Letra
Nas ruas de Lisboa
Meu fado insulano
Ondas do mar soberano
Num compasso de lonjura
Meu canto ainda ecoa
No cais das descobertas
Destas rotas tão incertas
Só meu fado ainda perdura
Ó saudade, sentimento, solidão
O meu fado vagabundo
Prisioneiro de um desejo
Ó saudade, sentimento, solidão
Ondas do mar tão profundo
Que querem beijar o Tejo
Sonhei que uma ganhoa
Cruzava o Bairro Alto
Deste inquieto sobressalto
Se fez a minha viagem
D'Alfama à Madragoa
Percorro a tua esteira
Vem canoa baleeira
Arpoar uma miragem
Ó saudade, sentimento, solidão
O meu fado vagabundo
Prisioneiro de um desejo
Ó saudade, sentimento, solidão
Ondas do mar tão profundo
Que querem beijar o Tejo
[instrumental]
Nas vozes de veludo
Que a noite insinua
Vem rasgar doce falua
Meu amargo cancioneiro
Lisboa e Tejo e tudo
Quimera, desengano
Este meu canto profano
Há-de ser teu prisioneiro
Ó saudade, sentimento, solidão
O meu fado vagabundo
Prisioneiro de um desejo
Ó saudade, sentimento, solidão
Ondas do mar tão profundo
Que querem beijar o Tejo
Ó saudade, sentimento, solidão
O meu fado vagabundo
Prisioneiro de um desejo
Ó saudade, sentimento, solidão
Ondas do mar tão profundo
Que querem beijar o Tejo
Música do Album Fados, Fantasmas e Folias de Zeca Medeiros - Letra e Música José Medeiros
Letra
Quero ver o que Terra me dá
Ao romper desta manhã
O poejo, o milho e o araçá
A videira e a maçã
Ó mãe de água, ó mãe de chuvas mil
Já não quero o teu aguaceiro
Quero ver a luz do mês de Abril
A folia no terreiro
E vou colher inhames e limões
Hortelã e alecrim
E vou cantar charambas e canções
P'ra te ao pé de mim
E nos requebros desse teu balhar
Quero ser o cantador
E vou saudar a várzea desse olhar
Ao compasso do tambor
Cantiga da Terra - letra e música de Zeca Medeiros
Letra
o cantador chegou de madrugada
venceu a noite
pelas praias do mar
na sua voz
teceu uma balada
amanhecer
que havemos de cantar
o cantador
rasgou as nossas penas
num canto moço
que havemos d'acender
na sua voz
ergueu vilas morenas
Maio maduro
que havemos de colher
ergueu cidades
sem muros nem ameias
lançou sementes
na terra de ninguém
cantou o sol
rompeu nossas cadeias
trouxe consigo
outro amigo também
o cantador chegou de madrugada
venceu a noite
pelas praias do mar
na sua voz
teceu uma balada
amanhecer
que havemos de cantar
....
Letra
de Zeca Medeiros
Baixo Eléctrico : Williams Maninho Nascimento
Vozes: Aníbal Raposo, Helena Oliveira, José Medeiros, Luís Alberto Bettencourt, Pilar Silvestre, Vania Dilac e Wiliams Maninho Nascimento
Letra
Não encontrei a letra ou os créditos desta música
Letra
Não encontrei a letra ou os créditos desta música
Letra
Não encontrei a letra ou os créditos desta música
Letra
Não encontrei a letra ou os créditos desta música
Letra
Não encontrei a letra ou os créditos desta música
Letra
Não encontrei a letra ou os créditos desta música
Letra
Letra
Não encontrei a letra ou os créditos desta música
Letra
Letra
Não encontrei a letra desta música
Letra, composição musical, programação, produção: Sérgio Deuchande
Letra
Não encontrei a letra desta música
“Este Corpo” Letra e Música/Lyrics and Music: Filipe Sambado
Letra
When my time will come
And i will not look back
I will never feel ashamed
i learned so much
Done so much more
My past i won't ignore
Every lesson i had
In the calm of the storm
The message was clear
One day i'll be gone
Carry the torch Keep it alive
The future, the love, the fight.
