Sexta-feira, 28.04.17

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Neste que é também o ano da edição em disco do espetáculo "10.000 anos depois entre Vénus e Marte",  José Cid volta a apresentar ao vivo a obra que lhe valeu a internacionalização, dia 1 de Maio na Aula Magna em Lisboa e 6 de Maio na Casa da Música no Porto. 

Corria o ano de 1978 quando José Cid lançou pela editora Orfeu aquela que viria a tornar-se numa das obras de maior sucesso de Rock Sinfónico do mundo: "10.000 anos depois entre Vénus e Marte". Passados quase 40 anos volta agora a trazer a palco a história ficcional do homem e da mulher que regressam à terra 10.000 anos depois da sua total destruição, para repovoa-la. 

O primeiro álbum de rock espacial português, baseado na ficção cientifica, conta com o mellotron e os sintetizadores para lhe conferir uma sonoridade característica elevando assim o som base de guitarra, baixo e bateria originalmente criado por José com Mike Sergeant, Ramon Galarza e Zé Nabo.

Aclamado pela critica, este foi considerado pela revista Billboard como um dos melhores 100 discos de Rock Progressivo do mundo de todo o sempre. Os muitos fãs da obra concordam e é pelos inúmeros pedidos de mais apresentações, desta que é também uma ópera-rock, que agora José Cid voltará a dar-lhe vida em duas datas únicas em Lisboa e no Porto. 


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Domingo, 05.03.17

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Neste que é também o ano da edição em disco do espetáculo "10.000 anos depois entre Vénus e Marte",  José Cid volta a apresentar ao vivo a obra que lhe valeu a internacionalização, dia 1 de Maio na Aula Magna em Lisboa e 6 de Maio na Casa da Música no Porto. 

Corria o ano de 1978 quando José Cid lançou pela editora Orfeu aquela que viria a tornar-se numa das obras de maior sucesso de Rock Sinfónico do mundo: "10.000 anos depois entre Vénus e Marte". Passados quase 40 anos volta agora a trazer a palco a história ficcional do homem e da mulher que regressam à terra 10.000 anos depois da sua total destruição, para repovoa-la. 

O primeiro álbum de rock espacial português, baseado na ficção cientifica, conta com o mellotron e os sintetizadores para lhe conferir uma sonoridade característica elevando assim o som base de guitarra, baixo e bateria originalmente criado por José com Mike Sergeant, Ramon Galarza e Zé Nabo.

Aclamado pela critica, este foi considerado pela revista Billboard como um dos melhores 100 discos de Rock Progressivo do mundo de todo o sempre. Os muitos fãs da obra concordam e é pelos inúmeros pedidos de mais apresentações, desta que é também uma ópera-rock, que agora José Cid voltará a dar-lhe vida em duas datas únicas em Lisboa e no Porto. 



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Terça-feira, 20.09.16
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José Cid ARENAS TOUR
30 de Setembro | Vila Franca de Xira

 
José Cid apresenta o último concerto da ARENAS TOUR, dia 30 de Setembro em Vila Franca de Xira, integrado na comemoração dos 115 anos da Palha Branco. 

As canções de ontem, de hoje e de amanhã, farão parte do alinhamento do espetáculo, numa noite que se quer memorável, juntando-se, assim, aos temas que integram “Menino Prodígio”, o último álbum editado em 2015 e temas novos de “Clube dos Corações Solitários”, o próximo disco de originais de José Cid, com data de edição agendada para o inicio do próximo  ano.

Integrada na tournée de verão do compositor de renome, ARENAS TOUR passou por algumas cidades do pais e pautou-se por um ambiente de festa, com convidados especiais e um DJ à medida.


 Bilhetes:
Arena - €7,50
Bancada - €12,50

À venda nos locais habituais!  


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Quinta-feira, 21.07.16

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José Cid ARENAS TOUR

28 de Julho | Póvoa de Varzim
4 de Agosto | Figueira da Foz
 

É já no próximo dia 28 de Julho que José Cid leva ARENAS TOUR  à Póvoa de Varzim e, dia  4 de Agosto à Figueira da Foz, numa digressão  em formato voz e piano, que o músico  apresenta pelas principais arenas de Portugal.

Do alinhamento do espetáculo, farão parte os grandes e inigualáveis êxitos, de uma carreira de mais de 50 anos, juntamente com as canções que integram “Menino Prodígio”, o último álbum editado em 2015 e, também, alguns dos temas de “Clube dos Corações Solitários”, o próximo disco de originais, com data de edição agendada para o inicio do próximo  ano.

Integrada na tournée de verão do compositor de renome, ARENAS TOUR passará pelas principais cidades dos pais, entre Junho e Setembro, num ambiente de festa, com convidados especiais e um DJ à medida.


DIGRESSÃO ARENAS TOUR (Em Atualização)
 
28 DE JULHO | Póvoa de Varzim | 22h00 - Praça de Touros
4  DE AGOSTO | Figueira da Foz | 22h00 - Praça de Touros 

 Bilhetes:
Arena - €7,50
Bancada - €12,50

À venda nos locais habituais!  


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Sábado, 04.06.16

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José Cid apresenta "ARENAS TOUR",

pelas principais Arenas de Portugal!
 

ARENAS TOUR de José Cid, para ver, ouvir e dançar, de Junho a Setembro, numa cidade perto de si.

 

Do alinhamento farão parte os grandes e inigualáveis êxitos, de uma carreira de mais de 50 anos, juntamente com as canções que integram “Menino Prodígio”, o último álbum editado em 2015 e, também, alguns dos temas de “Clube dos Corações Solitários”, o próximo disco de originais, com data de edição agendada para o último trimestre do ano.

