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Letra
Abres a porta e vais embora
Nem te despedes de mim
Meu amor não fugias agora
Está a chegar a hora
De voltar pra o pé de ti
Deixas a chave à entrada
Num vaso com flores para ti
Nesta última jogada
Vês que ao sair de casa
Não tens como voltar pra mim
Sei, se a noite leva o dia
Não há mais sol para ver
Sei que não voltas aqui
E eu, feito cobarde
Não sigo em frente
Espero por ti
Deixas dor na minha voz
Fica tão áspera de pena
E todos os versos sobre nós
São agora mais que um poema
Pra ler um dia
Se formos avós
Digo baixinho ao ouvido
De quem me quiser ouvir
O meu sonho é ficar contigo
E se eu um dia consigo
Juro nunca mais
Vais fugir de mim
Sei, se a noite leva o dia
Não há mais sol para ver
Sei que não voltas aqui
E eu, feito cobarde
Não sigo em frente
Espero por ti
Letra e Música/Lyrics and Music: Guilherme Alface, João Direitinho

“Copo Meio Cheio”, o novo álbum do fadista Marco Rodrigues, que teve a sua primeira apresentação ao vivo no passado dia 16 de Setembro, no palco principal do Festival Caixa Alfama, entrou diretamente para o 7º lugar do Top Nacional de Vendas.
Agora, Marco Rodrigues está na Rússia, onde se apresentará hoje em Moscovo. Depois parte para a Letónia, com concerto marcado no dia 30 de Setembro em Riga. Dia 7 de Outubro está de volta a Portugal para um concerto na Casa das Artes em Arcos de Valdevez.
As canções do novo álbum têm sido recebidas com grande entusiasmo. O single “O Tempo”, escrito e composto por Diogo Piçarra e que em apenas 1 semana já conta com mais de 40.000 visualizações no YouTube, foi escolhido para sonorizar a nova novela da TVI “A Herdeira”.
Recorde-se que em “Copo Meio Cheio” Marco Rodrigues desafiou uma série de novos compositores e letristas da música pop nacional como: Diogo Piçarra, Guilherme Alface e João Direitinho, dois membros dos ÁTOA que compuseram o primeiro single “Fado do Cobarde”, Carlão, Luísa Sobral, Capicua, Agir, Pedro da Silva Martins (Deolinda), Tiago Pais Dias e Marisa Liz (Amor Electro), ou Boss AC.
Com produção de Tiago Machado, “Copo Meio Cheio” não é um disco de fado, não é um disco de pop, é um disco de Marco Rodrigues, onde a sua identidade e a sua incrível capacidade interpretativa se encontram mais definidas do que nunca.

Chega finalmente hoje às lojas o novo álbum de Marco Rodrigues, “Copo Meio Cheio”, sucessor do aclamado “Fados do Fado”, nomeado para um Grammy Latino na categoria de melhor álbum folk. “Copo Meio Cheio” é um trabalho desafiante que levou o fadista a colaborar com uma série de novos compositores e letristas da música pop nacional.
“O Tempo”, o mais recente tema retirado deste novo álbum, foi composto por Diogo Piçarra. Já “Fado do Cobarde”, o primeiro single, foi composto por Guilherme Alface e João Direitinho, dois membros dos ÁTOA. Entre os compositores desafiados por Marco Rodrigues para embarcarem consigo neste “Copo Meio Cheio” estão ainda Carlão, Luísa Sobral, Capicua, Agir, Pedro da Silva Martins (Deolinda), Tiago Pais Dias e Marisa Liz (Amor Electro), ou Boss AC, com quem já tinha colaborado no álbum “Tantas Lisboas”, no grande sucesso “O Homem do Saldanha”.
Com produção de Tiago Machado, “Copo Meio Cheio” não é um disco de fado, não é um disco de pop, é um disco de Marco Rodrigues, onde a sua identidade e a sua incrível capacidade interpretativa se encontram mais definidas do que nunca.
O fadista traz para este novo álbum instrumentos que já tinha utilizado em “Tantas Lisboas” como piano, percussão e bateria, mas dá-lhes mais espaço. Já alguns dos compositores e autores desta nova geração com que agora gravou são bem surpreendentes uma vez que se estrearam na escrita para fado. Alguns temas não são fados, mas a alma do fado é trazida pela interpretação de Marco Rodrigues.
