Sexta-feira, 19.02.16

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Um pianista virtuoso que deixou no palco da ACERT sinais memoráveis, regressa para apresentar mais um concerto encantador

Mário Laginha não é o homem dos sete instrumentos, porque o seu instrumento é o piano, mas o pianista gosta de navegar pelos muitos mundos sonoros que fazem o planeta música. Basta espreitar os discos que gravou com a cantora Maria João, marcados pela linguagem do jazz, mas por onde perpassam influências que vão desde a música portuguesa e a clássica (como acontece também no disco a solo Canções e Fugas), até à pop anglo-saxónica ou às músicas brasileira e africana, para percebermos que estamos perante um músico que não gosta de ser catalogado em categorias estanques.

Sábado, 20 de fevereiro às 21:45
Auditório 1


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Terça-feira, 02.02.16

Mário Laginha - foto de Bernardo Sassetti_web.jpg

 

MÁRIO LAGINHA TRIO
ConcertoPreço: 10/15 €

Um pianista virtuoso que deixou no palco da Acert sinais memoráveis, regressa para apresentar mais um concerto encantador


Mário Laginha não é o homem dos sete instrumentos, porque o seu instrumento é o piano, mas o pianista gosta de navegar pelos muitos mundos sonoros que fazem o planeta música. Basta espreitar os discos que gravou com a cantora Maria João, marcados pela linguagem do jazz, mas por onde perpassam influências que vão desde a música portuguesa e a clássica (como acontece também no disco a solo Canções e Fugas), até à pop anglo-saxónica ou às músicas brasileira e africana, para percebermos que estamos perante um músico que não gosta de ser catalogado em categorias estanques.

No trio que mantém com o contrabaixista Bernardo Moreira e o baterista Alexandre Frazão, com quem gravou até agora dois discos, Mário Laginha mantém esse gosto pela mistura, pela diversidade e pelo risco. No caso de Espaço (2007), o ponto de partida foram conceitos mais ou menos abstratos, relacionados com a arquitetura, que serviram para criar um conjunto de temas com designações próximas da linguagem dos arquitetos e urbanistas – Tanto espaço, Escada, Plano, Vazio urbano –, de que resultou um disco imediatamente classificado pela crítica da especialidade como o melhor jazz alguma vez feito entre nós.

No segundo disco do Mário Laginha Trio, Mongrel (2010), o pianista levou ainda mais longe o desafio e o risco. O pretexto para o disco, nascido de uma encomenda do São Luiz Teatro Municipal e da Orquestra Metropolitana de Lisboa, foram obras de Fréderic Chopin, uma empreitada arriscada que Laginha agarrou com uma mistura de respeito pelo grande músico polaco e de liberdade para infringir compassos, tempos e melodias, operando com isso uma transfiguração das obras originais, que passaram a ser temas que se encaixam indiscutivelmente no mundo criativo de Mário Laginha.

 

Auditório 1
Sáb, 20 fev'16 às 21:45

Preço: 15€; Associado ACERT:10€




Ficha Técnica

Piano: Mário Laginha
Contrabaixo: Bernardo Moreira
Bateria: Alexandre Frazão



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Quinta-feira, 30.04.15

Mário Laginha - foto de Bernardo Sassetti_web.jpg

 

 

Dia do Jazz: Mário Laginha em Estarreja com a Big Band Estarrejazz

Dia 1 de maio, o Cine-Teatro de Estarreja e a Big Band Estarrejazz associam-se, pelo segundo ano consecutivo, às comemorações do Dia Internacional do Jazz (30 de abril). Mário Laginha é o artista convidado deste ano e, além de contracenar com a jovem orquestra estarrejense, irá partilhar com Pedro Moreira os comentários ao concerto, procurando desmistificar a música jazz.

 

O alinhamento que marca a união do pianista com a Big Band Estarrejazz é composto por repertório do próprio Mário Laginha. Um “sair da caixa” para os 15 jovens músicos, afastando-se dos grandes standards de jazz que têm marcado os últimos concertos da Big Band. “A Lua Partida ao Meio”, “Fuga em Ré Maior” e “Coral” são alguns dos temas de Mário Laginha adaptados para orquestra, que se vão fazer ouvir na noite do primeiro de maio. Diretor pedagógico e musical, Pedro Moreira assume o comando da orquestra num concerto dialogante com o público. O formato “concerto comentado” mostra-se pertinente e complementa o trabalho de divulgação e fruição plena do jazz, informando o público e, consequentemente, aproximando-o desta manifestação artística nascida em Nova Orleães.