 

Integrada na tournée de verão do músico e compositor de renome, ARENAS TOUR passará pelas principais cidades dos pais, entre Junho e Setembro, num ambiente de festa, com convidados especiais e um DJ à medida.

 

É já no próximo dia 10 de Junho que José Cid apresenta o primeiro espetáculo de  ARENAS TOUR em Estremoz, numa digressão única, pelas Arenas de Portugal, em formato voz e piano.

 

DIGRESSÃO ARENAS TOUR (Em atualização)

10 DE JUNHO | Estremoz

17 DE JUNHO | Santarém

16 DE JULHO | Setúbal

2 DE SETEMBRO | Montijo



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Domingo, 27.12.15

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Após um ano pleno de animados concertos e lotações esgotadas, José Cid regressa com a tour “Voz & Piano” – um novo conceito na carreira de um dos maiores artistas nacionais que promete valorizar a proximidade com o seu querido público.


Falar de José Cid é falar de um dos maiores talentos jamais revelados pela música portuguesa. Em qualquer parte do mundo, raríssimos são os artistas que conseguem estar no topo durante 40 anos, ele encontra-se neste grupo restrito por mérito próprio. Há muito reconhecido e retratado em largas dezenas de inesquecíveis e inspiradas canções, que vão do étnico, ao fado, ao pop, ao rock, ao popular e até ao jazz. Esta versatilidade garantiu a José Cid um lugar muito especial no coração do público.


A vertente intimista do espectáculo e animação característica do artista envolverão os fãs num momento único, existindo tempo para contacto directo com o artista.


José Cid é autor/compositor e intérprete de alguns dos maiores êxitos da música nacional. "A Rosa Que Te Dei", "Na Cabana Junto à Praia", "20 Anos", "Ontem, Hoje e Amanhã", "Cai Neve em Nova Iorque", "A Minha Música" e os mais recentes "Mais um Dia" e "Louco Amor" são apenas alguns dos temas que o público vai poder ouvir e cantar em uníssono com o cantor.


José Cid, ontem, hoje e sempre...

 

Cineteatro Municipal D. João V

Música
09 Jan. | 21:30H | 15€

 



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Domingo, 13.12.15

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A Câmara Municipal de Beja volta a apostar na realização da Festa de Ano Novo na Praça da República. O centro histórico da cidade volta a ser o local escolhido para dar as boas vindas ao novo ano. 

 

O programa é com Ruben Baião, a partir das 22.30 horas, fogo-de-artifício, à meia-noite e José Cid, meia hora depois, a prometer muita animação logo nos primeiros minutos de janeiro. 

 

A voz de vários sucessos da música portuguesa como “Na cabana junto à praia” ou “Ontem, hoje e amanhã” promete três horas de espetáculo que une várias gerações.

 

A festa continua depois pela noite fora, novamente com Ruben Baião.

 

Para informações adicionais consultar

 

https://www.facebook.com/events/455679931306323/

 



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Domingo, 22.11.15

 

 

Letra

 

Vem viver a vida, amor
Que o tempo que passou
Não volta, não.

Sonhos que o tempo apagou
Mas para nós ficou
Esta canção

Há muito, muito tempo
Eras tu uma criança
Que brincava num baloiço
E ao pião

Tinhas tranças pretas
E caçavas borboletas
Como quem corria
Atrás de uma ilusão

Há muito, muito tempo
Era eu outra criança
Que te amava ternamente
Sem saber

Vínhamos da escola
E oferecia-te uma flor
Que tu punhas no cabelo
A sorrir

Vem viver a vida amor
Que o tempo que passou
Não volta, não.

Sonhos que o tempo apagou
Mas para nós ficou
Esta canção

Vinte anos mais tarde
Encontrei-te por acaso
Numa rua da cidade
Onde moravas

Ficámos parados
E olhámo-nos sorrindo
Como quem se vê
A um espelho pela manhã

Dei-te o meu telefone
Convidei-te para jantar
Adoraste ver a minha
Colecção

Pelo tempo fora
Continuámos unidos
E cantámos tantas vezes
A canção

Vem viver a vida amor
Que o tempo que passou
Não volta, não.

Sonhos que o tempo apagou
Mas para nós ficou
Esta canção

Daqui a vinte anos
Quando tu já fores velhinha
Talvez eu já não exista
P´ra te ver

Ficas á lareira
A fazer a tua renda
Mas que importa
Se recordar é viver

Há muito, muito tempo
Tu e eu duas crianças
Que brincavam num baloiço
E ao pião

Vínhamos da escola
E oferecia-te uma flor
Que desponta agora
No teu coração

Vem viver a vida amor
Que o tempo que passou
Não volta, não.

Sonhos que o tempo apagou
Mas para nós ficou
Esta canção

Vem viver a vida amor
Que o tempo que passou
Não volta, não.

Sonhos que o tempo apagou
Mas para nós ficou
Esta canção

La la la la la la la la
La la la la la la
La la la la

La la la la la la la la
La la la la la la
La la la la

 



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Sábado, 21.11.15

 

Letra

 

A minha palmeira é muito porreira, eu sei.
Mas no meu deserto tu foste o oásis que achei.
Tu ficas louquinha quando eu tiro a casca á banana.
Ficas tão tontinha que a tua cauda abana.

Como o macaco gosta de banana eu gosto de ti.
Escondi um caixo debaixo da cama e comi, comi.
Minha macaca gira e bacana,
O teu focinho é que não me engana.
Pois se a macaca gosta de banana tu gostas de mim.
Como o macaco gosta de banana eu gosto de ti.

