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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

  Letra   Tu disseste "quero saborear o infinito" Eu disse "a frescura das maçãs matinais revela-nos segredos insondáveis" Tu disseste "sentir a aragem que balança os dependurados" Eu disse "é o medo o que nos vem acariciar" Tu disseste "eu também já tive medo. muito medo. recusava-me a abrir a janela, a transpôr o limiar da porta" Eu disse "acabamos a gostar do medo, do arrepio que nos suspende a fala" Tu disseste "um dia fiquei sem nada. um mundo inteiro por descobrir" Eu (...)
  Letra   Dou por mim a suspirar por teus olhos verde mar Agarrado ao televisor como um velho caçador Só à espera de te ver em desfrutes de lazer Nesse anúncio ao shampô inspirado por Bashô É mais fácil perceber como voa um avião É mais fácil antever a chegada de um tufão Do que achar num manual instruções para deslindar os novelos da paixão Quando surges no ecrã pelo meio da manhã Com teu jeito de sorrir, tua pele a reluzir Numa imagem estival que te deixa sem igual Amortalh (...)
  Letra   Estás em Budapeste. Inverno de 91. Ano 1 da queda do comunismo. É noite desde as 3 da tarde. O tempo está frio, gelado. Olhas à tua volta e vês uma cidade escura, de belos edifícios decrépitos, ruínas, fachadas enegrecidas pela poluição. Por todo o lado, filas de vendedores do mercado negro. As paredes estão repletas de cartazes, numa língua impossível, indecifrável. Tu sentes-te perdido. Mas eu conduzo-te. Segue-me. Cá vou eu no meu Traby De bar em bar a aviar Se (...)
  Letra   Oub'lá qu'é que 'tás a fazer? Quero é que tu te bás f o der! Qual é a tu'identidade? Perdi-a'í p'la cidade! P'ra qu'é que 'tás tod'à manière? And'a ber se faç'uma mulher! Rouba! Rouba! Rouba! Rouba! Os que te querem bem! Rouba! Rouba! Rouba! Rouba! Os que te querem mal! Oub'lá qu'é que 'tás a fazer? Quero é que tu te bás f o der! Qual é a tua identidade? Perdi-a'í p'la cidade! Que fazes c'a carteira do Tó? Quero guita p'ra ir buscar pó! Rouba! (...)
  Letra   Abriu a primeira porta que viu à mão e entrou. Os seus olhos fotografaram instantaneamente o quarto. Viu-a pelo espelho, imóvel, no limiar da porta. Ela adiantou-se; ele tirou a pistola da algibeira. Estremeceu a noite fria envolta em nevoeiro. Havia vagões e pilhas de carvão por todos os lados. Dentro da casa não havia sinal de vida. Enfiado pela chaminé estava um corpo de mulher. Quem matou a chabala (chabala)?
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