No entanto, Marco Rodrigues fez questão de não deixar de fora do seu novo disco o fado tradicional, que ganha nova vida com letras de Luísa Sobral, Capicua e Carlão.
Estas e muitas outras surpresas serão reveladas amanhã no festival Caixa Alfama, onde o fadista apresentará os temas de “Copo Meio Cheio”, contando para a ocasião com um convidado muito especial: o rapper Boss AC.
Letra
O tempo não espera pela gente mas eu espero por ti
O tempo quer ser indiferente, só eu te quero aqui
Por mais que eu te diga, mesmo que eu consiga
O tempo não espera por mim
O tempo não espera pela gente se não fugirmos daqui.
Sei que não vai ser diferente, só por dizer que sim
Querer-te despida, na pele de rendida
No meu tempo, não era assim
Mas por mais que a vida, não cure as feridas
O tempo irá curar por si.
Não sou de ferro,
Nem tenho armas,
Apenas a música para ti.
Porque eu também choro,
Quando me desarmas,
E agora canto o que perdi.
Porque houve um tempo em que eu te tinha só para mim.
Querer-te despida, na pele de rendida
No meu tempo, não era assim
Mas por mais que a vida, não cure as feridas
O tempo irá curar por si.
Não sou de ferro,
Nem tenho armas,
Apenas a música para ti.
Porque eu também choro,
Quando me desarmas,
E agora canto o que perdi.
Porque houve um tempo em que eu te tinha só para mim.
Só para mim...
Não sou de ferro,
Nem tenho armas,
Apenas a música para ti.
Só espero que o tempo te traga... até mim.
Letra e Música/Lyrics and Music: Diogo Piçarra
Com o meu agradecimento à Caitlin pelo envio da letra

Depois do sucesso de “Fado do Cobarde”, Marco Rodrigues desvenda mais uma canção retirada do aguardado novo álbum de estúdio, “Copo Meio Cheio”, que será editado no próximo dia 15 de setembro.
“O Tempo”, o novo single, foi escrito e composto por Diogo Piçarra e o vídeo, realizado por Marcos Cosmos, já está disponível.
Este novo single é exemplo da refrescante nova abordagem que Marco Rodrigues traz para a sua música em “Copo Meio Cheio”, tendo por isso desafiado um nome marcante da música pop nacional como Diogo Piçarra para compor uma canção para este disco.
Além de Piçarra, no novo álbum, Marco Rodrigues rodeou-se de novos compositores e letristas como Carlão, Luísa Sobral, Capicua, Agir, Pedro da Silva Martins e Luis José Martins (Deolinda), Tiago Pais Dias e Marisa Liz (Amor Electro) Boss AC, Agir, ou João Direitinho e Guilherme Alface (ÁTOA), entre outros.
“Copo Meio Cheio” não é um disco de fado, não é um disco de pop, é um disco de Marco Rodrigues, onde a sua identidade e a sua incrível capacidade interpretativa se encontram mais definidas do que nunca.
Alguns dos compositores e autores desta nova geração com que agora gravou são bem surpreendentes, uma vez que se estrearam na escrita para fado. Alguns temas não são fados, mas a alma do fado é trazida pela interpretação de Marco Rodrigues.
“Copo Meio Cheio” será apresentado pela primeira vez ao vivo no festival Caixa Alfama, em Lisboa, já no dia 16 de setembro, concerto que contará como convidado especial com o rapper Boss AC, que escreveu a letra do tema de abertura deste novo disco, “Não Podia Estar Melhor”.
O novo álbum sucede a “Fados do Fado”, nomeado para um Grammy Latino na categoria de melhor álbum folk.
Letra
Não encontrei a letra desta música
“Fado Do Cobarde”
Letra e Música/Lyrics and Music: Guilherme Alface, João Direitinho
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Marco Rodrigues entrou ontem em estúdio para gravar o álbum que irá suceder a ‘Fados do Fado’, nomeado para um Grammy Latino na categoria Melhor Álbum Folk.
O novo disco, com edição prevista para Junho, terá produção de Tiago Machado, com quem já tinha trabalhado no acalmado disco ‘Tantas Lisboas’ e em “EntreTanto”.