Impulsionada pelo compositor e pianista Herbie Hancock, em 2012 a UNESCO decretou o dia 30 de abril como Dia Internacional do Jazz, por ser uma expressão musical que promove a liberdade e o diálogo entre culturas. Em Estarreja, esta efeméride tem um sabor especial, não só por motivar a visita de Mário Laginha, mas pelo trabalho regular, ao longo de todo o ano, da Big Band Estarrejazz e organização do Festival que lhe deu nome. Desde o ano passado, o Dia do Jazz deixa a cidade mergulhar neste género musical mundial, chamando a comunidade a juntar-se aos seus improvisos.

 

A Big Band Estarrejazz tem contracenado com fortes nomes do jazz nacional, numa prova constante da sua maturidade. Depois da estreia, no Estarrejazz’13, a orquestra de jazz de Estarreja trabalhou com Marta Hugon e Maria João, tendo recebido rasgados elogios destas vozes femininas. O concerto com Mário Laginha, de elevada complexidade musical, é a prova viva da qualidade desta Big Band.

 

Catarina Vasconcelos
Gabinete de Comunicação, Relações Públicas e Turismo

CINE-TEATRO DE ESTARREJA
Rua Visconde Valdemouro - 3860-389 Estarreja
Tel. (+351) 234 811 300 (Ext. 428)
Web www.cineteatroestarreja.com



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Segunda-feira, 03.11.14

 



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Quarta-feira, 09.04.14

Disco de Laginha e Sassetti, «Abril a Quatro Mãos – Grândolas», regressa dez anos depois

O álbum “Abril a Quatro Mãos – Grândolas”, gravado em 2004 pelos pianistas Mário Laginha e Bernardo Sassetti, é reeditado nesta terça-feira, anunciou hoje a discográfica CNM.

 

O álbum reúne interpretações, pelos dois músicos, em piano a quatro mãos, de canções diretamente relacionadas com a revolução, como “Grândola, vila morena”, e movimentos sociopolíticos da época, e resulta de um desafio do musicólogo Ruben de Carvalho, nos 30 anos do 25 de Abril.

 

A edição discográfica é acompanhada pelo texto da entrevista dada pelos dois pianistas, em maio de 2004, ao Diário de Notícias, na qual salientam o espírito de liberdade com que gravaram, permitindo que todos os temas fossem “rearranjados” pelos músicos.

 

O álbum foi gravado entre a hora de almoço e as quatro da manhã do dia seguinte, conta Laginha, acrescentando ter sido “como se fosse um disco de jazz à moda antiga”.

 

“Uma coisa que para nós era fundamental, e que desde o início sempre esteve subentendido, era conseguir pegar nos temas e transportá-los para o nosso universo musical com algum gozo e muita liberdade, muita abertura de espírito”, salientou Sassetti que remata: “Só podia ser assim, porque é precisamente de liberdade que nós estamos a falar, é isso que se celebra”.

 

O álbum é constituído por dez canções, abrindo com “Venham mais cinco”, de José Afonso, passando por “Canto Moço”, do mesmo compositor, “Los cuatro generales”, tema popular que fez parte da resistência republicana de Madrid na Guerra Civil espanhola de 1936, e a composição oitocentista norte-americana “Life on the Ocean Wave”, de Henry Russell.

 

Ruben de Carvalho, contam os músicos, deu-lhes dois CD com “vinte e tal” canções de todo o mundo, e “de alguma forma ligadas a revoluções e a movimentos de libertação”. A ideia era “se quisessem fazer umas citações”, mas como os dois não eram “apologistas das citações no meio dos temas”, preferiram, aos seis temas iniciais, acrescentar quatro.

 

Outra ideia de Ruben de Carvalho que aproveitaram foi a utilização de uma caixa metálica de música, de manivela, que reproduzia a “Internacional” e "até tinha o carimbo do PCP". “Fizemos o ‘take’ à primeira, com a caixinha e depois colocámos apenas uns efeitos de piano por cima”, afirmou Laginha ao jornalista João Miguel Tavares, na entrevista reproduzida agora na nova edição do disco. Para Sassetti, esta faixa era “uma lufada de ar fresco”, num disco que “todo ele é piano”.

 

Do grupo de canções escolhidas fazem também parte “Era um redondo vocábulo” e “Traz outro amigo também”, ambas de José Afonso, e a “Internacional”, de Pierre de Geyter, “We shall overcome”, de Charles Albert Tindley, que se tornou a canção do movimento dos Direitos Civis dos Negros nos Estados Unidos (1955-1968), e que ficou conhecida sobretudo pela interpretação de Pete Seeger.

 

Completa a lista “E depois dos adeus”, de José Calvário, que foi o primeiro sinal emitido pela rádio para as tropas saírem dos quartéis e dirigirem-se a Lisboa, para derrubar a ditadura e instaurar a democracia.

