Sexta-feira, 17.10.14

Hugo torres

 

 

 

«Hugo Hélder da Silva Torres, cantor e compositor, nasceu em Braga a 16 de Setembro de 1978. Com apenas 6 anos iniciou os seus estudos de prática de teclado na Escola de Música Vadeca. Deu mais alguns passos pela música e, com 10 anos, cantou e tocou piano para uma vasta plateia no Theatro Circo de Braga.


O gosto pela música foi crescendo e levando-o ao aperfeiçoamento da técnica de canto, piano e de guitarra clássica, através de várias formações livres.

Com 18 anos ingressou no Conservatório de Música nas Caldas da Saúde (ARTAVE), onde integrou o Coro de Câmara Manuel Faria, com Direção do Maestro Roberto Perez. Mais tarde concluiu a Licenciatura em Educação Musical, na Escola Superior de Viana do Castelo (ESE). Paralelamente continuou com aulas de canto na Companhia de Música de Braga.

A paixão pela música levou-o a concorrer a vários programas televisivos, tais como "Cantigas da Rua"(SIC); "Estrelas do Mar" (RTP), "Nasci para a música" (TVI), "Big Show SIC" (SIC) e "Olá Portugal" (TVI), salientando-se que nos três primeiros foi vencedor nas eliminatórias. Foram inúmeros os projetos musicais em que participou ao longo de 10 anos de estrada, chegando agora o momento de criar um projeto a solo.

DISCO – Trilhos No seu disco “Trilhos”, gravado em Sintra, iremos encontrar uma sonoridade Pop/Rock num estilo musical semelhante à grandes nomes da música nacional, tais como André Sardet , Rui Veloso, João Pedro Pais, por exemplo. Um álbum que, com uma combinação bem trabalhada de letras e acordes , promete enriquecer a música portuguesa para um público cada vez mais exigente. Na produção do disco, Hugo Torres contou com Manuel D'Oliveira, um músico , produtor e guitarrista conceituado que acompanhou vários artistas como por exemplo Dulce pontes. Como produtor trabalhou em projetos como JustGirls, Muxima, HMB, etc... Foi produtor do disco “Trilhos” onde participou também como guitarrista. Para além de Manuel D'Oliveira ,músicos conceituados como Yami nas vozes e baixo, Marito Marques na bateria também participaram.

O disco "Trilhos", lançado em Dezembro de 2013 está disponível nas lojas FNAC bem como em plataformas online como iTunes; GooglePlay e Amazon. Podemos ouvir o seu primeiro single “Mãos” na banda sonora da ficção nacional “Doida por ti” (TVI), bem como nas páginas oficiais do músico e nas rádios nacionais.

Durante a promoção do disco, Hugo Torres tem passado por programas de televisão nos canais RTP; TVI; SIC e Porto Canal. Somam ainda os showcases realizados nas FNAC's de Braga; Funchal e Algarve entre outros espaços deixando sempre o público radiante com canções que ficam no ouvido. »

 

VÍDEOS:

- Mãos: "  http://youtu.be/ckKG3giOpQs "

- "Mais Perto":  http://youtu.be/p6v_1pHM1BU 

- "Declaração" http://youtu.be/Ha-sG6bV5TU

 

Para mais informações e contacto, visitem-nos no facebook e Palco Principal em:

https://www.facebook.com/hugotorresband  

http://palcoprincipal.sapo.pt/hugo_torres



publicado por olhar para o mundo às 10:42 | link do post | comentar

Sexta-feira, 07.06.13

Orquestra XXI vai devolver os melhores músicos portugueses ao país

Projecto vencedor do FAZ – Ideias de Origem Portuguesa recebe 25 mil euros para contrariar o "empobrecimento cultural progressivo" e formar novos públicos.