When The Time Comes
I’ll go my way
But until then i’m here for the
Losers, outcasts
renegades, survivors
Our actions will always prevail
I’d rather do something
Then living for nothing
Do not be afraid if you fail
When The Time Comes
I’ll go my way
But until then i’m here to stay
When The Time Comes
I’ll go my way
Don’t be afraid if you fail
When The Time Comes
I’ll go my way
But until then i’m here to stay
I’ve learn so much
Done so much more
I got a past i won't ignore
Know who you are
and what you stand for
Carry the torch
Keep it alive
Não encontrei os créditos desta música
Letra
Vou voltar!
Sei que ainda vou voltar
Para o meu lugar
Foi lá e é ainda lá
Que eu hei de ouvir
Cantar uma Sabiá...
Vou voltar!
Sei que ainda vou voltar
Vou deitar à sombra
De uma palmeira que já não há
Colher a flor que já não dá
E algum amor
Talvez possa espantar
As noites que eu não queria
E anunciar o dia...
Vou voltar!
Sei que ainda vou voltar
Não vai ser em vão
Que fiz tantos planos
De me enganar
Como fiz enganos
De me encontrar
Como fiz estradas
De me perder
Fiz de tudo e nada
De te esquecer...
(Tom Jobim/ Chico Buarque)
Letra
Why should i fake a smile on my face
got to laugh when i really dont feel like
How can i please when i really want to get away
Can’t live the lie that everything is ok
Bad choices are so easy to make
Lost the passion i had.
Time to move on again
My mind is playing tricks on me
Why do you see what i can’t see
Fate you believe everything has a reason
Like a slap in the face in everything that i do
Some call it karma, i call it destiny
No one’s there for me to hold on
Bad choices are so easy to make
Lost the passion i had.
Time to move on again
My mind is playing tricks on me
Why do you see what i can’t fucking see
Trust – the very little i had
I could finally see through you
Ego – you’re your own worst enemy
The world was only you and only you
Fuck You
Why should i fake a smile on my face
i got to laugh when i really dont feel like
Why should i fake a smile on my face .
How can i please when i really want to get away
Can’t live the lie that everything and everyone is ok
Não encontrei os créditos desta música
Letra
Não encontrei a letra ou os créditos desta música
Letra
Não encontrei a letra desta música
Music by João Bettencourt Pedroso & André Pires
Lyrics by João Bettencourt Pedroso
Letra
Não encontrei a letra ou os créditos desta música
Letra
Não encontrei a letra desta música
Music by João Bettencourt Pedroso & André Pires
Lyrics by João Bettencourt Pedroso
Letra
Não encontrei a letra desta música
"What ever happened to you" oficial music video. by Paulo Martins
Letra
Passei toda a minha vida
Num governo alienígena
Aguardei uma saída
Para ser alguém
Breve forte e conclusiva
Faço o cerne da linhagem
Num regresso à viagem
Que faculta homens
Eu vou desbravar
Ir à lua e voltar
Construir o meu castelo
Numa base lunar
Aonde viver?
Mas sem poder
Ter poder não é viver
Não subordinar outrém
Aprender a ser ninguém
Quem deixa os erros no passado
Mal amado é pecado
Conta a história
Dá-me insónia
Num acesso à memória
Faz um filtro à triagem
Faz um filho à passagem
Quando o medo deixa à margem
O último a acordar
Eu volto a dizer
As estacas vão ceder
Os aztecas no poder
E os gravatas na prisão
Cidade a arder
E a culpa que eu tiver
Se sabes o que sabes
A modéstia é mansão
Aonde viver?
Mas sem poder
Ter poder não é viver
Não subordinar outrém
Aprender a ser ninguém
Procurar sem aclamar
Encontrar sem eu marchar
Não confundas a demência
Ocus Pus Clarividência
Não encontrei os créditos desta música
Letra
Eu quero-te tanto, tanto
Eu quero-te tanto bem
Tenho-te tanta amizade
Como a tua mãe te tem
Manjerico da janela
Dá-me a mão, quero subir
Eu queria falar com ela
Mas à porta não posso ir
Mas à porta não posso ir
Eu queria falar com ela
Dá-me a mão quero subir
Manjerico da janela
A medronheira no vale
Dá-lhe o vento, abana, abana
Tomara já eu chamar
À tua irmã, minha mana
Manjerico da janela
Dá-me a mão, quero subir
Etc.