Em estúdio, a acompanhar Marco Rodrigues, está o seu habitual trio de fado composto por Nelson Aleixo na viola de fado, Frederico Gato no baixo acústico e Pedro Viana na guitarra portuguesa, mas este não será um tradicional disco de fado. Muitas surpresas serão reveladas em breve.
Ainda esta semana, Marco Rodrigues viajará até França, para dois concertos em Sucy-en-Brie, Paris, nos dias 24 e 25 de Fevereiro.
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Marco Rodrigues
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Fadista vai levar o seu "Fados do Fado" a Buenos Aires e Bogotá
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Marco Rodrigues prepara-se para apresentar o seu mais recente álbum, "Fados do Fado", ao outro lado do Oceano Atlântico, para uma série de datas pela América do Sul. O fadista vai passar pelas cidades de Buenos Aires e Bogotá, para concertos integrados nos Festivais do Fado destas cidades.
Estes espetáculos surgem numa fase muito rica do percurso de Marco Rodrigues a nível internacional, depois de já ter apresentado o seu "Fados do Fado" em países como Bélgica, França ou Angola. O fadista foi ainda o único intérprete português a ser convidado a participar no álbum "El Alma del Son – Tributo a Matamoros", que foi nomeado para um Grammy Latino.
O álbum que agora Marco Rodrigues apresentará na América do Sul é um trabalho genuinamente diferente num percurso que desde o início se descreveu como ímpar. "Fados do Fado" foi produzido por Diogo Clemente (que no passado já trabalhou com vozes como Mariza ou Raquel Tavares) e é um álbum dedicado aos homens do fado. "Ai Se os Meus Olhos Falassem", "Trigueirinha", "Vendaval" ou "Rosinha dos Limões" são pedras preciosas que remetem para nomes como Carlos do Carmo, mas também para Tristão da Silva, Jorge Fernando ou Tony de Matos, entre tantos outros.
Em junho Buenos Aires e Bogotá terão assim oportunidade de ouvir uma das vozes mais carismáticas do fado atual que carrega em si uma parte importante da sua história, o que torna Marco Rodriguesverdadeiramente único.
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Letra
Sou da noite um filho noite
Trago rugas nos meus dedos
De contarem os segredos
Nas altas fontes do amor
E canto porque é preciso
Raiar a dor que me impele
E gravar na minha pele
As fontes da minha dor
Noite companheira dos meus gritos
Rio de sonhos aflitos
Das aves que abandonei
Noite céu dos meu casos perdidos
Vêm de longe os sentidos
Nas canções que eu entreguei
Oh minha mãe de arvoredos
Que penteias a saudade
Com que vi a humanidade
A minha voz soluçar
Dei-te um copo de segredos
Onde risquei minha mágoa
E onde bebi essa água
Que se prendia no ar
Noite companheira dos meus gritos
Rio de sonhos aflitos
Das aves que abandonei
Noite céu dos meu casos perdidos
Vêm de longe os sentidos
Nas canções que eu entreguei x2
Trigueirinha de olhos verdes
Vê lá se perdes, teu ar trocista
Com tua graça travessa
Perde a cabeça, qualquer fadista
Se és cantadeira de brio
Vem cantar ao desafio, mas toma tino
Não dês um passo mal dado
Porque o teu xaile traçado já traçou o meu destino
Bate o fado trigueirinha
Dá-me agora a tua mão
Trigueirinha acerta o passo
No bater do coração
Atira-me uma cantiga de amor
Que diga coisas do fado
Uma cigana que amava
Como eu gostava, de ser amado
Ao trinar duma guitarra
Se desfez aquela amarra que nos prendeu
Que triste fado afinal
Tu é que fizeste o mal e quem o paga sou eu

MARCO RODRIGUES
De 30 de outubro a 8 de novembro o fadista atuará em várias Fnac de Lisboa e Porto

MARCO RODRIGUES
"El Alma del Son - Tributo a Matamoros"
Letra

MARCO RODRIGUES
"Fados do Fado" entrou nas tabelas de vendas
MARCO RODRIGUES
QUARTO ÁLBUM MARCA HOMENAGEM AOS HOMENS DO FADO
"Fados do Fado" sai amanhã e marca o arranque das edições mundiais à sexta-feira