 

Dinis Sousa está em Londres há mais de seis anos. É um dos muitos músicos portugueses que, espalhados por alguns dos melhores conservatórios e orquestras do mundo, optaram por crescer e fazer carreira fora de Portugal. Quer voltar, mas não a tempo inteiro. Quer tocar no país que o viu nascer como pianista, mas continuar a evoluir no Reino Unido. Decidiu por isso criar um projecto que lhe permitisse fazer as duas coisas. Não só ele. Os outros, também.

 

A ideia surgiu há cerca de um ano e, nesta quinta-feira, conseguiu o derradeiro estímulo de que precisava para se concretizar: venceu o primeiro prémio do FAZ – Ideias de Origem Portuguesa, concurso da Fundação Calouste Gulbenkian e da COTEC – Associação Empresarial para a Inovação, e garantiu 25 mil euros para implementar o projecto. Em segundo (15 mil euros) ficou o projecto Fruta Feia e em terceiro (10 mil euros) o projecto Rés-do-chão.

A Orquestra XXI – assim se chama o vencedor – estreia-se 4 de Setembro no Porto, na Casa da Música. Nos dias imediatamente a seguir actuará no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, no Mosteiro de Tibães, Braga, e no Mosteiro da Batalha. As datas estão acertadas. Falta confirmar a presença dos cerca de 50 músicos que vão integrar a orquestra neste momento inicial, que terá continuidade na Páscoa de 2014, quando se voltarem a reunir para actuar.

São esses os planos, para já. Mas a Orquestra XXI veio para ficar. “Queremos que seja um movimento perene”, diz Diana Ferreira ao PÚBLICO. “Não com estes músicos sempre, mas com outros, com os mais novos que ainda estão a estudar, que ainda hão-de sair para terem mais estímulo e desenvolverem-se melhor”, continua esta promotora do projecto, a única que vive em Portugal – os restantes, Dinis Sousa, Ricardo Gaspar e João Seara, vivem em Londres.

“Inicialmente, a ideia era juntar os músicos que estão fora e criar uma orquestra que trabalhasse com certa regularidade em Portugal”, explica Dinis Sousa, o "visionário", na mesma conversa. “Entretanto, fomos desenvolvendo a ideia e o que queremos realmente é passar o testemunho do que estamos a fazer lá fora, trabalhar com os estudantes das academias e das conservatórias de cá, lado a lado.” O que pretendem fazer é chamá-los para os ensaios da orquestra e mostrar-lhes como se trabalha fora do país – “para partilharmos o nível de exigência a que estamos habituados”.

“A ideia é que alguns destes alunos que vão integrar este primeiro estágio possam tocar em alguns dos concertos futuros, a partir da segunda digressão”, complementa Diana Ferreira. E esta é uma característica do projecto com dois propósitos: por um lado, a partilha de conhecimento; por outro, começar a criar condições para que, no futuro, os músicos mais novos possam ficar permanentemente em Portugal e não sintam a necessidade de emigrar.

Mas não só. Há um problema muito concreto e presente a que a Orquestra XXI quer dar resposta. “A ideia é que, a longo prazo, os músicos que estão fora possam trabalhar em Portugal sem ter de desistir dos projectos que têm lá fora. É sempre o problema: os músicos saem, vão para fora trabalhar, têm grandes projectos e grandes carreiras, mas para voltar têm de desistir de tudo. Acaba por não haver um meio-termo”, lamenta Dinis Sousa.

“O que eu sinto e o que todos nós sentimos lá fora é que há um afastamento cada vez maior. Sinto que, sem esta iniciativa, provavelmente não vou poder trabalhar tão cedo em Portugal, estando já a fazer imensas coisas de que me orgulho imenso em Londres. Queremos trabalhar cá, mas é impossível voltar se não nos mudarmos para cá”, continua Dinis Sousa.

O director musical da orquestra acredita que o projecto vai “ajudar a renovar o tecido musical português e a manter parte do talento cá dentro”. “Exportamos constantemente talento. Os melhores vão quase sempre para fora”, diz. “Crias um empobrecimento cultural progressivo. Criamos gente boa, vai para fora, fica melhor, e não volta.” Diana Ferreira frisa que “isto não quer dizer que Portugal não tenha evoluído imenso”. “Nos últimos anos, o nível das escolas especializadas em música melhorou substancialmente. Isso já se nota no ensino superior. De qualquer modo, acabamos por ter sempre os melhores de todos lá fora.”

