever uma letra", recordou.

 

A letra conta a história de "uma criança [que] observa o amanhecer numa das nossas cidades europeias, açoitadas pela crise económica".

 

"A criança vê o fluxo cerrado de carros e as pessoas apressadas para o trabalho, enquanto a rádio vai anunciando catástrofes económicas, quedas da bolsa, desemprego, bancos na falência, angústia e depressão ambientes".

 

A cantora admitiu que, neste CD, há "uma crítica social" à actual situação político-económico-social e, jogando com o título do álbum, "Pássaros eternos", questionou: "As terríveis águias ditatoriais que teimam em não morrer, mas também a pomba da paz, reflexos de uma antiquíssima luta de conceitos [serão] eternas?"

 

Um dos temas de actualidade referenciados são os "encontros e desencontros" que a Internet proporciona, precisamente na canção de abertura, "Quem és tu?", de que assina a música e a letra.

 

É um tema que "quis dedicar a todos os desconhecidos que povoam os nossos computadores hoje em dia". "Temos milhares de amigos nas redes sociais, nomes que enchem as nossas agendas e calendários, mas não sabemos quem são. À falta de conseguir identificar todas essas pessoas, ofereço-lhes uma canção", disse.

 

Maria de Medeiros compôs também a música para o poema "A bailarina", de Sophia de Mello Breyner Andresen.

 

"Tive a ocasião de recitar várias vezes em espectáculos o poema magnífico de Sophia, no qual ela cita outro poeta, Arthur Rimbaud, e sempre que o lia, 'ouvia' uma pequena música que surgia das próprias palavras de Sophia, da sua cadência".

 

"Decidi, então, cantar o poema sobre essa melodia, que se me impunha, e assim nasceu a canção, 'Por delicadeza', que fala dessa bailarina que dança dentro de nós".

 

"Será o poema de Sophia autobiográfico? Pode ser. Mas é ao mesmo tempo universal. Porque me parece que, em todos nós, há uma parte que quer dançar pelo mundo e 'só três passos' deu", rematou.

 

À Lusa, Maria de Medeiros disse que "Pássaros Eternos" é um disco que surgiu da prática dos concertos com a sua banda, "as parcerias foram acontecendo" e também a diversidade linguística, pois canta em português, italiano, francês e inglês, o que "é natural".

 

"A diversidade linguística faz parte do meu quotidiano, há muitos anos. E isso reflecte-se no meu trabalho. Não só na música, mas enquanto actriz e na escrita também. Além disso, gosto da música que existe nos próprios idiomas", argumentou.

 

Referindo-se ao álbum, o terceiro da carreira, a intérprete afirmou: "Eu comparo muitas vezes este trabalho, em que pela primeira vez compus e escrevi a maior parte dos temas, ao momento em que nos oferecem a nossa primeira câmara de fotos e nos dedicamos a fotografar o que nos rodeia e o que nos atrai. Assim, naturalmente surgiram músicas de estilos diferentes, que correspondem aos meus gostos musicais".

 

Retirado do Sol



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Terça-feira, 28.01.14

Maria de Medeiros

 

MARIA DE MEDEIROS REGRESSA
COM «PÁSSAROS ETERNOS»

Novo álbum chega a Portugal a 24 de Fevereiro

No terceiro registo, a actriz e cineasta apaixona-se
por uma nova aventura: a escrita de canções


 

«Aos contemplativos, dedico estes momentos musicais, muito diversos en­tre si, breves olhares à nossa quotidiana e misteriosa realidade» – Maria de Medeiros

 

O novo álbum de Maria de Medeiros, intitulado «Pássaros Eternos», vai ser editado, em Portugal, no dia 24 de Fevereiro. No seu terceiro disco, a actriz, cineasta, cantora e um dos mais importantes nomes da cultura portuguesa, reconhecida em todo o mundo, revela uma nova paixão – a maioria de «Pássaros Eternos» foi composta por Maria de Medeiros.

 

Ao longo de 10 canções, «Pássaros Eternos» desenha um retrato apaixonante da realidade contemporânea, espraiando-se por canções de amor e olhares femininos mas também por reflexões sociais e homenagens a obras alheias. Mas não é uma viagem feita a só: em «Aos Nossos Filhos», honram-se os lutadores pela liberdade, nas palavras de Vítor Martins e música de Ivan Lins; o italiano «Mila Bacci» marca o reencontro de Maria com The Legendary Tigerman, abraço repetido em «Shadow Girl», que conta com a assinatura dos dois portugueses; já «Por Delicadeza» revela Maria de Medeiros a musicar as palavras de Sophia de Mello Breyner Andresen que, por sua vez, homenageiam Rimbaud.