Letra
Era de noite, lembro-me bem como se fosse agora e aqui
O frio cortava como navalha e a malta muda e sem se mexer
como as pedras da calçada
Tinhamos vindo ainda há pouco da casa do João na avenida
Tudo bem alto, ninguém sonhava então que ia entrar num beco sem saída
Ele era meu amigo desde os dias de escola
Gostava de brincar comigo aos índios e aos cowboys
E eu sonhava poder vir a ser a sua companheira
Mas o meu herói quis outra heroína
O meu herói quis outra heroína
Estava deitado sobre o meu colo como Jesus ao colo de Maria
Fechou os olhos e eu tive medo de o perder naquela noite fria
A morte veio, e sem dizer nada ele partiu com ela na montada
E eu fiquei rouca de gritar por dentro mas já de nada serviu o lamento
Ele era tão bonito e tocava viola
No grupo lá do bairro que ensaiava na garagem do Zé
A gente costumava ir juntos ver o sol nascer na praia
Mas o meu herói quis outra heroína
O meu herói quis outra heroína
(Letra e música de Luís Pedro Fonseca - Lena d’Água, Terra Prometida, 1986)
Letra
dei por mim a dançar na praia
subi à noite com a maré
fui nas ondas da minha saia
fiquei contigo fora de pé
perto de ti é onde eu quero estar
dei comigo a rolar na areia
o corpo nu vesti de luar
na vertigem da lua cheia
segui viagem p'ra te encontrar
perto de ti é onde eu quero estar
tal como um rio sou água a correr
sobre o teu peito, tão fora de mim
na madrugada o incenso a arder
deixa na pele um cheiro a jasmim
fico perdida de amor
perto de ti é onde eu quero estar
ao pé de ti sinto-me flutuar
perto de ti é onde eu quero estar
ao pé de ti sinto-me transbordar
letra de lena d'água e luís pedro fonseca; música de carlos fortuna e luis pedro fonseca
Letra
Letra
Tu tens alguém mas baby it's all good... yeah yeah...
Tu tens alguém mas baby it's all good
Eu nem me incomodo, eu tou sem ninguém não tou como tu
Mas tou nesse modo
Eu sei que o teu nigga não, eu sei que o teu nigga não fode
Tas a procura de alguém para te dar o que o teu nigga não pode
Sozinho em casa hoje tou alone
Vem ter comigo mas não te esqueças desliga o teu cellphone
Louca por sair da friend zone, louca por sair da friend zone
Fica em segredo e fica entre nós
Eu sou melhor que teu ex
Melhor que teu next
Mesmo num dia mau [x2]
Eu sei que és tu que me ligas em anónimo
O teu respirar é óbvio
A vontade de me ver vai ser sobrepondo ao ódio
Talvez me odeies como homem
Mas não me odeias como ontem
Não existe calma sem desordem
E a saudade é pra se matar jovem
Existe na ligação até ao ultimo sinal
Na esperança de me ouvires no voice mail teatral
Tipo, agora não dá liga mais tarde
Engraçado foi o que tu disseste quando bazas-te
Não que eu tenha contado os 4 meses, 3 semanas, 5 dias, 2 horas
Desde do dia em que te foste
Ou talvez tenha contado
Para tirar da cabeça o pensamento de ver com outra
O que me safou até agora foi a memoria fotográfica
Que eu guardei do teu corpo
E por mais que digas que não
A verdade é que ainda te quero como nenhum outro
Pediste tempo, eu dei-te um pouco
Mas o que o tempo não cura acaba morto
Só espero que te apresavas ao cair em ti
Que doía menos teres caído em mim
Eu sou melhor que teu ex
Melhor que teu next
Mesmo num dia mau [x2]
Letra por Jimmy P Coros por Jimmy P
Música
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