Para contrariar essa realidade, não basta olhar para os músicos – é preciso ter público. Estes jovens empreendedores sabem-no. E o projecto também passa por “chegar a públicos diferentes”, por “criar no público a necessidade de ouvir mais música”, afirma Diana Ferreira. “Há públicos muito específicos que estão habituados a assistir a concertos de música erudita, mas há uma enorme quantidade da população que ou nunca ouviu música erudita ou assiste a concertos que não os tocam. Para chegarmos à população que não está tão habituada, temos de fazer mesmo projectos de excelência. Com esses, vão ser inevitavelmente tocados e vão continuar a ouvir música”, conclui. “Queremos levar a música a mais pessoas.”

O júri do FAZ – Ideias de Origem Portuguesa era constituído por Filipe Santos (INSEAD), Simone Duarte (PÚBLICO, que apoia a iniciativa), Daniel Bessa (COTEC), Luísa Schmidt (Instituto Ciências Sociais), Pedro Oliveira (Universidade Católica Portuguesa), Tiago Forjaz (The Star Tracker) e Isabel Almeida Rodrigues (South Bank University). Os prémios foram entregues pelo Presidente da República, Cavaco Silva, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. O vencedor da primeira edição foi o projecto Arrebita!Porto.

 

Retirado do Público



publicado por olhar para o mundo às 21:36 | link do post | comentar

Terça-feira, 02.10.12

Artistas portugueses destacam-se cada vez mais internacionalmente.

Artistas portugueses destacam-se cada vez mais internacionalmente.Fotografia © Paulo Spranger / Global Imagens

Os artistas portugueses deverão dar este ano entre 800 a mil espetáculos no estrangeiro, revelou hoje a associação Música.PT num conferência internacional sobre exportação e internacionalização da música portuguesa.

 

Os dados foram avançados pelo promotor António Guimarães na conferência em Lisboa, sustentando, assim, a potencialidade da música nacional em palcos internacionais.

 

O promotor afirmou que é no mercado internacional que está parte da solução para a sobrevivência da música portuguesa e onde há maior possibilidade de crescimento.

 

"Cerca de 30 por cento das receitas dos artistas já são das exportações. Antes eram de apenas 10 por cento", adiantou o responsável.

 

Na conferência hoje em Lisboa estão reunidos agentes, promotores e produções musicais em torno da ideia de exportação e internacionalização da música portuguesa.

 

António Guimarães apelou a um entendimento entre várias entidades para atingir esse objetivo de exportação e que envolva, por exemplo, a Direção Geral das Artes, o Instituto Camões, a Fundação Calouste Gulbenkian ou a Sociedade Portuguesa de Autores.

 

"Precisamos de apoios públicos e privados e têm que ser diferenciados. Temos direito a eles, porque até hoje nunca os tivemos", disse, elogiando a existência de "talento, originalidade sonora, bons estúdios, bons produtores e capacidade organizativa".

 

"Só nos falta uma estratégia", disse.

 

Para a conferência foram convidados, por exemplo, o diretor-geral das Artes, Samuel Rego, que apresentou alguns dados já conhecidos sobre o programa de internacionalização.

 

O compositor António Pinho Vargas falou sobretudo da inexistência de um programa de exportação da música erudita portuguesa, lamentou-se da "incultura das elites" e da "incapacidade negocial" que faça vingar a produção nacional no estrangeiro.

 

O economista Augusto Mateus, responsável pelo estudo do impacto económico das indústrias criativas, sublinhou que é necessário uma estratégia conjunta de promoção da música portuguesa fora de portas.

 

"Portugal não se pode afirmar internacionalmente sem prioridades, sem estratégia (...). Precisamos de uma enorme plataforma de união da comunidade criativa, dos criadores", defendeu o economista.

