Sexta-feira, 12.08.16

 

Letra

 

Olha a estrela de Alba
Chama da manhã

Ó manhã, o teu abraço
Oxalá
Me não apague
A paixão da minha alma

Ó paixão
Nem a manhã
Apaga a luz que tem a chama do teu belo olhar

Já é hora da chamada
Alto cantei

 

 



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Letra

 

Adeus, dissemos
E nada mais de então ficou
De asas quebradas
Foi a ave branca que voou
Voa lá alto, que eu morro, bem sei, sem voltar
Cantem as aves do monte qu'eu fui ver o mar.. .

Ai,
Não sei de mim;
Ai,
Não sinto nada..
Ai,
E nem,
Voltei.

 



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Quinta-feira, 11.08.16

 

Letra

 

Os teus olhos são vitrais
Que mudam de cor com o céu
E quando sorriem, iguais...
E quando sorriem, iguais...
Quem muda de cor sou eu

Tomara teus olhos vissem
O amor que trago por ti
Nem o entardecer me acalma...
Nem o entardecer me acalma...
Na ânsia de te ter aqui

E o teu perfume, o incenso
Os ecos de uma oração
Misturam-se num esboço imenso
Afogam-se na solidão

Fui para um templo de pedra
Escolhi um recanto isolado
Que me faça esquecer tua voz...
Esquecer-me da tua voz...
Que me faça acordar do passado

Escondida em sítio sagrado
E não me apetece o perdão
Devo estar enfeitiçada
Náufrago do coração

E o teu perfume, o incenso
Os ecos de uma oração
Misturam-se num esboço imenso
Afogam-se na solidão

Não sei se perdoo o meu fado
Não sei se consigo enfim
Um dia esquecer que teus olhos
Sorriem, mas não para mim

 



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Quinta-feira, 15.10.15

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Sei lá
Se sinto mais
quando tu estás
ou quando vais

Sei lá
tudo que estás
se é bom assim
ou se é demais

Sei Lá
se voltarás
ou se afinal
nunca virás
Virás ou não virás
se voltarás
não sei, sei lá

Mas sim
eu fico aqui
na ilusão
que te perdi

Perdi
ou não perdi
não sei se não
não sei se sim

Sei Lá
se voltarás
ou se afinal
nunca virás
virás ou não virás
se voltarás
não sei, sei lá

Sei Lá
se voltarás
ou se afinal nunca virás
virás ou não virás
se voltarás
não sei, sei lá

 



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Quarta-feira, 07.10.15

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Sexta-feira, 02.10.15

 

 

Letra

 

Na porta daquela igreja vai um grande corrupio (2x)
Nas voltas duma coisa velha reina grande confusão (2x)
Os putos já fogem dela deita o fogo a rebentar (2x)
Soltaram uma vaca em chamas com um homem a guiar (2x)
São voltas, ai amor são voltas
são as voltas
são as voltas da maralha
Ai são voltas
Ai amor são voltas
são as voltas da canalha
Ai são voltas
Sete voltas
São as voltas da maralha
Ai são voltas
Sete voltas
São as voltas da canalha

Na porta daquela igreja vive o ser tradicional (2x)
Nas voltas duma coisa velha e não muda a condição (2x)
Na porta daquela igreja vai um grande corrupio (2x)
Nas voltas duma coisa velha reina grande confusão (2x)
São voltas
Ai amor são voltas
São as voltas
São as voltas da maralha
Ai são voltas, ai amor são voltas da canalha
Ai são voltas

Sete voltas
São as voltas da maralha
Ai são voltas
Sete voltas
São voltas da canalha

 



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Letra

 

Agora,
que lembro,
As horas ao longo do tempo;

Desejo,
voltar,
voltar a ti,
desejo te encontrar;

Esquecida,
em cada dia que passa,
nunca mais revi a graça
dos teus olhos
que eu amei.

