Sexta-feira, 02.06.17
Luis Represas: estreia hoje vídeo do novo single
 
LUÍS REPRESAS
 
9 DE JUNHO | CASINO DE VILAMOURA
 
10 DE JUNHO | HOTEL ALGARVE CASINO – PRAIA DA ROCHA

 

“Luís Represas ruma a Sul, desta vez para apresentar o espectáculo que comemora os seus 40 anos de música. O cantor e compositor fundador do Trovante, com uma carreira a solo invejável irá apresentar o seu novo single "Se achas que sim” que irá fazer parte do novo disco de originais com saída prevista para Setembro deste ano, nunca esquecendo temas intemporais que acompanharam gerações.”



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Terça-feira, 28.03.17

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A celebrar 40 anos de carreira, Luís Represas encontra-se em estúdio a finalizar o seu  8º álbum de originais, com edição prevista para Setembro deste ano.

 

O novo single "Se Achas Que Sim" conta com a colaboração dos produtores Fred (Orelha Negra) e B Fachada e o resultado não poderia ser mais surpreendente!

 

O single já se encontra disponível e tem o selo da Sony Music Portugal.

 

Este e outros temas poderão ser ouvidos no espectáculo único em Elvas, no dia 22 de Abril, numa retrospectiva  às canções escritas por Luís Represas, tendo como convidados Carlos do Carmo, António Victorino d'Almeida e Cuca Roseta, culminando em festa com Fogo de Artifício.

 

 



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Quinta-feira, 09.03.17

luís represas.png

 

 
Luis Represas comemora 40 anos de carreira em Elvas com convidados muito especiais
| 22 de Abril |
Coliseu Comendador Rondão Almeida
 
No próximo dia 22 de Abril pelas 22h00 o Coliseu Comendador Rondão Almeida – Elvas receberá a maior produção alguma vez feita neste espaço.
 

A celebrar quatro décadas de carreira, Luís Represas é um dos canta-autores mais acarinhados da música popular portuguesa e reconhecido pela composição de algumas das canções mais marcantes do imaginário de diferentes gerações.
 
Com uma voz inconfundível, liderou um dos projetos mais icónicos da música portuguesa - Trovante - e assinou canções como Perdidamente, 125 Azul, Feiticeira e Da Próxima Vez pautando a sua carreira por cantar os poetas e a língua de Camões.

Em pleno momento de celebração, Luís Represas surpreende-nos com a proposta de um espetáculo único onde os seus principais sucessos são apresentados com novos arranjos que contemplam as sonoridades Orquestrais cruzadas com o minimalismo puramente acústico de um piano e na perspectiva de como foram criadas.

Para comemorar toda uma vida dedicada à música, Luís Represas desafia quatro convidados muito especiais: Carlos do Carmo, Cuca Roseta, Sara Tavares e António Victorino D'Almeida.

A acompanhar esta inédita reunião de artistas estará a Orquestra Sinfónica Ibérica constituída por mais 60 excelentes músicos, muitos dos quais integrantes das melhores orquestras de Portugal e Espanha.

Todo o concerto será pontuado com momentos de pirotecnia e efeitos visuais que tornarão este espectáculo memorável.

Garantindo a exclusividade desta festa, e para partilhar o palco com estes gigantes da nossa cultura, um coro infantil com mais de duas centenas de crianças e jovens cantores da Academia de Música de Elvas, do Colégio Luso Britânico e do Centro Educativo Alice Nabeiro criará um momento musical com grande simbolismo e que certamente surpreenderá os presentes.

Este é certamente um espetáculo singular num ano em que o incontornável intérprete comemora mais de 40 anos de carreira, 40 anos de música e onde tudo recomeça…”


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Quinta-feira, 16.04.15

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LUÍS REPRESAS

ANUNCIA "TRATAMENTO ACÚSTICO" A 27 DE ABRIL



Quase a celebrar 40 anos de carreira, Luís Represas anuncia edição do seu concerto de 2014 no Centro Cultural de Belém.
 
Chama-se "Tratamento Acústico" e nasce da cumplicidade da voz com o piano e o contrabaixo: a noite mágica que Luís Represas partilhou com amigos no Centro Cultural de Belém em 2014 chega agora a uma edição com 2 CD’s e um DVD.
 