Letra
Nunca tive tanto amor p'ra oferecer
E sem ter a quem o dar vivo tão triste
Já nem percebo se é dor ou se é prazer
O que sinto ao recordar quando partiste
Já nem percebo se é dor ou se é prazer
O que sinto ao recordar quando partiste
Sinto ter chegado ao fim e no entanto
Sei que o fim volta ao início para nós
E que vai nascer em mim e no meu canto
Esta dor que é o meu vício e minha voz
E que vai nascer em mim e no meu canto
Esta dor que é o meu vício e minha voz
Hei-de por os teus lençóis na minha cama
Para quando adormecer longe de ti
Lembrar que uma vida a dois para quem ama
É razão p'ra se viver como eu vivi
Lembrar que uma vida a dois para quem ama
É razão p'ra se viver como eu vivi
E se hei-de entregar ao fado o nosso amor
Este amor que terminou ao começar
Mesmo que eu esteja calado e sem compor
É no fado que eu me dou por te adorar
Mesmo que eu esteja calado e sem compor
É no fado que eu me dou por te adorar
MARCO RODRIGUES
QUARTO ÁLBUM MARCA HOMENAGEM AOS HOMENS DO FADO
Letra
Quando ela passa, franzina e cheia de graça,
Há sempre um ar de chalaça, no seu olhar feiticeiro.
Lá vai catita, cada dia mais bonita,
E o seu vestido, de chita, tem sempre um ar domingueiro.
Passa ligeira, alegre e namoradeira,
E a sorrir, p'rá rua inteira, vai semeando ilusões.
Quando ela passa, vai vender limões à praça,
E até lhe chamam, por graça, a Rosinha dos limões.
Quando ela passa, junto da minha janela,
Meus olhos vão atrás dela até ver, da rua, o fim.
Com ar gaiato, ela caminha apressada,
Rindo por tudo e por nada, e às vezes sorri p'ra mim...
Quando ela passa, apregoando os limões,
A sós, com os meus botões, no vão da minha janela
Fico pensando, que qualquer dia, por graça,
Vou comprar limões à praça e depois, caso com ela
Espectáculo "Há Fado no Cais" marca regresso aos palcos lisboetas
MARCO RODRIGUES
Atua com Maria Gadú nos Coliseus
Letra
Sem capricho ou presunção
Nesta torre de papel
Deita sete olhares de mel
Em metade de um limão
Na noite mais traiçoeira
Ruim, medonha, brutal
Descontada a pasmaceira
Do inferno do normal
Se me vires a cara séria
Juiz, togado ou em fralda
A julgar faltas, à balda
Num tribunal multimédia
E tomado o pensamento
Por rombo, machado ou moca
Pega no laser da moda
Dou-te o meu assentimento
Se me vires, por fraqueza
Por perfídia ou aflição
Mergulhado na tristeza
Com que se mói a razão
E servi-la à sobremesa
Das ceias da frustração
Assentado na baixeza
O programa da nação
Por favor peço-te só
Não te demores, vem logo
Traz gasolina, põe fogo
Meu amor, não tenhas dó
Marco Rodrigues: apresentações em Portugal e Espanha
O Festival Iberia Huesca Folk 2013, que se realiza perto de Barcelona, conta no alinhamento do dia 9 de Agosto, com a presença de Marco Rodrigues. “Coração olha o Que Queres”, “Do Chiado ao Bairro Alto”, “A Rima Mais Bonita”, entre outros temas, são o foco da prestação ao vivo do artista.
Em Portugal estão já marcadas apresentações na Figueira da Foz, Estoril, Lisboa Amadora, Caldas da Rainha, entre outras cidades do país.
Marco Rodrigues esteve recentemente em estúdio para gravar um dueto com Carlos do Carmo. A música consta do alinhamento do disco que comemora os 50 anos de carreira de Carlos do Carmo. A edição está prevista para Outubro.
Próximas datas de Marco Rodrigues:
27 Jul – Casino / Figueira da Foz
28 Jul – Avis / Portalegre
9 Ago – Iberia Huesca / Espanha
11 Ago – Serenatas / Arcos de Valdevez
23 Ago – Feira do Artesanato / Estoril
21 Set – Festival Caixa Alfama / Lisboa
19 Out – Recreios / Amadora
28 Out – Centro Cultural / Caldas da Rainha

Boss AC, Pedro Abrunhosa e o fadista Marco Rodrigues vão atuar na feira de Avis, no distrito de Portalegre, que decorre de 26 a 28 deste mês com um programa dominado pela música, divulgou hoje o município.