Má sorte, foi amor que não retive,
e se calhar distraí-me...
- Qualquer coisa que encontrei.

 



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Terça-feira, 22.09.15

Madredeus - Capricho Sentimental

Madredeus - Capricho Sentimental

Edição a 30 de Outubro


A Antena 1 estreia em exclusivo de 21 a 27 de Setembro uma canção do novo álbum dosMadredeus.

"O novo disco dos Madredeus, “Capricho Sentimental” vai ser editado pela Sony em 30 de Outubro.

O disco é composto por 14 canções escritas por Pedro Ayres Magalhães e Carlos Maria Trindade para a nova voz do grupo, Beatriz Nunes, uma jovem cantora de formação académica, licenciada em Belas Artes, Canto Clássico pelo Conservatório de Lisboa e Canto de Jazz pela ESML, que algumas pessoas já tiveram ocasião de conhecer no disco e tournée “Essência”, em 2012/2013, quando os Madredeus celebraram os seus 25 anos, com uma digressão e um disco com uma escolha de canções de entre todo o repertório editado até essa data.

As 14 canções que escrevemos para Beatriz Nunes, são acompanhadas por um novo grupo de instrumentos, constituído por Harpa, Violoncelo e os habituais Guitarra e Sintetizadores.

Com este novo repertório, pretendemos criar uma atmosfera muito variada de melodias cantadas em português, acompanhadas de motivos instrumentais sugestivos e assim preencher o silêncio das salas com a invocação dos sentimentos amorosos da saudade e questões existenciais contemporâneas.

O disco foi gravado nos Estudios Saafran, no Montijo, em Abril de 2015, por António Pinheiro da Silva e Luciano Barros. Foi misturado e masterizado por António Pinheiro da Silva e Pedro Ayres Magalhães no estúdio particular de António Pinheiro da Silva entre Junho e Agosto de 2015.

Os instrumentistas são:

Beatriz Nunes – Voz
Ana Isabel Dias – Harpa
Pedro Ayres Magalhães – Guitarra Clássica
Carlos Maria Trindade – Sintetizadores
Luís Clode – Violoncelo

01. Existimos no Céu – Letra e música de Pedro Ayres Magalhães
02. Sei Lá – Letra e música de Pedro Ayres Magalhães
03. Águas Passadas – Letra e música de Carlos Maria Trindade
04. Ouve as Ondas do Mar - Letra e música de Pedro Ayres Magalhães
05. Mil Segredos -– Letra e música de Carlos Maria Trindade
6. Ás Vezes Vem a Tristeza – Letra e música de Pedro Ayres Magalhães
07. Ideal d’Amor –– Letra e música de Pedro Ayres Magalhães
08. O Amor é Sagrado– Letra e música de Pedro Ayres Magalhães –
09. Luz Rosa Poente -– Letra e música de Carlos Maria Trindade
10. Pérolas de Sal -– Letra e música de Pedro Ayres Magalhães
11. A Espiral -– Letra e música de Pedro Ayres Magalhães
12. A Hora Mais Triste – Letra e música de Pedro Ayres Magalhães
13. Depois de Ti -– Letra e música de Pedro Ayres Magalhães
14. Na Lusitânia – Letra e música de Pedro Ayres Magalhães

Esperamos que gostem."

Pedro Ayres Magalhães
 
Retirado de Antena 1


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Terça-feira, 06.05.14

 

 

Letra

 

 

Haja o que houver
Eu estou aqui
Haja o que houver
espero por ti

Volta no vento ô meu amor
Volta depressa por favor
Há quanto tempo, já esqueci
Porque fiquei, longe de ti
Cada momento é pior
Volta no vento por favor...

Eu sei quem és
pra mim
Haja, o que houver
espero por ti...

Há quanto tempo, já esqueci
Porque fiquei, longe de ti
Cada momento é pior
Volta no vento por favor

Eu sei quem és
pra mim
Haja, o que houver
espero por ti...