 

Sassetti conta na entrevista que, na ocasião, depois de gravarem, telefonou a José Calvário “a dizer-lhe que lhe tinha destruído a canção”. “Claro que isto é uma graça. Mas, harmonicamente, é de facto diferente”, esclarece o músico, que faleceu em maio de 2012, quase três anos após a morte de Calvário.

 

Sobre a memória que tinham do dia 25 de Abril de 1974, Sassetti, então com quatro anos, disse ser das poucas recordações que tinha da infância. "Não fazia a ideia do que se estava a passar, mas ver aquilo ao vivo era uma emoção". Laginha comemorava precisamente os seus 14 anos, e lembra-se de ter pensado que a Revolução lhe estragava a festa. "Mas entretanto tive um curso acelerado de política e, no outro dia, já andava pelas ruas, de 'V' em punho".

 

 

Retirado do Sapo Música



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Terça-feira, 07.01.14

Mário Laginha inaugura ciclo «Histórias de Jazz em Portugal» em Guimarães

O pianista Mário Laginha é o primeiro convidado do ciclo de concertos e conversas "Histórias de Jazz em Portugal", que começa na quarta-feira em Guimarães e se prolongará até 2015, repartido com Lisboa.

 

O ciclo foi criado pelo crítico e programador António Curvelo e pelo músico Manuel Jorge Veloso com o objetivo de divulgar "o momento único" que o jazz português está a viver, com várias gerações de músicos no ativo, como disseram os autores à agência Lusa.

 

O primeiro encontro deste ciclo acontece na quarta e quinta-feira no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, com Mário Laginha como convidado central. Na quarta-feira, o pianista estará à conversa com os dois programadores, seguindo-se um concerto com alunos da Escola Superior de Música, Artes e Espetáculos do Porto, que irão tocar apenas repertório de Laginha. No dia seguinte, o debate será com José Nogueira, Luís Cunha e Luís Figueiredo, seguindo-se uma atuação de Mário Laginha.

 

"Histórias de Jazz em Portugal" acontecerá todos os meses intercalado entre Guimarães e Lisboa (no Hot Clube de Portugal) em torno de músicos de diferentes gerações e correntes do jazz. O ponto de partida foi a constatação de se estar "a viver um momento único no jazz em Portugal, porque nunca houve tantos músicos novos com tanta qualidade" e isto "está ligado à descentralização ao nível das escolas de jazz", sublinhou António Curvelo. E depois, "há o contexto geral do país: está tudo a morrer, há muita vontade que morra ainda mais. Há a tentativa de que as pessoas parem", referiu Cuvelo, acrescentado por Manuel Jorge Veloso: "Há um aspeto que nunca foi tao mau de há vinte anos para cá: divulgação nos meios de comunicação social".

 

"Histórias de Jazz em Portugal" irá estender-se até maio de 2015, com interrupções em julho e agosto, contando com um total de uma centena de músicos escolhidos com os mesmos critérios: "Músicos no ativo e profissionais, cruzando gerações, estéticas, funções musicais, malta que tem experiência de produção, maestros".

 

Em fevereiro, o ciclo prossegue em Lisboa com o contrabaixista Zé Eduardo como convidado central, estando previstas ainda as presenças de Bernardo Moreira (antigo contrabaixista e presidente do Hot Clube, Claus Nymark e Mário Delgado.

 

Retirado do Sapo Música



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Segunda-feira, 06.01.14
Mário Laginha Trio no Festival Internacional de Jazz de Portalegre
A edição deste ano do Festival Internacional de Jazz de Portalegre (JazzFest) vai decorrer entre os dias 20 e 22 de Março, estando já confirmada a presença de Mário Laginha Trio, divulgou hoje a organização.

A 11.ª edição do JazzFest conta com um orçamento de 35 mil euros, verba estipulada pelo município, que tutela o Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre (CAEP), promotor do festival.

 

"É um orçamento aceitável, dentro dos moldes do ano passado", disse à agência Lusa o director do CAEP, Joaquim Ribeiro.

 

A organização promete divulgar em breve os restantes artistas que vão animar a edição deste ano do JazzFest.

 

Além dos concertos, que vão decorrer no grande auditório do CAEP, o certame vai contar este ano com um after hours dedicado aos Blues no espaço de café.

 

Uma feira do disco e a oferta de um cd por cada bilhete comprado são outros dos atractivos do festival.

 

O CAEP conta este ano com um orçamento de "71 mil euros", além dos 35 mil euros do JazzFest, referiu Joaquim Ribeiro.

 

"Este orçamento de 71 mil euros é o possível por parte da autarquia", acrescentou.

 

À margem do JazzFest, no primeiro trimestre do ano, vão passar pelo CAEP vários espectáculos, destacando-se no dia 11 deste mês, pelas 16:30, o concerto de Reis, pelo Grupo de Cantares de Portalegre.