Um orangotango transformou um tango num rock.
É a nova moda que poem portugual em amok
Quem foi ao ataque foi o xipaze e o saguim
Minha macaquinha estao apanhadinhos spor ti

Como o macaco gosta de banana eu gosto de ti.
Escondi um caixo debaixo da cama e comi, comi.
Minha macaca gira que bacana,
O teu focinho é que não me engana.
Pois se a macaca gosta de banana tu gostas de mim.
Como o macaco gosta de banana eu gosto de ti.

A minha palmeira é muito porreira, eu sei.
Mas no meu deserto tu foste o oásis que achei.
Tu ficas louquinha quando eu tiro a casca á banana.
Ficas tão tontinha que a tua cauda abana.

Como o macaco gosta de banana eu gosto de ti.
Escondi um caixo debaixo da cama e comi, comi.
Minha macaca gira que bacana,
O teu focinho é que não me engana.
Pois se a macaca gosta de banana tu gosta de mim.
Como o macaco gosta de banana eu gosto de tiii,
Como o macaco gosta de banana eu gosto de tii (de banana!)
Escondi um caixo debaixo da cama e comi, comi
Minha macaca gira e bacana
O teu focinho é que nao me engana
Pois se a macaca gosta de mana tu gostas de mim
Como o macaco gosta de banana
Como o macaco gosta de banana
Como o macaco gosta de banana eu gosto de tiii

 



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Sábado, 07.11.15

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José Cid & Big Band | 12 Dezembro | Campo Pequeno 

 

Depois do espectáculo no Coliseu do Porto, com casa cheia e o publico em êxtase cantando as suas músicas, José Cid prepara-se para repetir o êxito e reconquistar mais uma vez o Campo Pequeno, em Lisboa, a 12 de Dezembro.


Afinem as vozes, juntem a família, os amigos, e venham fazer a festa cantando em uníssono os novos temas do álbum “Menino Prodígio” e os êxitos de sempre de José Cid, como “Cai Neve em Nova Iorque”, “A Minha Música” ou “Na Cabana Junto à Praia”.



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Terça-feira, 27.10.15

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JOSÉ CID CONVIDA UXIA PARA O COLISEU DO PORTO
 
É já este sábado que José Cid sobe ao palco do Coliseu do Porto para apresentar o seu mais recente disco “Menino prodígio”, no seguimento da tour 2015, com a qual tem percorrido o pais de norte a sul.
 
O músico e compositor regressa ao Coliseu da invicta acompanhado pela Big Band, para um espetáculo inesquecível, que conta com a participação da cantora galegaUxia, como convidada especial.
 
José Cid subiu ao palco do Coliseu do Porto, anteriormente, em Fevereiro de 2014, tendo esgotado a sala e, em Junho último, atuou ao ar livre, na cidade, no âmbito das Festas de S. João, com uma audiência de cerca de 120.000 pessoas.
 
“A lenda de D. Sebastião”, “Vinte anos”, “Cai neve em Nova Iorque”, “Eu nasci para a música”, “Um grande, grande amor”, “Cabana junto à praia” ou “Ontem, hoje e amanhã”, serão alguns dos hits que poderemos ouvir, dia 31 de Outubro no Coliseu do Porto. Do alinhamento farão parte, também, as grande canções que compõem o último álbum e que passam em revista os êxitos de uma carreira de mais de 50 anos, como Blá!, Blá!, Blá!", um dos temas composto para o Quarteto 1111, motivo de censura pelo antigo regime.
 
Entre estes e outros temas, o músico e compositor apresentará ainda, em primeira mão, algumas das composições do próximo disco, que será editado no primeiro semestre de 2016.
 

INFORMAÇÕES DE BILHETEIRA

 

PORTO | COLISEU

 

31 DE OUTUBRO | 22h00

 

Preço dos Bilhetes: 30,00€ - 15,00€
 

Bilhetes à venda  nos locais habituais



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Segunda-feira, 05.10.15

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Depois de vários concertos completamente esgotados e triunfais no Campo Pequeno, esta emblemática sala de espectáculos de Lisboa volta a ser palco, dia 12 de Dezembro, às 21h30, de um novo espectáculo de José Cid.

 

Desta vez, e acompanhado pela sua Big Band, José Cid apresenta o mais recente álbum, “Menino Prodígio” mas não vai esquecer, naturalmente, alguns dos seus maiores sucessos – e hinos absolutos da música portuguesa – compostos ao longo de mais de cinquenta anos de carreira



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Segunda-feira, 21.09.15

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Prepare-se para cantar e dançar com os sucessos de "Ontem, Hoje e Amanhã"! 


José Cid apresenta o seu mais recente álbum, "Menino Prodígio", no Coliseu do Porto já no próximo dia  31 de outubro. O músico e compositor regressa ao Coliseu da invicta acompanhado pela Big Band, com a qual tem percorrido o país numa digressão ímpar.
 

José Cid subiu ao palco do Coliseu do Porto, anteriormente, em Fevereiro de 2014, tendo esgotado a sala e, em Junho último, atuou ao ar livre, na cidade, no âmbito das Festas de S. João, com uma audiência de cerca de 120.000 pessoas. 

Agora está de regresso para um concerto inesquecível! Do alinhamento deste espetáculo farão parte os grandes clássicos de sempre e grandes canções que compõem o novo disco editado em Abril, como "Menino Prodígio", "De Mentirosos Está o Cemitério Cheio" ou "Blá!, Blá!, Blá!", um dos temas composto para o Quarteto 1111 e que foi motivo de censura pelo antigo regime. 

31 de Outubro, no Coliseu do Porto não vai querer perder este grande espectáculo.
O regresso a Lisboa e aos míticos concertos no Campo Pequeno, tem data marcada para
12 de Dezembro!
 

