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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

  Letra   Recebi o teu bilhete Para ir ter ao jardim A tua caixa de segredos Queres abri-la para mim E tu não vais fraquejar Ninguém vai saber de nada Juro não me vou gabar A minha boca é sagrada De estar mesmo atrás de ti Ver-te da minha carteira Sei de cor o teu cabelo Sei o shampoo a que cheira Já não como já não durmo E eu caia se te minto Haverá gente informada Se é amor isto que eu sinto Refrão: Quero o meu primeiro beijo Não quero ficar impune E dizer-te cara (...)
  Letra   O meu amor tem lábios de silêncio E mão de bailarina E voa como o vento E abraça-me onde a solidão termina O meu amor tem trinta mil cavalos A galopar no peito E um sorriso só dela Que nasce quando a seu lado eu me deito O meu amor ensinou-me a chegar Sedento de ternura Separou as minhas feridas E pôs-me a salvo para além da loucura O meu amor ensinou-me a partir Nalguma noite triste Mas antes, ensinou-me A não esquecer que o meu amor existe  
    Letra   Procura por mim Quando for já logo à noite na praia Com o sol a derreter-se enfim Procura por mim Com o vento por saia E em lugar de suor o sargaço. Eu estarei quieto e assim sozinho Cheio das dúvidas do universo À tua espera A desenhar o caminho Para te escrever em verso No meu regaço. O abraço.
  A data de 09 de Janeiro para o concerto de Mafalda Veiga no CCB encontra-se esgotada. A data extra será 10 de Janeiro.   "Todas as palavras tocam", o espectáculo que Mafalda Veiga levará ao Centro Cultural de Belém (CCB) no dia 10 de Janeiro encontra-se esgotado. Dai que tenha sido criada uma data extra, que será a 09 de Janeiro. Neste espectáculo acústico, (...)
  Letra   Tiritas pa este corazón partío. Ti-ri-ti-tando de frio Tiritas pa este corazón partío, Pa este corazón Ya lo ves, que no hay dos sin tres, que la vida va y viene y que no se detiene... Y, qué sé yo, pero miénteme aun que sea, dime que algo queda entre nosotros dos, que en tu habitación nunca sale el sol, ni existe el tiempo, ni el dolor. Llévame si quieres a perder, a ningún destino, sin ningún por qué. Ya lo sé, que corazón que no ve es corazón que no siente, (...)
    Letra   Por mais que a vida nos agarre assim Nos troque planos sem sequer pedir Sem perguntar a que é que tem direito Sem lhe importar o que nos faz sentir Eu sei que ainda somos imortais Se nos olhamos tão fundo de frente Se o meu caminho for para onde vais A encher de luz os meus lugares ausentes É que eu quero-te tanto Não saberia não te ter É que eu quero-te tanto É sempre mais do que eu te sei dizer Mil vezes mais do que eu te sei dizer Por mais que a vida nos (...)
    letra   O bando debandou subindo do arvoredo do vácuo que ficou no fim do seu degredo as asas abrem chagas no acinzar do entardecer e amansam a agonia do dia a escurecer ensombram a ribeira e o verde da seara e passam pela eira em que o sol se pousara nas gotas do orvalho luarento e vacilante refrescam o cansaço e dormem um instante Pássaros do sul bando de asas soltas trazem melodias p'ra cantar às moças em noites de romaria em noites de romaria  no adejo da alvorada o (...)
  Letra   Ninguém disse que os dias eram nossos Ninguém prometeu nada  Fui eu que julguei que podia arrancar sempre  Mais uma madrugada  Ninguém disse que o riso nos pertence  Ninguém prometeu nada  Fui eu que julguei que podia arrancar sempre  Mais uma gargalhada  E deixar-me devorar pelos sentidos  E rasgar-me do mais fundo que há em mim Emaranhar-me no mundo E morrer por ser preciso  Nunca por chegar ao fim  Ninguém disse que os dias eram nossos Ninguem prometeu (...)
  letra   Esperei-te no fim de um dia cansado À mesa do café de sempre O fumo, o calor e o mesmo quadro Na parede já azul poente Alguém me sorri do balcão corrido Alguém que me faz sentir Que há lugares que são pequenos abrigos Para onde podemos sempre fugir Da tarde tão fria há gente que chega E toma um café apressado E há os que entram com o olhar perdido À procura do futuro no avesso do passado O tempo endurece qualquer armadura E às vezes custa arrancar Muralhas (...)
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