Quarta-feira, 07.12.16

jpsimoes.jpg

 

JP SIMÕES É BLOOM


eTremble like a Flower”
chega aos escaparates em Janeiro

 

Bloom é o nome da mais recente aventura musical do cantor e compositor português JP Simões e “Tremble like a Flower” é o seu primeiro disco.

São dez temas tensos e luminosos que, a partir de uma base intimista e de escrita confessional, se vão abrindo em paisagens eletrizantes e feéricas, algo que começa por desenhar uma viagem interior e sai a sobrevoar o mundo.  

 

A composição deste disco foi-se alicerçando no blues mais primordial, passando pela folk dos anos 60 (Dylan, Cohen e Nick Drake). Com a introdução de outras afinações, a procura de espaços mais vastos e serenos e a aglutinação de um certo modo “bossa nova” de tocar guitarra com um fingerpicking mais percussivo, a música começou a tomar o seu próprio rumo e as canções foram nascendo.

 

A partir daí entrou em jogo o guitarrista e compositor Miguel Nicolau (Memória de Peixe), que compôs quase todos os arranjos e partilhou a produção artística até ao fim do processo: o trabalho entre os dois músicos traduziu-se numa empenhada fusão de muitas das suas referências musicais. Alguns exemplos: os arranjos de sopros foram muito inspirados pelo saxofone de Donny McCaslin, o músico que participou no último disco de Bowie, Blackstar.

As guitarras, por seu turno, tanto evocam o som e o modo da música dos Velvet Underground e de Sonic Youth como de Jim O’Rourke ou dos Deerhoof. O trabalho de composição dos ambientes do disco, dos mais abstractos aos mais paisagísticos, encontrou inspiração em músicos como Brian Eno, Robert Wyatt ou António Carlos Jobim. Finalmente, o baterista e compositor Marco Franco, com o seu melódico ritmo, trouxe a pulsação cardíaca certa para o disco respirar em plenitude.

 

Bloom teve a sua estreia absoluta ao vivo no Festival Maré de Agosto, em Santa Maria, Açores, num concerto que contou com a presença de Carlos Bica no contrabaixo. Entretanto já passou pelo Jameson Urban Routes, festival que decorreu em Lisboa, no Music Box, na última semana de Outubro; e em Novembro, esteve no Teatro de Vila Real e no Auditório de Espinho.

 

Tremble like a Flower está já disponível no Bandcamp para quem quiser ouvir e comprar.

 

A edição física do disco será feita em data a anunciar.



publicado por olhar para o mundo às 23:13 | link do post | comentar

Sábado, 29.08.15

 

Letra

 

Vuelvo al sur
Como se vuelve siempre al amor
Vuelvo a vos
Con mi deseo, con mi temor
Llevo al sur
Como un destino del corazon
Soy del sur
Como los aires del bandoneon
Sueño el sur
Inmensa luna, cielo al reves.
Vuelvo al sur
El tiempo abierto y su despues
Quiero al sur.
Su buena gente, su dignidad.
Siento al sur.
Como tu cuerpo en la intimidad.
Te quiero, sur . . .
Te quiero, sur . . .

 



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Domingo, 21.07.13

JP Simões quer «voltar a andar pela rua a assobiar»

JP Simões, que atuou no sábado no Festival Músicas do Mundo, em Sines, admitiu que quer “voltar a andar pela rua a assobiar” porque neste momento não tem “coragem”, por causa do “ambiente tão tristonho”.


Em entrevista aos jornalistas, o músico disse que não consegue “estar desligado da vida dos outros” e assobiar poderia parecer que está “a gozar com a realidade social”.

 

Reconhecendo que “é difícil aguentar esta situação”, JP Simões sublinhou: “Eu tenho trabalhado imenso e vou conseguindo pagar a renda, mas sei que há milhões de pessoas que não estão nessa circunstância.”

 

Portanto, e assumindo o objetivo “egoísta” de querer “voltar a andar pela rua a assobiar”, diz que “alguma coisa tem de ser feita”.

 

Viver em paz exige “muito trabalho” e “mil golpes de cintura” e “uma paciência incrível”, na tentativa de concretizar “expectativas e sonhos”, destacou. “O meu país é a coisa mais linda que existe. Um dia, quando eu morrer, vou ficar em paz com ele. Só nessa altura”, ironizou.