INFORMAÇÕES DE BILHETEIRA

 

PORTO | COLISEU

 

31 DE OUTUBRO | 22h00

 

Preço dos Bilhetes: 30,00€ - 15,00€
 

Bilhetes à venda na  nos locais habituai



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Domingo, 20.09.15

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Depois de ter esgotado a sala em fevereiro de 2014, José Cid regressa ao Coliseu do Porto em outubro e encerra a digressão com um espetáculo no Campo Pequeno, a 12 de dezembro, que será gravado e editado em DVD.

 

Acompanhado pela Big Band, o cantor vai apresentar os temas do seu último trabalho, “Menino Prodígio”, mas promete não deixar de fora do alinhamentos os grandes sucessos como “Um grande, grande Amor” ou “Na Cabana Junto à Praia”.

 

José Cid vai ainda recordar alguns temas do Quarteto 1111, como “Blá! Blá! Blá”, “Monstros Sagrados” ou “Rock Rural”, e ainda fazer versões de canções que marcam a história do rock, como por exemplo ““I Don't Wanna Miss A Thing”, dos Aerosmith.

 

Além de ter lançado “Menino Prodígio”, José Cid editou em 2015 o biografia “José Cid - O Lado B de um Provocador”. Para os próximos meses, o cantor promete a gravação ao vivo do espetáculo “10.000 Anos Depois entre Vénus e Marte”.

 

Retirado de Sapo Mag



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Domingo, 13.09.15

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JOSÉ CID

No Campo Pequeno para Concerto e DVD a 12 de Dezembro
 
Depois de vários concertos completamente esgotados e triunfais no Campo Pequeno, esta emblemática sala de espectáculos de Lisboa volta a ser palco, dia 12 de Dezembro, às 21h30, de um novo espectáculo de José Cid. Desta vez, e acompanhado pela sua Big Band, José Cid apresenta o mais recente álbum, “Menino Prodígio” mas não vai esquecer, naturalmente, alguns dos seus maiores sucessos – e hinos absolutos da música portuguesa – compostos ao longo de mais de cinquenta anos de carreira.
 
Uma carreira que começou em Coimbra, com os Babies – grupo pioneiro do rock'n'roll no nosso país --, continuou em Lisboa com o Quarteto 1111 – o mais inventivo e revolucionário grupo rock nacional dos anos 60 e 70 – e com os Green Windows – que deram um novo brilho à pop do nosso país – e que culminou numa carreira a solo, iniciada em 1970, que já passou, sempre de forma interventiva, original e marcante, por vários géneros do rock (o hard-rock, o rock progressivo e sinfónico, o folk-rock…), a música tradicional portuguesa, o fado, o jazz, a música popular ou, tão simplesmente, o sincretismo de todos estes géneros que José Cid acarinha, numa linguagem única, pessoal e referencial para várias gerações de fãs em Portugal e no estrangeiro.
 
Imparável, cheio de energia e ainda e sempre um criador compulsivo, José Cid lançou em 2015 um novo álbum, “Menino Prodígio”, expôs a sua obra e as suas ideias na biografia “José Cid - O Lado B de um Provocador" e prepara para o futuro breve a edição de mais alguns discos de originais e da gravação ao vivo do seu emblemático espectáculo “10.000 Anos Depois entre Vénus e Marte”. No Campo Pequeno, a encerrar um ano em que também visitou muitos outros palcos de norte a sul do país, José Cid vai mostrar as canções de “Menino Prodígio” – das novas “Na Minha Guitarra”, “Menino Prodígio” ou “Aldeia Global” à releitura actual de temas dele e do Quarteto 1111 como “Blá! Blá! Blá”, “Monstros Sagrados” e “Rock Rural”, passando por uma versão pessoalíssima de “I Don't Wanna Miss A Thing”, dos Aerosmith – e também muitas outras do seu histórico acervo enquanto compositor e poeta.

Dia 12 de Dezembro, José Cid celebra a música mais uma vez com o seus fãs e convida-os a fazer parte dos enormes, e prodigiosos, coros que se irão também ouvir num novo DVD ao vivo gravado nessa data.
 
 
Campo Pequeno  |12 de Dezembro | 21h30

Preços de bilhetes:18€ a 28€

Nota: Na compra de 4 bilhetes para a plateia (em pé) oferta do 5º bilhete 
(não é válido para compras online)

Bilhetes à venda no Campo Pequeno e nos locais habituais


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Sábado, 12.09.15

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JOSÉ CID  apresenta o seu mais recente disco, "Menino Prodígio", no Coliseu do Porto no próximo dia  31 de Outubro.


O músico e compositor regressa a esta sala acompanhado pela Big Band com a qual tem percorrido o país, numa digressão ímpar em que realizou mais de 35 concertos.
 

A última vez que José Cid subiu ao palco do Coliseu do Porto, em Fevereiro de 2014, 
a sala esgotou. Em Junho último, atuou ao ar livre, na cidade, no âmbito das Festas de S. João, com uma audiência de cerca de 120.000 pessoas.


Do alinhamento deste espetáculo farão parte os clássicos de sempre e as grandes canções que compõem o novo disco editado em Abril: "Menino Prodígio", "De Mentirosos está o Cemitério Cheio", “Na Minha Guitarra” ou "Blá!, Blá!, Blá!", um dos temas composto para o Quarteto 1111 e que foi motivo de censura pelo antigo regime.