Os espetáculos decorrem nas três noites do evento, no parque de feiras e exposições da vila, com Boss AC a atuar no dia de abertura, Pedro Abrunhosa, dia 27, e o fadista Marco Rodrigues, no encerramento.
O presidente do município, Manuel Coelho, explicou hoje à agência Lusa que o certame constitui "o maior evento do concelho e um dos mais emblemáticos do norte alentejano", oferecendo aos visitantes três dias de uma oferta cultural variada dirigida a públicos de todas as idades.
Segundo o autarca, o certame representa "uma aposta na valorização das potencialidades naturais, culturais e económicas do concelho" e que oferece aos visitantes muita música, atividades desportivas, exposições, mostra de artesanato e tasquinhas.
Segundo o município, a Feira de Avis, apesar de o programa ser dominado pela música, é um certame apostado numa envolvente económica, "interagindo de forma dinâmica com a comunidade residente, com o turismo e com os agentes culturais".
O certame, promovido pelo município, conta com o apoio das juntas de freguesia, associações e coletividades daquele concelho do distrito de Portalegre.
Retirado do Sapo Música
Letra
Entre a rosa desfolhada
e o espinho que fere a mão
entre a poeira da estrada
e a escada sem corrimão
Entre a mancha na parede
e a falha no vitral
entre o deserto de sede
e a montanha de sal
Entre o estore avariado
e o moscardo na vidraça
entre o cigarro apagado
e o veneno na taça
Entre a arma que se aponta
e a mão que não se estende
entre o mal com que se conta
e o bem que não se defende
Entre o grito e o segredo
presença tão calculada
entre a loucura e o medo
ausência tão arriscada
Entre o disco repetido
e o silêncio pesado
a mesa de pé partido
e o verso de pé quebrado
Entre a margem e o fundo
entre mim e tanta gente
entre esta casa e o mundo
entre tanto, tão diferente
Em constante recomeço
passa o tempo, muda o espaço
entretanto eu entristeço
mas não cedo no que faço
E entre o que não é nada
e tudo aquilo que enfrento
há uma rima encontrada
um novo fado que invento.
Letra
Do Chiado ao Bairro Alto
Traço as linhas pra te ver
Do eléctrico a correr, saio tropeço no asfalto
Que mais vai acontecer?
Boina torta, bota suja
Espero que ela não fuja de coração na mão
Hoje vou-te conhecer
Vou gostar de ti ou não
Amanheceu e a sorrir eu acordei, atordoado
Vá lá que o sonho já tinha acabado
A imaginar o teu rosto e a cantar, aperto o laço
Vou pôr a minha boina preferida
Pego a carteira, já estou pronto pra saída
Do Chiado ao Bairro Alto
Traço as linhas pra te ver
Pró eléctrico a correr, entro e tropeço no salto
Que mais vai acontecer?
Boina torta, bota suja
Espero que ela não fuja de coração na mão
Hoje vou-te conhecer
Vou gostar de ti ou não
Um malmequer como sempre na lapela fica-me bem
Roubei-o porque não tinha um vintém
Pus o perfume que nunca me deixou mal, é o costume
Mas desta vez parece ser diferente
Ou serei eu que vejo amor em toda a gente
Do Chiado ao Bairro Alto
Traço as linhas pra te ver
Do eléctrico a correr, saio tropeço no asfalto
Que mais vai acontecer?
Boina torta, bota suja
Espero que ela não fuja de coração na mão
Hoje vou-te conhecer
Vou gostar de ti ou não
Sempre a subir, cabelo despenteado e atrasado
Vá lá que o Bairro Alto é aqui ao lado
A tua voz não me sai do pensamento e dá-me alento
Pra descobrir os olhos que imagino
Valer a pena tropeçar em desatino
Vejo-te então e o bater do coração chegou enfim
És mais do que sonhava para mim
E o mal querer do malmequer chegou ao fim
Música
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Cultura
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Músicos Portugueses