Sábado, 01.12.12

 

 

Letra

No me olvides 
yo me muero 
Amor 
mi vida es sufrimiento 
Yo 
te quiero en mi camino 
Por vos 
cambiaba mi destino 

Ay, 
abrázame esta noche 
aunque no tengas ganas 
prefiero que me mientas 
tristes breves nuestras vidas 
acércate a mí 
abrázame a ti por Dios 
entrégate a mis brazos. 

Tengo 
un corazón penando 
Yo sé 
que vos lo está escuchando 
Con 
mil lágrimas te quiero 
Pasión 
sos mi amor sincero 

Ay, 
abrázame esta noche 
aunque no tengas ganas 
prefiero que me mientas 
tristes breves nuestras vidas 
acércate a mí 
abrázame a ti por Dios 
entrégate a mis brazos 


publicado por olhar para o mundo às 08:09 | link do post | comentar

Sexta-feira, 30.11.12

 

 

letra

 

Ó rua do Capelão 
Juncada de rosmaninho 
Se o meu amor vier cedinho 
Eu beijo as pedras do chão 
Que ele pisar no caminho. 

Há um degrau no meu leito, 
Que é feito pra tisomente 
Amor, mas sobe com jeito 
Se o meu coração te sente 
Fica-me aos saltos no peito. 

Tenho o destino marcado 
Desde a hora em que te vi 
Ó meu cigano adorado 
Viver abraçada ao fado 
Morrer abraçada a ti. 



publicado por olhar para o mundo às 17:06 | link do post | comentar

 

 

letra

 

O barco, meu coração não aguenta
Tanta tormenta, alegria
Meu coração não contenta
O dia, o marco, meu coração, o porto, não
Navegar é preciso, viver não é preciso (2x)
O barco, noite no céu tão bonito
Sorriso solto perdido
Horizonte, madrugada
O riso, o arco, da madrugada
O porto, nada
Navegar é preciso, viver não é preciso (2x)
O barco, o automóvel brilhante
O trilho solto, o barulho
Do meu dente em tua veia
O sangue, o charco, barulho lento
O porto silêncio
Navegar é preciso, viver não é preciso (2x)


O barco, meu coração não aguenta
Tanta tormenta, alegria
Meu coração não contenta
O dia, o marco, meu coração, o porto, não
Navegar é preciso, viver não é preciso (2x)
O barco, noite no céu tão bonito
Sorriso solto perdido
Horizonte, madrugada
O riso, o arco, da madrugada
O porto, nada
Navegar é preciso, viver não é preciso (2x)
O barco, o automóvel brilhante
O trilho solto, o barulho
Do meu dente em tua veia
O sangue, o charco, barulho lento
O porto silêncio
Navegar é preciso, viver não é preciso (2x)



publicado por olhar para o mundo às 08:03 | link do post | comentar

Terça-feira, 20.11.12

Lula percebeu que tinha de desenvolver uma procura interior Lula percebeu que tinha de desenvolver uma procura interior  (Miguel Madeira)


Há dois anos, aquando do lançamento do seu segundo e último álbum, Troubador, dizia-nos que quando está em palco gosta de sentir-se livre para o imprevisto e dava um exemplo: "Se estiver alguém na plateia que queira tocar comigo estou disponível."

 

Por norma, Lula Pena apresenta-se sozinha. Mas hoje, às 22h, no Teatro Maria Matos, em Lisboa, não vai ser necessário requisitar alguém da plateia, porque vai estar acompanhada. Com ela vai estar o músico guineense Mû. Conheceram-se há muitos anos em Barcelona, uma das cidades por onde Lula andou. 

Nessa altura, estava de partida para Bruxelas e Mû, depois de ter assistido a um concerto seu, resolveu oferecer-lhe uma canção em homenagem. A partida para a capital belga inviabilizou qualquer colaboração, mas um dia, acidentalmente, em Lisboa, voltaram a cruzar-se. E agora cumprem o ensejo de tocarem lado a lado. Ela vem com a voz e o violão, e toda a poesia do silêncio em redor, enquanto ele toca simbi, tonkorongh e tambor de água.

Silêncios

As canções são as dela, em particular do álbum Troubador, mas com novos ritmos, respirações e, claro, silêncios. Se, a solo, a sua música já é uma confluência de geografias indeterminadas e de espiritualidades emocionantes, acompanhada é-o ainda mais. Se a solo o seu apetite para improvisar já se faz notar, a dois há ainda mais espaço para criar momentos únicos e irrepetíveis.