Para além das canções do seu mais recente disco, "Cores", Represas e os seus companheiros re-descobrem clássicos como "Feiticeira", "125 Azul", "Perdidamente" ou "Hora do Lobo", resumindo alguma da sua história com uma nova roupagem. A eles juntam-se como convidados o moçambicano Stewart Sukuma e o fadista Ricardo Ribeiro, em dois arrepiantes momentos.
 
O cantor e compositor que anunciou o lançamento na sua página de Facebook, relembra "uma noite inesquecível", com "convidados de excelência que viram e ouviram os seus temas de outra forma depois do Tratamento Acústico. Tal como eu vi e ouvi os meus. E surpreendemo-nos."
 
A data de edição está marcada para 27 de Abril mas os fãs podem desde já reservar o seu exemplar no site da FNAC.

Entretanto, e a propósito do Dia Mundial da Voz, cujas celebrações decorrem actualmente, Luís Represas acaba de ser homenageado com o Prémio Voz Montepio 2015, numa gala que teve lugar no Casino de Lisboa.


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Sábado, 21.06.14

Luis Represas: estreia hoje vídeo do novo single


LUÍS REPRESAS

"Ela Quer" é o segundo single de "Cores" e já toca nas rádios

Luís Represas estreou hoje um novo lyric vídeo do segundo single de "Cores", o seu mais recente álbum. O tema é "Ela Quer" e o vídeo pode ser visto aqui .

"Cores" foi editado em Fevereiro deste ano e dele já conhecemos o single "Tomara ". 

Luís Represas atuou recentemente em Luanda (Angola) e Maputo (Moçambique) e depois de algumas apresentações pelos fóruns Fnac, no âmbito das comemorações da Festa da Música (o próximo showcase é dia 28 na Fnac Norte Shopping, no Porto), tocará ainda dia 20 de Junho no Luxemburgo, dia 12 de Julho em Barcelos e dia 26 de Julho no Pico (Açores). Mais datas a anunciar em breve.

"Cores" é o primeiro disco de estúdio a solo de Luís Represas desde "Olhos nos Olhos" de 2008. Durante estes cinco anos, Luís Represas editou ainda um CD+DVD ao vivo e um disco de parceria com João Gil, celebração de 35 anos de carreira de ambos, desde que se estrearam juntos nos Trovante.


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Sexta-feira, 20.06.14

 

Letra

 

Luis Represas - Ela Quer

Ela quer que o vento não sopre

Ela quer agora que sopre

Ela quer que o dia não tenha fim

Ela quer que a noite não tarde

Ela quer que o Clooney seja padre

Ela quer ida e volta e não voltar

Ela quer um banho bem quente

Ela quer que o frio a tente

Ela quer enrolar-se no roupão

Ela quer, ou não quer

Ela quer, só quer é ser feliz

Ela quer que o vestido lhe sirva

Ela quer muito queijo na pizza

Ela quer o Johny Deep no colchão

Ela quer o mundo arrumado

Ela quer a casa do lado

Ela quer discutir a discussão

Ela quer o sol na cabeça

Ela quer ser mulata depressa

Ela quer muita sombra no verão

Ela quer, ou não quer

Ela quer, só quer é ser feliz

Ela quer, ou não quer

Ela quer, só quer é ser feliz

Ela quer a tampa para baixo

Ela quer um homem bem macho

Ela quer cor de rosa num jarrão

Ela quer a vela na mesa

Ela quer a luz toda acesa

Ela quer trovoada sem trovão

Ela quer que a chuva não molhe

Ela quer que a roupa se cole

Ela quer rebolar num temporal


Ela quer, ou não quer
Ela quer, só quer é ser feliz
Ela quer, ou não quer
Ela quer, só quer é ser feliz

Ela quer surpresa de um dia atrás do outro

Mas quer saber o que o outro dia que ai vem

Lhe vai dizer

Ela quer, ou não quer
Ela quer, só quer é ser feliz
Ela quer, ou não quer
Ela quer, só quer é ser feliz

Ela quer, ou não quer
Ela quer, só quer é ser feliz
Ela quer, ou não quer
Ela quer, só quer é ser feliz



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Quarta-feira, 07.05.14

 

Luís Represas

Concertos Íntimos 2014: Luís Represas com explosão de “Cores” no CTE

Luís Represas pisa o palco do Cine-Teatro de Estarreja no próximo sábado para liderar o grande concerto de encerramento da 8ª edição dos Concertos Íntimos. Depois de Mafalda Veiga, em janeiro, e A Naifa, em março, agora é a vez de Luís Represas dar voz e guitarra às canções que compõem o seu último registo: “Cores”. Prestes a esgotar, o concerto está agendado para sábado, 10 de maio, às 21h30.

