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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

  Letra: Pedro Branco Música: Rogério Charraz Álbum: Espelho (2014) & Não tenhas medo do escuro Edição Especial (2017) Letra: Sempre que o amor Te bater de novo à porta Solta-se a dor E tudo se conforta É o mar que fica mais brilhante É o passo que fica mais dançante O futuro que nunca mais se esquece Sempre que o amor nos acontece... Canto a magia De um novo amanhecer Em tons de alegria Só por estar a renascer É o tempo confuso, excitado O céu que nos cobre por (...)
   O tema interpretado em dueto com a luso-brasileira Luanda Cozetti (voz dos Couple Coffee), faz parte da banda sonora da série RTP ´O Sábio`, em exibição bi-diária, e integra a Edição Especial de ´Não tenhas medo do escuro`, editada no mês passado. Para a gravação e edição deste novo vídeo, rodado no original cenário do Restaurante Beatus, Rogério Charraz manteve a colaboração com a We Do Movies Too, produtora responsável pelos três vídeos anteriores do (...)
  Não sei Não sabe ninguém Porque canto o fado Neste tom magoado De dor e de pranto E neste tormento, Todo o sofrimento Eu sinto que a alma Cá dentro se acalma Nos versos que canto Foi Deus Que deu luz aos olhos Perfumou as rosas Deu o oiro ao Sol E prata ao luar Foi Deus Que me pôs no peito Um rosário de penas Que vou desfiando E choro a cantar E pôs as estrelas no céu E fez o espaço sem fim Deu luto as andorinhas Ai, deu-me esta voz a mim Se canto Não sei o que canto Mis (...)
  Letra   Por la blanda arena que lame el mar Su pequeña huella no vuelve más Un sendero solo de pena y silencio llegó Hasta el agua profunda Un sendero solo de penas mudas llegó Hasta la espumaSabe Dios que angustia te acompañó Que dolores viejos calló tu voz Para recostarte arrullada en el canto de las Caracolas marinas La canción que canta en el fondo oscuro del mar La caracolaTe vas Alfonsina con tu soledad ¿Qué poemas nuevos fuiste a buscar? Una voz antigua de viento (...)
  Letra Sempre que o amor Te bater de novo à porta Solta-se a dor E tudo se conforta É o mar que fica mais brilhante É o passo que fica mais dançante O futuro que nunca mais se esquece Sempre que o amor nos acontece... Canto a magia De um novo amanhecer Em tons de alegria Só por estar a renascer É o tempo confuso, excitado O céu que nos cobre por todo o lado O sorriso que em nós se agiganta Sempre que a magia assim se canta Amor é em mim canção Seja de que forma for Can (...)
  letra Dizer que sim à vida Dizer que não à morte Dizer na despedida Que o tempo é o mais forte   Dizer que sim à vida Dizer que não à morte Jogar na despedida A carta que é a sorte   Dizer a toda a gente Que o amor de repente Entrou no nosso jogo Dizer a toda a gente Que o nosso corpo é quente A nossa boca ardente E a nossa alma fogo...   E se não for verdade Tudo o que nós dizemos Tudo o que nós sentimos Também não é saudade   Dizer que sim à vida Dizer (...)
    letra   Para um tempo que fica Doendo por dentro E passa por fora Para o tempo do vento Que é o contratempo Da nossa demora Passam dias e noites Os meses...os anos O segundo e a hora E ao tempo presente É que a gente pergunta E agora...e agora Tempo Para pensar cada momento deste tempo Que cada dia é mais profundo e é mais tempo Para emendar pois outro tempo menos lento Tempo Dos nossos filhos apredenderem com mais tempo A rapidez que apanha sempre o pensamento Para (...)
    letra   Serras, veredas, atalhos, Fragas, estradas de vento, Onde se encontram retalhos  De vidas em sofrimento    Retalhos fundos nos rostos,  Mãos duras e retalhadas  Pelo suor do desgosto,  Retalha as caras fechadas    O caminho que seguiste,  Entre gente pobre e rude,  Muitas vezes tu abriste  Uma rosa de saúde    [refrão] Cada história é um retalho Cortado no coração  De um homem que no trabalho  Reparte a vida e o pão    As vidas que (...)
  Letra   Se por acaso me vires por aí Disfarça, finge não ver Diz que não pode ser, diz que morri Num acidente qualquer Conta o quanto quiseste fazer Exalta a tua versão Depois suspira e diz que esquecer É a tua profissão   E ouve-se ao fundo uma linda canção De paz e amor Se por acaso me vires por aí Vamos tomar um café Diz qualquer coisa, telefona, enfim Eu ainda moro na Sé Encaixotei uns papeis e não sei Se hei-de deitar tudo fora Tenho uma série de cartas para ti To (...)
  Letra   E aí? / O avião abranda A saudade voa / O medo ciranda Sou uma pessoa /Sul-americana Bom dia, Lisboa / Meu nome é Luanda Tudo igual / O chôpe na pressão A imperial / Arroz e feijão Brasil, Portugal / A mesma nação O Senhor do Bonfim / Feito uma canção E aí? / Cadê o pessoal? O índio tupi? / O hino nacional? O voo do colibri? / Etcétera e tal… Cadê o Cariri? / Cadê o Carnaval? É um dia sim, é um dia não É o guaraná / É o metrô Mas a festa, oh (...)
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