Lula é uma personagem misteriosa no contexto da música feita em Portugal. O álbum de estreia, Phados, foi lançado há 13 anos, tendo sido distribuído por uma editora belga. Em Portugal, era uma desconhecida. Havia fado por ali, e morna, e bossa nova, mas de uma forma singular. Depois sucederam-se alguns concertos e um longo hiato até chegar o segundo disco. As canções estão cheias de memórias, alusões e citações. Luna tucumanade Atahualpa Yupanqui, A noite de meu bem, de Dolores Duran, ou Partido alto, de Chico Buarque, acabam por constituir alguns desses micro-apontamentos no meio das canções, sendo reconhecíveis por todos, incorporadas de forma orgânica.

Ela nunca teve pressas. Foi procurando entender qual o seu lugar e percebeu que não podia obedecer a imposições de fora, mas sim que tinha de desenvolver uma exigente procura interior. Não surpreende que a sua música respire uma série de linguagens (fado, tango,chanson francesa, morna, flamenco ou bossa nova), sem ser nada disso em particular, diluídas num cosmos muito particular, ondulando na superfície da sua voz e viola.

A maior parte das canções ignora fronteiras, caminhando descalças pelo Mediterrâneo, atravessando com leveza o oceano para o Atlântico Sul, numa mistura de emoções e memórias que vão desembocar, hoje, em Lisboa.

 

Noticia do Público



publicado por olhar para o mundo às 19:19 | link do post | comentar

Segunda-feira, 10.10.11

Roque Beat: B Fachada e Lula Pena em concerto

O ciclo Roque Beat – Nova Música Portuguesa procura estabelecer um circuito sólido para a divulgação de novos projetos musicais nacionais, contribuindo simultaneamente para a formação de uma identidade comum e criando uma enorme onda de vibração em torno da música do nosso país.

 

A terceira série do Roque Beat, cujo objetivo principal é a divulgação da nova música portuguesa, arrancou a 6 de outubro e prossegue agora pelo país.

 

Depois de Os GolpesSamuel ÚriaMárcia e Norberto Lobo, é a vez de se apresentarem B FACHADA e LULA PENA, dois dos mais interessantes e carismáticos artistas nacionais.

 

Sobre B FACHADA


A obra de B FACHADA assume-se como força vital, natural e poderosa, possuindo uma visão mordaz e crítica que faltava há muito à canção nacional. Colaborou com um número e diversidade impressionante de músicos. Faz tarefas de músico e coprodutor com os Diabo na Cruz. Com Walter Benjamin aprendeu sobre arranjos e trabalho de estúdio. Cantou com Sérgio Godinho terminando o ano com uma atuação conjunta no Festival Super Bock em Stock. Fez produção de vozes no disco de Márcia, cantou uma marcha revolucionária de Fernando Lopes Graça com Pedro Abrunhosa e partilhou um microfone em dueto com Vitorino, acompanhado pelo Real Combo Lisbonense. Depois de um ano em que não passava uma semana sem aparecer numa publicação, numa rádio ou num programa de televisão, é a vez de o ouvir no ROQUE BEAT, um pouco por todo o país.  

 

Videoclip de «Joana Transmontana»:

 

Sobre LULA PENA


LULA PENA é, ainda hoje, um dos grandes segredos da música nacional. Toca um fado a que tira o f, assumindo-se como phadista, e o seu último registo TROUBADOUR foi recebido como uma benção pela crítica e pelo público que acompanha a sua música. Podemos pensar nela não só como uma das grandes reinventoras do fado, mas como alguém que verdadeiramente o vive e segue vivendo. Porque o leva para todos os portos do Mediterrâneo, para o Brasil e a América Central quando o balanço assim o dita, ou dizendo a palavra em inglês quando assim o julga necessário. Nas suas próprias palavras, procura uma «tradição à escala universal».

 

Videoclip de «Acto IV»:

 

As próximas datas da tour são:

 

Torres Novas - Teatro Virgínia - 13 de outubro, 21h30 - Entrada Livre - Aniversário do Teatro

 

Torres Vedras - Teatro Cine - 15 de outubro, 21h30 - Preço: 5€

 

Coimbra - Teatro Académico Gil Vicente - 20 de outubro, 21h30 - Preço: Normal - 10€; Jovem e Sénior - 8€

 

Há um passatempo que oferece bilhetes duplos no Sapo Musica 

 

Retirado de Sapo Música

 



publicado por olhar para o mundo às 21:11 | link do post | comentar


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