 

Augusto Mateus sublinhou ainda que é preciso "formar públicos" e ter capacidade para "trazer consumidores" para os produtos portugueses.

 

retirado do DN



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Domingo, 27.02.11

Carlos Paião

 

Nasceu acidentalmente em Coimbra, passando toda a sua infância e juventude entre Ílhavo (terra natal dos pais) e Cascais. Desde muito cedo Carlos Paião demonstrou ser um compositor prolífico, sendo que no ano de 1978 tinha já escritas mais de duzentas canções. Nesse ano obteve o primeiro reconhecimento público ao vencer o Festival da Canção do Illiabum Clube.

Em 1980 concorre pela primeira vez ao Festival RTP da Canção, numa altura em que este certame representava uma plataforma para o sucesso e a fama no mundo da música portuguesa, mas não foi apurado. Com Playback ganhou o Festival RTP da Canção de 1981 com a esmagadora pontuação de 203 pontos, deixando para trás concorrentes tão fortes como as Doce e José Cid. A canção, uma crítica divertida, mas contundente, aos artistas que cantam em play-back, ficou em penúltimo lugar no Festival da Eurovisão de 1981, realizado em Dublin, na República da Irlanda. Tal classificação não "beliscou" minimamente a popularidade do cantor e compositor, pois Carlos Paião, ainda nesse ano, editou outro single de sucesso e que mantém a sua popularidade até hoje: Pó de Arroz.

O êxito que se seguiu foi a Marcha do Pião das Nicas, canção na qual o cantor voltava a deixar patente o seu lado satírico. Telefonia (Nas Ondas do Ar) era o lado B desse single.

Carlos Paião compôs canções para outros artistas, entre os quais o próprio Herman José, que viria a alcançar grande êxito com A Canção do Beijinho (1980), e Amália Rodrigues, para quem escreveuO Senhor Extra-Terrestre (1982).

Algarismos (1982), o seu primeiro LP, não obteve, no entanto, o reconhecimento desejado. Surgiu entretanto a oportunidade de participar no programa de televisão O Foguete, com António Sala e Luís Arriaga.

Em 1983, cantava ao lado de Cândida Branca Flor, com quem interpretou um dueto muito patriótico intitulado Vinho do Porto, Vinho de Portugal, que ficou em 3.º lugar no Festival RTP da canção.

Num outro programa, Hermanias (1984), Carlos Paião compôs a totalidade das músicas e letras de Serafim Saudade, personagem criada por Herman José, já então uma das figuras mais populares da televisão portuguesa.

Em 1985, concorreu ao Festival Mundial de Música Popular de Tóquio (World Popular Song Festival of Tokio), tendo a sua canção sido uma das 18 seleccionadas.

A 26 de Agosto de 1988,quando acabara de actuar num grande espectáculo em ((fornos de Algodres)), morre num violento acidente de automóvel. Na altura, surgiu o boato de que na ocasião de seu funeral não estaria morto, mas sim em coma, porém a violência do acidente por si nega o boato, pois a sobrevivência a este seria impossível.

Morreu no dia seguinte ao incêndio do Chiado. Estava a preparar um novo álbum intitulado Intervalo, que acabou por ser editado em Setembro desse ano, e cujo tema de maior sucesso foi Quando as nuvens chorarem. Está sepultado em São Domingos de Rana, freguesia do concelho de Cascais.

Compositor, intérprete e instrumentista, Carlos Paião produziu mais de trezentas canções.

Em 2003 foi editado uma compilação comemorativa dos 15 anos do seu desaparecimento - Carlos Paião: Letra e Música - 15 anos depois (Valentim de Carvalho).

Em 2008, por altura da comemoração dos 20 anos do desaparecimento do músico, vários músicos e bandas reinterpretaram alguns temas do autor na edição de um álbum de tributo, "Tributo a Carlos Paião".

 

Fonte Wikipédia



publicado por olhar para o mundo às 18:58 | link do post | comentar


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