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Quarta-feira, 11.12.13

Madredeus celebram 25 anos no CCB e na Casa da Música

Os Madredeus, no novo formato – guitarra clássica, sintetizadores, violinos, violoncelo e voz – , sob a liderança de Pedro Ayres Magalhães, tocam na quinta-feira no Centro Cultural de Belém, no périplo celebrativo dos 25 anos de carreira.


Os atuais Madredeus reúnem Pedro Ayres Magalhães (guitarra clássica), fundador da banda, Carlos Maria Trindade (sintetizadores), que a integra desde 1994, e os recentes “companheiros de jornada” Beatriz Nunes (voz), os violinistas Jorge Varrecoso e António Figueiredo e o violoncelista Luís Clode.

 

A nova formação gravou no ano passado, quando se iniciaram as comemorações do quarto de século de atividade, o álbum “Essência”, que constitui o veio do concerto que apresenta na quinta-feira, no grande auditório do CCB, e no domingo, na Casa da Música, no Porto.

 

As treze músicas, com novos arranjos, registadas em “Essência”, percorrem os registos dos diferentes álbuns do grupo desde “Os Dias da Madredeus” (1987) até “Metafonia” (2008), passado por “Existir” (1990), “Espírito da Paz” (1994), “O Paraíso” (1997) e “Movimento” (2001)

 

A seleção é uma amostra da nova vida dos Madredeus em palco, recaiu sobre clássicos absolutos e temas um pouco mais secretos como “Ao Longe o Mar”, “O Pomar das Laranjeiras”, “Palpitação”, “A Sombra”, “A Confissão”, “O Navio”, “Coisas Pequenas” e, entre outros temas, “Adeus e Nem Voltei”.

 

Das 180 canções editadas pelos Madredeus, ao longo da sua existência, “foi selecionado um grupo que, por um lado, revisita o reportório todo e, por outro lado, pode viver bem com a nova instrumentação”, explicou á Lusa Ayres Magalhães.

 

A nova formação resulta do anterior formato dos Madredeus & A Banda Cósmica, que incluía bateria, harpa e duas vozes femininas.

 

Para Pedro Ayres Magalhães, que passou por alguns grupos históricos da música portuguesa, como os Heróis do Mar e os Faíscas, os novos Madredeus surgem “essencialmente à volta da ideia de tocar ao vivo”.

 

Esta nova formação estreou-se em abril do ano passado nas Caldas da Rainha, e, seguindo as pisadas do grupo inicial, já tocou em Inglaterra, Espanha, França, Suíça, Hungria, Turquia, entre outros países.

 

Ao longo da sua existência os Madredeus passaram por diferentes fases, a que corresponderam distintas formações instrumentais, sendo trio constituído pela guitarra, sintetizadores e voz feminina, a presença constante na base da formação. “Desta vez acompanhamos esse trio com dois violinos e um violoncelo, garantidos por músicos da Sinfónicas Portuguesa”, disse Ayres Magalhães.

 

O grupo foi criado em 1986, sob a liderança de Pedro Ayres Magalhães (ex-Heróis do Mar, Corpo Diplomático, etc.), tendo sido as instalações do Teatro Ibérico (antiga igreja do Convento de Xabregas) o seu primeiro local de ensaios, de onde se inspiraram para dar nome ao grupo (Convento da Madre de Deus), que experimentava tocar música em português com instrumentos acústicos.

 

O grupo era ainda constituído por Rodrigo Leão, nos teclados, Gabriel Gomes, no acordeão, e Francisco Ribeiro, que faleceu em 2010, no violoncelo, aos quais se juntou depois a voz de Teresa Salgueiro.

 

Retirado do Sapo Música



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Domingo, 19.05.13

 

Letra

 

Maio maduro Maio, quem te pintou? 
Quem te quebrou o encanto, nunca te amou. 
Raiava o sol já no Sul. 
E uma falua vinha lá de Istambul.