 

Em Fevereiro, vão passar pelo grande auditório Dina Valério, Camané e Paulo de Carvalho.

 

No espaço Quina das Beatas está agendado, para o dia 31 deste mês, um concerto com a banda de Portalegre "Spinning Sparks.

 

Retirado do Sol



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Sexta-feira, 31.05.13

Maria João e Mário Laginha


MARIA JOÃO E MÁRIO LAGINHA REGRESSAM AO BRASIL

 

Depois do sucesso da apresentação de “Iridescente” na Mostra Tom Jobim, em S. Paulo em Dezembro de 2012, Maria João & Mário Laginha regressam ao Brasil para uma série de concertos, sob a chancela do Ano Portugal Brasil.

Nascido de um convite da Fundação Calouste Gulbenkian, em “Iridescente” é naturalmente reconhecível o som de Maria João e Mário Laginha, construído ao longo de mais de duas décadas de colaboração. Cada novo disco de Maria João e Mário Laginha cria sempre uma grande expectativa. Basta percorrer rapidamente a discografia da dupla para se perceber como é justo esperar o melhor de cada novo trabalho, desde os pioneiros “Danças”, “Fábula” e “Cor”, passando pelo extraordinário “Lobos, Raposas e Coiotes”, Chorinho Feliz” e “Mumadji”, até aos mais recentes “Undercovers” , “Tralha” e “Chocolate”.”

Actividades:


Dia 5 de Junho –  20:00 - Conversa com Maria João & Mário Laginha no Salão de Atos da UFRGS de Portalegre

Dia 6 de Junho -  20:00 – Concerto Maria João & Mário Laginha – Festival UniMusica 2013 - Salão de Atos da UFRGS de Portalegre

Dia 8 de Junho – 19:00 – Concerto Maria João & Mário Laginha – SESC Bom Retiro – S. Paulo

Dia 9 de Junho – 18:00 – Concerto Maria João & Mário Laginha – SESC Bom Retiro – S. Paulo

Mais informações aqui.



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Quarta-feira, 08.05.13

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música



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Quarta-feira, 13.03.13

Camané, Mário Laginha e irmãos Salomé na Aula Magna em homenagem a Álvaro Cunhal

Camané, Mário Laginha, Vitorino, Janita Salomé e Maria do Céu Guerra contam-se entre os participantes numa homenagem a Álvaro Cunhal, a realizar no próximo dia 23, na Aula Magna, em Lisboa, informou hoje o PCP.


Evocar a dimensão “intelectual, artística, humana e militante” do antigo líder do Partido Comunista Português (PCP) é, segundo um comunicado daquele partido político, o objetivo da iniciativa que decorre na Aula Magna da Universidade de Lisboa, em cuja faculdade de Direito o político se licenciou, em 1940, que se associa também à homenagem.

 

A cantora lírica Ana Maria Pinto, acompanhada ao piano por Joana Resende, o cantor Samuel, o locutor Cândido Mota, a Companhia de Dança de Almada, o fadista Hélder Moutinho, com Ricardo Pereira, os Cantadores do Redondo, que subirão ao palco com os irmãos Salomé, e os atores João Reis, José Wallenstein, Luísa Ortigoso e Rita Lello participam também sessão, que reúne personalidades da cultura, ciência, do trabalho, do ensino e do desporto.

 

O espetáculo seguirá um guião centrado nos momentos biográficos mais significativos da vida e ação de Álvaro Cunhal, ao longo dos seus 92 anos, lê-se no documento.

 

André Ramos e Yami, Joana Manuel, João Paulo Esteves da Silva, a Magna Tuna Apocaliscspiana, do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP), a atriz Teresa Gafeira, Sebastião Antunes, Tim, os Tocá Rufar, com Rui Júnior, a cantora Uxia, acompanhada ao piano por Paulo Borges, e Zeca Medeiros são outros dos participantes da sessão evocativa de Cunhal, a iniciar às 15:00 de sábado, 23 de março.

 

“Referência incontornável da luta pela liberdade, democracia, emancipação social e humana dos trabalhadores e dos povos”, Álvaro Cunhal foi “uma das figuras mais marcantes da sociedade portuguesa no século XX e passagem para o XXI”, acrescenta o comunicado dos comunistas.

 

O documento do PCP sublinha ainda a importância de Cunhal como “homem, intelectual e artista, com um apaixonado interesse por todas as esferas da vida”, assim como a atividade criativa que desenvolveu nas áreas da literatura, artes plásticas e reflexão sobre a estética e criação cultural.