 

Do samba aos blues, do jazz ao flamenco, da bossa nova a um «sui generis» fado, as imagens vão passando, brilhantes, à medida que«Pássaros Eternos» se desvenda. Cada uma das canções do álbum tem, ainda, associada uma ilustração, assinada por diversos autores. Com a sua arte, o espanhol Javier Mariscal, a iraniana Marjane Satrapi, o mexicano Carlos Torres, o francês Joan Sfar ou o português Pedro Proença tornaram, assim, «Pássaros Eternos»um documento ainda mais valioso.

 

Além do álbum, Maria de Medeiros apresentou, também em 2013, o seu novo filme, o documentário «Repare Bem», onde narra uma história de sobrevivência, vivida por três gerações de mulheres, que lutam por uma realidade mais justa, entre o Brasil, o Chile, a Itália e a Holanda.

 

«Pássaros Eternos», o terceiro álbum de Maria de Medeiros e sucessor de «A Little More Blue» e «Penínsulas & Continentes», vai ser editado, pela Universal Portugal, no dia 24 de Fevereiro.



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Sábado, 02.02.13
 

 

Letra

 

O homem voltou ao solar do amigo 
O homem queimou um cigarro na testa 
O homem voltou calculando o destino 
Andou mais um passo e não viu

 

Matava ele o tempo numa outra azinhaga 
E a voz era fraca ninguém o ouvia 
A larva estendia e o sol abrasava 
A marcha do tempo parou

 

Havia uma vala na rua comprida 
E a porta travava ninguém o espera 
O homem cavava uma cova na vida 
Ali nem o céu se calou

 

Trazia uma ruga na cara comprida 
Não vinha pra nada não vinha por nada? 
E a rua era larga e a rua era fria 
Andou mais um passo e tombou

 

Havia uma hora que havia uma vida 
Que o homem andava que o homem corria 
E a porta travava e um tiro partia 
A marcha do tempo parou

 

O homem voltou ao solar do amigo 
E a casa era escura e a porta batia 
O homem queimou um cigarro na testa 
Andou mais um passo e tombou

 

Na volta era a noite 
Chupava-se a vida 
Que há tempo e medida 
Chupava-se a vida 


O homem precisa é dum´outra cantiga 
Agora que o frio voltou

Andou mais um passo e tombou
Na volta era a noite

Chupava-se a vida
Que há tempo e medida
Chupava-se a vida
O homem precisa é dum'outra cantiga
Agora que o frio voltou


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Sexta-feira, 01.02.13

 

 

Letra

 

Cobre-te canalha
Na mortalha
Hoje o rei vai nu
Os velhos tiranos


De há mil anos
Morrem como tu
Abre uma trincheira
Companheira


Deita-te no chao
Sempre à tua frente
Viste gente
Doutra condiçao


Ergue-te ó Sol de Verao
Somos nós os teus cantores
Da matinal cançao


Ouvem-se já os rumores
Ouvem-se já os clamores
Ouvem-se já os tambores


Livra-te do medo
Que bem cedo
Há-de o Sol queimar


E tu camarada
Poe-te em guarda
Que te vao matar


Venham lavradeiras
Mondadeiras
Deste campo em flor
Venham enlaçadas


De maos dadas

Semear o amor
Ergue-te ó Sol de Verao
Somos nós os teus cantores
Da matinal cançao


Ouvem-se já os rumores
Ouvem-se já os clamores
Ouvem-se já os tambores


Venha a maré cheia
Duma ideia
P'ra nos empurrar
Só um pensamento


No momento
P'ra nos despertar
Eia mais um braço
E outro braço
Nos conduz irmao


Sempre a nossa fome
Nos consome
Dá-me a tua mão


Ergue-te ó Sol de Verao
Somos nós os teus cantores


Da matinal cançao
Ouvem-se já os rumores
Ouvem-se já os clamores
Ouvem-se já os tambores



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Terça-feira, 13.09.11

Maria de Medeiros

Conhecemo-la mais como actriz, mas a sua voz já não é nenhuma estranha, a solo ou na companhia de um Legendary Tigerman, por exemplo. Maria de Medeiros actua em Olhão no dia 17 de Setembro.

 

A cantora apresenta "Penínsulas & Continentes", o sucessor de "A Little More Blue". O título do álbum deixa adivinhar o conteúdo: uma viagem pela memória musical de Maria, da diáspora, da língua portuguesa e não só. Tão depressa canta Zeca Afonso como se lança a um tema de Lenine, de Nino Rota ou do Duo Ouro Negro.

 

Olhão, Auditório Municipal de Olhão - Av. Dr. Francisco Sá Carneiro, lote B3 r/c

 

Dia 17-09-2011
Sábado às 21h30

 

Via Público



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