 

Sempre depois da sesta chamando as flores. 
Era o dia da festa Maio de amores. 
Era o dia de cantar. 
E uma falua andava ao longe a varar.

 

Maio com meu amigo quem dera já. 
Sempre no mês do trigo se cantará. 
Qu'importa a fúria do mar. 
Que a voz não te esmoreça vamos lutar.

 

Numa rua comprida El-rei pastor. 
Vende o soro da vida que mata a dor. 
Anda ver, Maio nasceu. 
Que a voz não te esmoreça a turba rompeu.



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Quarta-feira, 28.11.12

O regresso de Madredeus por Antologia


Compilação apresentada em duas versões distintas, um CD com 18 canções e um CD duplo com 30 canções. Antologia foi o nome dado ao trabalho que reúne temas desde 1987 a 2005.


Com este lançamento, a EMI Music Portugal pretende homenagear o percurso de uma banda que marcou a história na música Portuguesa e a levou a território internacional.

 

Esta compilação reúne momentos essenciais da banda, recordando os álbuns: “Os dias da Madredeus” (1987) ; “Existir” (1990); “O Espírito da Paz” (1994); “Ainda” (1994, banda sonora do filme Lisbon story, de Wim Wenders); “O Paraíso” (1997); “Movimento” (2001); “Um amor infinito” (2004) e “Faluas do Tejo” (2005).

 

Ambas as versões incluem o tema “As brumas do futuro”, tema composto para a banda sonora do filme “Capitães de Abril”.

 

Antologia concentra nas duas versões aquilo que melhor caracteriza os Madredeus: temas de inspiração campestre, pastoril, urbana, marítima e também temas a que se podem chamar canções de distância. Junta-se a isto a imagem constante da cidade de Lisboa.

 

Ambas as edições contêm um texto de Miguel Esteves Cardoso, intitulado “Amanhã Será Há Muito Tempo”.

Rita Oliveira

 

retirado do HardMúsica



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Quarta-feira, 04.07.12

 

 

letra

 

Jurarei
Eterno amor
Saudades
A vida inteira
Ao naseer do sol
No pomar das laranjeiras

E se o dia
Não vier
Voltarei
De qualquer maneira
Só para te ver
No pomar das laranjeiras

É tão grande
O meu amor
Foi assim
Logo a primeira
Só será maior
No pomar das laranjeiras



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Sábado, 19.05.12

Madredeus levam a «Essência» ao CCB

No ano em que celebram o 25º aniversário os Madredeus regressam com novo álbum, «Essência», e nova formação, tendo também previstas uma série de iniciativas.

 

«Essência», editado no início de abril, reúne 13 canções, «selecionadas de um cancioneiro de quase duas centenas que o grupo construiu ao longo de um quarto de século recheado de sucessos», agora dotadas de novos arranjos.

 

«As 13 músicas eleitas percorrem os registos ‘Os Dias da Madredeus’ (1987), ‘Existir’ (1990), ‘Espírito da Paz’ (1994), ‘O Paraíso’ (1997), ‘Movimento’ (2001) e ‘Metafonia’ (2008), detendo-se sobretudo na primeira década dos Madredeus. A seleção, que é afinal uma amostra da nova vida dos Madredeus em palco, recaiu sobre clássicos absolutos e tesouros um pouco mais secretos, como Ao Longe o Mar, O Pomar das Laranjeiras, Palpitação, A Sombra, A Confissão, O Navio, Coisas Pequenas ou, entre outros temas, Adeus e Nem Voltei”», pode ler-se em comunicado.

 

O álbum tem estado a ser apresentado pelo país e chega agora a vez do CCB, em Lisboa, receber o grupo a 31 de maio.

 

Os Madredeus, agora compostos por Beatriz Nunes, Pedro Ayres de Magalhães, Carlos Maria Trindade, Jorge Varrecoso, António Figueiredo e Luis Clode, também levarão «Essência» aos palcos de Inglaterra, Turquia, França, Áustria, Luxemburgo, Alemanha e Suíça.