 

Retirado do Sapo Música



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Sexta-feira, 08.03.13


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Sexta-feira, 25.01.13

Maria João e Mário Laginha

 

Salas cheias em Viseu e no Porto na apresentação de IRIDESCENTE

Novo disco de originais de Maria João e Mário Laginha

 

O que é bom não se esquece, mesmo depois de um interregno de alguns anos. Parece ser esta a conclusão a tirar da extraordinária procura para os dois primeiros concertos de apresentação do novo disco da dupla Maria João/Mário Laginha, “Iridescente”, que sucede, quatro anos passados, a “Chocolate”.

Os concertos no Teatro Viriato, em Viseu, a 26 deste mês (21h30), e na sala principal da Casa da Música do Porto, no dia seguinte (21h00), estão praticamente esgotados, o que denota uma grande curiosidade acerca do novo trabalho de uma das duplas portuguesas mais duradouras e consistentes.

Nascido de um convite da Fundação Calouste Gulbenkian, em“Iridescente” é naturalmente reconhecível o som de Maria João eMário Laginha, construído ao longo de década e meia de colaboração, mas é possível também desfrutar novas sonoridades saídas de um formação invulgar: a voz de Maria João, o piano deMário Laginha, a harpa de Eduardo Raon, o acordeão de João Frade e a bateria e percussão de Alexandre Frazão.  



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Terça-feira, 04.12.12

 

 

letra

 

Nunca voltes ao lugar
Onde já foste feliz
Por muito que o coração diga
Não faças o que ele diz

Nunca mais voltes à casa
Onde ardeste de paixão
Só encontrarás erva rasa
Por entre as lajes do chão

Nada do que por lá vires
Será como no passado
Não queiras reacender
Um lume já apagado

São as regras da sensatez
Vais sair a dizer que desta é de vez

Por grande a tentação
Que te crie a saudade
Não mates a recordação
Que lembra a felicidade

Nunca voltes ao lugar
Onde o arco-íris se pôs
Só encontrarás a cinza
Que dá na garganta nós

São as regras da sensatez
Vais sair a dizer que desta é de vez
 





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Sábado, 03.11.12

Mário Laginha toca em Paris em novembro

O pianista Mário Laginha vai atuar em Paris, no dia 14 de novembro, no Jazzycolors, o festival dos institutos culturais estrangeiros na capital francesa, que pretende “dar a conhecer ao público francês os melhores grupos de jazz”.

 

O Jazzycolors define-se com “um conceito simples”. Diz-se um palco para “fazer descobrir ao público francês, os melhores grupos de jazz de cada país participante, com três palavras-chave em mente – qualidade, originalidade, inovação”.

 

“O festival acolhe artistas de renome e músicos emergentes, e artistas de diferentes universos. Do jazz folclórico aos ‘standards’ clássicos revisitados, passando pelo jazz-rock psicadélico”, escreve a organização.

 

O pianista de origem sérvia Bojan Z e o saxofonista francês Julien Lourau abrem o festival.

 

Mário Laginha atua no dia 14, às 20:00, no Goethe Institut de Paris. O concerto é organizado pelo Instituto Camões – Centro Cultural Português de Paris.

 

A 10.ª edição do Festival Jazzycolors decorre de 06 a 30 de novembro, e tem previstos 18 concertos, em oito centros culturais, na capital francesa.


Os bilhetes custam entre 7 e 10 euros. 

 

noticia do Sapo Música



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Terça-feira, 09.10.12

Mário Laginha atua para bebés em Leiria

O pianista Mário Laginha vai dar dois concertos de jazz para bebés no próximo domingo, em Leiria, informou hoje o diretor artístico da Musicalmente, companhia que organiza o evento.

“Será um dos ‘Concertos para Bebés’ mais denso e com mais sumo, que irá colocar exigências musicais e artísticas muito elevadas”, explicou Paulo Lameiro.

A apresentação do espetáculo, um projeto de produção musical para crianças até aos três anos, está agendada para o Teatro Miguel Franco, às 10:30 e às 11:45.

A aposta num reportório de jazz deve-se ao facto de os “Concertos para Bebés”, apesar de possuírem “uma matriz musical clássica, serem também feitos de espetáculos que expressam a nossa cultura”, sublinhou Paulo Lameiro.

Em novembro, os “Concertos para Bebés” marcam presença em dois festivais de arte contemporânea, em Barcelona e em Girona, no “Mercat de les Flors” e no “Temporada Alta”, respetivamente.

Atualmente são realizados “mais ‘Concertos para Bebés’ fora de Portugal do que cá dentro”, sendo “notório, com a internacionalização, o reconhecimento de um modelo de autonomia, do público e agora também da crítica especializada”, adiantou o maestro.

Para estes dois festivais, Paulo Lameiro foi convidado a preparar espetáculos, escolhendo 25 artistas, entre músicos e bailarinos catalães, para “concertos nos quais os bebés não são tratados como se fossem o público de amanhã, mas sim de hoje e de pleno direito”.

