Domingo, 17.07.16

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Durante cinco dias, o Intendente volta a escutar e a dançar ao ritmo da multiplicidade de sons que formam a cidade de Lisboa com Concertos, After Parties, Conversas, Live Graffitis, Arruadas e muito mais.

  • VALETE & NBC convidam Virgul, Maze, Fuse, Sir Scratch, Bob da Rage Sense entre outros.
  • SONS DA LUSOFONIA – REUNIÃO com Waldemar Bastos, Jenifer Solidade, Kimi Djabaté, Carlos Martins e muitos outros
  • KONONO Nº1 com MC AF Diaphra e Selma Uamusse
  • BATUK com Gueladjo Sané
  • RETIMBRAR

Consulte toda programação

E porque Verão na capital já não o é sem a miscelânea de sons e a reflexão sobre a cidade e as suas gentes, está de regresso mais uma edição do Lisboa Mistura.


Dias 19 a 23 de Julho, o Intendente volta a ser o palco de uma vasta programação assente na convicção de que os rótulos e as catalogações da criação artística de agora estão aí para serem abolidos.


Nesse sentido, a dar início à festa, no dia 20 de Julho, o concerto de abertura irá mostrar o consistente trabalho realizado através das OPA - Oficina Portátil de Artes, projecto pedagógico e artístico dirigido por Francisco Rebelo (Orelha Negra, Cais do Sodré Funk Connection), que reúne jovens artistas de bairros de Lisboa e periferias, que pela primeira vez, se apresentam no palco principal acompanhados por banda ao vivo.


Partindo do Hip Hop e da sua importância enquanto voz de intervenção, o Lisboa Mistura propõe também contar a história do movimento em Portugal de modo a fazê-la perpetuar-se. Durante o evento, serão celebrados os fundadores, os discípulos ou os amantes desta cultura com conversas, ensaios abertos e Live Grafitti sendo o momento maior o que irá juntar Valete & NBC e convidados no palco do Largo do Intendente, no dia 21 Julho, a partir das 21h00.


Mas não são só estes ritmos inspirados por Lisboa que inspiram o Lisboa Mistura 2016. Também a música electrónica terá o seu espaço, no dia 22, com a confirmação da estreia nacional de Konono nº1 com a apresentação do seu novo disco, produzido por Pedro Coquenão e Vincent Kenis, com participação especial de MC AF Diaphra e Selma Uamusse. Na mesma noite, os Batuk sobem a palco para apresentar o novo álbum “Música da Terra” com o percussionista guineenseGueladjo Sané como convidado especial.


No dia 23, no mesmo palco, juntam-se os sons de países onde se fala português, os elementos que compõem o caleidoscópio da cidade de Lisboa. São esses os sons celebrados há 20 anos pela Associação Sons da Lusofonia. Para assinalar a data, juntam-se em palco alguns dos maiores nomes da lusofonia: Waldemar Bastos (Angola), Kimi Djabaté (Guiné), André Cabaço (Moçambique), Tonecas Prazeres (São Tomé), Jenifer Solidade e Khaly Angel (Cabo Verde), Leo Minax e Alexandre Frazão (Brasil), Carlos Barretto, Mário Delgado, Carlos Martins(Portugal), entre outros.
Antes, tempo para receber os Retimbrar, colectivo do Porto com um trabalho de exploração de ritmos, canções e instrumentos tradicionais portugueses, que resulta num repertório misto de originais e reinterpretações.


Do vasto programa, destaque ainda para os late night, na Casa Independente, assegurados pelos beats de DJ Marfox, Sam The Kid (DJ Set) & DJ Big, Serial DJ Set (Mind Da Gap), Blacksea Não Maya e DJ Ricardo Maneira. Durante o dia, tempo para conversas sobre o som de Lisboa e sobre as sonoridades pós-coloniais do hip-hop ao afro-house.


De 19 a 23 de Julho, o Lisboa Mistura instala-se no Intendente e, virado para o mundo que é a cidade de Lisboa, oferece à capital cinco dias de festa totalmente gratuita.


O Lisboa Mistura é uma iniciativa da Sons da Lusofonia com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e EGEAC.

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Retirado de Antena 1



publicado por olhar para o mundo às 22:13 | link do post | comentar

Sábado, 24.11.12

 

Lisboa Mistura com Macacos do Chinês e Orelha negra


Em 2013, as Festas da Cidade adoptarão o festival, mas Macacos do Chinês e Orelha Negra fazem já a festa amanhã

 

Não é a primeira vez que Lisboa se rende à mistura dos sotaques e das culturas, que todos os dias preenchem as ruas da cidade. Mas é, no entanto, a última vez que o faz com um festival, o Lisboa Mistura, que acontece este fim-de-semana no São Luiz. Não, o festival, que tem trazido para os palcos da cidade comunidades artísticas de várias origens, apostando na interculturalidade, não vai acabar. Mas vai mudar. Se correr como planeado, acontecerá durante as Festas da Cidade, em Junho, e vai abranger ainda mais áreas. Lisboa vai adoptar o festival e a Mistura vai ser ainda maior.

 

Mas antes de lá chegarmos temos a edição deste ano, que, mesmo com todas as restrições orçamentais, conseguiu manter-se fiel à linha dos anos anteriores. Ou seja: mostrando o que de melhor as comunidades imigrantes a residir em Portugal fazem. Mas para um festival que aposta no debate intercultural, imigrante não será o termo mais indicado a usar. Independentemente das suas origens - começou com a imigração africana, depois a brasileira e, mais recentemente, do Leste da Europa -, pertencemos todos a Lisboa.