 

Um dos fundadores dos Trovante, em 1976, Luís Represas continua na estrada e dedicado de corpo e alma à música portuguesa, passados quase quarenta anos. "Cores" é o nome do último disco de originais (sete anos depois de “Olhos nos Olhos”) e dá o mote para Luís Represas visitar pela primeira vez o Cine-Teatro de Estarreja. Até lá, "Tomara", o single de avanço, toca nas rádios para embalar os ouvidos.

Propõe-se um espetáculo de caracter intimista, onde as músicas se revelam pela sua essência, sem esquecer os êxitos que marcaram os últimos 37 anos da carreira do artista. O novo disco é descrito pelo cantautor como uma explosão de cores e sons, com uma energia muito particular dado que é um dos seus trabalhos mais pessoais, mas nem por isso solitário. Com onze canções de nomes curtos e diretos (e tantos outros sucessos) e ao lado de Carlos Garcia (piano) e Cícero Lee (baixo), Luís Represas encerra mais uma edição do ciclo Concertos Íntimos, marca da programação do Cine-Teatro de Estarreja que, este ano, contou ainda com Mafalda Veiga (janeiro) e A Naifa (março).

 

Luís Represas é o 24º nome dos Concertos Íntimos, ciclo focado na música nacional. Uma marca da programação do Cine-Teatro de Estarreja com histórico de lotação esgotada em cada concerto agendado. Sérgio Godinho, Sara Tavares e Jorge Palma [2007]; Clã, The Gift e Camané [2008]; Madredeus, Paulo de Carvalho e Ana Moura [2009]; Tereza Salgueiro, Fafá de Belém e Nuno Guerreiro [2010]; David Fonseca, Pedro Abrunhosa e Cristina Branco [2011]; Clã, GNR e Carminho [2012]; Pedro Abrunhosa, António Zambujo e Tim [2013] incluíram este ciclo de concertos nas edições anteriores e, juntamente com Mafalda Veiga e A Naifa, levaram ao Cine-Teatro de Estarreja um total de 10.972 espetadores.

Concerto com babysitting

O serviço de babysitting do Cine-Teatro de Estarreja acolhe crianças entre os 4 e os 10 anos. É gratuito e requer marcação até dois dias úteis antes do evento. Com lotação limitada a 8 crianças, o serviço não é garantido caso não existam inscrições dentro do prazo referido. Usufrua do serviço de babysitting e tire o máximo partido do espetáculo.


SÁB 10 MAI 21H30
Luís Represas

Luís Represas voz e guitarra
Carlos Garcia piano
Cícero Lee baixo
Flávio Serpa roadmanager
Fernando Abrantes técnico de som
Paulo Ricardo assistente de palco
José Bernardo assistente
CONCERTOS ÍNTIMOS 2014
[MÚSICA] 12,5€ 1ª Plateia | 10€ 2ª Plateia e Balcão
// CARTÃO AMIGO 10€ Plateia | 8€ 2ª Plateia e Balcão

+

http://www.cineteatroestarreja.com
http://www.facebook.com/cinestarreja
http://twitter.com/CTE__



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Segunda-feira, 17.02.14

Luís Represas

 

LUÍS REPRESAS

‘Cores’ está disponível em exclusivo
no MEO Music

Uma semana antes da sua chegada às lojas, ‘Cores’, o novo disco de Luís Represas, está disponível em exclusivo no serviço de streaming MEO Music.

 

O álbum, de onde foi extraído o primeiro single ‘Tomara’, pode ser ouvido aqui.

 

‘Cores’ é o primeiro disco de estúdio, a solo, de Luís Represas desde ‘Olhos nos Olhos’ (2008). Durante estes cinco anos, Luís Represas editou ainda um CD+DVD ao vivo e um disco de parceria com João Gil, celebração de 35 anos de carreira de ambos, desde que se estrearam juntos nos Trovante.

 

‘Cores’ chega às lojas no dia 24 de Fevereiro.

 

MEO Music é um serviço de streaming multiplataforma que permite o acesso a um catálogo de milhões de músicas no computador, smartphone, tablet e televisão sem limitações nem publicidade associadas.