 

 

O Sapo tem para oferecer 5 convites duplos para o concerto do CCB, é aqui 

 

Retirado do Sapo Música



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Quarta-feira, 25.04.12

 

Letra

 

Sim, foi assim que a minha mao
surgiu de entre o silencio obscuro
e com cuidado, guardou lugar
a flor da primavera e a tudo
Manha de abril
e um gesto puro
coincidiu com a multidao
que tudo esperava e descobriu
que a razao de um povo inteiro
leva tempo a construir
Ficamos nos
so a pensar
se o gesto fora bem seguro
Ficamos nos
a hesitar
por entre as brumas do futuro
A outra accao prudente
que termo dava
a solidao da gente
que desesperava
na calada e fria noite
de uma terra inconsolavel
Adormeci
com a sensacao
que tinhamos mudado o mundo
na madrugada
a multidao
gritava os sonhos mais profundos
Mas alem disso
um outro breve inicio
deixou palavras de ordem
nos muros da cidade
quebrando as leis do medo
foi mostrando os caminhos
e a cada um a voz
que a voz de cada era
a sua voz
a sua voz



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Terça-feira, 10.04.12

Letra

 

Ao cair da tarde
Penso sempre mais
E a luz que me invade
São as cores naturais

Cada figura
que passa por mim
nem me perturba
e eu fico assim

Longe me leva este silêncio
e o sentir que se altera
são as cores do sol

E eu fico encantada
e eu sinto-me a arder
quando o dia se apaga
fica tanto por ver



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Sexta-feira, 09.03.12

 

Letra

 

Nessa estrada que vai à montanha
Há uma casa pequena
Onde um dia eu hei-de ir morar

Encanta e vale a pena
Ver a montanha serena contra o azul profundo do mar

É lá,
É lá que eu vou sentir o vento
E posso provar a tempo todos os frutos de cada estação

Nessa estrada que vai à montanha,
Lá na casa branca,
Já deixei o meu coração

- Ai é, Ai é,
- Pois é, eu também quero ir nessa estrada, qual é?

- Ai é, Ai é,
- Pois é, eu também quero ir aí!



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Os Madredeus preparam-se para regressar à ribalta neste ano de 2012 com “Essência”, novo álbum que estará à venda nas bancas a partir de dia 02 de Abril. Constituído por um elenco de músicos muito distinto do original em que o destaque vai para a nova vocalista Beatriz Nunes, a banda portuguesa celebra os seus 25 anos de existência com uma tour mundial de divulgação deste novo trabalho.

 

“Essência” será dado a conhecer ao público nacional em dois concertos de apresentação agendados para os dias 27 de Maio, na Casa da Música, e 31 de Maio, no Centro Cultural de Belém. A par destas duas actuações no Porto e em Lisboa os Madredeus têm já confirmados a partir de dia 16 de Abril uma série de espectáculos em cidades como Istambul, Londres, Viena, Colónia, Munique e Basileia.

 

No comunicado enviado para a imprensa, os treze temas de “Essência” são equiparadas ao registo presente na música dos Madredeus ao longo de todo o seu repertório, como se fosse uma continuação da exploração das características singulares de tornaram a banda famosa.  

 
“Peças diferentes que cumprem diferentes papéis nesse drama essencial que a música do Madredeus contem, entre o apelo universal, o âmago português, as melodias e o passo que cada tema exige. De todos esses cruzamentos, emerge uma nova ideia para o Madredeus, que aqui revisita com uma nova alma um repertório que todos vão poder reencontrar sob outra luz e com um novo alento”, lê-se na caracterização fornecida pela editora Sony Music.

