
“Luís Represas ruma a Sul, desta vez para apresentar o espectáculo que comemora os seus 40 anos de música. O cantor e compositor fundador do Trovante, com uma carreira a solo invejável irá apresentar o seu novo single "Se achas que sim” que irá fazer parte do novo disco de originais com saída prevista para Setembro deste ano, nunca esquecendo temas intemporais que acompanharam gerações.”

A celebrar 40 anos de carreira, Luís Represas encontra-se em estúdio a finalizar o seu 8º álbum de originais, com edição prevista para Setembro deste ano.
O novo single "Se Achas Que Sim" conta com a colaboração dos produtores Fred (Orelha Negra) e B Fachada e o resultado não poderia ser mais surpreendente!
O single já se encontra disponível e tem o selo da Sony Music Portugal.
Este e outros temas poderão ser ouvidos no espectáculo único em Elvas, no dia 22 de Abril, numa retrospectiva às canções escritas por Luís Represas, tendo como convidados Carlos do Carmo, António Victorino d'Almeida e Cuca Roseta, culminando em festa com Fogo de Artifício.

LUÍS REPRESAS
LUÍS REPRESAS
"Ela Quer" é o segundo single de "Cores" e já toca nas rádios
Letra
Luis Represas - Ela Quer
Ela quer que o vento não sopre
Ela quer agora que sopre
Ela quer que o dia não tenha fim
Ela quer que a noite não tarde
Ela quer que o Clooney seja padre
Ela quer ida e volta e não voltar
Ela quer um banho bem quente
Ela quer que o frio a tente
Ela quer enrolar-se no roupão
Ela quer, ou não quer
Ela quer, só quer é ser feliz
Ela quer que o vestido lhe sirva
Ela quer muito queijo na pizza
Ela quer o Johny Deep no colchão
Ela quer o mundo arrumado
Ela quer a casa do lado
Ela quer discutir a discussão
Ela quer o sol na cabeça
Ela quer ser mulata depressa
Ela quer muita sombra no verão
Ela quer, ou não quer
Ela quer, só quer é ser feliz
Ela quer, ou não quer
Ela quer, só quer é ser feliz
Ela quer a tampa para baixo
Ela quer um homem bem macho
Ela quer cor de rosa num jarrão
Ela quer a vela na mesa
Ela quer a luz toda acesa
Ela quer trovoada sem trovão
Ela quer que a chuva não molhe
Ela quer que a roupa se cole
Ela quer rebolar num temporal
Ela quer, ou não quer
Ela quer, só quer é ser feliz
Ela quer, ou não quer
Ela quer, só quer é ser feliz
Ela quer surpresa de um dia atrás do outro
Lhe vai dizer
Ela quer, ou não quer
Ela quer, só quer é ser feliz
Ela quer, ou não quer
Ela quer, só quer é ser feliz
Ela quer, ou não quer
Ela quer, só quer é ser feliz
Ela quer, ou não quer
Ela quer, só quer é ser feliz
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Concertos Íntimos 2014: Luís Represas com explosão de “Cores” no CTE |
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Luís Represas pisa o palco do Cine-Teatro de Estarreja no próximo sábado para liderar o grande concerto de encerramento da 8ª edição dos Concertos Íntimos. Depois de Mafalda Veiga, em janeiro, e A Naifa, em março, agora é a vez de Luís Represas dar voz e guitarra às canções que compõem o seu último registo: “Cores”. Prestes a esgotar, o concerto está agendado para sábado, 10 de maio, às 21h30. |
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Um dos fundadores dos Trovante, em 1976, Luís Represas continua na estrada e dedicado de corpo e alma à música portuguesa, passados quase quarenta anos. "Cores" é o nome do último disco de originais (sete anos depois de “Olhos nos Olhos”) e dá o mote para Luís Represas visitar pela primeira vez o Cine-Teatro de Estarreja. Até lá, "Tomara", o single de avanço, toca nas rádios para embalar os ouvidos.