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Sexta-feira, 17.01.14

LUÍS REPRESAS  NOVO ÁLBUM ‘CORES’ CHEGA ÀS LOJAS

 

LUÍS REPRESAS

NOVO ÁLBUM ‘CORES’ CHEGA ÀS LOJAS
A 24 DE FEVEREIRO

VEJA AQUI O LYRIC VÍDEO DO 1.º SINGLE: ‘TOMARA’

 

Com data de edição prevista para dia 24 de Fevereiro, ‘Cores’ é o primeiro disco de estúdio, a solo, de Luís Represas desde ‘Olhos nos Olhos’ (2008). Durante estes cinco anos, Luís Represas editou ainda um CD+DVD ao vivo e um disco de parceria com João Gil, celebração de 35 anos de carreira de ambos, desde que se estrearam juntos nos Trovante.

 

‘As cores esperam umas pelas outras. Depois marcam-lhes encontros mais ou menos óbvios, abraçam-nas umas às outras, dispõem-nas em espaços mais ou menos amplos, dedicam uma a uma mais ou menos protagonismo, até que explodem numa profusão que comove os sentidos. Desperta em cada um deles referências mais ou menos claras, às vezes escondidas, só a entender mais tarde. As cores são muito mais quando se combinam, são tudo quando se entendem, num capricho que nos deleita e nos desafia a explicar o que não se explica.

 

As notas são como as cores. Só aparentemente solitárias’, escreveu Luís Represas a propósito do nome do seu novo disco.

‘Tomara’, o single de apresentação deste novo disco, já toca na rádios e está disponível para compra e em streaming em todas as plataformas digitais. Ficou hoje também disponível o lyric & cords video do tema, para ver aqui.



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letra

 

 

O dia nasce
E tudo é paz
Céu revela-se maior
E o canto e o sopro
Do vento que abraça a pele

Carinho vem
De onde se espera
O abraço faz parte de nós
Caminho andado
Para podermos descansar

Tomara que fosse sempre assim
Tomara que fosse
Tomara que fosse sempre assim
Tomara que fosse

Já sei quem era
Já sei quem sou
Quem somos nós a viajar
A terra é grande
É maior quando se dá

Já nada é meu
Todo o que não foi meu
E tudo é nosso por igual
Não temos muros
Nem grades para nos separar

Tomara que fosse sempre assim
Tomara que fosse
Tomara que fosse sempre assim
Tomara que fosse

A alma nua
O corpo errante
Em busca do que se perdeu
As mãos que afagam
São mãos que sabem resgatar

Assim nascemos
Assim seremos sempre iguais
Assim vivemos sem esperar
Somos areia
Poeira de estrela polar

Tomara que fosse sempre assim
Tomara que fosse
Tomara que fosse sempre assim
Tomara que fosse



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Quinta-feira, 28.11.13

tomara


Luís Represas

Novo single estreia hoje nas rádios
e fica disponível digitalmente

Novo álbum ‘Cores’ terá edição
em Fevereiro de 2014



Chama-se ‘Tomara’ e é a nova canção de Luís Represas, aquela que serve como apresentação do novo disco ‘Cores’ previsto editar em Fevereiro de 2014. Este será o primeiro disco de estúdio a solo desde ‘Olhos nos Olhos’ de 2008. Durante estes cinco anos, Luís Represas editou ainda um CD+DVD ao vivo e um disco de parceria com João Gil, celebração de 35 anos de carreira de ambos, desde que se estrearam juntos nos Trovante.

 

‘As cores esperam umas pelas outras. Depois marcam-lhes encontros mais ou menos óbvios, abraçam-nas umas às outras, dispõem-nas em espaços mais ou menos amplos, dedicam uma a uma mais ou menos protagonismo, até que explodem numa profusão que comove os sentidos. Desperta em cada um deles referências mais ou menos claras, às vezes escondidas, só a entender mais tarde. As cores são muito mais quando se combinam, são tudo quando se entendem, num capricho que nos deleita e nos desafia a explicar o que não se explica.

 

As notas são como as cores. Só aparentemente solitárias’, escreveu Luís Represas a propósito do nome do seu novo disco.

 

‘Tomara’ estreia hoje nas rádios nacionais, dia em que ficará também disponível para compra e em streaming em todas as plataformas digitais.

 

O novo disco de Luís Represas terá edição pela Universal Music Portugal.