Estes “Concertos para Bebés” nasceram de um projeto educativo da Escola de Artes da Sociedade Artística Musical dos Pousos, uma instituição que data de 1873.


O projeto educativo, denominado de “Berço das Artes” é responsável pelos “Concertos para Bebés” – produzidos pela companhia Musicalmente -, mas também por programas com idosos (Novas Primaveras), bebés e crianças com deficiência (Caixinha das Artes e Amar os Sons), doentes mentais crónicos (100 limites ao som), doentes mentais agudos (ConSentir o Som), reclusos (Ópera na Prisão) ou crianças internadas no hospital (Allegro Pediátrico).

 

Noticia do Sapo Música



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Terça-feira, 25.09.12

Cristina Branco, Mário Laginha ou Jorge Palma até ao final do ano no Auditório de Espinho

A fadista Cristina Branco, acompanhada pela Orquestra Clássica de Espinho, abre a temporada do auditório espinhense que, até ao final do ano, contará com as visitas de Mário Laginha, Pedro Burmester, Jorge Palma e Dead Combo.


Dia 30 de setembro é data marcada para a estreia absoluta de Cristina Branco com a Orquestra Clássica de Espinho, interpretando um reportório variado, o qual engloba canções icónicas da música portuguesa até clássicos da música pop, passando por obras de Schumann e pela canção francesa.

 

Já em outubro, no dia 9, os Dead Combo de Tó Trips e Pedro Gonçalves regressam a Espinho para apresentarem “Lisboa Mulata”, o novo álbum da dupla. Segue-se, no dia 12, Mário Laginha que apresenta, com o seu trio (Bernardo Moreira no contrabaixo, Alexandre Frazão na bateria), o disco “Mongrel”, um tributo à música do pianista e compositor Frédéric Chopin, classificado pelo pianista como "um dos maiores improvisadores de todos os tempos".

 

Na sexta-feira seguinte, a 19, será possível ouvir três obras de três dos mais famosos e marcantes compositores da história da música ocidental. Pedro Burmester apresenta um programa com obras de Robert Schumann, Johann Sebastian Bach e Ludwig van Beethoven. 

 

A fechar o mês, no dia 26, Miquel Bernat e Nuno Aroso (Drumming Duo) apresentam o espetáculo “Fases Eletrónicas... e +”, um convite a viajar por ousadas e distintas paragens musicais com uma forte faceta tecnológica.

 

A 3 de novembro, o Auditório de Espinho recebe pela primeira vez Jorge Palma, que irá transformar o palco numa sala de estar, recebendo os fãs como quem recebe amigos. Jorge Palma apresenta o seu novo disco de originais “Com todo o respeito”, mas deverá também visitar clássicos do seu reportório.

 

No dia anterior, a Orquestra Clássica de Espinho, sob a direção do maestro espanhol Sergio Alapont, apresenta um programa inteiramente preenchido por dois compositores russos, Rachmaninov e Schostakovich.

 

Em dezembro, o Auditório de Espinho estará reservado para dois concertos com temática natalícia. Primeiro, no dia 15, a Orquestra de Jazz da EPME, com direcção musical de Daniel Dias e Jeffery Davis, apresenta “Let it Snow, Let it Snow, Let it Swing”, um programa que explora o cancioneiro de Natal existente no jazz. Um concerto que contará com a participação especial do cantor Kiko Pereira para recriar, através do jazz, a atmosfera quente e perfumada de uma noite de Natal.

 

A fechar a programação de 2012, no dia 21, a Orquestra Clássica de Espinho, sob direção do maestro Pedro Neves, e o Coro Adulto do Círculo Portuense de Ópera, sob direção de José Eduardo Gomes, apresentam um programa que inclui a Oratória de Natal de Saint-Saëns e uma obra de Freitas Branco para coro, orquestra e órgão “Canto do Natal” sobre uma canção ribatejana.

 

Retirado de Sapo Música



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Sábado, 21.07.12

Mário Laginha dá concerto de piano com o brasileiro André Mehmari em São Paulo

O músico português Mário Laginha apresenta-se em São Paulo, no Brasil, na próxima sexta-feira e no sábado em duo de piano ao lado do brasileiro André Mehmari, um concerto que contará com composições inéditas dos artistas.


«Estamos ambos próximos das músicas dos nossos países, a brasileira e a portuguesa, estamos perto do jazz e temos as nossas influências da música erudita. As pessoas vão ver dois músicos que gostam e admiram aquilo que cada um faz, de uma forma muito feliz», disse Laginha. O concerto faz parte do projeto «Casa de Bamba», concebido para destacar o trabalho de artistas brasileiros no Auditório Ibirapuera, que fica no parque com o mesmo nome. O homenageado André Mehmari convidou Laginha para a sua apresentação.