 

JP Simões é um assíduo espetador do Festival de Músicas do Mundo, mas nunca tinha tocado no festival. “De repente, dar por mim, aqui, neste palco que eu tanto adoro e respeito, é... enfim, é do caraças”, confessou o músico, que desconcertou muitos durante o concerto, dedicando uma música ao “ditador Berluscão, que fugiu de um canil” e inventando expressões como “Sinestesias” e “Sines qua non”.

 

Na terceira noite do festival de Sines atuaram ainda o brasileiro Hermeto Pascoal e o coletivo luso-angolano Batida.

 

Retirado do Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 22:03 | link do post | comentar

Domingo, 12.05.13

JP simões

JP Simões apresenta o novo álbum, Roma, no dia 17 no Auditório de Espinho; lançamento oficial no Lux, a 23

 

O concerto de pré-apresentação do novo álbum de JP Simões teve por títuloCarnaval Radioactivo. O Carnaval já lá vai mas a expressão continua a soar muito bem. E até casava na perfeição com a música do terceiro álbum a solo do cantor e compositor, com edição marcada para a próxima sexta-feira, dia 17, onde a música vagueia entre o bom samba, o sabor a África, a lírica afinada da música popular portuguesa, um pouco de jazz rock e outro de rock ele mesmo - e letras habitadas por "talibans da Goldman Sachs" e cantadas, além do português, em italiano, inglês e francês. Mistura explosiva, dir-se-ia.

 

O sucessor de 1970 e Boato não se chama porém Carnaval Radioactivo - mas encontramos no alinhamento algo parecido, um Samba radioactivo. O novo disco de JP Simões foi baptizado Roma e, se pensarmos nela enquanto capital simbólica e real desse império que uniu toda a civilização ocidental (e além), o título assenta ainda melhor a este disco multifacetado que JP Simões descrevia ao Ípsilon, em Março, como "um jantar com um grupo de amigos diferentes: a unidade faz-se lá [no jantar]". Comparava-o nesse sentido aFossanova, o primeiro álbum dos Belle Chase Hotel, que "num segundo soa a dixie band, noutro a soul".

 

Roma terá quatro concertos oficiais de apresentação em Maio. Coisa em grande. Espinho (dia 17, Auditório de Espinho), Vila Real (dia 18, Teatro de Vila Real), Lisboa (dia 23, Lux, onde decorrerá o lançamento oficial) e Bragança (dia 30, Teatro Municipal), são as cidades do roteiro de JP Simões. Serão concertos para tela e banda completa. Expliquemo-nos. Além dos baixos e percussões, cavaquinhos e saxofones, trompetes e violão, a actuação será ilustrada pelo artista plástico Luís Lázaro, que dará imagens às vidas desta música. As canções de Roma enquanto arte total, versão JP Simões.

 

retirado do Público



publicado por olhar para o mundo às 10:31 | link do post | comentar

Sábado, 11.05.13

 

Letra

 

gosto de me drogar
de beber como um louco
acho sempre que é pouco
quero engolir o mar

só assim me suporto
e então não me importo
de ouvir cantar o fado
e ficar deslumbrado com...
sei lá o quê.

com 10 copos a mais
fico novinho em folha
e parto á recolha
de 1000 conversas banais

tudo fica interessante
com mais um espumante
o meu país é lindo
e a humanidade é mesmo....
sei lá o quê

ai será que a vida que ser vivida
será que não
será que o sexo é só pra procriar
ou é só para armar confusão

dizem que tude está predestinado
que não há nada a fazer
então mais vale estar embriagado
pois é o que tinha de ser

gosto de me drogar
com virtude ou morfina
ou coisas mais finas
tudo é fácil de arranjar

só assim me suporto
e então não me importo
de ser um cidadão
dar a contribuição para
sei lá o quê

com um tiro na veia
chuto todo o mau gosto
para lá do sol posto
quase nada me chateia

tudo fica tranquilo
i eu já nem refilo
i o meu país é lindo
ia humanidade é mesmo tão
sei lá o quê, sei lá o quê

ai será que a vida que ser vivida
será que não
será que o sexo é só pra procriar
ou é só para armar confusão

dizem que tude está predestinado
que não há nada a fazer
então mais vale estar embriagado
pois é o que tinha de ser



letra e música de JP Simões



publicado por olhar para o mundo às 12:34 | link do post | comentar

Terça-feira, 19.02.13

 

letra

 