 

Via HardMúsica



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Quinta-feira, 01.03.12

Sétima Legião e Madredeus regressam aos palcos a assinalar os seus 30 e 25 anos de carreira

 

Sétima Legião e Madredeus regressam aos palcos a assinalar os seus 30 e 25 anos de carreira. Volta também a haver Clubbing, e Jane Birkin canta Gainsbourg na Primavera, no Porto

 

O regresso aos palcos de duas bandas que marcaram a música portuguesa nas últimas três décadas: os Sétima Legião e os Madredeus; concertos com Aloe Blacc e John Cale, a marcar o retomar das noites Clubbing em novos moldes; e a passagem pelo Porto da digressão Jane Birkin canta Gainsbourg são os pontos altos da programação não erudita da Casa da Música para o próximo trimestre, ontem anunciada no Porto.
Os Sétima Legião iniciam na Sala Suggia, a 29 de Abril, a digressão comemorativa dos 30 anos da banda fundada em 1982 por Rodrigo Leão, Pedro Oliveira e Nuno Cruz, e que viria a marcar o pop-rock nacional dessa década, deixando como património temas como Sete mares, Por quem não esqueci ou Glória. O concerto repete-se no Coliseu de Lisboa a 4 de Maio. Com a mesma sequência - no Porto, a 27 de Maio, e em Lisboa, no CCB, quatro dias depois -, os Madredeus, recém-regressados à cena musical depois da saída de Teresa Salgueiro, apresentam-se igualmente na Casa da Música com a digressão Essência, que assinala os 25 anos do grupo de Pedro Ayres Magalhães e Carlos Maria Trindade, agora também reforçado com a nova voz de Beatriz Nunes.
Mas haverá muito mais música portuguesa na Casa da Música nestes meses de Primavera: Sara Tavares canta já esta noite, seguindo-se-lhe Paulo de Carvalho (25 de Março) com o seu espectáculo de 50 anos de carreira; Mónica Ferraz (28 de Março), agora a solo com o concerto "Start Stop", depois de ter sido lançada com o projecto Mesa; Luísa Sobral (13 de Abril), com o disco "The Cherry on My Cake"; Rita Redshoes (5 de Maio), com o espectáculo "The Other Women - O Mundo nas Canções d"Elas". E também a banda Naifa, que amanhã inicia, na Casa das Artes de Arcos de Valdevez, a digressão nacional de apresentação do álbum "Não se deitam comigo corações obedientes", o primeiro desde a morte de João Aguardela, e que chegará ao Porto a 12 de Abril. 
O director artístico da Casa da Música, António Jorge Pacheco, acredita que este calendário de música portuguesa não só "reforça a diversidade como mantém a qualidade da programação", além de que a abre "a nichos da sociedade" que até agora não têm visto o seu gosto contemplado nos palcos da instituição.
Em contexto de crise - que, no entanto, não tem tido reflexo na afluência dos públicos à Casa da Música nos dois primeiros meses do ano, em que se têm registado "quase sempre casas cheias", nota António Jorge Pacheco -, o Clubbing vai também regressar, mas em novo formato. Assim, a partir de 5 de Abril, em que o músico e DJ francês Joakim (mais um momento do Ano França) anima o restaurante, o agora baptizado Optimus Clubbing vai ter 12 sessões até final do ano, mas que serão divididas entre uma versão mais minimal, apenas com animação no 7º piso da Casa, e outra centrada no grande concerto na Sala Suggia estendendo-se depois aos bares. Aqui, os acontecimentos serão os regressos ao Porto de Aloe Blacc, agora para um espectáculo só com voz e quinteto de cordas, e do ex-Velvet Underground John Cale, de novo em modo electrónico e a vogar entre o seu disco mais recente, "Extra Playful", e a revelação de temas do novo, anunciado para este ano.
E, a 16 de Maio, a cantora-actriz Jane Birkin traz à cidade o universo musical do genial compositor já desaparecido Serge Gainsbourg, na continuação da digressão musical iniciada no final de 2010 no Japão, com um quarteto dirigido pelo pianista Nobuyuki Nakajima. 
Via Ipsilon


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Sábado, 18.02.12

O primeiro álbum da nova formação dos Madredeus, com Pedro Ayres Magalhães e Carlos Maria Trindade, intitular-se-á “Essência” e será editado no dia 02 de Abril, estando já previstos vários concertos em Portugal e no estrangeiro.