 

Spotify

Deezer

music box

Vodafone

Rdio

Rara



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Sábado, 01.12.12

 

 

Letra

 

No cabo de Guardafui
Vou aguardando bons ventos
Tiro a pena da mochila
E assento meus pensamentos
Às voltas com seu fadário
Um simples soldado raso
Tomai lá meu secretário
E guardai bem este meu caso
Só me deu p'ra dizer não
Em tempo de dizer sim
Também na mesma moeda
O mundo me paga a mim
Como este cabo tão triste
Pedregoso e sem verdura
Assim minha vida existe
Marcada p'la desventura
Pergunto à musa porquê
Pergunto aos deuses nos céus
Todos me dizem que é só
Má fortuna e erros meus.
Se baixo o amor à taberna
E depois o subo em soneto
Ele arde em mim com dois lumes
Um é branco e outro é preto
Assim ando estrada fora
Como um bardo vagabundo
Desisti de ver a hora
De ficar de bem com o mundo
No cabo de Guardafui
Guardei os meus pensamentos
Ponho a mochila às costas
Pois já sopram melhores ventos
Como esse cabo que existe
À tristeza condenado
Também a má fortuna insiste
Em andar sempre a meu lado
Pergunto à musa porquê
Pergunto a vós que me ouvis
Também achais que um poeta
Só é bom quando infeliz ?



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Quarta-feira, 22.08.12

 

 

Letra

 

De que noite demorada
Ou de que breve manhã
Vieste tu, feiticeira
De nuvens deslumbrada

De que sonho feito mar
Ou de que mar não sonhado
Vieste tu, feiticeira
Aninhar-te ao meu lado

De que fogo renascido
Ou de que lume apagado
Vieste tu, feiticeira
Segredar-me ao ouvido

De que fontes de que águas
De que chão de que horizonte
De que neves de que fráguas
De que sedes de que montes
De que norte de que lida
De que deserto de morte
Vieste tu feiticeira
Inundar-me de vida.



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letra

 

Se foi há anos, 
Ou dias, 
Não sei. 
Nem quantas vezes te cheirei 
No ar da manhã.

Nem quantas vezes 
Te vi 
Despertar 
Pensando que essa foi a noite 
Melhor de se lembrar

Depois da vez em que o silêncio 
Nos quis acompanhar 
Pelos segredos 
Que julgamos contar. 
Em que nas mãos, os nossos olhos 
Souberam desvendar 
Dentro do escuro a alma 
Não se pode ocultar.

Foi como foi. 
Como se o céu um dia 
Se abrisse em dois. 
Foi como foi. 
Como se a terra 
Nos prendesse e soltasse depois.

A lua via 
O sol acordar, 
Ficava ás vezes até tarde 
Só para o ver deitar.

E juro um dia 
Que o vi alugar 
Um quarto de motel na Via Láctea 
Com vista para o mar.

Estremeci ao ver que o tecto 
Não tinha para ver 
Nem uma telha aberta para espreitar. 
Eu alucino ou quase, sempre 
Que me deixas pernoitar 
Nesse motel da Via Láctea 
Com vista para o mar.

Quero rever-te em cada dia 
Como revi o futuro 
Já que o futuro sorria. 
Quero um futuro por dia 
Já que o passado nos deixa 
Vários futuros na vida.



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Quinta-feira, 28.06.12
Luis Represas e João Gil abrem concertos de Verão na Serra do Pilar

Os 'Concertos de Verão - Serra do Pilar' arrancam sexta-feira, em Gaia, com a actuação de Luis Represas & João Gil, seguindo-se Echo & The Bunnymen no sábado e Rui Veloso e Manfred Mann no fim-de-semana seguinte.

 

O ciclo de concertos abre com a actuação dos fundadores, nos anos 70, da banda Trovante, que marcou a história da música portuguesa com canções como Perdidamente ou 125 azul, e que se juntaram novamente a propósito dos 35 anos de carreira, para gravarem um disco epónimo.

No sábado, é a vez dos Echo & the Bunnymen pisarem o palco dos Concertos de Verão, resultantes da fusão de duas marcas do Pelouro da Cultura de Gaia, 'Rock às Sextas' e 'Reviver os 70s', que pela voz de Ian McCulloch animarão a noite, nomeadamente com os êxitos Seven Seas e Killing the moon.

