Terça-feira, 25.04.17

 


Letra: Pedro Branco
Música: Rogério Charraz
Álbum: Espelho (2014) & Não tenhas medo do escuro Edição Especial (2017)

Letra:
Sempre que o amor
Te bater de novo à porta
Solta-se a dor
E tudo se conforta
É o mar que fica mais brilhante
É o passo que fica mais dançante
O futuro que nunca mais se esquece
Sempre que o amor nos acontece...

Canto a magia
De um novo amanhecer
Em tons de alegria
Só por estar a renascer
É o tempo confuso, excitado
O céu que nos cobre por todo o lado
O sorriso que em nós se agiganta
Sempre que a magia assim se canta

Amor é em mim canção
Seja de que forma for
Cantarei esta emoção
Só por ser assim... amor!

Por isso na vida
Já não há hesitação
E em cada batida
Deste meu coração
É o mundo que agarro a toda a hora
A saudade que vem e se demora
É a plenitude da existência
Sempre que assim a vida se faz essência!

Amor é em mim canção...

 



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charraz.jpg

 

 
O tema interpretado em dueto com a luso-brasileira Luanda Cozetti (voz dos Couple Coffee), faz parte da banda sonora da série RTP ´O Sábio`, em exibição bi-diária, e integra a Edição Especial de ´Não tenhas medo do escuro`, editada no mês passado.

Para a gravação e edição deste novo vídeo, rodado no original cenário do Restaurante Beatus, Rogério Charraz manteve a colaboração com a We Do Movies Too, produtora responsável pelos três vídeos anteriores do Cantautor: ´Submarino Irrevogável`, ´Se me perguntas a mim` e ´Medo do Escuro`.

O músico continua na estrada a mostrar as canções do mais recente disco, com próximas paragens no Pinhal Novo (24 de Abril), Albufeira (30 de Abril) e Lisboa (6 de Maio).
 

 



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Sexta-feira, 28.08.15

 

Não sei
Não sabe ninguém
Porque canto o fado
Neste tom magoado
De dor e de pranto
E neste tormento,
Todo o sofrimento
Eu sinto que a alma
Cá dentro se acalma
Nos versos que canto

Foi Deus
Que deu luz aos olhos
Perfumou as rosas
Deu o oiro ao Sol
E prata ao luar
Foi Deus
Que me pôs no peito
Um rosário de penas
Que vou desfiando
E choro a cantar

E pôs as estrelas no céu
E fez o espaço sem fim
Deu luto as andorinhas
Ai, deu-me esta voz a mim

Se canto
Não sei o que canto
Misto de ventura
Saudade, ternura e talvez amor
Mas sei que cantando
Sinto o mesmo quando,
Se tem um desgosto
E o pranto no rosto
Nos deixa melhor

Foi Deus
Que deu voz ao vento
Luz ao firmamento
E deu o azul às ondas do mar
Foi Deus
Que me pôs no peito
Um rosário de penas
Que vou desfiando
E choro a cantar

Fez poeta o rouxinol
Pôs no campo o alecrim
Deu as flores à Primavera
Ai, deu-me esta voz a mim

 

 



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Quarta-feira, 10.12.14

 

Letra

 

Por la blanda arena que lame el mar
Su pequeña huella no vuelve más
Un sendero solo de pena y silencio llegó
Hasta el agua profunda
Un sendero solo de penas mudas llegó
Hasta la espumaSabe Dios que angustia te acompañó
Que dolores viejos calló tu voz
Para recostarte arrullada en el canto de las
Caracolas marinas
La canción que canta en el fondo oscuro del mar
La caracolaTe vas Alfonsina con tu soledad
¿Qué poemas nuevos fuiste a buscar?
Una voz antigua de viento y de sal
Te requiebra el alma y la está llevando
Y te vas hacia allá, como en sueños
Dormida, Alfonsina, vestida de marCinco sirenitas te llevarán
Por caminos de algas y de coral
Y fosforescentes caballos marinos harán
Una ronda a tu lado
Y los habitantes del agua van a jugar
Pronto a tu ladoBájame la lámpara un poco más
Déjame que duerma Nodriza en paz
Y si llama él no le digas que estoy
Dile que Alfonsina no vuelve
Y si llama él no le digas nunca que estoy
Di que me he idoTe vas Alfonsina con tu soledad
¿Qué poemas nuevos fuiste a buscar?
Una voz antigua de viento y de sal
Te requiebra el alma y la está llevando
Y te vas hacia allá como en sueños
Dormida, Alfonsina, vestida de mar
 