 

A informação foi divulgada pela Sony Music que adiantou que o novo álbum “resulta da evolução histórica do Madredeus, de 25 anos de uma vida intensa, sobretudo em cima dos palcos”.

 

A selecção das canções é “uma amostra da nova vida dos Madredeus em palco”, afirma a Sony Music. "Ao Longe o Mar", "O Pomar das Laranjeiras", "Palpitação", "A Sombra", "A Confissão", "O Navio", "Coisas Pequenas" e "Adeus e Nem Voltei", entre outras, foram algumas das canções escolhidas para serem gravadas pelo novo formato da banda com novos arranjos musicais.

 

Além de Pedro Ayres Magalhães (guitarra clássica), fundador da banda e Carlos Maria Trindade (sintetizadores) que a integrou a partir de 1994, os novos Madredeus são ainda constituídos por Beatriz Nunes (voz), Jorge Varrecoso e António Figueiredo (violinos) e Luís Clode (violoncelo).

 

Pedro Ayres Magalhães sublinhou a “modernidade do repertório”, e referiu que “as palavras não perdem nada e a Beatriz [Nunes] respeita a mise en scène original das frases". 


“Todas as músicas foram-se tornando peças da nossa nave", rematou o músico.

 

A Sony Music refere que estas canções são “peças diferentes que cumprem diferentes papéis nesse drama essencial que a música do Madredeus contem, entre o apelo universal, o âmago português, as melodias e o passo que cada tema exige”.

 

Em Outubro passado em declarações à Lusa, Pedro Ayres Magalhães anunciou o regresso da banda depois do fim da formação Madredeus – A banda Cósmica. 


Na ocasião, o músico disse que "os novos Madredeus retomarão as primeira canções da banda com novos arranjos, além de composições inéditas”, acrescentando que estavam prontas cerca de 30 canções novas.

 

Lançado o álbum a 02 de Abril o grupo inicia uma digressão pelos palcos nacionais e estrangeiros no dia 14 no Centro Cultural e de Congressos. Dia 16 sobem ao palco do Barbican Centre, em Londres, dia 26 no Is Sanat em Istambul.


Em Maio voltam ao território nacional, com concertos agendados no dia 27 na Casa da Música, no Porto e dia 31 no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.


Em Junho actuam, nos dias 12 e 13 no Festival Rio Loco em Toulouse, no sudeste de França.


Outras datas já marcadas são em Outubro, no dia 09 na Konzerthaus, em Viena, no dia 11 na Philharmonie na Cidade do Luxemburgo, no dia 14 no Glocke em Bremen, na Alemanha, dia 20 na Philharmonie de Colónia, Alemanha, dia 27 na Konzerthaus em Dortmund, Alemanha, e dia 30 no AVO Session, em Basileia, na Suíça. o dia 01 de Novembro regressam a terras germânicas para actuar no Prinzregententheater, em Munique.

 

Quanto à formação actual, António Figueiredo e Luís Clode integraram a Orquestra Sinfónica Portuguesa e o Lusitânia Ensemble, assim como Jorge Varrecoso, enquanto Beatriz Nunes tem formação clássica e estudou música nas áreas clássica e do jazz.


Os Madredeus regressam a 02 de Abril com novo álbum e ainda na primeira quinzena deste mês começam o seu périplo pelos palcos.