 

INFORMAÇÕES DE BILHETEIRA

 

Porto | Coliseu

 

31 de Outubro | 22h00

 

Preço dos Bilhetes: 30,00€ - 15,00€
 

Bilhetes à venda na nos locais habituais



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Terça-feira, 10.03.15

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José Cid definiu o seu novo álbum, “Menino-prodígio”, que é editado a 6 de abril, como “roqueiro, de combate e interventivo”, tendo recuperado alguns temas seus compostos em 1971.

“É um álbum que entra na área da objeção de consciência, mas levada para o rock, e isso é muito o que o [Quarteto] 1111 fez [do qual foi fundador em 1967], com dezenas de canções censuradas pelo regime [de ditadura, anterior ao 25 de Abril de 1974], e uma delas é a ‘Blá!, blá!, blá!’, que agora inclui neste disco”, disse o músico em declarações à Lusa.

O álbum foi gravado ao longo do ano passado, nos estúdios da ACid Records, em sistema totalmente analógico, e conta com 13 faixas, sendo 12 canções inéditas, entre elas “Rock rural”, composta por Cid na década de 1960, que foi gravada ao vivo no Campo Pequeno, em Lisboa, e uma versão de “Don´t wanna miss a thing”, dos Aerosmith.

Das 13 canções, “De mentirosos está o mundo cheio” é a que José Cid mais gosta, e duas outras, que qualificou como “mais ligeiras”, são “O andar de Marilyn”, uma homenagem à atriz norte-americana que “enlouqueceu” a geração do músico no filme “Cataratas do Niagara” e, de “cariz autobiográfico”, a que dá título ao álbum, “Menino-prodígio”. Neste tema Cid afirma: “O menino-prodígio morreu!/ E o seu epitáfio sou eu…”.

À Lusa o músico explicou: “’Menino-prodígio’ é um termo que fui gerindo ao longo da minha existência, era uma coisa que me chamavam os amigos dos meus pais, quando era pequeno, e eu não percebia. Eu, aos três, quatro anos, já cantava e tocava piano”.

“Achei que era uma boa ideia para um tema, que é um bocadinho autobiográfico”, disse, referindo que o “menino-prodígio” morreu em 1957, quando formou a banda Babies. Mais tarde, entre outros projetos, o músico formou o Quarteto 1111.

“O tema de que mais gosto é ‘De mentirosos está o cemitério cheio’, sinto que fui muito feliz a escrevê-lo”, disse, referindo em seguida que recuperou dois temas de 1971, “Blá! Blá! Blá!” e “Monstros sagrados”.

“Há ainda, neste disco, um poema brutal de José Régio, ‘Os poetas (Há certos Reis…)’, que é muito interveniente, que tem tudo a ver com atual situação política, não só do país, como global”, sentenciou, tendo realçado ainda as canções “Aldeia global” e “Chuva ácida”.

“Este é um álbum que vinha a projetar há muito tempo, um álbum muito roqueiro, gravado e remasterizado analogicamente, apenas com três músicos - eu no Hammond e algumas teclas, o Xico Martins, nas guitarras e no contrabaixo, e o Luís Varatojo, na bateria”.

O músico afirmou que nunca gostou de gravar digitalmente. “Nunca me deu grande prazer em computadores. No analógico seleciona-se logo o que se quer ali, não há retificações, pode haver ‘takes’, mas correções em computador, daquelas que se fazem, nem pensar”, disse.

Para José Cid, as correções que se fazem de forma digital constituem um processo que “não é honesto – uniformiza, em termos conceptuais, a música toda, já ninguém desafina, já ninguém toca assim-assim, e depois soa tudo igual”.

“O analógico é o futuro pela verdade na música, e não o digital como se chegou a pensar”, e acrescentou: “A vanguarda musical inglesa está a pensar no analógico, o Sting e o Peter Gabriel, por exemplo, andam à procura dos gravadores analógicos que eu tenho nos meus estúdios”.

Referindo-se a “Menino-prodígio”, afirmou: “As pessoas vão encontrar um som muito quente, muito humanizado, percebe-se que as pessoas estão ali mesmo, sem quaisquer máquinas”.

Para o músico, este disco representa “um corte com o que já fez”, pois precisava de “avançar” e, para tal, muito contribuiu um outro projeto em que participa, o AcidJazz que o “faz cantar de outra forma, com mais ‘swing’”.

José Cid, distinguido com vários prémios, entre eles o de Consagração de Carreira, pela Sociedade Portuguesa de Autores, tem vários projetos em perspetiva, como o álbum “Clube dos corações solitários do capitão Cid”, a gravação de um disco de fados e fandangos, e um que se intitulará “Fados e Jazz, coincidências”.

Com outros músicos tem previsto o álbum “A guitarra no mundo”, com o guitarrista Luís Petisca, um álbum na área pop/rock com o seu sobrinho Gonçalo Tavares, e relançar a carreira de Paulo Bragança, que “é a história mais estranha de sempre da música portuguesa”.

José Cid afirma que não se vai “arrastar em palco”, garantiu que cantará enquanto “tiver a voz toda”, ao nível do seu critério de exigência. “Costumo dizer que não se pode correr em Fórmula 1, e acabar em ‘rally paper’”, rematou.