 

A banda, que surgiu em Liverpool em 1978 e conquistou o sucesso durante os anos 1980, com álbuns como Heaven up herePorcupine ou Ocean rain, actuou pela primeira vez em Portugal em 1982, em Vilar de Mouros e, em 2009, lançou o álbum The Fountain, mantendo ainda o vocalista original, assim como o guitarrista Will Sergeant.

 

A música regressa no fim-de-semana de 6 e 7 de Julho, com Rui Veloso na sexta-feira, sendo o ciclo de concertos fechado no sábado com a actuação dos londrinos Manfred Mann, cujo pico de sucesso se deu nos anos 1960 e que se materializou, com um repertório musical que vai do jazz aos blues, em temas como Do wha diddy diddyIf you gotta go, go now ou Just like a woman.

 

Apesar De o teclista que deu o nome original à banda já não fazer parte da actual formação, os Manfred Mann contam ainda com muitos elementos dos anos 1960.

 

Os bilhetes para cada concerto, com início às 22h, custam 7,5 euros, sendo que o preço desce para os 5 euros para aqueles que possuírem o Passaporte Cultural de Gaia, o qual pode ser adquirido sem qualquer custo e em qualquer altura, designadamente aquando a aquisição do bilhete.

 

Retirado do Sol



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Quinta-feira, 22.03.12

 

Letra

 

DIZ-ME TUDO 
DIZ-ME TUDO MEU PAI, SOU TEU FILHO
TODOS DIZEM, AGORA É UM SARILHO TENHO DEZOITO, JÁ SOU MAIOR
O QUE VAI SER ?

COMO VAI SER ? 
NÃO É SEGREDO
O QUE VAI SER? JÁ NÃO É TEU.
DEBAIXO DESTE ESCURO CEU

DIZ-ME COISAS DE TI E DA TERRA
SEREI UM SOLDADINHO NESTA GUERRA
ENTRE O MATAR E O MORRER
TEREI DE SOBREVIVER

COMO VAI SER ? 
NÃO É SEGREDO
O QUE VAI SER? JÁ NÃO É TEU.
DEBAIXO DESTE ESCURO CEU

O TEMPO É MEU!
É MINHA A HORA!
É MINHA A VEZ !
É O MOMENTO !

COMO VAI SER ?
COMO É LÁ FORA ? 
DEBAIXO DESTE ESCURO CÉU.

João Gil



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Sexta-feira, 09.03.12

 

Letra

 

QUANDO EU VOLTAR A NASCER

quando eu voltar a nascer
quero ser bonito
ser um traço de rapaz
e se for preciso morrer
tanto faz
para voltar a nascer

quando eu voltar a nascer
quero ser a casa
onde vive o teu olhar 
eu assim já posso entristecer
e chorar
para voltar a nascer

quando eu voltar a nascer
quero ser valsinha
ter o dom da criatura
que dança com a Lua à cintura
tu vais ver
nunca mais danças sozinha

quando eu voltar para ti
quero ser a essência 
de todos os teus sentimentos
mas enquanto eu andar por aqui
paciência
vou tirando apontamentos

João Monge



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Segunda-feira, 28.11.11

Letra

 

No alto daquela serra
no alto daquela serra
está um lenço 
está um lenço a acenar

Está dizendo viva viva
está dizendo viva viva
morra quem
morra quem não sabe amar

Do outro lado do monte
do outro lado do monte
tem meu pai
tem meu pai um castanheiro

Dá castanhas em outubro
dá castanhas em outubro
uvas brancas
uvas brancas em janeiro



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Domingo, 06.11.11

Letra

 

Apenas 1 teu :)
Apenas 1 teu olhar
O código que autorizo
A senha para entrar

Gosto de ti !
Quando és razoável
Gosto de ti !
Volátil e maleável

E só assim é viável
Fazer um sisudo amável
Levo-te a 100
Tu pões-me alerta
Levas-me a bem
Como ninguém

Dá-me o teu sim
Que eu nunca sei dizer não
Dá-me o teu dom
Que eu dou-te o meu coração



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Sábado, 29.10.11

Letra

 

Si pudiera bajarte una estrella del cielo
lo haria sin pensarlo dos veces
porque te quiero, ay
y hasta un lucero

Y si tuviera el naufragio de un sentimiento
seria un velero en la isla
de tus deseos, de tus deseos

Pero por dentro entiende que no puedo
y aveces me pierdo...