 

«Eu conheço a música do Mário há muitos anos, desde antes da difusão da música pela Internet. Eu comprava os discos dele com a Maria João e adorava o estilo», conta Mehmari, que, além de pianista, é compositor e multi-instrumentalista. O convite foi feito numa apresentação de Laginha em São Paulo. O músico português não teve dúvidas. «Eu já gostava imenso do que ele [Mehmari] fazia e fiquei muito entusiasmado», afirmou.

 

Laginha voltou então ao Brasil, país no qual tocou pela primeira vez há cerca de 12 anos, tendo já dado concertos em, pelo menos, quatro cidades. Numa dessas viagens, ao Rio de Janeiro, gravou um disco com músicos e cantores locais, como Lenine e Gilberto Gil, ao lado da cantora portuguesa Maria João.

 

«Tenho uma ligação muito forte com o Brasil e com a música brasileira. E, como aqui também ouvem a minha música, desenvolvemos essa relação, que eu adoro», afirma o músico.

 

Os ensaios para o concerto do duo decorreram durante quatro dias, entre segunda-feira e quinta-feira.

 

Após os concertos em São Paulo, os músicos já sabem qual o próximo projeto. "Eu faço questão. Não descanso enquanto não levar o André para tocar em Portugal", afirma Laginha.

 

Noticia do Sapo Música



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Terça-feira, 28.02.12


Mário Laginha

 

O Fórum Eugénio de Almeida, em Évora, acolhe no próximo dia 10 de março o concerto a solo do pianistaMário Laginha.

 

O repertório deste espetáculo é composto por temas da autoria do músico, como «Berenice» e «Um Choro Feliz», e por alguns dos seus mais recentes projetos.

 

Entre estes estão «Canções & Fugas», um trabalho inspirado no universo de Bach, e «Mongrel», um tributo à música do compositor Frédéric Chopin.

 

Partindo de obras deste compositor, Mário Laginha «criou espaço para a improvisação» e «procurou aproximar a música de Chopin ao seu universo musical», detalha a Fundação Eugénio de Almeida em comunicado.

 

O concerto vai ter lugar pelas 21:30 do dia 10 de março. Os bilhetes custam seis euros.

 

Via Sapo Música

 



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Terça-feira, 22.11.11

Disco de Laginha e Maria João conquista prémios anuais franceses de jazz

Disco de Laginha e Maria João conquista prémios anuais franceses de jazz

 

 

 

«Follow the Songlines», gravado na Casa da Música por Mário Laginha e Maria João com os belgasDavid Linx e Diedrik Wissels, venceu na categoria Artista ou Formação Vocal dos prémios francesesVictoire du Jazz.

 

O disco, que contou também com a participação da Orquestra Nacional do Porto, foi gravado em Portugal em 2008 e editado em outubro de 2010, em França, o que lhe permite integrar a seleção destes prémios, os Grammy franceses. «Na minha vida, a música corre maravilhosamente bem», congratulou-se Maria João, em declarações à Lusa.

 

A artista, que diz ter encontrado em David Lynx um cantor com quem se identifica «a 100 por cento», repetiu a dose e acaba de gravar com aquele e com a Brussels Jazz Orchestra, «A diferent Porgy and another Bess», em que retomam a ópera «Porgy and Bess», de George Gershwin, celebrizada por músicos como Ella Fitzgerald e Louis Armstrong.

 

Já as perspetivas de este prémio lhe abrir as portas do mercado francês, nomeadamente dos concertos, não são muito boas: «É muito complicado entrar em França, porque eles têm um sistema, que nós devíamos ter cá, que protege os músicos franceses».

 

«Por exemplo, nos festivais, tem de se ter 50 por cento de músicos franceses, que é o contrário do que acontece aqui. Há festivais, pagos por dinheiros públicos, em que não há um único músico português. Isto é absolutamente medonho», disse.

 

«Follow the Songlines» pega na ideia das «songlines» que são canções transmitidas oralmente de geração em geração, que servem para os aborígenes australianos se guiarem por caminhos ou para encontrar nascentes de água.

 

Funcionam como mapas, chegando a cobrir toda a Austrália. Partindo deste conceito, os portugueses Maria João e Mário Laginha, com os belgas David Linx e Diederik Wissels, decidiram criar percursos sonoros das cidades por onde passaram e daí resultaram 12 canções, reunidas num duplo álbum. Um álbum que é também o encontro entre músicos da área do jazz e uma orquestra sinfónica.

 

Mário Laginha recorda o projeto como «uma experiência sempre muito boa», mas como um dos discos que lhe deu «mais trabalho», já que teve que «compor mais de 50 minutos de música para orquestra».