 

Retirado de Sapo Música



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Segunda-feira, 19.01.15

 

 

Letra

 

Quando eu era criança muita gente me achava menino prodígio

quando for mais crescido há-de ser importante há-de ter prestigio

há-de ser um senhor director

presidente seja lá do que for

 

mas eu sempre rebelde

no meu jeito de ser musical

e em vez de estudar comecei a tocar numa banda rock

e o meu grupo de fans segue sempre na cola onde quer que eu toque

 

e na estrada encontrei o meu som

que o meu cérebro coloca-me um dó(???)

foi deus que me deu este jeito de ser musical

 

e os amigo que me vão ouvir

sabem bem que se vão divertir

levantam, os braços no ar

a ouvir as guitarras tocar

 

este jeito de ser musical

faz-me bem e nunca vos fez mal

 

o menino prodígio morreu

mas o seu epitáfio sou eu

 

o menino prodígio morreu

foi levado nos braços de Orfeu

 

o menino prodígio morreu

mas o seu epitáfio sou eu

 

Quando eu era criança muita gente me achava menino prodígio

quando for mais crescido há-de ser importante há-de ter prestigio

há-de ser um senhor director

presidente seja lá do que for

 

mas eu sempre rebelde no meu jeito de ser musical

 

e os amigo que me vão ouvir

sabem bem que se vão divertir

levantam, os braços no ar

ao ouvir as guitarras tocar

este jeito de ser musical

faz-me bem e nunca me fez mal

o menino prodígio morreu

mas o seu epitáfio sou eu

o menino prodígio morreu

foi levado nos braços de Orfeu

o menino prodígio morreu

o seu epitáfio sou eu

 

 

e os amigo que me vão ouvir

sabem bem que se vão divertir

levantam, os braços no ar

ao ouvir as guitarras tocar

este jeito de ser musical

faz-me bem e nunca vos fez mal

o menino prodígio morreu

o seu epitáfio sou eu

o menino prodígio morreu

foi levado nos braços de Orfeu

o menino prodígio morreu

o seu epitáfio sou eu

 

o menino prodígio morreu

foi levado nos braços de Orfeu

o menino prodígio morreu

o seu epitáfio sou eu

e cá vou eu

fui eu

 

fui levado nos braços de Orfeu

morreu



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josecid.jpg

 

 
10.000 Anos depois entre Vénus e Marte na Casa da Música

José Cid | Dia 28 Fevereiro | Sala Suggia | 21:30H


No próximo dia 28 de Fevereiro de 2015, pelas 21h30, José Cid apresenta o seu concerto de rock sinfónico “10.000 Anos depois entre Vénus e Marte”, na Casa da Música.
Nomeado pela Blitz como o melhor álbum do Rock Português de sempre.

Nomeado pela “Sputnick Magazine - USA” entre os 5 melhores álbuns do mundo.

Nomeado pela Q e Billboard, entre os grandes álbuns mundiais de Rock Progressivo

Ao vivo 10.000 anos depois entre Vénus e Marte, é ainda mais surpreendente!

José Cid, rodeado por músicos galácticos ( que só não são mais conhecidos mundialmente porque nasceram em Portugal) leva-nos a descobrir longe do planeta Terra, um mundo que todos sonhamos, mais justo e mais habitável

A não perder !
Um concerto de nível mundial, mas que é português!
NOSSO



Preços: 20 €
Locais de Venda: www.ticketline.sapo.pt | Fnac | Worten | El Corte Inglês | C.C.Dolce Vita | Casino de Lisboa | Galerias Campo Pequeno | Agência Abreu | A.B.E.P. | MMM Ticket e CC Mundicenter | U-Ticketline | CCB
Reservas e Informações: Ligue 1820 ( 24 horas) A partir do estrangeiro ligue +351 794 14 00

Nas bilheteiras da Casa da Musica: www.casadamusica.com


www.facebook.com/10000anoscasadamusica


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Terça-feira, 06.08.13

 

Letra

 

I could stay awake just to hear you breathing
Watch you smile while you are sleeping
While you're far away and dreaming
I could spend my life in this sweet surrender
I could stay lost in this moment forever
Where every moment spent with you is a moment I treasure

Don't want to close my eyes
I don't want to fall asleep
Cause I'd miss you babe
And I don't want to miss a thing
Cause even when I dream of you
The sweetest dream will never do
I'd still miss you babe
And I don't want to miss a thing

Lying close to you feeling your heart beating
And I'm wondering what you're dreaming
Wondering if it's me you're seeing
Then I kiss your eyes
And thank God we're together
I just want to stay with you in this moment forever
Forever and ever

I don't want to close my eyes
I don't want to fall asleep
Cause I'd miss you babe
And I don't want to miss a thing
Cause even when I dream of you
The sweetest dream will never do
I'd still miss you babe
And I don't want to miss a thing

I don't want to miss one smile
I don't want to miss one kiss
I just want to be with you
Right here with you, just like this
I just want to hold you close
Feel your heart so close to mine
And just stay here in this moment
For all the rest of time Yeah yeah yeah

I don't want to close my eyes
I don't want to fall asleep
Cause I'd miss you babe
And I don't want to miss a thing
Cause even when I dream of you
The sweetest dream will never do
I'd still miss you babe
And I don't want to miss a thing

I Don't want to close my eyes
I don't want to fall asleep
Cause I'd miss you babe
And I don't want to miss a thing
Cause even when I dream of you
The sweetest dream will never do
I'd still miss you babe
And I don't want to miss a thing

Don't want to close my eyes
I don't want to fall asleep
And I don't want to miss a thing



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Terça-feira, 30.04.13

José Cid e GNR a três euros na Feira de Maio, em Leiria

A tradicional Feira de Leiria - conhecida como Feira de Maio - apresenta várias novidades este ano, entre as quais realização dos concertos de José Cid e GNR, no topo sul do Estádio de Leiria, ao preço "simbólico" de três euros, informou hoje a Câmara de Leiria.


Além dos espetáculos de José Cid e GNR, o cartaz inclui as bandas de Leiria Apartirtudo, Quem é o Bob? e Achasfish?, assim como uma noite de DJ. Estes ingressos custam dois euros. Todos os bilhetes podem ser adquiridos na Câmara de Leiria, no Teatro José Lúcio da Silva e no estádio municipal.