Não encontrei a letra desta música



publicado por olhar para o mundo às 17:18 | link do post | comentar

Sábado, 29.09.12
JP Simões e António Zambujo vão tocar debaixo da terra em Lisboa
JP Simões tem concerto marcado para 1 de Outubro, Dia Mundial da Música

O Música a Metro é o primeiro festival de música a acontecer em Portugal abaixo do solo. Estão agendados mais de 30 concertos em quatro estações do metropolitano de Lisboa. O festival começa a 1 de Outubro e prolonga-se até dia 27. O cartaz do festival inclui JP Simões, Filho da Mãe e António Zambujo, que se apresentará apenas com uma guitarra acústica. Os três actuam a 1 de Outubro, Dia Mundial da Música, na estação de metro do Cais do Sodré, a partir das 17h. 

 

As estações de metro do Marquês de Pombal, Campo Grande, Aeroporto e Cais do Sodré serão palco de concertos "móveis" de We Trust, Guta Naki, Long Way to Alaska e Gli Tre Portoghesi. “Os showcases móveis são diferentes do Music Point. São feitos nas carruagens e sempre em andamento. São pontos de atracção que serão muito cobiçados e visualmente diferentes daquilo que se tem vindo a fazer pelo metro”, disse ao PÚBLICO Nuno Abreu, da organização.

 

O festival Música a Metro distingue-se pelo facto de não possuir qualquer patrocinador ou fins lucrativos, sendo feito em regime de voluntariado e de apoio a nível artístico, de produção e promoção. A organização, a cargo da Imagina, garante a importância de “numa altura como esta, mostrar que é possível, com o apoio de todos, erguer uma iniciativa que é para todos”.

 

A Imagina espera uma "grande afluência" ao festival, uma vez que se registam todos os dias 3,5 milhões de entradas nas estações de metro da capital. Os concertos debaixo da terra acontecem todas as semanas entre quarta-feira e sábados, até 27 de Outubro, das 17h às 20h30. À excepção dos showcases móveis que, por decorrerem no interior das carruagens, requerem a aquisição do bilhete do metro (1,25 euros), o Música a Metro é gratuito.

Retirado do Ipsilon


publicado por olhar para o mundo às 09:43 | link do post | comentar

Sexta-feira, 08.06.12

 

letra

 

La, lai-a...

A minha nova namorada
tem tanta pressa de todo o amor.
Mas, quando me beija,
quando me come,
acalma um pouco a sua fome, 
o seu fulgor.

Os dias ardem nos seus olhos.
Ela não quer ficar para trás.
E enquanto eu canto e esqueço
ela compõe no tempo
uma urgência de prazer
e paz.

Sempre que a noite cai
ela vem e vai nos meus braços
como se eu fôsse o mar
e navega até se cansar
até que sossega
a sua sede sem fim.

Sempre que a noite cai
ela vem e vai nos meus braços
como se eu fôsse o mar
e navega até se cansar
até que sossega
a sua sede sem fim,
sem fim, sem fim,
a sua mágoa sem fim,
sem fim, sem fim,
a sua infância sem fim,
sem fim, sem fim,
a sua graça sem fim,
sem fim, sem fim,
ela é assim!



publicado por olhar para o mundo às 08:25 | link do post | comentar

Quinta-feira, 07.06.12

 

Letra

 

Se por acaso me vires por aí
Disfarça, finge não ver
Diz que não pode ser, diz que morri
Num acidente qualquer
Conta o quanto quiseste fazer
Exalta a tua versão
Depois suspira e diz que esquecer
É a tua profissão

 

E ouve-se ao fundo uma linda canção
De paz e amor
Se por acaso me vires por aí
Vamos tomar um café
Diz qualquer coisa, telefona, enfim
Eu ainda moro na Sé
Encaixotei uns papeis e não sei
Se hei-de deitar tudo fora
Tenho uma série de cartas para ti
Todas de uma tal de Dora

 

E ouvem-se ao fundo canções tão banais
De paz e amor
Se eu por acaso te vir por aí
Passo sem sequer te ver
Naturalmente que já te esqueci
E tenho mais que fazer
Quero que saibas que cago no amor
Acho que fui sempre assim
Espero que encontres tudo o que quiseres
E vás para longe de mim

 

E ouve-se ao fundo uma velha canção
De paz e amor
Na sexta-feira acho que te vi
À frente da Brasileira
Era na certa o teu fato azul
E a pasta em tons de madeira
O Tó talvez queira te conhecer
Nunca falei mal de ti
A vida passa e era bom saber
Que estás em forma e feliz

E ouve-se ao fundo uma triste canção
De paz e amor.



publicado por olhar para o mundo às 17:22 | link do post | comentar

Sexta-feira, 25.05.12

JP Simões

 

O Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, dá Carta Branca a JP Simões para um espetáculo no Grande Auditório, a 2 de junho, pelas 21h00.