 

O trabalho foi primeiro apresentado em Bruxelas e em Lyon e só depois na Casa da Música, onde surgiu a oportunidade de gravar com a Orquestra Nacional do Porto.

 

Via Sapo Música



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Quarta-feira, 30.03.11
Cristina Branco apresenta novo álbum com Mário Laginha em Lisboa
 
O pianista e compositor Mário Laginha é o convidado especial de Cristina Branco que quinta-feira sobe ao palco do Teatro S. Luiz, em Lisboa, para apresentar o mais recente álbum, Não Há Só Tangos em Paris.

Mário Laginha é o autor de uma das músicas do disco, Un Amor, que além da versão que Cristina Branco canta em espanhol, tem uma versão para piano solo.

O novo álbum integra pela primeira vez fados tradicionais como o fado Súplica e o Menor do Porto.

«Cada vez gosto mais de cantar fado. Cada vez tem mais a ver comigo. Estou a descobrir mais coisas quando canto», disse a intérprete.

A capa do primeiro álbum gravado por Amália Rodrigues, no Rio de Janeiro, e algumas músicas que ouviu em digressão como Dos Gardenias, conduziram Cristina Branco a este disco em que canta 16 temas, «todos eles referentes à paixão, temática comum ao fado e ao tango», disse a cantora.

«A paixão e a sensualidade que sobrevivem naturalmente no fado e no tango foram o mote do álbum», afirmou Cristina Branco.

«Este é um disco de paixão e muito latino, como um navio que saísse de Buenos Aires, passasse por Lisboa, aportasse em Marselha, e o fado e o tango se encontrassem em Paris», referiu.

Em palco com Cristina Branco, além de Laginha, estarão todos os músicos com os quais gravou o álbum: Ricardo Dias (direcção musical e acordeão), Bernardo Couto (guitarra portuguesa), Bernardo Moreira (contrabaixo), Carlos Manuel Proença (viola), João Paulo Esteves da Silva (piano), Ana Cláudia Serrão, André Ferreira, Carlos Gomes e Marco Pereira (violoncelos), Jorge Reis (saxofone) e Lars Arens (trombone).

Depois do São Luiz, Cristina Branco apresenta o novo álbum no Teatro Sá da Bandeira, em Santarém (01 de abril), seguindo-se o Centro Cultural de Paredes de Coura (08 de abril), partindo em seguida em digressão internacional.

Cristina Branco actuará na Escandinávia, onde dará cinco concertos, fará um périplo pela Holanda, onde deu os primeiros passos como cantora, seguindo-se a França, onde actuará em sete salas, entre elas a parisiense La Cigale, no dia 18 de Maio.

 

Retirado do Sol



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Quarta-feira, 02.03.11

Mário Laginha Trio na Casa da Música

SEXTA | 4 MARÇO 2011 
22:00, SALA SUGGIA
MÁRIO LAGINHA TRIO

 

Durante o espaço de tempo em que escolhi as peças de Chopin que queria incluir neste disco, fui relembrando que a profusão de melodias e a riqueza harmónica são uma constante em toda a sua música. No Scherzo, na Balada, na Fantasia e até nos Nocturnos, só utilizei parte dessas melodias (por vezes uma só). Tomei muitas liberdades. Mudei compassos, tempos, modifiquei algumas harmonias - até mesmo melodias - criei espaço para a improvisação, enfim, nunca me abstive de alterar aquilo que me pareceu necessário para aproximar a música de Chopin do meu universo musical. Tinha que o fazer. Ironicamente, embirro solenemente com versões de temas clássicos em que lhes acrescentam um ritmo de jazz ou pop. Nunca o faria. Quis deixar reconhecível a fonte musical, mas fiz os possíveis por não ter uma deferência tal que me inibisse de transformar o que quer que fosse. 
Este disco é uma espécie de heresia a transbordar respeito pelo compositor. E parece-me quase um dever homenagear um dos maiores improvisadores de todos os tempos com uma música que tem na sua matriz a improvisação. 

Uma última nota sobre o nome do CD. A música que aqui está não é exactamente a que Chopin escreveu, está contaminada por outras. Nesse sentido é uma música mestiça. Como para o imaginário português a palavra mestiço remete muito para África, fui à procura de outra, noutra língua, que tendo o mesmo significado, não sugerisse uma relação (que neste caso não existe) com esse universo. Encontrei. É "Mongrel".

- Mário Laginha -

 

Mongrel Chopin 

MÁRIO LAGINHA TRIO 
Mário Laginha
 piano 
Bernardo Moreira contrabaixo 
Alexandre Frazão bateria 
_____________________ 

JANTAR + CONCERTO € 30

 

Via Casa da Música



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