 

Além de cinco noites de concertos, a Feira de Leiria tem como novidade a mudança de localização para o parque de estacionamento do estádio municipal, o que permite aproveitar as instalações do piso zero do topo norte.

 

Outra das novidades deste ano é o espaço Leiria tem Saúde, no topo norte do estádio, que possibilitará efetuar rastreios e exames de avaliação da saúde gratuitamente, assistir a ações de sensibilização sobre hábitos de vida saudáveis, dar sangue ou participar em aulas de ginástica.

 

Além dos habituais divertimentos, a Feira de Leiria inclui ainda mostras de artesanato aos fins-de-semana, a primeira edição Leiria Doce (dias 10, 11 e 12 de maio) e a primeira edição Mostra de Vinhos da Região de Leiria (17, 18 e 19 de maio).

 

O certame conta ainda com a presença de 27 empresas, 60 expositores, 11 representantes de marcas automóveis, 23 associações de solidariedade social, expositores de máquinas agrícolas, espaços para jogos, farturas, pão com chouriço e algodão doce.

 

Junto às tasquinhas haverá outro palco para a atuação de diversos grupos tradicionais do concelho de Leiria.

 

A inauguração da Feira de Maio, que é visitada habitualmente por milhares de pessoas, está marcada para sábado, dia 04 de maio, ficando de "portas" abertas até ao dia 26 de maio.

 

Retirado do Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 21:15 | link do post | comentar

Sábado, 08.12.12

José Cid no Campo Pequeno em DezembroJosé Cid no Campo Pequeno em Dezembro

Mantendo a tradição José Cid vai mais uma vez ser a vedeta de um concerto de perto do fim de ano, que terá lugar a 07 de Dezembro, no Campo Pequeno.


Estarão em palco, cinquenta anos de música de alguém que tenm o condão de agrdar a quase todas as gerações.

 

“A Minha Música”, “A Cabana”, “Um Grande Amor”, “Como o Macaco Gosta de Banana” ou o mais recente “Louco Amor”, são apenas alguns dos grandes êxitos para ouvir e cantar em mais de duas horas de concerto.

 

Retirado do HardMúsica



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Segunda-feira, 26.11.12

José Cid no Campo Pequeno em DezembroJosé Cid no Campo Pequeno em Dezembro

Mantendo a tradição José Cid vai mais uma vez ser a vedeta de um concerto de perto do fim de ano, que terá lugar a 07 de Dezembro, no Campo Pequeno.


Estarão em palco, cinquenta anos de música de alguém que tenm o condão de agradar a quase todas as gerações.

 

“A Minha Música”, “A Cabana”, “Um Grande Amor”, “Como o Macaco Gosta de Banana” ou o mais recente “Louco Amor”, são apenas alguns dos grandes êxitos para ouvir e cantar em mais de duas horas de concerto.

 

Noticia do HardMúsica



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Domingo, 21.10.12

 

 

Letra

 

Tenho na ideia uma aldeia e um bosque,
De giestas a abrir em flor;
E as desfolhadas p'lo S. João,
Com mil fogueiras de amor.

Tenho na ideia um campo de trigo,
Onde te amei de fugida;
E os caminhos que eu percorri,
Nos secos trigais da vida.

(Refrão)
Verdes, verdes trigais em flor,
Na lembrança que se apagou;
Desse terno e primeiro amor,
Nesse tempo que não voltou.

Verdes, verdes trigais em flor,
Na lembrança que eu não esqueci;
Verdes, verdes trigais em flor,
Tudo o que em mim ficou, de ti.


Lembras-me igrejas de campanário,
E o som das Avé-Marias;
Lembras-me a feira de S. Martinho,
E o pôr-do-sol na lezíria.

Lembras-me o campo de trigo, tão verde,
Onde eu te amei de fugida;
E os caminhos que eu percorri,
Nos secos trigais da vida.



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Sábado, 20.10.12

 

 

letra

 

Este amor não tem grades, fronteiras, barreiras, muro em berlim,
É um mar, é um rio,
É uma fonte que nasce dentro de mim.
É o grito do meu universo,
Das estrelas p'ra onde eu regresso,
Onde sempre esta música paira no ar.

Addio, adieu, aufwiedersehen, goodbye,
Amore , amour, meine liebe, love of my life.
Se o nosso amor findar,
Só me ouvirás cantar,
Addio, adieu, aufwiedersehen, goodbye,
Amore , amour, meine liebe, love of my life.

Este amor é um pássaro livre,
Voando no céu azul,
Que compôs a mais bela canção deste mundo de norte a sul.
E as palavras que eu uso em refrão,
Fazem parte da mesma canção,
Que ecoa nas galáxias da minha ilusão

Addio, adieu, aufwiedersehen, goodbye,
Addio, adieu, aufwiedersehen, goodbye,
Amore , amour, meine liebe, love of my life.
Se o nosso amor findar,
Só me ouvirás cantar,
Addio, adieu, aufwiedersehen, goodbye,
Amore , amour, meine liebe, love of my life.



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Quinta-feira, 11.10.12

 

 

letra

 

Há muito, muito tempo
Eras tu uma criança
Que brincava num baloiço
E ao pião

Tinhas tranças pretas
E caçavas borboletas
Como quem corria
Atrás de uma ilusão

Há muito, muito tempo
Era eu outra criança
Que te amava ternamente
Sem saber

Vínhamos da escola
E oferecia-te uma flor
Que tu punhas no cabelo
A sorrir

Vem viver a vida amor
Que o tempo que passou
Não volta, não.