Para partilhar consigo o palco, o artista convidou nomes comoNorberto Lobo, Luanda Cozetti, Gisela João, Petra e Manuel Mesquita.


O CCB justifica a carta branca a JP Simões pelo «percurso singular deste compositor, autor de canções e de livros e parceiro de outras formações musicais, nas quais deixou uma indelével marca da sua passagem. JP, como é muitas vezes tratado, é um exemplo quase solitário no panorama da música urbana portuguesa. Atento à linguagem das canções, nas quais plasma uma visão ora melancólica ora irónica da vida, dos afectos sem retorno, da solitária mania de sonhar e da persistente busca de um horizonte povoado de figuras derrotadas, não deixa, contudo, e através de uma visão irónica, de fazer reenvios a uma tradição musical que vai de Chico Buarque a Kurt Weill ou de Jacques Brel a Zeca Afonso».

 

JP Simões nasceu em Coimbra em 1970. Estudou Jornalismo, Direito da Comunicação, Escrita de Argumento, saxofone e língua árabe: é Mestre em Teoria da Literatura pela Universidade de Lisboa. Edita discos desde 1995, primeiro com Pop dell’Arte, depois com Belle Chase Hotel, com Quinteto Tati e a solo. Além de música, escreve também contos, argumentos para cinema e peças de teatro.

 

Retirado de Sapo Música

JP Simões & Luanda Cozetti - Se Por Acaso

 



publicado por olhar para o mundo às 21:18 | link do post | comentar

Quarta-feira, 11.01.12

 

Letra

 

Quando o dia entardeceu
E o teu corpo tocou
Num recanto do meu
Uma dança acordou
E o sol apareceu
De gigante ficou
Num instante apagou
O sereno do céu

E a calma a aguardar lugar em mim
O desejo a contar segundo o fim.
Foi num ar que te deu
E o teu canto mudou
E o teu corpo do meu
Uma trança arrancou
O sangue arrefeceu
E o meu pé aterrou
Minha voz sussurrou
O meu sonho morreu

Dá-me o mar, o meu rio, minha calçada.
Dá-me o quarto vazio da minha casa
Vou deixar-te no fio da tua fala.
Sobre a pele que há em mim
Tu não sabes nada.

Quando o amor se acabou

E o meu corpo esqueceu o caminho onde andou

Nos recantos do teu

E o luar se apagou

E a noite emudeceu

O frio fundo do céu

Foi descendo e ficou

 

Mas a mágoa não mora mais em mim

Já passou, desgastei, p’ra lá do fim

É preciso partir

É o preço do amor

P’ra voltar a viver

Já nem sinto o sabor

A suor e pavor

Do teu colo a ferver

Do teu sangue de flor

Já não quero saber…

 

Dá-me o mar, o meu rio, a minha estrada,

O meu barco vazio na madrugada

Vou-te deixar-te no frio da tua fala

Na vertigem da voz quando enfim se cala.



publicado por olhar para o mundo às 09:00 | link do post | comentar

Sábado, 22.10.11

Letra

 

Eu nunca suspirei, nunca te adorei.
Eu nunca quis saber, eu nunca te quis bem.
Eu fingi ter prazer, gritar, pus-me a gemer.
Mas nunca desliguei, pensei sempre em saír,
fugir, ir-me encontrar com estranhos n'algum bar,
gozar, rir-me de ti!

Eu nunca suspirei, nunca te adorei.
Eu nunca quis saber, eu nunca te quis bem.
Mais que um saco de prazer, um bicho de salão com modos de pavão.
Pensei em passear-te por galerias de arte,
na trela como um cão,
um vício precipício, cio.

Foi tanta porcaria, tornou-se natural.
e por toda a cidade fez-se prética normal.
Falar do velhos tempos com grande exaltação,
encher de fancarias amado coração.
Tants Verões de amor azul, como na televisão.
Eu era uma princesa, actriz.
Eu era um rei feliz.

Mente ao antigamente, mente.
Conctente e constantemente
como antigamente.



publicado por olhar para o mundo às 17:38 | link do post | comentar


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