 
Composição: Ariel Ramírez / Félix Luna

 



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Quinta-feira, 02.10.14

 

Letra


Sempre que o amor
Te bater de novo à porta
Solta-se a dor
E tudo se conforta
É o mar que fica mais brilhante
É o passo que fica mais dançante
O futuro que nunca mais se esquece
Sempre que o amor nos acontece...

Canto a magia
De um novo amanhecer
Em tons de alegria
Só por estar a renascer
É o tempo confuso, excitado
O céu que nos cobre por todo o lado
O sorriso que em nós se agiganta
Sempre que a magia assim se canta

Amor é em mim canção
Seja de que forma for
Cantarei esta emoção
Só por ser assim... amor!

Por isso na vida
Já não há hesitação
E em cada batida
Deste meu coração
É o mundo que agarro a toda a hora
A saudade que vem e se demora
É a plenitude da existência
Sempre que assim a vida se faz essência!

Amor é em mim canção...

Arranjo: Rogério Charraz e Rui Carvalho

Voz: Rogério Charraz
Contrabaixo: Nuno Oliveira
Piano: Paulo Loureiro e Rui Carvalho
Guitarra Acústica: Guilha Marinho
Percussões: Ruca Rebordão
Guitarra Portuguesa: Luis Guerreiro

Convidada Especial: Luanda Cozetti | voz

 

Tema do disco "Espelho" (2014).

Música: Rogério Charraz
Letra: Pedro Branco



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Terça-feira, 06.11.12
 
letra

Dizer que sim à vida
Dizer que não à morte
Dizer na despedida
Que o tempo é o mais forte

 

Dizer que sim à vida
Dizer que não à morte
Jogar na despedida
A carta que é a sorte

 

Dizer a toda a gente
Que o amor de repente
Entrou no nosso jogo
Dizer a toda a gente
Que o nosso corpo é quente
A nossa boca ardente
E a nossa alma fogo...

 

E se não for verdade
Tudo o que nós dizemos
Tudo o que nós sentimos
Também não é saudade

 

Dizer que sim à vida
Dizer que não à morte
Jogar na despedida
A carta que é a sorte

 

Dizer a toda a gente
Que o amor de repente
Entrou no nosso jogo
Dizer a toda a gente
Que o nosso corpo é quente
A nossa boca ardente
E a nossa alma fogo...

 

E se não for verdade
Tudo o que nós dizemos
Tudo o que nós sentimos
Também não é saudade
Por isso é que nos rimos



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Segunda-feira, 05.11.12

 

 

letra

 

Para um tempo que fica
Doendo por dentro
E passa por fora
Para o tempo do vento
Que é o contratempo
Da nossa demora
Passam dias e noites
Os meses...os anos
O segundo e a hora
E ao tempo presente
É que a gente pergunta
E agora...e agora

Tempo
Para pensar cada momento deste tempo
Que cada dia é mais profundo e é mais tempo
Para emendar pois outro tempo menos lento
Tempo
Dos nossos filhos apredenderem com mais tempo
A rapidez que apanha sempre o pensamento
Para nascer, para viver, para existir
E nunca mais verem o tempo fugir

Ai...o tempo constante
Que a cada instante
Nos passa por fora
Este tempo candente
Que é como um cometa
Com laivos de aurora
É o tempo de hoje
É o tempo de ontem
É o tempo de outrora
Mas o tempo da gente
É o tempo presente
É agora...é agora