Luís Represas é o 24º nome dos Concertos Íntimos, ciclo focado na música nacional. Uma marca da programação do Cine-Teatro de Estarreja com histórico de lotação esgotada em cada concerto agendado. Sérgio Godinho, Sara Tavares e Jorge Palma [2007]; Clã, The Gift e Camané [2008]; Madredeus, Paulo de Carvalho e Ana Moura [2009]; Tereza Salgueiro, Fafá de Belém e Nuno Guerreiro [2010]; David Fonseca, Pedro Abrunhosa e Cristina Branco [2011]; Clã, GNR e Carminho [2012]; Pedro Abrunhosa, António Zambujo e Tim [2013] incluíram este ciclo de concertos nas edições anteriores e, juntamente com Mafalda Veiga e A Naifa, levaram ao Cine-Teatro de Estarreja um total de 10.972 espetadores. O serviço de babysitting do Cine-Teatro de Estarreja acolhe crianças entre os 4 e os 10 anos. É gratuito e requer marcação até dois dias úteis antes do evento. Com lotação limitada a 8 crianças, o serviço não é garantido caso não existam inscrições dentro do prazo referido. Usufrua do serviço de babysitting e tire o máximo partido do espetáculo. |
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http://www.cineteatroestarreja.com |

LUÍS REPRESAS
‘Cores’ está disponível em exclusivo
no MEO Music
O álbum, de onde foi extraído o primeiro single ‘Tomara’, pode ser ouvido aqui.
‘Cores’ é o primeiro disco de estúdio, a solo, de Luís Represas desde ‘Olhos nos Olhos’ (2008). Durante estes cinco anos, Luís Represas editou ainda um CD+DVD ao vivo e um disco de parceria com João Gil, celebração de 35 anos de carreira de ambos, desde que se estrearam juntos nos Trovante.
‘Cores’ chega às lojas no dia 24 de Fevereiro.
O MEO Music é um serviço de streaming multiplataforma que permite o acesso a um catálogo de milhões de músicas no computador, smartphone, tablet e televisão sem limitações nem publicidade associadas.
LUÍS REPRESAS
NOVO ÁLBUM ‘CORES’ CHEGA ÀS LOJAS
A 24 DE FEVEREIRO
VEJA AQUI O LYRIC VÍDEO DO 1.º SINGLE: ‘TOMARA’
‘As cores esperam umas pelas outras. Depois marcam-lhes encontros mais ou menos óbvios, abraçam-nas umas às outras, dispõem-nas em espaços mais ou menos amplos, dedicam uma a uma mais ou menos protagonismo, até que explodem numa profusão que comove os sentidos. Desperta em cada um deles referências mais ou menos claras, às vezes escondidas, só a entender mais tarde. As cores são muito mais quando se combinam, são tudo quando se entendem, num capricho que nos deleita e nos desafia a explicar o que não se explica.
As notas são como as cores. Só aparentemente solitárias’, escreveu Luís Represas a propósito do nome do seu novo disco.
‘Tomara’, o single de apresentação deste novo disco, já toca na rádios e está disponível para compra e em streaming em todas as plataformas digitais. Ficou hoje também disponível o lyric & cords video do tema, para ver aqui.
letra
O dia nasce
E tudo é paz
Céu revela-se maior
E o canto e o sopro
Do vento que abraça a pele
Carinho vem
De onde se espera
O abraço faz parte de nós
Caminho andado
Para podermos descansar
Tomara que fosse sempre assim
Tomara que fosse
Tomara que fosse sempre assim
Tomara que fosse
Já sei quem era
Já sei quem sou
Quem somos nós a viajar
A terra é grande
É maior quando se dá
Já nada é meu
Todo o que não foi meu
E tudo é nosso por igual
Não temos muros
Nem grades para nos separar
Tomara que fosse sempre assim
Tomara que fosse
Tomara que fosse sempre assim
Tomara que fosse
A alma nua
O corpo errante
Em busca do que se perdeu
As mãos que afagam
São mãos que sabem resgatar
Assim nascemos
Assim seremos sempre iguais
Assim vivemos sem esperar
Somos areia
Poeira de estrela polar
Tomara que fosse sempre assim
Tomara que fosse
Tomara que fosse sempre assim
Tomara que fosse
Luís Represas
Novo single estreia hoje nas rádios
e fica disponível digitalmente
Novo álbum ‘Cores’ terá edição
em Fevereiro de 2014
‘As cores esperam umas pelas outras. Depois marcam-lhes encontros mais ou menos óbvios, abraçam-nas umas às outras, dispõem-nas em espaços mais ou menos amplos, dedicam uma a uma mais ou menos protagonismo, até que explodem numa profusão que comove os sentidos. Desperta em cada um deles referências mais ou menos claras, às vezes escondidas, só a entender mais tarde. As cores são muito mais quando se combinam, são tudo quando se entendem, num capricho que nos deleita e nos desafia a explicar o que não se explica.