 

Via HardMúsica



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Quinta-feira, 22.12.11
Letra
Quem contar
um sonho que sonhou
nao conta tudo o que encontrou
Contar um sonho é proibido

Eu sonhei
um sonho com amor
e uma janela e uma flor
uma fonte de agua e o meu amigo

E no havia mais nada...
so nos, a luz, e mais nada...
Ali morou o amor
Amor,
Amor que trago em segredo
num sonho que nao vou contar
e cada dia mais sentido
Amor,
eu tenho amor bem escondido
num sonho que nao sei contar
e guardarei sempre comigo


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Quarta-feira, 21.12.11

 

Letra

 

O Pastor

Ai que ninguém volta
Ao que já deixou
Ninguém larga a grande roda
Ninguém sabe onde é que andou

Ai que ninguém lembra 
Nem o que sonhou
E aquele menino canta
A cantiga do pastor

Ao largo ainda arde
A barca da fantasia
E o meu sonho acaba tarde 
Deixa a alma de vigia
Ao largo ainda arde
A barca da fantasia
E o meu sonho acaba tarde
Acordar é que eu não queria

Ao largo ainda arde
A barca da fantasia
E o meu sonho acaba tarde
Deixa a alma de vigia
Ao largo ainda arde
A barca da fantasia
E o meu sonho acaba tarde
Acordar é que eu não queria 



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Sexta-feira, 30.09.11
Letra
Moro Em Lisboa Madredeus

Que outra cidade, levantada sobre o mar
A beira-rio acabou por se elevar
Entre dois braços de água 
Um de sal outro de nada 
Agua doce água salgada 
Aguas que abraçam Lisboa 
É em Lisboa que o Tejo Chega ao mar
É em Lisboa que o mar azul recebe o rio
É essa brisa que no faz 
Promessas de viagem 
Brisa fresca que reclama 
Nas nossas almas ausentes 
Saudade, cidade 
Do sal do mar 
Moro em Lisboa 
E entrei, pequei 
Saudade, cidade 
Do sal do mar 
Moro em Lisboa 
E entrei, peguei
Moro em Lisboa (x3)
Entrei, pequei...



publicado por olhar para o mundo às 17:05 | link do post | comentar

Quinta-feira, 01.09.11
Letra
Haja o que houver
Eu estou aqui
Haja o que houver
espero por ti

Volta no vento ô meu amor
Volta depressa por favor
Há quanto tempo, já esqueci
Porque fiquei, longe de ti
Cada momento é pior
Volta no vento por favor...

Eu sei quem és
pra mim
Haja, o que houver
espero por ti...

Há quanto tempo, já esqueci
Porque fiquei, longe de ti
Cada momento é pior
Volta no vento por favor

Eu sei quem és
pra mim
Haja, o que houver
espero por ti...


publicado por olhar para o mundo às 17:58 | link do post | comentar

Domingo, 12.06.11


publicado por olhar para o mundo às 12:49 | link do post | comentar

Sexta-feira, 10.06.11
Letra
O Pastor

Ai que ninguém volta
ao que já deixou
ninguém larga a grande roda
ninguém sabe onde é que andou

Ai que ninguém lembra
nem o que sonhou
(e) aquele menino canta
a cantiga do pastor

Ao largo
ainda arde
a barca
da fantasia
e o meu sonho acaba tarde
deixa a alma de vigia
Ao largo
ainda arde
a barca
da fantasia
e o meu sonho acaba tarde
acordar é que eu não queria.


publicado por olhar para o mundo às 17:46 | link do post | comentar

Segunda-feira, 02.05.11

 

 

 

 

 

Letra

 

Porto calmo de abrigo
De um futuro maior
Inda não está perdido
No presente temor

Não faz muito sentido
Já não esperar o melhor
Vem da névoa saindo
A promessa anterior

Quando avistei
Ao longe o mar
Ali fiquei
Parada a olhar

Sim, eu canto a vontade
Canto o teu despertar
E abraçando a saudade
Canto o tempo a passar

Quando avistei
Ao longe o mar
Ali fiquei
Parada a olhar

Quando avistei
Ao longe o mar
Sem querer deixei-me
Ali ficar

 



publicado por olhar para o mundo às 17:37 | link do post | comentar


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