 

"É este sentido de comunidade que torna o Mistura num festival diferente dos outros", disse ao PÚBLICO Carlos Martins, responsável da associação Sons da Lusofonia, promotora do festival. "As pessoas já não querem fugir a este confronto de culturas, pelo contrário, querem perceber, querem conhecer a vivência dos outros", continua. Acredita que em tempos difíceis como os que vivemos estas iniciativas fazem falta. "Este sentido comunitário que defendemos é cada vez mais preciso, temos de estar unidos."

Programa

 

Teatro, música, cinema e debates fazem o festival, que arranca hoje no Jardim de Inverno do São Luiz (às 19h) com uma conversa sobre interculturalidade e as novas formas de comunicação. Kalaf, dos Buraka Som Sistema, vai estar presente, e além de falar vai também apresentar uma instalação multimédia preparada para o Mistura, onde questiona a vida liberta de qualquer bem, qualquer lugar ou pessoa. A noite continua depois na sala principal do teatro com o folk português dos Dazkarieh e termina no Musicbox com a viagem aos sons latinos dos Combo Nuevo Los Malditos e de Trio Pinchadiscos.

 

No sábado, como não podia deixar de ser, voltamos ao encontro com as comunidades, através daquele que para Carlos Martins é o projecto mais especial do Lisboa Mistura: a Oficina Portátil das Artes (OPA). "São espectáculos inéditos desenvolvidos ao longo do ano nas comunidades dos bairros da periferia e que são apresentados ao público no âmbito do festival", explica o responsável, que criou esta oficina em 2009 - o festival arrancou em 2005. O espectáculo, que começa às 16h, é preparado com o apoio de várias associações locais, e não olha a áreas (há projectos de dança, música ou teatro) nem a idades. "É para ser para todos e o melhor é que com isto conseguimos trazer para um grande palco de Lisboa pequenos artistas que de outra forma dificilmente conseguiriam cá chegar." Por arrasto, vem toda a comunidade.

 

"De repente temos no São Luiz um público que não é habitual mas que aprecia da mesma forma a cultura e isso é muito gratificante", diz, lembrando que nas últimas edições todos os espectáculos tiveram as lotações esgotadas. "Ao mesmo tempo que temos este lado popular e comunitário, em que nos propomos a reflectir sobre todas as questões da nossa vivência, tentamos também apresentar uma visão contemporânea, não descurando a qualidade artística", explica, destacando, ainda que com dificuldade porque está a falar da sua própria programação, a noite de concertos de amanhã, encabeçada pelos Macacos do Chinês, que viajam na música portuguesa entre o hip hop, o funk e o kuduro, e os Orelha Negra, projecto dos lisboetas Sam the Kid, Cruz, Ferrano, Gomes Prodigy e Rebelo Jazz Bassl.

 

Antes sobe ao palco o músico Tcheka, para apresentar o seu mais recente trabalho Dor e Mar, e é exibido o documentário de Filipa Reis e João Miller Guerra, Orquestra Geração.

 

O festival encerra domingo com a Festa Intercultura, que é nada mais nada menos que a celebração de todas as comunidades. "É para terminar mesmo em festa."

 

E para o ano, ambiciona-se a participação de artistas internacionais e a abertura a mais áreas. Os contactos já estão a ser feitos e a mistura a ser preparada.

Noticia do Público


publicado por olhar para o mundo às 10:26 | link do post | comentar

Sexta-feira, 25.11.11

Lisboa Mistura 2011

 

Cidade diversa, Lisboa pode também ser uma cidade de ilhas que não se encontram. Lisboa Mistura funciona como uma espécie de agitador que baralha os percursos e faz afluir ao centro aquilo que todos jurariam que é da periferia. E assim mostra uma via para o cumprimento da missão de um Teatro Municipal.

 

 

Produção Associação Sons da Lusofonia

 
 
Programa:

SEXTA, 25

19H30: ABERTURA (JI)

21H30: HAMID EL KASIR (SP)

22H30: DJ AZZEDINE BERHILIA (JI)

 


SÁBADO, 26

16H00: A NOSSA VOZ (JI)

17H00: FADO MORSE (SP)

18H00: DOCUMENTÁRIO “DAMAIA FILME MAKING PROJECT” (JI)

19H00: CACIQUE 97 (SP)

20H00: A NOSSA VOZ (JI)

21H30: LIS-NAVE COM: SAMUEL ÚRIA+ MÁRCIA, PINTO FERREIRA E VIRGEM SUTA (SP)

23H30: OMIRI (JI)

00H15: DJ MAKOSSA (JI)

 


DOMINGO, 27

16H30: FESTA INTERCULTURAL (JI)

18H30: YOGISTRAGONG (SP)

 

 

(JI) JARDIM DE INVERNO

(SP) SALA PRINCIPAL

 
Preços: 

Jardim de Inverno: entrada livre

Sala Principal: € 10 (por dia e com os habituais descontos SLTM)

Passes Lisboa Mistura: 2 dias €15 / 3 dias €20 (não acumuláveis com outros descontos)

 

Retirado de Vou Sair



publicado por olhar para o mundo às 08:49 | link do post | comentar


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