As notas são como as cores. Só aparentemente solitárias’, escreveu Luís Represas a propósito do nome do seu novo disco.
‘Tomara’ estreia hoje nas rádios nacionais, dia em que ficará também disponível para compra e em streaming em todas as plataformas digitais.
O novo disco de Luís Represas terá edição pela Universal Music Portugal.
Letra
No cabo de Guardafui
Vou aguardando bons ventos
Tiro a pena da mochila
E assento meus pensamentos
Às voltas com seu fadário
Um simples soldado raso
Tomai lá meu secretário
E guardai bem este meu caso
Só me deu p'ra dizer não
Em tempo de dizer sim
Também na mesma moeda
O mundo me paga a mim
Como este cabo tão triste
Pedregoso e sem verdura
Assim minha vida existe
Marcada p'la desventura
Pergunto à musa porquê
Pergunto aos deuses nos céus
Todos me dizem que é só
Má fortuna e erros meus.
Se baixo o amor à taberna
E depois o subo em soneto
Ele arde em mim com dois lumes
Um é branco e outro é preto
Assim ando estrada fora
Como um bardo vagabundo
Desisti de ver a hora
De ficar de bem com o mundo
No cabo de Guardafui
Guardei os meus pensamentos
Ponho a mochila às costas
Pois já sopram melhores ventos
Como esse cabo que existe
À tristeza condenado
Também a má fortuna insiste
Em andar sempre a meu lado
Pergunto à musa porquê
Pergunto a vós que me ouvis
Também achais que um poeta
Só é bom quando infeliz ?
Letra
De que noite demorada
Ou de que breve manhã
Vieste tu, feiticeira
De nuvens deslumbrada
De que sonho feito mar
Ou de que mar não sonhado
Vieste tu, feiticeira
Aninhar-te ao meu lado
De que fogo renascido
Ou de que lume apagado
Vieste tu, feiticeira
Segredar-me ao ouvido
De que fontes de que águas
De que chão de que horizonte
De que neves de que fráguas
De que sedes de que montes
De que norte de que lida
De que deserto de morte
Vieste tu feiticeira
Inundar-me de vida.
letra
Se foi há anos,
Ou dias,
Não sei.
Nem quantas vezes te cheirei
No ar da manhã.
Nem quantas vezes
Te vi
Despertar
Pensando que essa foi a noite
Melhor de se lembrar
Depois da vez em que o silêncio
Nos quis acompanhar
Pelos segredos
Que julgamos contar.
Em que nas mãos, os nossos olhos
Souberam desvendar
Dentro do escuro a alma
Não se pode ocultar.
Foi como foi.
Como se o céu um dia
Se abrisse em dois.
Foi como foi.
Como se a terra
Nos prendesse e soltasse depois.
A lua via
O sol acordar,
Ficava ás vezes até tarde
Só para o ver deitar.
E juro um dia
Que o vi alugar
Um quarto de motel na Via Láctea
Com vista para o mar.
Estremeci ao ver que o tecto
Não tinha para ver
Nem uma telha aberta para espreitar.
Eu alucino ou quase, sempre
Que me deixas pernoitar
Nesse motel da Via Láctea
Com vista para o mar.
Quero rever-te em cada dia
Como revi o futuro
Já que o futuro sorria.
Quero um futuro por dia
Já que o passado nos deixa
Vários futuros na vida.
Os 'Concertos de Verão - Serra do Pilar' arrancam sexta-feira, em Gaia, com a actuação de Luis Represas & João Gil, seguindo-se Echo & The Bunnymen no sábado e Rui Veloso e Manfred Mann no fim-de-semana seguinte.
O ciclo de concertos abre com a actuação dos fundadores, nos anos 70, da banda Trovante, que marcou a história da música portuguesa com canções como Perdidamente ou 125 azul, e que se juntaram novamente a propósito dos 35 anos de carreira, para gravarem um disco epónimo.