 

Sonhos que o tempo apagou
Mas para nós ficou
Esta canção

Vinte anos mais tarde
Encontrei-te por acaso
Numa rua da cidade
Onde moravas

 

Ficámos parados
E olhámo-nos sorrindo
Como quem se vê
A um espelho pela manhã

Dei-te o meu telefone
Convidei-te para jantar
Adoraste ver a minha
Colecção

Pelo tempo fora
Continuámos unidos
E cantámos tantas vezes
A canção

Vem viver a vida amor
Que o tempo que passou
Não volta, não.

Sonhos que o tempo apagou
Mas para nós ficou
Esta canção

Daqui a vinte anos
Quando tu já fores velhinha
Talvez eu já não exista
P´ra te ver

Ficas á lareira
A fazer a tua renda
Mas que importa ..... Se
Recordar é viver

Há muito, muito tempo
Tu e eu duas crianças
Que brincavam num baloiço
E ao pião

Vínhamos da escola
E oferecia-te uma flor
Que desponta agora
No teu coração

Vem viver a vida amor
Que o tempo que passou
Não volta, não.

Sonhos que o tempo apagou
Mas para nós ficou
Esta canção



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Domingo, 25.12.11

Letra

 

A neve cai tapando as ruas
Num manto colorido cor marfim
Eu sigo só na multidão
Para descobrir o homem que há em mim.

Deixei para trás a vida cheia de loucura
Fechei a porta onde não mais quero entrar.
Ando ao acaso pelas ruas da cidade
Assobiando, mãos nos bolsos a sonhar.

Cai neve em Nova Iorque
Há sol no meu país
Faz-me falta Lisboa
Para me sentir feliz

Não há mais pôr-do-sol
Em Sunset Boulevard
Cai neve em Nova Iorque
Ninguém vai-me encontrar.

E foi assim que na 42nd Street
Alguém me chama e oferece um cigarrinho.
Muito obrigado, amigo, não
Não vou fumar
Em Lisboa deixei esse caminho.
Deixei para trás a vida cheia de loucura
Fechei a porta onde não mais quero entrar.

[refrão] 



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Quarta-feira, 23.11.11

Letra

 

Madeixas em desalinho,

na caixa fitas e pentes
andava num trobolinho,

aperdoando alfinetes
compro uma caixa fregues

ou entao um pente fino ,
paga 2 e leva 3,

da jeito para o menino


(refrao)

 

De longa saia trouxa de venda ,

nasceu na raia dorme na tenda
Cara bonita de moçetona ,

com uma pinta cor de azeitona,
a ciganilha baila a preceito

usa mantilha rosa no peito,
chama-se Olinda diz-se espanhola,

Cigana linda que pede esmola.

 

Por estes 2 eu lhe juro

, sao 5 escudos somente ,

e posso ler o futuro
que tenho na sua frente,

dê-me a mão e logo digo

sem que me possa enganar,
quem ha-de casar consigo,

quem por si anda a penar.

 

(Refrao)

 

Mas a cidade e miragem,

de que Olinda nao gostou
e um dia foi de viagem,

e na fronteira ficou,
vende tapetes de cairo,

de feira em feira caminha
mas a rua do meu bairro,

nao tem a graca que tinha.

 

(Refrao)



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Sábado, 19.11.11

Letra

 

Naquele tempo 
Tu vinhas de noite à procura de amor 
E eu fumando um cigarro 
Esperava por ti 
Quando chegavas 
Abrias a porta sem me avisar 
P'la noite fora 
Ficavas abraçada a mim 

Na cabana 
Junto à praia 
Entre as dunas e os canaviais 
Só o vento 
E o mar 
E as gaivotas 
Falam desse amor 

Na cabana 
Junto à praia 
Entre as dunas e os canaviais 
Só o vento 
E o mar 
E as gaivotas 
Falam desse amor 

Todos os anos 
Eu volto em agosto ao mesmo lugar 
Já uma era 
Cobriu as paredes do quarto 
Dava dez anos 
De vida por te ver voltar 
Posso estar farto 
De tudo mas nunca me afasto 

Da cabana 
Junto à praia 
Entre as dunas e os canaviais 
Só o vento 
E o mar 
E as gaivotas 
Falam desse amor 

Da cabana 
Junto à praia 
Entre as dunas e os canaviais 
Só o vento 
E o mar 
E as gaivotas 
Falam desse amor 



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Quarta-feira, 09.11.11
José Cid apresenta 'Quem tem medo de baladas'
O músico José Cid sobe no dia 7 de Dezembro ao palco do Campo Pequeno em Lisboa, e no dia 12 ao do Pavilhão Multiusos em Guimarães, para apresentar o recém-saído álbum, 'Quem tem medo de baladas'.

Editado pela Farol, Quem tem medo de baladas é o 38.º disco de José Cid, distinguido há dois anos com o Prémio Carreira da Sociedade Portuguesa de Autores.

 

O CD reúne 14 temas maioritariamente inéditos de Cid, mas também versões de Rumo ao sul, um tema de Jorge Fernando, criado por Ana Moura, o êxito espanhol El toro y la luna ou ainda Discussão, de António Carlos Jobim.

 

O álbum integra ainda inéditos de outros autores como Rei da ilusão, de Pedro Nuno Mello, ou O verão chegou tão tarde, com música e letra de Gonçalo Tavares, com quem Cid partilha a interpretação.

 

Outro tema que canta em duo é Tempestades, com Ana Sofia Cid, com a qual partilha a autoria de My voice.

 

Quanto a parcerias autorais, José Cid assina com Nuno BarrosoTocas piano, com Gary Brooker Cavalos de Fão, e com Tó ÁguasAdeus, até um dia.

 

 

 

 

Retirado do Sol



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