Tempo
Para agarrar cada momento deste tempo
E terminar em absoluto ao mesmo tempo
Em temporal como os ponteiros do minuto
Tempo
Para o relogio bater certo com a vida
Que um homem bom que um homem sao que um homem forte
Que nao chegava a conseguir fazer partida
E que desperta adiantado para a morte



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letra

 

Serras, veredas, atalhos,
Fragas, estradas de vento,
Onde se encontram retalhos 
De vidas em sofrimento 

 

Retalhos fundos nos rostos, 
Mãos duras e retalhadas 
Pelo suor do desgosto, 
Retalha as caras fechadas 

 

O caminho que seguiste, 
Entre gente pobre e rude, 
Muitas vezes tu abriste 
Uma rosa de saúde 

 

[refrão]

Cada história é um retalho
Cortado no coração 
De um homem que no trabalho 
Reparte a vida e o pão 

 

As vidas que defendeste, 
E o pão que repartiste, 
São lágrimas que tu bebeste 
Dos olhos de um povo triste 

 

E depois de tanto mundo, 
Retalhado de verdade, 
Também tu chegaste ao fundo 
Da doença da cidade 

 

Da que não vem na sebenta, 
Daquela que não se ensina, 
Da pobreza que afugenta 
Os barões da medicina 

 

Tu sabes quanto fizeste, 
A miséria não se cura, 
Nem mesmo quando lhe deste
A receita da ternura



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Quinta-feira, 07.06.12

 

Letra

 

Se por acaso me vires por aí
Disfarça, finge não ver
Diz que não pode ser, diz que morri
Num acidente qualquer
Conta o quanto quiseste fazer
Exalta a tua versão
Depois suspira e diz que esquecer
É a tua profissão

 

E ouve-se ao fundo uma linda canção
De paz e amor
Se por acaso me vires por aí
Vamos tomar um café
Diz qualquer coisa, telefona, enfim
Eu ainda moro na Sé
Encaixotei uns papeis e não sei
Se hei-de deitar tudo fora
Tenho uma série de cartas para ti
Todas de uma tal de Dora

 

E ouvem-se ao fundo canções tão banais
De paz e amor
Se eu por acaso te vir por aí
Passo sem sequer te ver
Naturalmente que já te esqueci
E tenho mais que fazer
Quero que saibas que cago no amor
Acho que fui sempre assim
Espero que encontres tudo o que quiseres
E vás para longe de mim

 

E ouve-se ao fundo uma velha canção
De paz e amor
Na sexta-feira acho que te vi
À frente da Brasileira
Era na certa o teu fato azul
E a pasta em tons de madeira
O Tó talvez queira te conhecer
Nunca falei mal de ti
A vida passa e era bom saber
Que estás em forma e feliz

E ouve-se ao fundo uma triste canção
De paz e amor.



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Segunda-feira, 20.06.11

 

Letra

 

E aí? / O avião abranda
A saudade voa / O medo ciranda
Sou uma pessoa /Sul-americana
Bom dia, Lisboa / Meu nome é Luanda

Tudo igual / O chôpe na pressão
A imperial / Arroz e feijão
Brasil, Portugal / A mesma nação
O Senhor do Bonfim / Feito uma canção

E aí? / Cadê o pessoal?
O índio tupi? / O hino nacional?
O voo do colibri? / Etcétera e tal…
Cadê o Cariri? / Cadê o Carnaval?

É um dia sim, é um dia não

É o guaraná / É o metrô
Mas a festa, oh pá, / Não acabou
Salve Iemanjá / Oxum e Xangô
A flor do alecrim / Jamais murchou

 

É um dia sim, é um dia não
É o pé que dança o baião
É um dia sim, é um dia não
É a cara do furacão
É um dia sim, é um dia não
É o pé que dança o baião
É um dia sim, é um dia não
É a voz que canta com paixão

O Cais do Sodré / Fado maior
O samba no pé / O meu suor
Trabalho pra ter / Um mundo melhor
Que vai do Abaeté / A Montemor

Me sinto mais viva  Não sei porquê
Misturo a saliva | só com  você
E viro nativa | De um lugar… cadê?
Filha adoptiva | Do prazer

 



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