No sábado, é a vez dos Echo & the Bunnymen pisarem o palco dos Concertos de Verão, resultantes da fusão de duas marcas do Pelouro da Cultura de Gaia, 'Rock às Sextas' e 'Reviver os 70s', que pela voz de Ian McCulloch animarão a noite, nomeadamente com os êxitos Seven Seas e Killing the moon.
A banda, que surgiu em Liverpool em 1978 e conquistou o sucesso durante os anos 1980, com álbuns como Heaven up here, Porcupine ou Ocean rain, actuou pela primeira vez em Portugal em 1982, em Vilar de Mouros e, em 2009, lançou o álbum The Fountain, mantendo ainda o vocalista original, assim como o guitarrista Will Sergeant.
A música regressa no fim-de-semana de 6 e 7 de Julho, com Rui Veloso na sexta-feira, sendo o ciclo de concertos fechado no sábado com a actuação dos londrinos Manfred Mann, cujo pico de sucesso se deu nos anos 1960 e que se materializou, com um repertório musical que vai do jazz aos blues, em temas como Do wha diddy diddy, If you gotta go, go now ou Just like a woman.
Apesar De o teclista que deu o nome original à banda já não fazer parte da actual formação, os Manfred Mann contam ainda com muitos elementos dos anos 1960.
Os bilhetes para cada concerto, com início às 22h, custam 7,5 euros, sendo que o preço desce para os 5 euros para aqueles que possuírem o Passaporte Cultural de Gaia, o qual pode ser adquirido sem qualquer custo e em qualquer altura, designadamente aquando a aquisição do bilhete.
Retirado do Sol
Letra
DIZ-ME TUDO
DIZ-ME TUDO MEU PAI, SOU TEU FILHO
TODOS DIZEM, AGORA É UM SARILHO TENHO DEZOITO, JÁ SOU MAIOR
O QUE VAI SER ?
COMO VAI SER ?
NÃO É SEGREDO
O QUE VAI SER? JÁ NÃO É TEU.
DEBAIXO DESTE ESCURO CEU
DIZ-ME COISAS DE TI E DA TERRA
SEREI UM SOLDADINHO NESTA GUERRA
ENTRE O MATAR E O MORRER
TEREI DE SOBREVIVER
COMO VAI SER ?
NÃO É SEGREDO
O QUE VAI SER? JÁ NÃO É TEU.
DEBAIXO DESTE ESCURO CEU
O TEMPO É MEU!
É MINHA A HORA!
É MINHA A VEZ !
É O MOMENTO !
COMO VAI SER ?
COMO É LÁ FORA ?
DEBAIXO DESTE ESCURO CÉU.
João Gil
Letra
QUANDO EU VOLTAR A NASCER
quando eu voltar a nascer
quero ser bonito
ser um traço de rapaz
e se for preciso morrer
tanto faz
para voltar a nascer
quando eu voltar a nascer
quero ser a casa
onde vive o teu olhar
eu assim já posso entristecer
e chorar
para voltar a nascer
quando eu voltar a nascer
quero ser valsinha
ter o dom da criatura
que dança com a Lua à cintura
tu vais ver
nunca mais danças sozinha
quando eu voltar para ti
quero ser a essência
de todos os teus sentimentos
mas enquanto eu andar por aqui
paciência
vou tirando apontamentos
João Monge
Letra
No alto daquela serra
no alto daquela serra
está um lenço
está um lenço a acenar
Está dizendo viva viva
está dizendo viva viva
morra quem
morra quem não sabe amar
Do outro lado do monte
do outro lado do monte
tem meu pai
tem meu pai um castanheiro
Dá castanhas em outubro
dá castanhas em outubro
uvas brancas
uvas brancas em janeiro
Letra
Apenas 1 teu :)
Apenas 1 teu olhar
O código que autorizo
A senha para entrar
Gosto de ti !
Quando és razoável
Gosto de ti !
Volátil e maleável
E só assim é viável
Fazer um sisudo amável
Levo-te a 100
Tu pões-me alerta
Levas-me a bem
Como ninguém
Dá-me o teu sim
Que eu nunca sei dizer não
Dá-me o teu dom
Que eu dou-te o meu coração
Letra
Si pudiera bajarte una estrella del cielo
lo haria sin pensarlo dos veces
porque te quiero, ay
y hasta un lucero
Y si tuviera el naufragio de un sentimiento
seria un velero en la isla
de tus deseos, de tus deseos
Pero por dentro entiende que no puedo
y aveces me pierdo...