Cuando me enamoro aveces desespero,
cuando me enamoro,
cuando menos me lo espero, me enamoro
se detiene el tiempo, me viene el alma
al cuerpo, sonrio, cuando me enamoro

(Ohh, oh, ooh, oooh)

Si la luna seria tu premio
Yo juraria hacer cualquier cosa por ser su dueño
Por ser tu dueño
Y si en tus sueños escuchas el llanto de mis lamentos

En tus sueños no sigues dormida, que es verdadero, ay
No es un sueño no

Me alegro que a veces el final no encuentres un
momento
Cuando me enamoro
A veces desespero cuando me enamoro
Cuando menos me lo espero me enamoro
Se detiene el tiempo
Me viene el alma al cuerpo

Sonrío (Sonrio)

Cuando me enamoro
A veces desespero, cuando me enamoro
Cuando menos me lo espero, me enamoro
Se detiene el tiempo
Me viene el alma al cuerpo (al cuerpo)
Sonrío (sonrío), Cuando me Enamoro

(Ohh, oh, ooh, oooh)



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Segunda-feira, 24.10.11

Letra

 

Eu quero marcar um Z dentro do teu decote
Ser o teu Zorro de espada e capote
P'ra te salvar à beirinha do fim
Depois, num volte face vestir os calções
Acreditar de novo nos papões
E adormecer contigo ao pé de mim
Eu quero ser para ti a camisola dez
Ter o Benfica todo nos meus pés
Marcar um ponto na tua atenção
Se assim faltar a festa na tua bancada
Eu faço a minha ultima jogada
E marco um golo com a minha mão
Eu quero passar contigo de braço dado
E a rua toda de olho arregalado
A perguntar como é que conseguiu
Eu puxo da humildade da minha pessoa 
Digo da forma que menos magoa
«Foi fácil. Ela é que pediu!»



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Segunda-feira, 18.04.11

 

Letra

 

De que noite demorada
Ou de que breve manhã
Vieste tu, feiticeira
De nuvens deslumbrada?

De que sonho feito mar
Ou de que mar não sonhado
Vieste tu, feiticeira
Aninhar-te ao meu lado?

De que fogo renascido
Ou de que lume apagado
Vieste tu, feiticeira
Segredar-me ao ouvido?

De que fontes, de que águas
De que chão, de que horizontes
De que neves, de que fráguas
De que sedes, de que montes
De que norte, de que lida
De que desertos de morte
Vieste tu, feiticeira
Inundar-me de vida...?

De que noche demorada
O de que breve mañana
Llegaste tu, hechicera
De nubes deslumbrada?

De que sueño hecho mar
O de que mar no soñado
Viniste tu, hechicera,
Anillarte a mi lado?

De que fuego renacido
O de que lumbre apagada
Viniste tu, hechicera
A segrediarme al oído?

De que fuente, de que agua
De que suelo y horizonte
De que nieves, de que fraguas
De que sedes, de que montes
De que norte, de que lidia
De que desierto de muerte
Viniste tu, hechicera
A inundarme de vida...?

De que fontes, de que águas
De que chão, de que horizontes
De que neves, de que fráguas
De que sedes, de que montes
De que norte, de que lida
De que desertos de morte
Vieste tu, feiticeira
Inundar-me de vida...?

 



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Quinta-feira, 03.03.11

 

 

 

Letra

 

(Luís Represas/João Gil) 

Foi sem mais nem menos 
Que um dia selei a cento e vinte e cinco azul 
Foi sem mais nem menos 
Que me deu para arrancar sem destino nenhum 

Foi sem graça 
Nem pensando na desgraça que entrei pelo calor 
Sem pendura 
Que a vida já me foi dura para insistir na companhia 

O tempo não me diz nada 
Nem o homem da portagem na entrada da auto-estrada 
A ponte ficou deserta 
Nem sei mesmo se Lisboa não partiu para parte incerta 

Viva o espaço 
Que me fica pela frente e não me deixa recuar 
Sem paredes 
Sem portas nem janelas nem muros para derrubar 

Refrão: 

Talvez um dia me encontre 
Assim, talvez me encontre 

Curiosamente 
Dou por mim pensando onde isto me ia levar 
De uma forma ou d'outra 
Há-de haver uma hora p'ra vontade de parar 

Só que à frente 
O bailado do calor vai-me arrastando p'ro vazio 
E com o ar na cara 
Vou sentido desafios que nunca ningém sentiu

 



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