Cuando me enamoro aveces desespero,
cuando me enamoro,
cuando menos me lo espero, me enamoro
se detiene el tiempo, me viene el alma
al cuerpo, sonrio, cuando me enamoro
(Ohh, oh, ooh, oooh)
Si la luna seria tu premio
Yo juraria hacer cualquier cosa por ser su dueño
Por ser tu dueño
Y si en tus sueños escuchas el llanto de mis lamentos
En tus sueños no sigues dormida, que es verdadero, ay
No es un sueño no
Me alegro que a veces el final no encuentres un
momento
Cuando me enamoro
A veces desespero cuando me enamoro
Cuando menos me lo espero me enamoro
Se detiene el tiempo
Me viene el alma al cuerpo
Sonrío (Sonrio)
Cuando me enamoro
A veces desespero, cuando me enamoro
Cuando menos me lo espero, me enamoro
Se detiene el tiempo
Me viene el alma al cuerpo (al cuerpo)
Sonrío (sonrío), Cuando me Enamoro
(Ohh, oh, ooh, oooh)
Letra
Eu quero marcar um Z dentro do teu decote
Ser o teu Zorro de espada e capote
P'ra te salvar à beirinha do fim
Depois, num volte face vestir os calções
Acreditar de novo nos papões
E adormecer contigo ao pé de mim
Eu quero ser para ti a camisola dez
Ter o Benfica todo nos meus pés
Marcar um ponto na tua atenção
Se assim faltar a festa na tua bancada
Eu faço a minha ultima jogada
E marco um golo com a minha mão
Eu quero passar contigo de braço dado
E a rua toda de olho arregalado
A perguntar como é que conseguiu
Eu puxo da humildade da minha pessoa
Digo da forma que menos magoa
«Foi fácil. Ela é que pediu!»
Letra
De que noite demorada
Ou de que breve manhã
Vieste tu, feiticeira
De nuvens deslumbrada?
De que sonho feito mar
Ou de que mar não sonhado
Vieste tu, feiticeira
Aninhar-te ao meu lado?
De que fogo renascido
Ou de que lume apagado
Vieste tu, feiticeira
Segredar-me ao ouvido?
De que fontes, de que águas
De que chão, de que horizontes
De que neves, de que fráguas
De que sedes, de que montes
De que norte, de que lida
De que desertos de morte
Vieste tu, feiticeira
Inundar-me de vida...?
De que noche demorada
O de que breve mañana
Llegaste tu, hechicera
De nubes deslumbrada?
De que sueño hecho mar
O de que mar no soñado
Viniste tu, hechicera,
Anillarte a mi lado?
De que fuego renacido
O de que lumbre apagada
Viniste tu, hechicera
A segrediarme al oído?
De que fuente, de que agua
De que suelo y horizonte
De que nieves, de que fraguas
De que sedes, de que montes
De que norte, de que lidia
De que desierto de muerte
Viniste tu, hechicera
A inundarme de vida...?
De que fontes, de que águas
De que chão, de que horizontes
De que neves, de que fráguas
De que sedes, de que montes
De que norte, de que lida
De que desertos de morte
Vieste tu, feiticeira
Inundar-me de vida...?
Letra
(Luís Represas/João Gil)
Foi sem mais nem menos
Que um dia selei a cento e vinte e cinco azul
Foi sem mais nem menos
Que me deu para arrancar sem destino nenhum
Foi sem graça
Nem pensando na desgraça que entrei pelo calor
Sem pendura
Que a vida já me foi dura para insistir na companhia
O tempo não me diz nada
Nem o homem da portagem na entrada da auto-estrada
A ponte ficou deserta
Nem sei mesmo se Lisboa não partiu para parte incerta
Viva o espaço
Que me fica pela frente e não me deixa recuar
Sem paredes
Sem portas nem janelas nem muros para derrubar
Refrão:
Talvez um dia me encontre
Assim, talvez me encontre
Curiosamente
Dou por mim pensando onde isto me ia levar
De uma forma ou d'outra
Há-de haver uma hora p'ra vontade de parar
Só que à frente
O bailado do calor vai-me arrastando p'ro vazio
E com o ar na cara
Vou sentido desafios que nunca ningém sentiu
Música
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